A democracia: um bem comum político

dcvitti distribuindo o informativo ditadura nunca mais

Estamos em um momento histórico no Brasil que coloca em risco a própria democracia. Um processo eleitoral extremamente polarizado e com o candidato Bolsonaro negando qualquer resultado, que não seja a sua vitória e a imposição de sua agenda, carregam uma ameaça ao estado democrático. Como bem comum, ele não permite ser vivido e ao mesmo tempo negado, com exclusões e até discursos de eliminação de adversários e defensores de direitos. Bolsonaro já anunciou que pretende eliminar toda forma de ativismo cidadão, com a violência das armas se necessário. Aliás, ele não esconde que admira e tem como modelo a ditadura militar que nos foi imposta de 1964 a 1985. Já sabemos pela nossa história e de tantos outros povos a barbárie que praticam tais regimes.

Num certo sentido, é parte da virtude da democracia nos mostrar o quanto de rancores e raivas, intolerâncias e ódios, violências assassinas, racismo, machismo e misoginia estão enraizados no nosso seio. São visões, atitudes e práticas negadoras de direitos iguais na diversidade do que somos. Vir à luz do dia tudo isto e este discurso ser assumido abertamente por uma grande parte da população, em especial pelos amplos setores das classes dominantes e médias, é uma novidade dolorosa deste processo eleitoral de 2018, nos trinta anos da nossa Constituição. Devemos à democracia o fato de sentir, analisar e até poder combater tais visões e propostas. Mas precisamos tomá-las como uma sacudida em nós, ativistas da cidadania, e como uma sirene alertando sobre o risco do desastre político no dia de amanhã. É espantoso como tal discurso desperta e move paixões no nosso seio. Ainda não superamos nossa herança colonial escravista e autoritária, nosso patriarcalismo e racismo.

Ditadura nunca maisTambém é virtude da democracia ser alimentada pela disputa de visões e propostas, mas desde que o princípio da igualdade e liberdade cidadã não seja negado por nenhuma razão. A sua força transformadora reside no reconhecimento do poder instituinte e constituinte da cidadania, condição política de todas e de todos em nossa diversidade de sujeitos históricos concretos, com nossas identidades, crenças, culturas, visões e opções, cores, origens, tamanhos e lugares. Devido a isto, a democracia é uma permanente disputa por mais e mais direitos em nome da igualdade. Afinal, “todo poder emana do povo e em seu nome será exercido”. Nisto reside o valor democrático e o seu caráter de bem comum político, compartido, não podendo ser negado a ninguém.

Neste momento, estamos diante de nossa certidão de nascimento como país da “ordem e do progresso” para poucos, donos de tudo, até de nossos corpos e vidas. Que isto nos sirva, ao menos, de sinal para a gravidade e a enormidade da tarefa de democratização como processo transformador de nós mesmos. Agora, a disputa deixou de ser entre essa ou aquela proposta democrática para o país. Viraram prioridade a defesa dos princípios e os valores da própria democracia.

Só o ativismo autônomo pode evitar o pior, mesmo com resultado adverso no segundo turno. Repito: Bolsonaro já avisou que pretende acabar com nossa atuação como ativistas. Mas a nossa força reside na autonomia, independente do Poder Executivo, do Congresso ou do Judiciário. Como sujeitos coletivos de cidadania ativa, em nossa imensa diversidade de identidades, vozes, práticas e vivências, deste maravilhoso país, somos os detentores de capacidade intrínseca de defender e ampliar o bem comum da democracia como forma de fazer política. Demonstremos desde já que sabemos defender nosso modo de atuar e que somos produtores de mais e mais democracia. Ativismo rima com direitos, mesmo nas piores situações. O amanhã nunca está resolvido, ele se faz desde o aqui e agora, mas seu resultado será sempre provisório, pois história é criação e movimento. Ganhe quem ganhar a disputa de 28 de outubro, a democracia depende da resistência, ousadia e determinação da cidadania.

Rio de Janeiro, 14/10/2018
Cândido Grzybowski, sociólogo, do Ibase

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Fernando Haddad e Ana Estela desejam um feliz dia dos professores ❤ #MaisLivroMenosArmas

Eu quero um professor presidente

Feliz dia do Professor, do professor Haddad #MaisLivrosMenosArmas.

Neste 15 de outubro, a melhor forma de homenagear as professoras e professores é mostrar que a educação tem de voltar a ser prioridade para o governo federal. Trabalho e educação são a resposta para o Brasil retomar seu rumo, e não há ninguém melhor para falar sobre o tema do que o melhor ministro da educação que o país já teve. Fernando Haddad foi ministro da Educação por quase sete anos e promoveu, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma verdadeira revolução na educação brasileira.

Haddad é professor universitário e vive do seu salário, assim como sua esposa, Ana Estela, com quem é casado há 30 anos. Por isso sempre valorizou os professores, profissionais fundamentais para a construção de um país mais justo e soberano.

#AgoraÉHaddad

 

Sua tia não é fascista, ela está sendo manipulada

Sua tia não é fascista, ela está sendo manipulada

Você se pergunta como um candidato com tão poucas qualidades e com tantos defeitos pode conseguir o apoio quase que incondicional de grande parte da população?

Você já tentou argumentar racionalmente com os eleitores deles, mas parece que eles estão absolutamente decididos e te tratam imediatamente como inimigo no mais leve aceno de contrariedade?

Até sua tia, que sempre foi fofa com você, agora ataca seus posts sobre política no Facebook?

Pois bem, vou contar uma história.

O principal nome dessa história é um sujeito chamado Steve Bannon. Bannon tinha uma visão de extrema direita nacionalista. Ele tinha um site no qual expressava seus pontos de vista que flertavam com o machismo, com a homofobia, com a xenofobia, etc. Porém, o site tinha pouca visibilidade e seu sonho era que suas ideias se espalhassem com mais força no mundo.

Para isso, Bannon contratou uma empresa chamada Cambridge Analytica. Essa empresa conseguiu dados do Facebook de milhões de contas de perfis por todo mundo. Todo tipo de dado acumulado pelo Facebook: curtidas, comentários, mensagens privadas. De posse desses dados e utilizando algoritmos, essa empresa poderia traçar perfis psicológicos detalhados dos indivíduos.

Tais perfis seriam então utilizados para verificar quais indivíduos estariam mais predispostos a receber as mensagens: aqueles com disposição de acreditar em teorias conspiratórias sobre o governo, por exemplo, ou que apresentavam algum sentimento de contrariedade difuso ao cenário político atual.

A estratégia seria fazer com que esse indivíduo suscetível a essas mensagens mudasse seu comportamento, se radicalizasse. Como as pessoas passaram a receber as notícias e a perceber o mundo principalmente através das redes sociais, não é difícil manipular essas informações. Se você pode controlar as informações a que uma pessoa tem acesso, você pode controlar a maneira com que ela percebe o mundo e, com isso, pode influenciar a maneira como se comporta e age.

Posts no Facebook podem te fazer mais feliz ou triste, com raiva ou com medo. E os algoritmos sabem identificar as mudanças no seu comportamento pela análise dos padrões das suas postagens, curtidas, comentários.

Assim, indivíduos com perfis de direita e seu tradicional discurso “não gosto de impostos” foram radicalizados para perfis paranoicos em relação ao governo e a determinados grupos sociais. A manipulação poderia ser feita, por exemplo, através do medo: “o governo quer tirar suas armas”. Esse tipo de mensagem estimula um sentimento de impotência e de não ser capaz de se defender. Estimula também um sentimento de “somos nós contra eles”, o que fecha a pessoa para argumentos racionais.

Sites e blogs foram fabricados com notícias falsas para bombardear diretamente as pessoas influenciáveis a esse tipo de mensagem. Além disso, foi explorado também um sentimento anti-establishment, anti-mídia tradicional e anti “tudo isso que está aí”. Quando as pessoas recebiam várias notícias de forma direta, e não viam essas notícias repercutirem na grande mídia, chegavam à conclusão de que a grande mídia mente e esconde a verdade que eles tem.

Se antes a mídia tradicional podia manipular a população, a manipulação teria que ser feita abertamente, aos olhos de todos. Agora, todos temos telas privadas que nos mandam mensagens diretamente. Ninguém sabe que tipo de informação a pessoa do lado está recebendo ou quais mensagens estão construindo sua percepção de realidade.

Com esse poder nas mãos, Bannon conseguiu popularizar a alt right (movimento de extrema direita americana) entre os jovens, que resultou nos protestos “unite de right” no ano passado em Charlottesville, Virgínia que tiveram a participação de supremacistas brancos. Bannon trabalhou na campanha presidencial de Donald Trump e foi estrategista de seu governo. A Cambridge Analytica trabalhou também no referendo do Brexit, que foi vencido principalmente por argumentos originados de fake news.

Quando a manipulação veio à tona, Mark Zuckerberg foi chamado ao senado americano para depor. Pra quem entendeu o que houve, ficou claro que a democracia da nação mais importante do mundo havia sido hackeada. Mas os congressistas pouco entendimento tinham de mídia social; e quem estaria disposto a admitir que a democracia pode ser hackeada através da manipulação dos indivíduos?

Zuckerberg estava apenas pensando em estabelecer um modelo de negócios lucrativo com a venda de anúncios direcionados. A coleta de dados e a avaliação de perfil psicológico das pessoas tinham a intenção “inocente” de fazer as pessoas clicarem em anúncios pagos. Era apenas um modelo de negócios. Mas esse mesmo instrumento pode ser usado com finalidade política.

Ele se deu conta disso e sabia que as eleições brasileiras podiam estar em risco também. Somos uma das maiores democracias do mundo. O Facebook tomou medidas ativas para evitar que as campanhas de desinformação e manipulações ocorressem em sua rede social. Muitas contas fake e páginas que compartilhavam informações falsas foram retiradas do Facebook no período que antecede as eleições.

Mas não contavam com a capilarização e a popularização dos grupos de Whatsapp. Whatsapp é um aplicativo de mensagens diretas entre indivíduos; por isso, não pode ser monitorado externamente. Não há como regular as fake news, portanto, fazer um perfil fake no Whatsapp também é bem mais fácil que em outras redes sociais e mais difícil de ser detectado.

Lembram do Steve Bannon, que sonhou com o retorno de uma extrema direita nacionalista forte mundialmente? Que tinha ideias que são classificadas como anti minorias, racistas e homofóbicas? E que usou um sentimento difuso anti “tudo que está aí”, e um medo de os homens se sentirem indefesos para conquistar adeptos?

Pois bem, ele se encontrou em agosto com Eduardo Bolsonaro. Bolsonaro disse que o Bannon apoiaria a campanha do seu pai com suporte e “dicas de internet”, essas coisas. Bannon é agora um “consultor eventual” da campanha. Era o candidato ideal pra ele, por compartilhava suas ideias, no cenário ideal: um país passando por uma grave crise econômica com a população desiludida com a sua classe política.

Logo depois de manifestações de mulheres nas ruas de todo o Brasil e do mundo contra Bolsonaro, o apoio do candidato subiu, entre o público feminino, de 18 para 24 por cento. Um aumento de 6 pontos depois de grande parte das mulheres se unir para demonstrar sua insatisfação com o candidato.

Isso acontece porque, de um lado, a grande mídia simplesmente ignorou as manifestações e, por outro, houve um ataque preciso às manifestações através dos grupos de Whatsapp pró-Bolsonaro. Vídeos foram editados com cenas de outras manifestações, com mulheres mostrando os seios ou quebrando imagens sacras, mas utilizadas dessa vez para desmoralizar o movimento #elenão entre as mais conservadoras.

Além disso, Eduardo Bolsonaro veio a público logo após a manifestação e declarou: “As mulheres de direita são mais bonitas que as de esquerda. Elas não mostram os peitos e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”. Essa declaração pode parece pueril ou simplesmente estúpida mas é feita sob medida para estimular um sentimento de repulsa para com o “outro lado”.

Isso não é nenhuma novidade. A máquina de propaganda do nazismo alemão associava os judeus a ratos. O discurso era que os judeus estavam infestando as cidades alemãs como os ratos. Esse é um discurso que associa o sentimento de repulsa e nojo a uma determinada população, o que faz com que o indivíduo queira se identificar com o lado “limpo” da história. Daí os 6 por cento das mulheres que passaram a se identificar com o Bolsonaro.

Agora é possível compreender porque é tão difícil usar argumentos racionais para dialogar com um eleitor do Bolsonaro? Agora você se dá conta do nível de manipulação emocional a que seus amigos e familiares estão expostos? Então a pergunta é: “o que fazer?”

Não adiante confrontá-los e acusá-los de massa de manobra. Isso só vai fazer com que eles se fechem e classifiquem você como um inimigo “do outro lado”. Ser chamado de manipulado pode ser interpretado como ser chamado de burro, o que só vai gerar uma troca de insultos improdutiva.

Tenha empatia. Essas pessoas não são tolas ou malvadas; elas estão tendo suas emoções manipuladas e estão submetidas a uma percepção da realidade bastante diferente da sua.

Tente trazê-las aos poucos para a razão. Não ofereça seus argumentos racionais logo de cara, eles não vão funcionar com essas pessoas. A única maneira de mudar seu pensamento é fazer com que tais pessoas percebam sozinhas que não há argumentos que fundamentem suas crenças e as notícias veiculadas de maneira falsa.

Isso só pode ser feito com uma grande dose de paciência e de escuta. Peça para que a pessoa defenda racionalmente suas decisões políticas. Esteja aberto para ouvi-la, mas continue sempre perguntando mais e mais, até ela perceber que chegou num ponto em que não tem argumentos para responder.

Pergunte, por exemplo: “Por que você decidiu por esse candidato? Por que você acha que ele vai mudar as coisas? Você acha que ele está preparado? Você conhece as propostas dele? Conhece o histórico dele como político? Quais realizações ele fez antes que você aprova?”

Em muitos casos, a pessoa tentará mudar o discurso para falar mal de um outro partido ou do movimento feminista. Tal estratégia é esperada porque eles foram programados para achar que isso representa “o outro lado”, os inimigos a combater.

Nesse caso, o caminho continua o mesmo: tentar trazer a pessoa para sua própria razão: “Por que você acha que esse partido é tão ruim assim? Sua vida melhorou ou piorou quando esse partido estava no poder? Como você conhece o movimento feminista? Você já participou de alguma reunião feminista ou conhece alguém envolvido nessa luta?”

Se perceber que a pessoa não está pronta para debater, simplesmente retire-se da discussão. Não agrida ou nem ofenda, comportamento que radicalizaria o pensamento de “somos nós contra eles”. Tenha em mente que os discursos que essa pessoa acredita foram incutidos nela de maneira que houvesse uma verdadeira identificação emocional, se tornando uma espécie de segunda identidade. Não é de uma hora pra outra que se muda algo assim.

Duas das mais importantes democracias do mundo já foram hackeadas utilizando tais técnicas de manipulação. O alvo atual é o nosso país, com uma das mais importantes democracias do mundo. Não vamos deixar que essas forças nos joguem uns contra os outros, rasgando nosso tecido social de uma maneira irrecuperável.

P.S.: Por favor, pesquise extensamente sobre todo e qualquer assunto que expus aqui, e sobre o qual você esteja em dúvida. Não sou de nenhum partido. Sou filósofo e, como filósofo, me interesso pela verdade, pela ética e pelo verdadeiro debate de ideias.

Artigo recebido e compartilhado via WhatsApp e desconheço a autoria.

É hora de lutar! Estamos do lado certo da história

E hora de lutar! Estamos do lado certo da história

Nossos inimigos dizem: a luta terminou.
Mas nós dizemos: ela começou.

Nossos inimigos dizem: a verdade está liquidada.
Mas nós dizemos: nós a sabemos ainda.

Nossos inimigos dizem: mesmo que ainda se conheça a verdade
Ela não pode mais ser divulgada.
Mas nós a divulgamos.

É a véspera da batalha.
É a preparação de nossos quadros.
É o estudo do plano de luta.
É o dia antes da queda
De nossos inimigos.

 

Bertolt Brecht
(1898-1956)

O voto evangélico

O voto evangélico

Houve um assanhamento sobre a possibilidade de uma migração massiva do voto dos evangélicos ao Bolsonaro, pelo suposto apoio de caciques de igrejas no início desta semana pela mídia. Reforçada por uma campanha de #FakeNews, utilizando-se em caixa alta, a perversão, o preconceito e a mentira.

Alguns exemplos, mamadeiras em formato de pênis, definição de sexo em registro após uma certa idade, além de confisco humano pelo estado, turbinadas aos ventos nas redes sociais, atitude que na verdade disfarça os verdadeiros desejos que possui ou a intenção, falando da perversão. Mas esquecem de um detalhe, não será pela moral, o subjetivo, que uma significativa parte da base evangélica destinará o seu voto a #EleNão.

O discurso moral influencia a religião, claro, mas não na proporção estatística que é alardeada. Digo isso porque a parcela significativa dos membros das chamadas igrejas evangélicas e de massa, são mulheres, de periferia, mães e trabalhadoras que, até bem pouco tempo, a única boa nova do evangelho que ouvia era a palavra: submissão. Mas não é mais assim. Muitas delas, foram empoderadas pelos programas sociais, administram recursos, educaram filhos e filhas, compraram casas, viajaram de férias, adquiriam direitos trabalhistas etc.

O voto será, em parte, destinado a essa memória objetiva, principalmente, com o retrocesso, ou seja, a perda dos direitos e a ameaça de voltar ao mundo da total dependência. Apesar do apóstolo, bispo, pastor, missionário, tentar convencer ao contrário, esquece de quem sabe dos problemas, guarda os segredos dos filho(as), administra os conflitos, os recursos, preocupa-se com o futuro da família, na maioria das vezes, não são eles, são elas. Imagino que, na hora da desobediência silenciosa dessas mulheres, a oração íntima será, segundo a bíblia: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (At. 5:29).

Isso não é para gerar conforto nem comodidade. É o voto a ser consolidado, com clareza,discernimento, diálogo e consciência nesta reta final da campanha eleitoral.

Companheiro Luis Sabanay, 52 anos, Teólogo e Pastor Presbiteriano.

Confira a lista de algumas condutas corruptas, bem atuais e extensas desse coiso

#EleNão

Quando uma pessoa apoia Bolsonaro, geralmente ela diz que ele é o único candidato honesto. Essa pessoa pode até estar bem intencionada, mas está totalmente mal informada.

Confira uma lista de condutas corruptas bem atuais e extensas desse Coiso.

  1. Jair Messias Bolsonaro tem uma lista de condutas corruptas bem atuais e extensas. Confira: http://bit.ly/2O3TMRv.
  2. É citado na lista de Furnas como receptor de propina: http://bit.ly/2DVy7X6.
  3. É citado como integrante de esquema de corrupção ATIVA na quebra de sigilo do Tucano Aécio Neveshttp://bit.ly/2IDUVt5.
  4. É acusado de sonegação de impostos: https://abr.ai/2ydw3nq.
  5. Acusado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de receber propina da JBL: http://bit.ly/2Rp6V5H.
  6. É também acusado de enriquecimento ilícito através da máquina pública: http://bit.ly/2P6qSwC.
  7. Está apontado em suspeita de lavagem de dinheiro: http://bit.ly/2OAFGqd.
  8. Envolvido em #Caixa2 de Campanha: http://bit.ly/2DXepKx
  9. Recebeu de Michel Temer cerca de 18 Milhões: http://bit.ly/2DVznti

📌 Além de toda essa corrupção Jair Messias Bolsonaro, enquanto parlamentar foi capaz de:

  1. Criar um projeto de Lei que impede o #SUS de atender mulheres violentadas sexualmente: http://bit.ly/2E0nDFY.
  2. Veja o que Bolsonaro fez em toda a sua carreira parlamentar (27 anos) spoiler apenas 2 projetos e nenhum projeto de segurança: http://bit.ly/2PbhlnW.
  3. Bolsonaro defendeu a redução da licença maternidade: https://abr.ai/2Qwz0a8.
  4. A lista é tãããooo grande que eu vou abreviar. Aqui tem 5 leis que Bolsonaro votou a favor: http://bit.ly/2zRJKu3.
  5. Outras provas de conduta parlamentar criminosa (pró lobby): http://bit.ly/2O8Jobp.
  6. Argentina mandou pra cadeia 43 militares de alta patente que atuaram na ditadura. Jair Bolsonaro idolatra Carlos Alberto Brilhante Ustra torturador que colocava ratos vivos dentro das genitais de mulheres que eram contra a ditadura, entre outras atrocidades passíveis de condenação pela Convenção de Genebra. Veja o que o jornal EL PAÍS Brasil fala sobre a ideologia de Bolsonaro: http://bit.ly/2IDvJTy.

Pra encerrar, assista esse vídeo

#EleNão #AgoraÉHaddad

Ele Não gif

Haddad foi eleito o melhor prefeito da América Latina

Haddad foi eleito o melhor prefeito da América Latina

A cidade de São Paulo recebeu 5 milhões de dólares para o projeto que ajuda pequenos produtores de alimentos orgânicos.

Em 2016, Fernando Haddad foi o grande vencedor de uma competição entre prefeitos de toda a América Latina e Caribe, por um projeto que conecta pequenos produtores de alimentos orgânicos a mercados e restaurantes. O prêmio foi organizado pela Bloomberg Philanthropies, entidade do ex-prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg.

Após um competitivo processo de seleção que durou um ano, São Paulo surgiu como a cidade vencedora baseada em quatro critérios: a visão e criatividade da proposta, potencial de impacto, potencial de transferência e viabilidade de implementação.
James Anderson, da Bloomberg

E olha que a competição não foi fácil. Foram 290 cidades representando 19 países. A Bloomberg Philanthropies e um comitê de seleção de 13 especialistas em inovação e política escolheram São Paulo e Haddad como os grandes vencedores.

Como resultado, a cidade de São Paulo recebeu US$ 5 milhões (o equivalente a cerca de mais de R$ 20 milhões) para implementar o projeto Ligue os Pontos, para beneficiar toda a população.

É muito orgulho desse Haddad visionário! Dá uma olhada:

O Brasil Feliz de Novo

As conquistas de Fernando Haddad como prefeito e ministro da educação

Agora é Haddad presidente

Conheça da algumas conquistas que Haddad fez como Prefeito de São Paulo:

  1. Construiu 3 UPAs e deixou 12 em construção, antes de sua gestão, São Paulo não possuía nenhuma.
  2. Recuperou mais de R$ 278 milhões desviados em esquemas corrupção para o cofre da cidade.
  3. Construiu 33 hospitais Dia da Rede Hora Certa.
  4. Construiu 3 hospitais gerais.
  5. Construiu mais de 400 creches, a ponto de quase zerar a fila de espera.
  6. Construiu universidade nos CEUs com o UniCEU.
  7. Criou um órgão de auditoria independente.
  8. Deu passe livre a 700 mil estudantes.
  9. Reduziu a dívida do município para MENOS DA METADE, sendo o primeiro prefeito da história da cidade a entregar uma dívida menor do que recebeu.
  10. Levou a Virada Cultural para periferia.
  11. Aumentou o Piso Salarial dos professores.
  12. Acabou com a máfia do ISS.
  13. Primeiro Plano Municipal de Cultura da cidade.
  14. Reduziu as mortes no trânsito, com medidas como a redução de velocidade nas marginais.
  15. Mais de 140 praças com Wi-Fi.
  16. Aprovou o plano diretor, premiado internacionalmente e elogiado pela ONU.
  17. Construiu mais de 400km de corredores e faixas de ônibus.
  18. Entregou 400km de ciclovias.
  19. Centenas de ônibus com Wi-fi, ar-condicionado, carregador de celular e de bilhete único.
  20. Bilhete Único Mensal.
  21. Sancionou a lei que obriga a inclusão de alimentação orgânica nas merendas das escolas municipais.
  22. Instalou Fab Labs na cidade, oferecendo à população acesso a computadores com internet e impressoras 3D, além de professores para ensinar como operar os equipamentos.

Conheça agora as vitórias de Fernando Haddad como ministro da educação:

  1. Criou o Programa Universidade para Todos (ProUni), democratizando o acesso à universidade para estudantes de baixa renda e inseriu mais de 1,5 milhão de jovens no ensino superior.
  2. Fortaleceu o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
  3. Criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade do ensino nas escolas públicas no país.
  4. Foi aprovada a Lei nº 11.738/2008, que fixou um piso salarial para todos os professores de escolas públicas da educação básica.
  5. Expandiu e interiorizou o ensino superior.
  6. Criou 18 novas universidades federais.
  7. Criou 173 campus universitários.
  8. Criou 360 unidades dos institutos federais.
  9. Implementou o Enem e posteriormente o Sisu.
  10. Em 10 anos, entre 2001 e 2010, o crescimento no número de matrículas no ensino superior foi de 110%.
  11. O número de alunos entre 2003 a 2014 aumentou de 505 mil para 932 mil.
  12. Lançou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), por meio do PDE, houve a expansão de creches, pré-escolas e escolas técnicas.
  13. Pelo PDE, houve a ampliação do número de vagas nas universidades federais e a formação de mestres e doutores, atingindo a marca 11 mil doutores formados e 30 mil mestres.
  14. No que se refere ao analfabetismo, houve queda de 11% para 8,6% entre 2005 e 2011.

Agora é Haddad!

Kit gay é uma mentira. Não existe e nunca existiu

Kit Gay não existe e nem nunca existiu

Combata Fake News: não existe e nem nunca existiu “kit gay”.

São mentira as mensagens e imagens que circulam pelos grupos de WhatsApp sobre um suposto “kit gay”, que NUNCA EXISTIU.

Isso é um boato antigo, que circula desde 2011. A suposta cartilha nunca foi distribuída e pessoas sem compromisso com a verdade  insistem em espalhar isso pelas redes sociais de uma forma suja para tentar prejudicar o candidato Fernando Haddad.

Sabe o que Haddad realmente distribuiu na educação? Comida de verdade para a merenda escolar (com o Programa Nacional de Alimentação Escolar); ônibus, lanchas e bicicletas para transporte escolar (pelo programa Caminho da Escola). Haddad foi também o ministro da educação que mais distribuiu oportunidades para as pessoas fazerem ensino superior: foi ele que criou o Prouni, simplificou e ampliou o Fies,  construiu 14 universidades federais, 126 câmpus de universidades federais e 214 escolas técnicas, só para citar alguns exemplos.

Sobre o tal do “kit gay”, que nunca existiu, Fernando Haddad, em artigo em 2017, já denunciava o uso político e sujo dessa farsa:

A história toda, a começar pela expressão preconceituosa, é um exemplo de como uma informação falsa pode ser criada (e deliberadamente mantida) com intenções políticas nefastas – e consequências sociais que reverberam até hoje

Agência Lupa de verificação sobre notícias comprovou: É FALSO. Leia aqui. O site E-Farsas também verificou mentiras: veja aqui.

Ao invés de produzir mentiras, por que as pessoas não debatem ideias?

Não existe e nem nunca existiu ‘kit gay’. Isso é mais uma mentira de candidatos que fogem do debate de ideias e se esconde por trás das mensagens de WhatsApp para disseminar o ódio. Isso é típico de quem não tem propostas para o país.

Fernando Haddad é o único candidato que tem um plano de governo que pode tirar o país da crise e fazer o Brasil voltar a ser feliz de novo!

#LulaLivre #HaddadÉLula #HaddadPresidente #OBrasilFelizDeNovo

LULA.com.br

13 pontos sobre a fiscalização da eleição

13 Pontos Sobre a Fiscalização da Eleição

Estamos há poucos dias das eleições que podem trazer o Brasil de volta e fazer nosso povo feliz de novo. Depende de cada um de nós o resultado que virá!

Companheiros e companheiras Dirigentes! Depende de cada um de nós o resultado que virá!

Estamos há poucos dias das eleições que podem trazer o Brasil de volta aos brasileiros e fazer nosso povo feliz de novo.

Enfrentamos uma guerra, com a força e a determinação da nossa militância. Neste curto período da história, fomos vítimas de um Golpe que depôs uma Presidenta eleita e instalou um governo ilegítimo que destrói as conquistas sociais e de soberania alcançados pelos governos populares de Lula e Dilma. Uma operação jurídico-midiática, mantém o Presidente Lula como prisioneiro político, impedido, inclusive, de se manifestar.

O país, submergido nessas trevas, despertou os monstros saudosos da ditadura, herdeiros do autoritarismo e neófitos de extrema direita embevecidos em suas fontes anti-petistas e fascistas.

A candidatura de Haddad representa o nosso projeto, a possibilidade do país retomar o crescimento econômico com distribuição de renda, o desenvolvimento social e a sua soberania.

Nesta reta final, precisaremos estar preparados para dar visibilidade à nossa campanha. De cabeça erguida, disputando o voto e o coração de cada eleitor ou eleitora.

Nossos dirigentes terão também a importante tarefa de garantir a fiscalização do processo eleitoral, atentos às possíveis fraudes e ilegalidades que poderão ser cometidas.

A Coligação “O Povo Feliz de Novo” informou ao TSE que todos os Presidentes e membros das Executivas Estaduais e Municipais ou das Comissões Provisórias estão autorizados a credenciar Delegados e Fiscais dos partidos que compõe a coligação.

Poderão ser nomeados até 2 Delegados por Município ou Zona Eleitoral (quando houver mais de uma no mesmo Município) e até 2 Fiscais por Seção Eleitoral.

Qualquer pessoa com mais de 18, desde que não seja mesário, poderá ser credenciada como Fiscal.

O Fiscal deve verificar, antes do início da votação, se as urnas estão lacradas e acompanhar a emissão da “zerésima” e, ao final da eleição, a emissão dos Boletins de Urna.

Durante a apuração, devemos orientar a militância a se concentrar em algum ponto da cidade (a sede do Diretório, o Comitê, uma praça) para acompanhar a divulgação do resultado e dar início à nossa arrancada para o segundo turno.

Ao identificar qualquer irregularidade ou em caso de dúvida, procure a Assessoria Jurídica do Diretório Estadual, que estará em contato permanente com a Coordenação Nacional de Campanha.

Se você vai ser Fiscal, clique em http://bit.ly/13PontosFiscalização para ler o documento 13 Pontos para a Fiscalização.

Agora é Rua. Agora é Luta. Até a Vitória!

Coligação “O Povo Feliz de Novo”
Agência PT