Vendo um terreno na Rua Modesto Vargas, no Centro de Ilhota

Destacado

Casa do dcvitti

Casa do dcvitti está a venda!

Então pessoal… eu e a minha Rose decidimos por nossa casa, nosso único imóvel valioso à venda e pretendemos abrir uma régua de negociação com os interessados.

Nosso imóvel fica situado na Rua Modesto Vargas, 229, no Centro de Ilhota, área nobre da cidade e bem pertinho de tudo… pertinho do supermercado, da padaria, da farmácia, posto de combustível, da unidade básica de saúde, do ponto de ônibus, dos bancos, da prefeitura, das igrejas e dá pra ir à pé para a escola das crianças. A rua é asfaltada, os principais serviços de telefonia e internet de banda larga com fibra óptica passam por lá. Os serviços públicos de limpeza, coleta de lixo e água funcionam perfeitamente. Futuramente, irá se instalar a agência do Banco do Brasil na rua e o imóvel fica bem em frente do banco. A localização é uma excelente área comercial crescente, um baita ponto para o futuro investidor. Ah! O terreno é todo murado e cercado por ótimos vizinhos.

O imóvel possui uma área de 287,70m², medido 11x26m. De acordo com avaliação do setor de tributação da Prefeitura de Ilhota, o terreno nesta região, para o cálculo do ITBI está avaliado em R$ 175,00/m².

Diante da política fundiária do município, da ótima localização e pela super valorização dos imóveis na cidade, provenientes dos últimos 10 anos, estamos iniciando a negociação no valor a partir de R$ 260 mil.

Não temos a escritura pública do imóvel, mas o terreno é escriturado. O terreno está numa longa disputa e sem fim de um inventário que nunca se conclui. Possuímos apenas o contrato de compra e venda. O procedimento a ser adotado para ter a posse legal da propriedade é através do usucapião, mas não prosseguimos por falta de investimento orçamentário para custear todo o processo.

Caso deseje estabelecer um diálogo, estamos abertos a negociação. Para facilitar a comunicação disponibilizo meu contato telefônico 47 99938-3519 habitado para os principais aplicativos de conversação. Basta clicar neste link e iniciar a conversa via WhatsApp bit.ly/VendoTerrenoNaRuaModestoVargas, ou via e-mail pelo endereço vendoumacasanaruamodestovargas@gmail.com.

Neste link, disponibilizamos a localização no Google Street View. Basta apenas clicar em http://bit.ly/VendoCasaRuaModestoVargas.

Espero que possamos fazer um bom negócio, pois a proposta é imperdível!

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Casa do dcvitti no Google Street View

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Alguns dos momentos mais importantes na luta contra o preconceito e o racismo no mundo

Contra a discriminação racial

O dia 21 de março é celebrado o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas em referência ao Massacre de Sharpeville.

Ao longo do século XX, a humanidade presenciou importantes momentos que ajudaram e marcar a luta contra preconceitos que permeiam as sociedades há séculos. A luta contra o racismo e a garantia dos direitos humanos aos negros, mulheres e homossexuais foram alguns dos movimentos mais significativos durante as últimas décadas.

Ainda existem inúmeras barreiras a serem ultrapassadas, mas com certeza os seres humanos já deram um grande passo contra a discriminação, seja ela racial, social ou sexual.

Confira alguns dos momentos que retratam o combate contra a intolerância e preconceito no mundo!

1. O fim do Apartheid

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A África do Sul viveu um dos maiores regimes de segregação racial do século XX: o ApartheidA população negra da África do Sul, sob o governo de uma minoria branca europeia, enfrentou severas restrições de liberdade e dos direitos humanos por séculos.

No entanto, oficialmente o regime do Apartheid perdurou por mais de 50 anos (1948 – 1994).

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Um dos grandes símbolos da luta pelos direitos dos negros foi Nelson Mandela, um dos líderes do Congresso Nacional Africano, que passou 27 anos na prisão por ajudar no combate contra o governo do apartheid sul-africano.

Mandela foi eleito o primeiro Presidente da República negro da África do Sul, durante as primeiras eleições multirraciais daquele país, em 1994.

O fim do absurdo que caracterizava o Apartheid configurou um gigantesco passo contra os ideais de segregação racial no mundo.

Aliás, foi em homenagem ao episódio do Massacre de Shaperville (um dos mais tristes e violentos do Apartheid) que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, celebrado anualmente em 21 de março. Entenda mais sobre o que foi o Apartheid.

2. A primeira mulher negra a estudar numa escola para brancos nos EUA

Dorothy Counts - Racismo

Do outro lado do mundo, em meados da década de 1950 e 1960, os afro-americanos também travavam uma constante batalha contra o racismo nos Estados Unidos.

A partir da aprovação de uma lei que começava a forçar o fim da segregação racial no país, várias escolas norte-americanas foram obrigadas a aceitar alunos negros em suas instituições de ensino. Até então, os afrodescendentes só podiam estudar em colégios destinados exclusivamente aos negros.

Os primeiros alunos negros a frequentar escolas para brancos sofreram severos ataques físicos e verbais da sociedade local, principalmente das instituições de ensino do sul do país.

Elizabeth Eckford foi uma primeiras estudantes afro-americanas a frequentar o Little Rock Central High School, em Little Rock, no estado de Arkansas.

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Com uma população de alunos predominantemente formada por brancos conservadores, Elizabeth Eckford foi duramente atacada e mal recebida na escola. A sua persistência e força ao enfrentar os diversos insultos no colégio foi registrada pelos jornalistas da época.

A sua imagem ficou marcada como uma das mais icônicas da resistência contra a intolerância e ignorância que caracteriza o racismo. Veja também os 6 Livros sobre Racismo que todo mundo deveria ler.

Outras estudantes que também enfrentaram duras agressões durante o processo de “miscigenação racial” das escolas americanas, se transformaram em ícones da luta pelos direitos cíveis dos negros nos Estados Unidos, como Dorothy Counts, primeira negra a ingressar a Harry Harding High School, em Charlotte, no estado da Carolina do Norte.

3. Morte de Martin Luther King Jr.

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Sem sombra de dúvida, Martin Luther King Jr. é considerado uma das personalidades mais emblemáticas na luta contra o racismo nos Estados Unidos e em todo o mundo. A sua posição e grande paixão por garantir os direitos civis da população afrodescendente fez com que ganhasse inúmeros inimigos ao longo da vida.

A partir de uma postura em prol da “não violência” e do “amor ao próximo”, Luther King foi consagrado em 1964 com o Prêmio Nobel da Paz em resposta ao seu trabalho contra a desigualdade racial.

O assassinato de Luther King, em 4 de abril de 1968, impulsionou uma série de ações para travar o racismo na América e em todo o planeta.

Em sua homenagem, ficou estabelecido nos Estados Unidos, desde 1986, o Dia de Martin Luther King (celebrado na terceira segunda-feira de janeiro). Conheça outras personalidades negras que mudaram o mundo.

4. Revolta de Stonewall

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O combate contra o preconceito não está só focado em questões raciais, mas também de gênero. A partir de meados do século XX, grupos de homossexuais começaram a se organizar com o objetivo de garantir igualdades nos seus direitos civis e sociais.

Nos Estados Unidos, a Revolta de Stonewall (28 de junho de 1969) marcou um dos episódios mais importantes do movimento LGBT.

Neste caso, a invasão abusiva da polícia ao bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, desencadeou uma intensa e violenta rebelião entre os frequentadores do local, que eram majoritariamente homossexuais.

Vale lembrar que entre as décadas de 1950 e 1960, os homossexuais estadunidenses enfrentavam uma legislação e um sistema jurídico totalmente anti-homossexuais.

A resistência em Stonewall espalhou por todo o país uma onda de protestos em prol dos direitos LGBT. Aliás, foi a partir deste episódio que surgiram as primeiras Paradas do Orgulho Gay, eventos que buscavam conscientizar a população sobre a ideia da igualdade entre os direitos de pessoas com diferentes orientações sexuais.

Os homossexuais continuam na luta por garantir seus direitos civis, mas já obtiveram significativos avanços em várias regiões do mundo.

A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, constitui uma grande vitória da comunidade LBGT contra o preconceito e a homofobia.

Se você quer saber mais sobre o assunto, veja também o significado da Homofobia.

5. Mulheres conquistam direito de votar no Brasil

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As mulheres também sempre foram alvo de preconceitos nas sociedades predominantemente machistas.

No Brasil, a conquista do direito ao voto nas eleições democráticas foi uma das vitórias mais significativas do gênero feminino no século XX.

Foi em 24 de fevereiro de 1932 que as mulheres brasileiras passaram a garantir o direito de manifestar a sua democracia nas urnas durante as eleições.

Mas, a luta das mulheres por uma igualdade de direitos e deveres entre os gêneros é bastante antiga. Os movimentos feministas no Brasil começaram a se intensificar ainda durante o século XIX.

Atualmente, no entanto, a luta contra o preconceito também permanece constante para as mulheres. É certo que vários avanços já foram feitos, mas a desigualdade entre os gêneros ainda é alarmante e medidas ainda precisam ser tomadas para evitar a misoginia e outras formas de violência contra a mulher.

Fonte

É tudo coincidência

As coincidência de Jair Bolsonaro

É mesmo tudo coincidência? Vamos recordar alguns fatos!

2003: Jair Bolsonaro defende milicias.

2007: Flávio Bolsonaro quer legalizar milicias.

2011: A juíza Patricia Acioli é assassinada por milicianos, Flávio Bolsonaro a difama.

2015: De 70 deputados da Alerj, Flávio Bolsonaro é o único a votar contra CPI que investigara policiais.

2018: Já em campanha, Jair Bolsonaro defende milicias (de novo).

2018: Flávio Bolsonaro faz campanha com família ligada ao jogo do bicho (muitos bicheiros viraram milicianos).

2018: Marielle é assassinada (silêncio dos Bolsonaros).

2018: Dois PM’s são presos, acusados de serem milicianos, os dois são irmãos da tesoureira e assessora do PSL (Val do Açai).

2018: Dois candidatos do partido do Bolsonaro quebram uma placa de homenagem a Marielle e Flávio Bolsonaro os defende.

2018: Descobrem que uma milícia de São Gonçalo teria atuado em favor de um dos candidatos de Jair Bolsonaro à Alerj, o coronel Fernando Salema (PSL).

2019: O COAF revela que Fabrício, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, fez movimentação atípica de R$ 1,233 milhão entre 2016 e janeiro de 2017. O ex-PM já cometeu pelo menos 10 homicídios.

2019: O COAF descobriu que, além do lote de 1,2 milhão de reais, passaram também pela conta corrente do assessor de Flávio Bolsonaro 5,8 milhões de reais nos dois exercícios imediatamente anteriores.

2019: Novo relatório do COAF aponta Flávio Bolsonaro recebeu R$ 96 mil em 50 depósitos fracionados. Ele alega que o dinheiro vivo é fruto da venda de um imóvel.

2019: É revelado que Queiroz, antes de ir para o Albert Einstein, se escondeu na favela de Rio das Pedras, dominada pela milícia.

2019: Flávio Bolsonaro empregou mãe e mulher de chefe do Escritório do Crime em seu gabinete, suspeitos de assassinarem Marielle.

2019: Flávio Bolsonaro foi o único parlamentar que votou contra a concessão da medalha Tiradentes à Marielle.

2019: Carlos tenta manchar a imagem da Mangueira nas redes sociais, dizendo que a escola tem envolvimento com milícias, depois dela ter ganho o carnaval fazendo homenagem a Marielle.

12/03/2019: Elcio e Lessa, dois ex-PMs são presos acusados do assassinato da Marielle. Lessa mora no mesmo condomínio luxuoso que Jair Bolsonaro e só se mudou pra lá, depois da morte de Marielle. Nenhum comentário da família Bolsonaro foi feito até agora.

Coincidência, não?

Os pastores progressistas dispostos a discutir tabus

Os pastores progressistas dispostos a discutir tabus

É preciso parar de policiar corpos e atitudes morais, e anunciar um novo tempo em que a miséria e as desigualdades sociais sejam combatidas.

Logo da CartaCapitalNo bairro Barreirinha, na zona norte de Curitiba, o teólogo Mike Rodrigo Vieira, de 37 anos, sobe ao púlpito para mais um culto na comunidade Congrega Church. Em sua quase totalidade, o público é formado por jovens, adolescentes e crianças da classe média baixa. “São filhos de operários, donas de casa, desempregados. Nossa visão na igreja é, acima de tudo, inclusiva. A juventude quer e precisa ser ouvida para discutir seus dilemas e dividir seus medos. Não podemos desampará-los”, explica Mike.

Com treinamento missionário pela Steiger Missions School, na Alemanha, ele percebeu essa necessidade convivendo com comunidades periféricas em países do Leste Europeu, como Albânia, Kosovo e Hungria. Depois, percorreu o caminho de Che Guevara pela América Latina, retratado no filme Diários de Motocicleta. “A desigualdade que vi me chocou profundamente”, comenta Vieira. Mas foi na Nova Zelândia, evangelizando skatistas, que começou sua missão. “Senti que precisava fazer alguma coisa. Deixei o jornalismo para me dedicar em tempo integral aos jovens de periferias”, diz o hoje pastor, sempre combativo na defesa de bandeiras progressistas.

Drogas, homossexualidade, feminicídio, violência doméstica e nas ruas, aborto… Nenhum tema é tabu. Esses assuntos, sustenta Mike, precisam ser debatidos e vistos à luz do Evangelho, principalmente em uma sociedade que está cada dia mais em movimento. “Minha postura como cristão é não ficar em silêncio, mas agir em defesa dos mais necessitados. Nas igrejas, a onda contra movimentos LGBTs, por exemplo, nasceu de uma cultura fomentada por cristãos fundamentalistas e os ‘cidadãos de bem’ destas comunidades”. A igreja, emenda, precisa sair das quatro paredes, das clausuras, e entender que existe um mundo real. “Esse isolamento tem gerado cristãos desconectados da realidade social. Não percebem que assim se afastam da missão de Cristo, que é promover o amor ao próximo, a paz e a justiça”.

Em Niteróina Região Metropolitana do Rio de Janeiro, distante 850 quilômetros da capital paranaense, o pastor Henrique Vieira, de 30 anos, líder da Igreja Batista do Caminho, vive dilemas semelhantes. “Todos esses temas devem ser alvo de reflexão crítica e debate”. Para ele, são os setores fundamentalistas das igrejas que interditam o pensamento progressista, estimulam um ambiente de aversão à diversidade e ao debate fraterno de ideias. “Quem pensa diferente de certos líderes religiosos é rechaçado. Tratam de demonizar a dúvida e exaltar uma fé acrítica”, lamenta.

Sem laços de parentesco, ambos os Vieira defendem abertamente a descriminalização do aborto, por exemplo. “A proibição não inibe a prática, apenas resulta em um número enorme de mortes de mulheres, especialmente pobres e negras. A criminalização afasta o diálogo, gera medo e faz com que as mulheres muitas vezes tomem decisões precipitadas”, diz o curitibano Mike. O colega fluminense concorda. Ser favorável à descriminalização não significa o apoio ao procedimento, mas sim em buscar uma política pública que seja mais humana e acolhedora. “Tratar as mulheres que abortam como criminosas só gera um ambiente de culpa, medo, angústia, silêncio e morte. A descriminalização do aborto, portanto, é pela vida”.

Colunista do site Mídia Ninja, ativo nas redes sociais, Henrique Vieira não teme debater com milhares de seguidores sobre temas ousados, como o “LGBTfobia e o pecado”. “Por que o amor incomoda? Por que o afeto entre pessoas incomoda? Como discípulo de Jesus não posso ficar em silêncio diante de tanta violência com os LGBTs. Entendo que pecado é ausência de amor, é eliminar pessoas, é nutrir uma moral insensível. LGBTfobia mata a vida, em vida. Sejamos servos do amor, assim seremos livres de tudo!”, publicou recentemente em sua página no Facebook, com mais de 113 mil seguidores.

Ao contrário do que parece, não são apenas os pastores mais jovens que adotam posturas progressistas entre os mais de 42 milhões de brasileiros que se consideram “evangélicos”, segundo dados do IBGE. Hermes Fernandes, 50 anos, psicólogo, escritor e pastor, líder da Comunidade Reina, em Engenho Novo, no Rio de Janeiro, defende a descriminalização das drogas, do aborto, os direitos dos homossexuais e a regulamentação do trabalho das prostitutas. Para ele, tais questões não podem ser mantidas na penumbra, varridas para debaixo do tapete dos falsos escrúpulos e da religiosidade de fachada. “Um cristão comprometido com as demandas do evangelho jamais seria favorável à prostituição, mas não pode fazer vista grossa ao sofrimento desumano do qual prostitutas são vítimas nas ruas de nossas cidades”.

Fernandes apoia as pesquisas com células-tronco embrionárias, opõe-se à redução da maioridade penal e é defensor incondicional do Estado laico. “Martinho Lutero dizia que o Estado e a Igreja seriam os dois braços de Deus no mundo. Um seria o braço da lei. Outro, o braço da graça. Para que ambos sejam eficientes, devem manter-se em seus respectivos escopos de atuação”, explica.

Para o pastor, é indispensável assegurar a liberdade de culto, de forma que nenhuma fé exerça primazia sobre as demais. “Quando me deparo com grupos de umbandistas, em vez de criticá-los, enalteço-os pelo direito de viver em um país onde isso ainda é possível”, diz Fernandes. “Embora discorde teologicamente, não posso me esquecer que sou contemplado com a mesma liberdade que lhes é garantida pelo Estado”.

Após três décadas de experiência missionária, Fernandes acredita que a homossexualidade nas comunidades religiosas é “muito maior do que se possa imaginar”. No entanto, a quase totalidade dessas pessoas prefere se manter velada, temerosa de ser descoberta, exposta e excluída da comunidade. Por isso, condena o preconceito das lideranças, por vezes responsáveis pelo sofrimento emocional, depressão e até mesmo o suicídio de fiéis. “Trata-se de uma verdadeira tortura. As pessoas são submetidas a ritos de ‘exorcismo’, impedidas de participar de atividades e até expulsas da igreja ou de casa”.

O líder da Comunidade Reina considera o aborto uma questão de saúde pública e defende o direito de as mulheres terem um atendimento que não coloque em risco suas vidas. “Sou e sempre serei contra o aborto. Mas também sou e sempre serei contra a hipocrisia com que tratamos temas morais como este, fazendo vista grossa a milhares de mulheres que perdem suas vidas ou são tratadas como criminosas por interromperem uma gestação indesejada”.

Claudio Ribeiro, de 56 anos, serviu como pastor durante quase duas décadas na Igreja Metodista, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Para ele, as críticas exacerbadas das lideranças conservadoras fazem com que as mulheres que se submeteram a um aborto carreguem o peso da culpa pelo resto de suas vidas. “Ouvi o relato de muitas mulheres. Trazem consigo um enorme dilema emocional. Não encontram nas igrejas o refúgio, a paz e a busca pelo perdã.”. Como pastor, Ribeiro diz que sua missão é mostrar que existe sempre o “amor e a misericórdia de Deus na vida de todas as pessoas”.

Para esta parcela progressista, os grupos conservadores foram tragados pelo evangelho made in USA, que coloca o lucro e a propriedade privada acima da justiça social, os bens de consumo acima do ser humano, a moral acima da ética e os dogmas religiosos acima da ciência. “Precisamos de uma teologia que surja do nosso próprio contexto social, que considere nossas demandas e nos desafie a responder às questões que inquietam nossa harmonia social”, observa Fernandes.

Lusmarina Campos Garciateóloga e jurista, mestre e doutoranda em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, classifica o modelo neopentecostal como político-mercadológico, que adota a lógica do capital, da competição, do acúmulo, do enriquecimento e de poder. “Trata-se de uma lógica expansiva: quanto mais tem, mais procura ter. Nesse contexto, a busca incessante pelo poder transforma-se em desejo de domínio. É o que sucedeu com grande parte das igrejas evangélicas”.

As novas gerações de pastores, oriundos de seminários teológicos tradicionais, seguem o mesmo modelo e, por conseguinte, estão comprometidas com a agenda fundamentalista. Os que destoam são tachados de hereges, liberais, lançados na fogueira da nada santa inquisição cibernética. Discordar das lideranças tradicionais é pagar um alto preço. Mas existe uma parcela do segmento evangélico disposta a enfrentar essa realidade. Em tempos de mobilização das massas pelas redes sociais, há um movimento crescente de líderes e pensadores cristãos que tem abandonado o fundamentalismo estéril e abraçado um evangelho mais engajado e comprometido com as transformações sociais.

Hermes Fernandes sugere que as igrejas redescubram sua vocação primordial, que é “o exercício da misericórdia e a proclamação da justiça”. Para ele, é preciso parar de policiar corpos e atitudes morais, e anunciar um novo tempo em que a miséria e as desigualdades sociais sejam combatidas.

Carta Capital

Lembre alguém que ela é admirada

Mateus 26:10-13

Por que não compartilhá-las hoje… com alguém que tocou seu coração?

Sua amiga: que parece ter sempre o melhor conselho…

Sua vizinha: que está fazendo um ótimo trabalho criando os filhos…

A garota com quem você trabalha: que sempre te dirá a verdade, mesmo quando for difícil…

Sua irmã: que conhece você melhor que ninguém – e te ama mesmo assim…

Sua mãe: que sempre será uma parte de você…

Sua filha: que te inspira a se tornar a mãe que é digna dela…

Sua esposa: porque dizer “Eu te amo” nunca é demais…

Há 88 anos, as mulheres conquistaram o direito ao voto no Brasil

Dia 24 de fevereiro - Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil

24 de fevereiro, Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil.

Depois de uma intensa campanha nacional levada por movimentos feministas, sociais e sindicais, o direito das mulheres de escolher seus representantes foi garantido em 24 de fevereiro de 1932. Hoje, na data, o Brasil comemora 88 anos da conquista do voto feminino.

Este foi um dos passos conquistados pelas mulheres para ocupar seu espaço no cenário político brasileiro.  A República Federativo do Brasil já foi presidida por uma mulher. Dilma Rousseff, foi eleita em 2010 e reeleita para um segundo mandato e desposta por um golpe, através do impeachment orquestrado pelo candidato derrotado nas eleições presidências de 2014. No país, temos apenas uma governadora, Fátima Bezerra do PT, eleita em 2018 para governar o estado do Rio Grande do Norte.

No Senado, sete mulheres foram eleitas em 2018 e bancada feminina que assumiu no dia primeiro de fevereiro de 2019 terá 12 mulher, nenhuma delas é catarinense. Na Câmara dos Deputados, os próximos quatro anos, 15% será ocupada por mulheres. O número ainda está bem abaixo do que a gente gostaria, mas já representa um avanço. Houve um aumento de 51% entre 2014 e 2018 e foram 77 mulheres eleitas na último eleição. Dos 16 catarinenses na Câmara dos Deputados 4 serão mulheres, Caroline de Toni, Geovânia de Sá, Angela Amin e Carmen Zanotto. Em Santa Catarina, o estado nunca teve uma mulher governadora, mas em 2018, elegeu-se Daniela Cristina Reinehr, a primeira vice-governadoranatural que é natural de Maravilha. A Assembleia Legislativa, dos 40 deputados estuais, apenas 4 são mulheres, entre elas, Ada de Luca, Ana Caroline Campagnolo, Marlene Fengler, Luciane Carminatti do PT e Paulinha. Em Ilhota, a prefeitura nunca teve uma mulher prefeita nem vice-prefeita em 60 anos de emancipação política.Já na Câmara de Vereadores, apenas duas mulheres ocuparam o parlamento municipal.

No entanto, a participação da mulher no cenário político ainda está longe de representa-las, especialmente no Legislativo e Executivo. O PT já estabeleceu a paridade de gênero como regra em seu estatuto e nestas eleições e estimula que mais mulheres e jovens participem desse processo tão importante na vida política do país.

Desafio concluído com sucesso!

Desafio dos 21 dias da bíblia 2019

Ganhei mais uma medalha do YouVersion, mais uma para a coleção!

Sabemos que passar o tempo com a Palavra de Deus vale a pena, e que as medalhas são como uma pequena festa de pixels para comemorar seus esforços. Muito bem! Mais medalhas estão te esperando quando você cria marcadores, inicia e completa planos da Bíblia, cria uma conta de usuário e muito mais. Assim, completei mais um desafio e cumpri a maratona dos 21 dias conectados com a palavra de Deus através do aplicativo da Bíblia. Esta é a minha 17ª medalhas e não iremos para por aqui. Acesse este link e confirma meu perfil na plataforma do YouVersion!

Ela mata por diversão

Tess matou essa girafa por diversão

Tess matou essa girafa por diversão.

Essa foto dela sorrindo ao lado do cadáver viralizou no mundo inteiro — mas agora, temos umachance preciosa de transformar essa tragédia num salva-vidas para as girafas no mundo inteiro!

Em algumas semanas, países de todo o mundo se reunirão para uma importante cúpula que discutirá a vida selvagem no planeta. E pela primeira vez, cinco países africanos propuseram a inclusão das girafas na lista de espécies protegidas. Essa proposta seria um divisor de águas, pois é o primeiro passo de uma ação global para salvá-las. E ela é urgentemente necessária: a população de girafas já diminuiu em 40%.

Assine agora com um clique e compartilhe muito — vamos acabar de vez com a matança das girafas! Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem.

Para todos os governos da cite isso:

Pedimos que V. Exas adicionem as girafas à lista de espécies protegidas pela CITES, lancem e financiem um Plano de Proteção para Girafas em toda a África, para recuperar suas populações, proteger seu habitat, e que apoiem as comunidades locais que convivem com nossas amigas mais altas do reino animal

Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

Tess matou essa girafa por diversãoEstamos apenas começando a aprender como as girafas são animais altamente inteligentes e emotivos. Essa foto causou revolta mundial — pessoas no mundo todo concordam que animais merecem ser tratados com dignidade e respeito.

Assine agora para protegê-las. Vamos pressionar pela aprovação de um plano de ação emergencial para salvá-las durante a maior cúpula global que discutirá a vida selvagem em maio!

Até agora, as girafas receberam pouca atenção. Mas com sua população caindo vertiginosamente, é hora de soar o alarme, fazer essa petição se tornar viral e pressionar para que nossos governos ajam em nosso nome. Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

A vida na Terra é tão preciosa, mas para qualquer lado que olharmos, vemos espécies magníficas desaparecendo. É uma tragédia, e ainda não temos a completa dimensão dela. Estamos apenas começando a descobrir como elas são essenciais para os ecossistemas ao seu redor. Nós já defendemos elefantes e orangotangos — chegou a hora de fazer o mesmo pelas girafas.

Com esperança e determinação, Christoph, Sarah, Martyna, Rewan, Joseph, Rosa, Jenny e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Direitos das mulheres ativistas sob ataque na Polônia

Ewa Wnorowska e seus colegas posam para uma fotografia em apoio aos direitos das mulheres na Polônia

Professores Ameaçados Depois de Tirarem uma Fotografia Apoiando Protestos de Igualdade.

Human Rights WatchPor 27 anos, Ewa Wnorowska dedicou sua vida a ajudar estudantes de uma escola para crianças com deficiências na Polônia. No dia do primeiro protesto negro, como ficou conhecido o movimento de apoio aos direitos das mulheres na Polônia, ela tirou uma foto com onze outros colegas, todos de preto, para mostrar solidariedade à causa. Ewa disse à Human Rights Watch que eles tinham escolhido vir trabalhar, embora outras pessoas estivessem tirando o dia de folga para se juntarem aos protestos, porque tinham um dever para com as crianças sob seus cuidados.

Desde aquele dia, 3 de outubro de 2016, aquela simples foto que apareceu pela primeira vez no Facebook, foi espalhada pelos jornais poloneses, mídias sociais, e foi debatida em todos os lugares. Algumas das mulheres foram marginalizadas por colegas, viram suas carreiras sofrerem e até adoecerem por causa da tensão em que se encontram.

Eles estão sofrendo as conseqüências agora muito comuns de defender os direitos das mulheres na Polônia.

Ewa, uma terapeuta da escola na pequena cidade de Zabrze, disse à pesquisadora da Human Rights Watch, Hillary Margolis, que ela e outras pessoas na foto sofreram retaliações para fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de tomarem as ruas.

O objetivo foi um efeito assustador para assustar as pessoas a não irem às ruas, ficar em casa”, disse ela. “Nós enfrentamos a possibilidade de críticas públicas ou de ser demitido ou sermos demitidos de alguma vez sermos capazes de ensinar novamente.

Os protestos negros em outubro de 2016 foram as primeiras manifestações em massa na Polônia, onde as pessoas tomaram as ruas para fazer campanha pela igualdade e se unir contra os esforços do governo para promulgar uma proibição total do aborto no país.

Mais de dois anos após os primeiros protestos negros, os direitos das mulheres na Polônia ainda estão sob ataque.

Em um novo relatório, A Respiração do Governo nas minhas costas”: Ataques aos direitos das mulheres na Polônia, a Human Rights Watch mostra como, desde que chegou ao poder em 2015, o partido na Polônia – o partido Lei e Justiça (Prawo) i Sprawiedliwość ou PiS) – tem como alvo os grupos de direitos das mulheres através de incursões e pagamentos, muitas vezes com pouco aviso.

Não são apenas ativistas e grupos não-governamentais que estão sob fogo. Funcionários do governo que apoiam protestos pelos direitos das mulheres ou colaboram com grupos de direitos das mulheres foram arrastados em frente a comitês disciplinares e tiveram seus empregos ameaçados.

Campanhas de difamação públicas de políticos e grupos apoiados por igrejas que atacam organizações de direitos das mulheres e seu trabalho – rotulando os direitos das mulheres a famílias e os chamados “valores tradicionais” como casamento – receberam em alguns casos até mesmo apoio tácito do partido no poder. políticos.

“Há um clima de medo na Polônia no momento”, disse Margolis, acrescentando que casos como o de Ewa estão sendo usados ​​para mostrar às pessoas comuns que falar contra o governo tem consequências.

Essas consequências começaram para Ewa quando um ex-colega viu a fotografia no Facebook e apresentou uma queixa. Ele também compartilhou a imagem com comentários inflamados acusando as mulheres de serem como nazistas e apoiar o aborto.

Margolis disse que a maioria das pessoas pensa que os direitos das mulheres estão intrinsecamente ligados ao aborto na Polônia, apesar de englobar muito mais do que isso – como ajudar sobreviventes de violência doméstica e abuso sexual.

Após a queixa do ex-colega, as autoridades do Ministério da Educação da província, ou o Kuratorium , iniciaram uma investigação sobre nove membros da equipe e a diretora que posou para a foto. As mulheres foram investigadas sob o Código do Professor – para ver se eles falharam em seus deveres e “violaram a ética e a dignidade da profissão docente” expressando abertamente opiniões políticas. Duas das mulheres eram administradores e, portanto, não foram incluídas na investigação.

As mulheres gesticulam quando as pessoas se reúnem em uma manifestação de defensores dos direitos ao aborto para protestar contra os planos de uma proibição total do aborto em frente à sede do Partido no governo e da Justiça (PiS) em Varsóvia, Polônia, 3 de outubro de 2016.

Metade das mulheres na foto que Ewa tirou com seus colegas recuou e pediu desculpas em face da pressão da diretora e do público – mesmo que a Comissão Disciplinar finalmente tenha descoberto que não havia razão para puni-los formalmente.

Essa decisão não impediu a reação pública. “Houve uma grande onda de ódio online também. Eles nos disseram que deveríamos raspar nossas cabeças ou ser queimados na fogueira”, disse Ewa. “Cinco dos professores colocam suas caudas entre as pernas e abandonam o ativismo”.

As cinco mulheres que se mantiveram no terreno tornaram-se alvo de uma campanha psicológica nos corredores e salas de aula da escola.

A diretora – que também estava na fotografia e estava tentando salvar sua reputação – orquestrou uma caça às bruxas em público contra as outras mulheres para envergonhá-las e transformá-las em bodes expiatórios. “Parecia que o único objetivo dela era se livrar de nós o mais rápido possível”, disse Ewa.

Outros professores da escola evitavam fazer contato visual com eles e não compartilhavam informações importantes sobre os alunos.

“Eles nos trataram como leprosos”, disse Ewa. “A atmosfera não nos permitiu trabalhar normalmente”.

Ewa e três de seus colegas acabaram tirando licença médica para o ano acadêmico de 2017-2018 devido ao que eles disseram ser efeitos do estresse a longo prazo, incluindo problemas estomacais, ansiedade, dificuldade para dormir e sintomas de depressão. Os professores disseram que as mulheres que permaneceram no trabalho, mas não apoiaram a diretora, enfrentaram horários de ensino reduzidos e contratos de duração limitada – o que significa menos renda e menos perspectivas de carreira. Ewa finalmente decidiu voltar ao trabalho, em vez de se permitir ser forçada a sair.

“Eu não queria dar-lhes a satisfação”, disse ela.

Este desafio em face de ter sua vida agitada, bem como o que os ativistas dizem que está aumentando o protesto público contra os esforços do governo para minar os direitos das mulheres, dá a Margolis alguma esperança para o futuro da Polônia.

“Eu acho que o governo está subestimando as mulheres da Polônia”.

Human Rights Watch

 

 

[Vídeo] Entrevista com Wagner Moura sobre o filme Marighella

Wagner Moura, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, conta sobre sua primeira incursão como diretor de cinema. Ele estreia na 69ª edição do Festival de Berlim, na Alemanha, o filme “Marighella”, o guerrilheiro baiano que lutou contra a ditadura no Brasil.