O App da Bíblia faz 10 anos hoje 🎉🎉🎉🎉

App da Bíblia comemora 10 anos

Feliz Aniversário! A comunidade YouVersion comemora 10 anos hoje!

O App da Bíblia foi apresentado em 10 de julho de 2008, quando foi lançado na App Store da Apple como um dos primeiros aplicativos disponíveis para iPhone. Mas isso foi só o começo…

Muito além dos recursos originais do App da Bíblia como Destaques, Marcadores e Anotações, adicionamos, desde então, Planos, Bíblias em áudio, Imagens do Versículo e o Explorar, que faz busca por emoções. Só para citar alguns. Ao longo do caminho, generosas editoras parceiras continuaram a fornecer mais e mais Bíblias e conteúdo. E usuários apaixonados como você doam tempo e talento para ajudar as pessoas que têm perguntas de suporte e a traduzir a experiência do aplicativo em vários idiomas.

Comemore conosco! Juntos, vamos divulgar a Palavra

Você sabia que ao compartilhar nas redes sociais, você está ajudando a aumentar o impacto do App da Bíblia? Junte-se a nós hoje para comemorar e compartilhar na sua rede social favorita. (Não esqueça de marcar @youversion e utilizar a hashtag #bibleapp10)

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Dia 13 de julho é dia de luta pelo Brasil e por Lula Livre

#LulaLivre #LulaPresoPolítico #LulaPresidente Lula Livre

O PT, junto a movimentos sociais e centrais sindicais, prepara uma série de atos e mobilizações em defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da sua candidatura no dia 13 de julho. O anúncio foi feito na segunda-feira (09/07) pela senadora e presidenta do partido, Gleisi Hoffmann, após encontro do Conselho Político do PT em São Paulo, que discutiu medidas a serem tomadas, após o “conluio” entre Polícia Federal, o juiz Sérgio Moro e desembargadores do TRF4 que impediram a soltura de Lula no domingo (08/07).

“Consideramos extremamente grave o que aconteceu e reiteramos que vamos registrar o presidente Lula no dia 15 de agosto, porque consideramos que ele tem condições de enfrentar esse golpe e desmontar a pauta contra o povo brasileiro, contra os direitos trabalhistas, contra os mais pobres”, afirmou Gleisi. A candidatura Lula também vai lutar pela soberania do país, contra a venda de estatais e seus ativos, como governo Temer tenta fazer com a Petrobras e a Eletrobras.

Segundo ela, as manobras jurídicas contra Lula representam o “aprofundamento do golpe” que é promovido pelo sistema financeiro, parte do sistema Judiciário, a imprensa tradicional e pela direita contra os direitos do trabalhador brasileiro. “A soltura de Lula e sua candidatura representam o enfrentamento a esse golpe. Representa retomar a democracia no país e retomar a pauta de direitos do povo trabalhador. Por isso a insistência em não deixar Lula sair da cadeia. Por isso a insistência em não querer que Lula seja candidato, porque eles sabem que Lula vai enfrentar essa situação”, disse Gleisi, após a reunião que contou com a presença de lideranças petistas de todo o Brasil.

Também no dia 13/07, Dia Nacional de Lutas pelo Brasil, pelo Povo Brasileiro, por Lula Livre Inocente e Presidente, o PT vai lançar 13 pontos emergenciais para que país saia da crise. No mesmo dia, as centrais sindicais realizarão uma plenária nos arredores do TRF4, em Porto Alegre.

No dia 16/07, haverá um “ciclo de debates” com juristas que analisarão a legalidade da candidatura do ex-presidente. “Não aceitaremos que submetam sua candidatura a situações diferentes do que até agora a Justiça Eleitoral e o STF determinaram em relação a todas as demais candidaturas”, garantiu a presidenta do PT.

Gleisi disse que, até lá, o PT vai reforçar as mobilizações pela liberdade de Lula, com a coleta de assinaturas em abaixo-assinados, além da leitura, nas casas legislativas de todo o país (assembleias estaduais e câmaras municipais), da carta em que o ex-presidente Lula denuncia as arbitrariedades cometidas contra ele pelo sistema de Justiça brasileiro.

A presidenta do PT anunciou também que parlamentares, movimentos sociais e a Associação Juristas pela Democracia (AJD) deverão entrar com representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Sérgio Moro e os desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores, e outra na corregedoria da Polícia Federal, para que apurem ilegalidades cometidas no conluio que impediu a libertação de Lula. “O governo brasileiro tem que explicar por que a PF não cumpriu uma decisão judicial”.

Somos todos Lula

Confira outros destaques

  1. Nota do PT: Por que não prendem logo o povo brasileiro?
    É difícil apontar quem agiu de maneira mais vergonhosa no episódio do descumprimento da ordem de soltura do presidente Lula neste domingo. A Polícia Federal, que não acatou de imediato o alvará de soltura, expedido pela autoridade competente? O Sergio Moro, que, de férias em Portugal, fez uma dobradinha com o presidente do TRF-4, Thompson Flores, para atrasar a soltura? Ou o desembargador Gebran que, também de férias, revogou a decisão do colega Rogerio Favreto sem sequer conhecer os autos? Moro, Thompson, Gebran e os delegados de plantão na Polícia Federal em Curitiba são todos cúmplices da mesma violência contra os direitos de Lula, contra a democracia e contra a liberdade do povo de votar em quem melhor o representa nas eleições presidenciais de outubro. São todos cúmplices num ato de desobediência a ordem judicial, seguida de uma decisão arbitrária do relator Gebran, sem qualquer fundamento legal ou processual”. Leia a nota na íntegra aqui.
  2. Nota da defesa sobre alvará de soltura de Lula
    Em relação ao habeas corpus impetrado por parlamentares em favor perante o TRF4 -Tribunal Regional Federal da 4ª. Região (HC nº5025614-40.2018.4.04.0000/PR) a defesa técnica do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra que: 1- O juiz de primeira instância Sergio Moro, em férias e atualmente sem jurisdição no processo, atuou decisivamente para impedir o cumprimento da ordem de soltura emitida por um Desembargador Federal do TRF4 em favor de Lula, direcionando o caso para outro Desembargador Federal do mesmo Tribunal que não poderia atuar neste domingo (08/07); 2- É incompatível com a atuação de um juiz agir estrategicamente para impedir a soltura de um jurisdicionado privado de sua liberdade por força de execução antecipada da pena que afronta ao Texto Constitucional — que expressamente impede a prisão antes de decisão condenatória definitiva (CF/88, art. 5º, LVII); 3- O juiz Moro e o MPF de Curitiba atuaram mais uma vez como um bloco monolítico contra a liberdade de Lula, mostrando que não há separação entre a atuação do magistrado e o órgão de acusação; 4- A atuação do juiz Moro e do MPF para impedir o cumprimento de uma decisão judicial do Tribunal de Apelação reforçam que Lula é vítima de “lawfare”, que consiste no abuso e na má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política; 5- A defesa de Lula usará de todos os meios legalmente previstos, nos procedimentos judiciais e também no procedimento que tramita perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que o ex-presidente tem permanentemente violado seu direito fundamental a um julgamento justo, imparcial e independente e que sua prisão é incompatível com o Estado de Direito. Leia a nota aqui.
  3. Organização internacional diz que Lula é preso político
    Segundo o manual da Anistia Internacional, um prisioneiro de consciência é uma pessoa detida devido a suas crenças políticas, religiosas ou a outras conscientemente defendidas. A Fundación Internacional de Derechos Humanosconcedeu esse status a Lula. A após o imbróglio judicial de domingo (08/07), que terminou com o prosseguimento da prisão política de Lula, a organização concedeu o status de prisioneiro de consciência devido à “total ausência de genuínas e inequívocas provas, a violação do devido processo, a falta de garantias para a defesa do acusado e a parcialidade manifesta de uma parte dos juízes do processo em contra do acusado”. Leia mais aqui.
  4. Manifesto de 125 juristas alerta: Moro e Gebran estão fora da lei
    “Não pode a autoridade coatora, no caso, o Juiz Federal Sergio Moro, obstar ao seu cumprimento, sob pena de cometer o delito de prevaricação, previsto no art. 319, do Código Penal, aplicável na hipótese de desobediência a ordem judicial praticada por funcionário público no exercício de suas funções. Por outro lado, é inadmissível que outro desembargador avoque os autos, que não lhe foram ainda submetidos mediante distribuição regular”, disse o manifesto de 125 juristas que aponta que tanto Moro quanto Gebran podem responder criminalmente pelas ilegalidades cometidas contra o ex-presidente Lula. Leia o manifesto na íntegra aqui.
  5. Mais de 20 deputados portugueses pedem que o STF liberte Lula
    Após o fatídico episódio de domingo (08/07) que expôs a quebra do sistema judiciário brasileiro e a perseguição ao ex-presidente Lula, um grupo de mais de 20 deputados portugueses, de diferentes partidos, assinou uma carta endereçada ao Supremo Tribunal Federal Brasileiro em que pedem a liberdade do petista. No documento, os parlamentares mostraram ter pleno conhecimento da perseguição jurídica que Lula vem sofrendo, bem como da postura político-partidária do juiz Sérgio Moro. “Como foi amplamente denunciado, o processo em que o Presidente Lula da Silva foi condenado não respeitou as mais elementares regras de um Estado de Direito. Foi gravemente cerceado o seu direito de defesa, com a desconsideração das provas e a recusa de diligências requeridas pelos seus advogados, e foi condenado por um juiz que publicita ostensivamente a sua oposição política a Lula da Silva, tornando evidente a sua falta de isenção para o julgar de forma imparcial”, escreveram. Leia mais aqui.
  6. Onze governadores denunciam parcialidade de Moro contra Lula
    Os nove governadores do Nordeste mais o de Minas Gerais e do Acre decidiram publicar nota condenando a postura do Juiz Sérgio Moro de obstacular o cumprimento da decisão do desembargador Rogério Favreto, superior hierarquicamente a ele, para soltar o ex-presidente Lula. Na Carta, eles também protestam contra a pressa do desembargador Carlos Thompson Flores para rever a soltura e consideram o Judiciário agindo parcialmente. Apenas a aplicação imparcial das leis que dispõem sobre a liberdade e as condições de elegibilidade podem dar lugar a eleições legitimas em 2018, defendem os governadores. Confira aqui a nota na íntegra.
  7. Associação de Juízes divulga nota em apoio a Rogério Favreto
    Após a disputa judicial no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com um verdadeiro conluio para impedir a efetivação da decisão de libertar Lula, do desembargador Rogério Favreto, juízes se organizaram em defesa de sua atuação e produziram um manifesto. O documento em defesa da independência funcional de Rogério Favreto e contra a violação do princípio do juiz natural pelo próprio Judiciário é assinado pela Associação Juízes para a Democracia. Segundo o coletivo, “a garantia da independência judicial é um dos pilares do próprio Estado Democrático de Direito e deve ser praticada por todos os cidadãos, inclusive pelos integrantes do próprio Poder Judiciário. Incabível, assim, que magistrados de instâncias inferiores ou de mesma instância profiram contraordens à decisão de segundo grau, analisando a validade ou não dessa, especialmente no curso do período de férias e não estando nem sequer na escala de plantão”. Leia mais aqui.
  8. Nem a ‘Advocacia Geral da Globo’ terá como sustentar a posição de Moro contra Lula
    O ex-presidente Lula voltou, no noticiário e na polêmica, ao lugar de onde, na realidade, nunca saiu: o centro da disputa política (embora talvez não eleitoral) pela Presidência da República. Do “solta e prende” de domingo, virão desdobramentos inevitáveis, todos favoráveis ao ex-presidente, porque desfavoráveis a seu algoz essencial, Sérgio Moro. A ação pessoal, intempestiva, ilegal e escandalosamente desesperada de um juiz que, de fora do país, de férias e com sua jurisdição extinta no processo (pois a execução da pena está distribuída a Carolina Lebbos, da 12ª Vara Criminal de Curitiba) já seria irregular, se apenas nos autos. Convertida, como foi, em ordens telefônicas para que não se cumprisse uma ordem de soltura do desembargador plantonista Rogério Favreti, até ali incontestada e com plena validade, tornou-se um desastre para o “magistrado número 1” do Brasil. A narrativa da repórter Bela Megale, no insuspeito O Globo, é material mais que suficiente para a abertura de um processo disciplinar contra ele. E nem a Advocacia Geral da Globo terá como sustentar sem ressalvas a posição de Moro. Leia mais aqui.
  9. Michelle Bachelet lidera petição em defesa da candidatura de Lula
    Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, lidera uma petição em defesa da candidatura do ex-presidente Lula, preso político há três meses, ao Palácio do Planalto em 2018. De acordo com o jornal chileno La Segunda, a carta é assinada por 43 personalidades de esquerda e será enviada ao Poder Judiciário brasileiro em que pedem para que o líder do PT saia candidato em 2018. “Consideramos que uma eleição presidencial sem Lula como candidato poderia ter sérias impugnações de legitimidade e aprofundaria ainda mais a crise política que o Brasil tem que superar”, diz trecho do documento. Bachelet estará o Brasil no próximo dia 24 de julho para participar da abertura do Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Na ocasião, a ex-presidente chilena, tentará visitar o ex-presidente Lula na prisão, em Curitiba. Leia mais aqui.
  10. Pesquisadora brasileira recebe prêmio na Itália e dedica a ex-presidente Lula
    A pesquisadora brasileira Ligiana Costa, que também é cantora lírica, recebeu, no domingo (08/07), o prêmio Flaiano de literatura na cidade de Pescara, na Itália, e dedicou a premiação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Este prêmio é dedicado a Luiz Inácio Lula da Silva, o nosso presidente. Uma pessoa que nunca fez universidade, e, no entanto, construiu dezessete universidades públicas, e encontrou um modo de fazer que este lugar fosse aberto a tudo e a todos”, concluiu a pesquisadora, que recebeu uma das maiores premiações literárias da Itália pelo livro “O Corego”, sobre a arte cênica italiana do século XVII. Leia mais aqui.

Escola Nacional de Formação do PT
www.enfpt.org.br

Dia de luta pelo Brasil e por Lula Livre

Lula, você não está sozinho

You’re Not Alone #FreeLula

O músico brasileiro Daniel Teo, atualmente residindo nos Estados Unidos, fez uma linda música homenageando o companheiro Lula. Contando com forte influência de John Lennon e Bob Dylan, esta canção tem tudo para virar um hino internacional pelo #LulaLivre e contra todas as injustiças sofridas pelos outros heróis e heroínas também citadas na mesma canção.

 

O que a Bíblia diz sobre o capitalismo?

Capitalismo é a exploração do trabalhador

Eu sou contra esse sistema e este artigo é totalmente fora da realidade. Nossa igreja está doente, pensando que a santidade é um banco de fomento e a prosperidade é nossa carta de crédito. Acodem meu povo, o divino não é humano.

O dicionário define o capitalismo como “um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada ou corporativa de bens de capital, através de investimentos que são determinados por decisão particular, e por preços, produção e distribuição de bens que são determinados principalmente pela concorrência em um livre mercado”. Embora a Bíblia não mencione o capitalismo pelo nome, ela fala muito sobre questões econômicas. Por exemplo, seções inteiras do livro de Provérbios e muitas das parábolas de Jesus tratam de questões econômicas. Como tal, aprendemos qual deve ser a nossa atitude quanto à riqueza e como um cristão deve lidar com as suas finanças. A Bíblia também nos fornece uma descrição de nossa natureza humana, o que nos ajuda a avaliar o possível sucesso e fracasso de um sistema econômico na sociedade.

Porque a economia é uma área onde muito da nossa vida cotidiana acontece, devemos avaliá-la de uma perspectiva bíblica. Quando usamos a Bíblia como nossa estrutura, podemos começar a construir o modelo de um governo e uma economia que libera o potencial humano e limita o pecado humano. Em Gênesis 1:28, Deus diz que devemos subjugar a terra e ter domínio sobre ela. Um aspecto disso é que os seres humanos podem possuir propriedades para exercer o seu domínio. Já que temos tanto a vontade quanto direitos de propriedade privada, podemos supor que devemos ter a liberdade de trocar esses direitos de propriedade privada em um mercado livre onde os bens e serviços podem ser trocados.

No entanto, devido à devastação do pecado, muitas partes do mundo têm se tornado locais de decadência e escassez. Além disso, embora Deus nos tenha dado o domínio sobre a criação, devemos ser bons administradores dos recursos à nossa disposição. Historicamente, o sistema do comércio livre tem fornecido a maior quantidade de liberdade e os ganhos econômicos mais eficazes do que qualquer sistema econômico já inventado. Mesmo assim, os cristãos muitas vezes se perguntam se podem apoiar o capitalismo. Em essência, o interesse próprio é recompensado em um sistema capitalista livre. No entanto, até mesmo o evangelho apela ao nosso interesse próprio porque é para o nosso próprio bem aceitar Jesus Cristo como nosso salvador para que o nosso destino eterno seja garantido.

De uma perspectiva cristã, a base da propriedade privada repousa em sermos criados à imagem de Deus. Podemos fazer escolhas sobre propriedades que podemos trocar em um sistema de mercado. No entanto, às vezes o desejo por propriedade privada cresce do nosso pecado. Correspondentemente, a nossa natureza pecaminosa também produz negligência, preguiça e ociosidade. O fato é que a justiça econômica só pode ser alcançada da melhor forma se cada pessoa for responsável por sua própria produtividade.

Historicamente, o capitalismo tem uma série de vantagens. Tem o potencial econômico liberado. Ele também fornece a base para uma grande liberdade política e econômica. Quando o governo não está controlando os mercados, então há liberdade econômica para se envolver em uma série de atividades empresariais. O capitalismo também tem levado à grande liberdade política porque uma vez que o papel do governo na economia é limitado, também limitamos o alcance do governo em outras áreas. Não é por acaso que a maioria dos países com a maior liberdade política geralmente têm grande liberdade econômica.

No entanto, os cristãos não podem e não devem endossar todos os aspectos do capitalismo. Por exemplo, muitos defensores do capitalismo têm uma visão conhecida como utilitarismo, a qual se opõe à noção de absolutos bíblicos. Certamente devemos rejeitar esta filosofia. Além disso, há certas questões econômicas e morais que devem ser abordadas. Embora existam algumas críticas econômicas válidas do capitalismo, como os monopólios e o subproduto da poluição, estes podem ser controlados por um controle governamental limitado. E quando o capitalismo é sabiamente controlado, ele gera prosperidade e liberdade econômica significativa para o seu povo.

Um dos principais argumentos morais contra o capitalismo é a ganância – é por isso que muitos cristãos se sentem inseguros sobre o comércio livre. Os críticos do capitalismo argumentam que este sistema deixam as pessoas gananciosas. No entanto, então devemos nos perguntar se o capitalismo torna as pessoas gananciosas ou se já temos pessoas gananciosas que usam a liberdade econômica do sistema capitalista para atingir os seus objetivos? À luz da descrição bíblica da natureza humana (Jeremias 17:9), este último parece mais provável. Porque as pessoas são pecaminosas e egoístas, algumas vão usar o sistema capitalista para satisfazer a sua ganância. Entretanto, isso não é realmente uma crítica do capitalismo, uma vez que é um reconhecimento da condição humana. O objetivo do capitalismo não é mudar as pessoas más, mas nos proteger delas. O capitalismo é um sistema em que as pessoas ruins podem fazer o mínimo de danos e pessoas boas têm a liberdade de fazer boas obras. O capitalismo funciona bem com indivíduos completamente morais, mas também funciona adequadamente com pessoas egoístas e gananciosas.

É importante perceber que há uma diferença entre interesse próprio e egoísmo. Todas as pessoas têm interesses próprios que podem operar de formas que não são egoístas. Por exemplo, é do nosso próprio interesse conseguir um emprego e ganhar uma renda para que possamos sustentar a nossa família. Podemos fazer isso de formas que não são egoístas. Por outro lado, outros sistemas econômicos, como o socialismo, ignoram as definições bíblicas da natureza humana. Como resultado, eles permitem que o poder econômico seja centralizado e se concentre nas mãos de poucas pessoas gananciosas. Aqueles que reclamam da influência que grandes corporações exercem sobre as nossas vidas devem considerar a alternativa socialista onde alguns burocratas governamentais controlam cada aspecto de nossas vidas.

Embora a ganância às vezes seja evidente no sistema capitalista, temos que entender que não é por causa do sistema — é porque a ganância faz parte da natureza pecaminosa do homem. A solução não se encontra em mudar o sistema econômico, mas em mudar o coração do homem através do poder do evangelho de Jesus Cristo.

Fonte: www.gotquestions.org

TV por assinatura perde 787.513 contratos em 12 meses

TV por assinatura

De acordo com dados coletados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil registrou um total de 17.855.020 contratos de TV por Assinatura em maio de 2018. Houve uma redução de 787.513 contratos do serviço em relação a maio de 2017. Houve também uma queda de 52.307 contratos, em comparação a abril de 2018. O serviço de TV por assinatura vem apresentando queda sendo um dos motivos para esse fato a mudança de perfil dos usuários, que estão optando por provedores de filmes e séries via streaming, que oferecem um custo menor aos usuários.

Estados

São Paulo ainda obtém o maior número contratos de TV por Assinatura em operação no país, 37,61% do total (6,7 milhões); seguido por Rio de Janeiro, com 13,56% (2,4 milhões); e Minas Gerais com 8,74% (1,5 milhões).

Nos últimos 12 meses, o Piauí apresentou o maior percentual de crescimento, o estado registrou aumento de 5,09% (+4,3 mil) nos contratos em operação da TV por Assinatura; seguido do Maranhão com aumento de 3,02% (+5,3 mil); Tocantins com mais 1,43% (608 contratos); e Pará com mais 1,21% (3.794 contratos). Todos os outros estados apresentaram redução no saldo de contratos de TV por assinatura.

Grupos

Em maio de 2018, a Claro (NET) deteve a maior fatia do mercado, a empresa detém metade do mercado de TV por assinatura (50%), com 8,9 milhões de clientes. A SKY (serviço por satélite) ocupa a segunda posição, a empresa detém 29% do mercado, com 5,2 milhões de clientes no país. A Oi e a Telefônica disputam a terceira posição com 8% do mercado cada uma, com 1,5 milhões de clientes cada.

Acesse informações mais detalhadas sobre o serviço de TV por assinatura.

Anatel

Corte interamericana condena Brasil por não investigar morte de Vladimir Herzog

Vladimir Herzog

A Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condenou, na quarta-feira (4), o Estado brasileiro pela falta de investigação, julgamento e sanção dos responsáveis pela tortura e assassinato do jornalista Vladimir Herzog durante a ditadura militar. A decisão foi proferida mais de quatro décadas após a sua morte.

Vladimir Herzog foi assassinado em 1975 após ter sido interrogado sobre o vínculo dele com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) durante a ditadura.

A Corte concluiu que “o Estado violou o direito das vítimas de conhecer a verdade, porque não esclareceu judicialmente os fatos violatórios do presente caso e não determinou as responsabilidades individuais respectivas em relação à tortura e ao assassinato de Vladimir Herzog, por meio da investigação e do julgamento desses fatos na jurisdição ordinária.

Ademais, constatou que foram transcorridos vários anos desde que o Brasil reconheceu a competência contenciosa da Corte [em 10 de dezembro de 1998], sem que a verdade dos fatos conste oficialmente. A isso se somou a negativa do Exército de fornecer informação e de dar acesso aos arquivos militares da época dos fatos.

Em sua sentença, a Corte considerou que o” Estado é responsável pela violação do direito de conhecer a verdade” e “pela violação do direito à integridade pessoal de Zora Herzog, Clarice Herzog, Ivo Herzog e André Herzog”, respectivamente mãe, mulher e filhos de Herzog, e ordenou a adoção de diversas medidas de reparação.

Ao final, a Corte determinou que o Estado reinicie a investigação e o processo penal para identificar, processar e punir os responsáveis pela tortura e morte de Herzog. Também foi estabelecida a realização de um ato público de reconhecimento de responsabilidade internacional pelos fatos do presente caso, em desagravo à memória de Vladimir Herzog.

A Corte também ordenou a indenização por danos morais e materiais à família e afirmou que vai supervisionar o cumprimento integral da sentença. Veja a sentença.

Em nota, o Instituto Vladimir Herzog comemorou a decisão. Confira a íntegra:

O Instituto Vladimir Herzog (IVH) celebra, neste dia histórico, a sentença rigorosa e justa divulgada hoje pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que condena o Estado brasileiro pela falta de investigação, de julgamento e de punição dos responsáveis pela tortura e pelo assassinato do jornalista Vladimir Herzog.

A decisão da Corte, extremamente importante para a luta de Memória, Verdade e Justiça no Brasil, reconhece o caráter de crime de lesa-humanidade no assassinato de Vlado, o que o torna um crime imprescritível.

Cabe ao Estado brasileiro assumir a sua responsabilidade e dar seguimento às medidas de reparação ordenadas pela CIDH, especialmente a retomada da investigação e do processo penal acerca dos fatos ocorridos em 25 de outubro de 1975.

E cabe à sociedade civil cobrar com urgência do Supremo Tribunal Federal (STF) a reinterpretação da Lei de Anistia, confirmando a decisão da Corte de que não é aceitável a impunidade a torturadores e assassinos a serviço do Estado.

A coragem e dedicação da família Herzog, especialmente na figura de Clarice Herzog, que por mais de 40 anos lutou em busca de Justiça para o caso, são fundamentais para esta conquista. A busca incansável por manter viva a história de Vlado transformou – e continua transformando – a história de nosso país.

Hoje o Instituto Vladimir Herzog carrega com orgulho a grande responsabilidade de cuidar de sua memória e de levar adiante os valores defendidos por Vlado. O IVH continua em sua luta para que a Justiça seja alcançada e para que todos os casos de graves violações de Direitos Humanos sejam investigados e punidos.

É um processo imprescindível para que possamos virar esta página sombria de nossa história, que continua a se repetir nas mortes e torturas ainda hoje praticadas por agentes do Estado.

Relembre o caso

Vladimir Herzog era diretor de jornalismo da TV Cultura quando foi convocado pelo Exército para prestar depoimento sobre as ligações com o PCB, partido contrário ao regime militar e que nunca defendeu a luta armada.

Em outubro de 1975, o jornalista compareceu ao prédio do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) e nunca mais foi visto com vida.

Na época o Exército afirmou que o jornalista teria se enforcado com um cinto, o que logo provou-se ser uma mentira. Vladimir Herzog foi torturado e assassinado por militares.

Portal Imprensa

Estados Unidos e Brasil: vulnerabilidade na segurança digital

Edward Snowden

Com os olhos fixos na transmissão da Copa do Mundo na Rússia, a população brasileira conforta-se em face de sua robustez futebolística perante países mais desenvolvidos e também ante governo nacional incapaz de recuperar a combalida economia após dois anos de rigorosa recessão e um de crescimento pífio.

Há dois decênios ao menos, o avanço tecnológico na área da computação possibilitou o acesso a dados pelas grandes potências de maneira inimaginável noutro tempo, embora parte das informações esteja disponível de modo espontâneo pelos próprios usuários das populares redes sociais, em sua maioria de origem norte-americana.

Desde meados da década de 50 do século passado, a parceria político-econômica entre Washington e empresas de grande porte funciona sem dificuldades, haja vista a necessidade de superar seus adversários, que estatais, quer privados. O encerramento da Guerra Fria não alteraria a colaboração próxima.

De toda forma, o Planalto protestou diante da Casa Branca ao final de 2013 sobre as denúncias acerca de espionagem cotidiana. Sem rivais militares ou ideológicos à altura, a despeito da justificativa de combate ao terrorismo integrista, a bisbilhotice governamental poderia auxiliar seu segmento privado, em especial em grandes contratos como o setor aéreo, por exemplo.

Tendo em vista tal possibilidade, a espia teria alcançado outrossim Alemanha e México, ao dirigir-se até seus mandatários Angela Merkel e Enrique Peña Nieto, a ser substituído em breve em função da vitória acachapante da oposição trabalhista.

De maneira oportuna, Vladimir Putin concedeu asilo ao norte-americano avalista das denúncias, Edward Snowden, ex-funcionário de uma prestadora de serviços à Agência de Segurança Nacional (NSA).

Segundo ele, a supervisão das comunicações globais pela burocracia estadunidense não se limitaria à preocupação com segurança apenas, porém, ao mercado também. Assim, a ideia comumente propalada no pós-Guerra Fria de que na economia predominaria o liberalismo não prosperaria. A defesa do interesse das corporações nacionais valeria sem ressalvas.

Chamou a atenção nas denúncias do expatriado estadunidense seu antigo grau de acesso a informações avaliadas como bastante restritas, em decorrência do alto grau do status dos monitorados – presidentes ou primeiros ministros.

Seria possível especular que dezenas de milhares de cidadãos daquele país teriam acesso a informes outrora reduzidos a pequeno número de autoridades: civis, servidores de carreira ou ‘terceirizados’ como o próprio Snowden, ou militares, com a inclusão dos de baixa patente como o soldado Bradley – hoje, Chelsea – Manning, preso por sete anos por violar a Lei de Espionagem de 1917.

Diante disso, a manutenção de confidencialidade, posto o acesso assaz amplo, seria muito difícil pela Casa Branca. Apesar da severidade da legislação local com a violação eventual de sigilo, vigiar isso ao correr dos anos seria complicado.

A despeito da gravidade do caso, Washington não demonstraria boa vontade em desculpar-se ou mesmo pormenorizar de forma reservada a Brasília o modo como a coleta de dados teria ocorrido e para qual fim, de sorte que se minimizasse o desgaste diplomático e, por conseguinte, se resguardasse a imagem da administração dos trabalhistas, frustrados com a postura dos democratas ao norte do continente.

Fonte – Por Virgílio Arraes, doutor em História das Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e professor colaborador do Instituto de Relações Internacionais da mesma instituição.

Jornalista acredita que, se necessário, Rede Globo se aliará a Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018

Globo e Bolsonaro estarão unidos em outubro

Não se iludam: se for preciso, Globo e Bolsonaro estarão unidos em outubro

Crítico contumaz do sistema de comunicação no Brasil, em especial da principal emissora do país, um dos vários meios em que trabalhou, o jornalista Paulo Henrique Amorim diz que não fosse a TV Globo “o (Sérgio) Moro não existiria, não haveria golpe“.

Em conversa promovida pelo ex-ministro Carlos Gabas, na noite de terça-feira (3), em Araçatuba (SP), ele afirma acreditar em união no campo progressista para derrotar os atuais detentores do poder. Mas identifica possibilidade de uma aliança no campo oposto, em torno do conservadorismo mais exacerbado.

Os trabalhistas, de preferência unidos, não podem manter essa gente que está no poder, a turma da barbárie, e ainda por cima pelo voto popular“, afirmou Amorim, em alusão ao tema do ciclo de debates organizado por Gabas (“Humanidade ou barbárie“). “E não se iludam: se for preciso, a Globo e o Bolsonaro estarão unidos em outubro“, acrescentou.

Criador do blog Conversa Afiada, o jornalista afirmou que o Brasil é a única “democracia”, enfatizando as aspas, “em que uma única emissora privada de televisão tem o monopólio para transmitir os jogos da seleção do esporte predileto do povo“. Como corrigir isso?

Ele cita o ex-ministro e também jornalista Franklin Martins, que apresentou a solução “revolucionária“: cumprir a Constituição de 1988, que proíbe o monopólio. “Em Hollywood, 50% dos empregos são para produção independente para televisão, porque as emissoras americanas são obrigadas a comprar conteúdo de terceiros. E aqui a Globo exibe praticamente 90% de conteúdo que ela gerou”.

Um monopólio que se estende à seleção brasileira e à Copa, diz Amorim. “Não há um elenco sem estrela, e o maior produto da Globo não é a novela, é o esporte“, afirma, acrescentando que novelas e jornalismo são hoje “atividade deficitária” da emissora.

A rigor, hoje, a Globo só ganha dinheiro com os eventos esportivos, e por isso ela faz esse carnaval intolerável da Copa, ela está vendendo o produto dela, não está dando notícia. Está vendendo o Itaú, a Vivo. É por isso que o Galvão grita.” Segundo o jornalista, a Globo já deixou de ser o principal destino da publicidade no país, perdendo para Facebook e Google.

Ele procurou refletir sobre a dificuldade enfrentada pelos candidatos “trabalhistas, que lutam contra a barbárie“, no debate político. E atribui os problemas, em grande medida, à comunicação, ou sua ausência.

Catequese

Os beneficiários do Bolsa Família, Fies, Luz para Todos, da política previdenciária do Gabas, do ProUni, devem achar que isso tudo já estava aí, já estava pronto, como o Pão de Açúcar, o rio Tietê, ninguém precisou lutar por isso. E por que isso? Por que essa alienação, esse distanciamento entre o benefício e o beneficiado, entre o autor do benefício e o reconhecimento do trabalho que ele fez? Porque quem faz a cabeça do brasileiro é a Globo. Os governos trabalhistas não construíram plataformas de comunicação que pudessem dizer quem fez o quê, para quem e por quê. Não foram pedagógicos, não fizeram catequese”.

Ele também critica a postura dos governos Lula e Dilma em relação ao tema, ao mesmo tempo em que aponta semelhanças entre os golpes de 1964 e 2016. “Jango e Dilma não tinham instrumentos de acesso à opinião pública para enfrentar o PIG (partido da imprensa golpista, termo cunhado por Amorim), 1964 era o PIG do Chateaubriand e do Carlos Lacerda. Em 2016, a Globo. Uma diferença em relação a 64: Lula e Dilma foram os governos que mais dinheiro deram à Globo. Deram carne ao leão”.

Eleito em 2002“, prossegue o jornalista, “a primeira coisa que Lula fez foi ancorar o Jornal Nacional ao lado de Fátima Bernardes, que naquela época ainda não vendia presunto. A primeira coisa que Dilma fez (em 2010) foi fazer uma omelete com Ana Maria Braga. Que deu errado, aliás”.

Ele fez referência a um projeto sobre meios de comunicação redigido por Franklin Martins, que “continua secreto até hoje“. “Não se sabe o que Lula queria fazer. Paulo Bernardo (ex-ministro), se não jogou no lixo, jogou na gaveta.” E lembrou que a lei que regula a televisão no Brasil (4.117) é de 1962. “Chateaubriand tinha um deputado chamado João Calmon, que fez uma lei de radiodifusão. E o grande presidente João Goulart, com ajuda do grande brasileiro Waldir Pires, redigiu 40 vetos à lei. O Congresso derrubou os 40 vetos do Jango. Os 40, não sobrou nenhum. E para comemorar esse feito histórico, as empresas de rádio e televisão criaram o maior lobby do Brasil, que é a Abert (associação do setor), controlada pela Rede Globo”.

Golpes de ontem e hoje

Ainda sobre 1964 e 2016, Amorim cita uma “raiz comum” entre os momentos históricos. “Em 1964, os Estados Unidos financiaram os golpistas e trouxeram a Quarta Frota até o litoral do Espírito Santo para rachar o Brasil ao meio, como faziam naquele momento na Coreia. Essa Quarta Frota, depois do golpe no Brasil, foi desativada. E quando foi reativada? Quando o Brasil descobriu o pré-sal, para vir aqui no Atlântico Sul ficar de olho no pré-sal brasileiro.” Em 2016, prossegue, “trocaram de golpistas“, citando “os Moros, os Dallagnols, os Janots“, com o mesmo objetivo: “Meter a mão no petróleo, no pré-sal“.

O jornalista e blogueiro cita ainda episódio em que Sérgio Moro vazou grampos envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então presidenta Dilma Rousseff. “O juiz Moro entregou à Globo, em duas horas, o grampo de uma conversa ilegal captada de Dilma Rousseff com Lula. Só a CIA poderia fazer isso em duas horas. Nos Estados Unidos, um juiz que captasse uma conversa ilegal do Trump com Obama e vazasse para uma emissora de televisão pegaria cadeira elétrica. Isso é crime contra a segurança nacional. E foi apenas admoestado pelo Supremo Tribunal Federal. E, por isso, Lula não foi ministro da Dilma e não pôde ajudar a evitar o golpe”.

Amorim cita ainda a Lei de Meios na Argentina. “Os Kirchner tiraram o monopólio do Clarín e entregaram o sinal da seleção argentina de futebol para a TV estatal. O Macri chegou ao poder, tentou desmontar tudo o que os Kirchner fizeram, mas manteve isso, porque o povo não gostava de ver a seleção só pelo Clarín. Aqui somos obrigados a escutar as asnices do Galvão e do Ronaldo Fenômeno“, ironizou.

Mesmo com a opinião de que “a barbárie pode piorar“, o jornalista acredita que “a canoa pode virar“, mas afirma que o repúdio ao projeto representado pelo atual governo “precisa se manifestar em voto“. Identifica mudanças no ambiente político. “O ministro Ricardo Lewandowski acabou de adotar uma decisão no Supremo Tribunal Federal que é preciso a aprovação do Congresso Nacional para fazer uma privatização. E, além disso, tem de haver uma licitação. Isso dá ao futuro presidente do Brasil o direito de rever, segundo a lei, todas as doações que foram feitas no governo golpista, sobretudo na área da Petrobras e do pré-sal. Faltava um instrumento jurídico-legal para rever as decisões do Pedro Parente, e o Lewandowski deu”.

Ele cita outros possíveis sinais, como a paralisação da reforma da Previdência. “E inventaram uma operação tabajara no Rio de Janeiro para encobrir a derrota. Outro sinal do ministro Toffoli, de botar a tornozeleira do (José) Dirceu na perninha do Moro. Acredito que será possível uma união das forças progressistas para derrotar o Bolsonaro. Com Lula ou sem Lula, haverá uma reunião de interesses políticos inevitável entre aqueles que vão dizer ‘meu Deus do céu, Bolsonaro já é demais’. Não adianta botar um novo Pinochet na Presidência da República, com um projeto neoliberal. As pessoas despertarão para isso. Serão 45 dias de campanha no horário eleitoral gratuito, e aí será possível fazer um trabalho didático que não foi possível fazer até agora”.

Para Gabas, que nas edições anteriores levou a ex-presidenta Dilma e o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, a sociedade começou a reagir. “Acho que temos chance de garantir Lula disputando a eleição. Se a gente ficar falando que eleição sem Lula é fraude, para dar consequência nós teríamos de sair da eleição. É fundamental que nosso projeto de país esteja representado nas urnas“, afirmou.

Pragmatismo Político

Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo

Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo com Altair Hoppe, iPhoto Editora

Finalmente um congresso para colocar sua fotografia em outro nível. Bem-vindo ao PhotoWeek!

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Um congresso criado por Altair Hoppe, referência na organização de eventos de qualidade em conteúdo, seleção de palestrantes e carinho com os congressistas. Agora você tem um congresso com foco em qualidade e não em quantidade.

Nos últimos anos ouvimos centenas de fotógrafos dizendo: “Altair, precisamos de um novo congresso nacional sem chororô, sem palestrante ficar contando a sua vida ou mostrando o seu portfólio durante a palestra inteira. Queremos aprender as técnicas para iluminar, dirigir, compor nossas fotos e também como vender nossos ensaios e eventos. Precisamos de conteúdo de qualidade, sem enrolation”.

De tanto ouvir isso, Alta sentiu que era hora de criarmos algo para elevar o nível dos congressos de fotografia no Brasil. De fazer um congresso, onde a quantidade de congressistas ou de palestrantes não fosse o mais importante, mas sim, a qualidade dos palestrantes e a qualidade do conteúdo das palestras.

Bem-vindo ao PhotoWeek

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No Brasil existem mais de 150 mil fotógrafos. E apenas 1% terá a oportunidade de participar do PhotoWeek e aprender as novas tendências e técnicas de iluminação, composição e direção de noivos e casais usadas na Europa e nos EUA para fazer fotos e ensaios inovadores e impactantes, que vão tornar o seu trabalho algo único na sua cidade, região ou estado.

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Palestrantes do PhotoWeek

E quem serão os palestrantes? Altair Hoppe e o curador Vinícius Matos selecionaram os fotógrafos premiados entre os melhores do mundo vindos de 7 países (Estados Unidos, França, México, Polônia, Romênia, Coréia do Sul e Brasil) para compartilhar suas técnicas e segredos para fotografar noivos, casais, ensaios e casamentos.

Mais informações em www.PhotoWeek.com.br.

photoweek

[Tutorial] Aprenda como transformar qualquer gravação de áudio em texto

Digitação por voz através do Documento Google

Sim! Isso é possível.

Imagina só você poder escrever textos sem digitar nenhuma letra, simplesmente utilizando o áudio já gravado em algum dispositivo que você fez ou um áudio de algum  outro arquivo ou vídeo. Isso já é possível e vamos mostrar uma maneira super simples de transformar esse áudio em texto automaticamente e o melhor, é grátis.

O primeiro jeito é através de um aplicativo, e o outro apenas por um documento do Google e aqui vamos explicar simultaneamente as duas dicas.

  1. A primeira coisa que você precisa fazer é baixar o aplicativo Virtual Áudio Cable.
  2. O segundo  passo faça instalação do seu computador a instalação é bem simples.
  3. Depois de fazer a instalação acesse o Google Drive e abra um novo Documento Google.
  4. Próximo passo abra o microfone no Documento Google, para isso acesse  o menu “Ferramentas” e depois vá na opção “Digitação por voz”. Caso o documento solicite acesso ao microfone, clique na opção permitir.
  5. Na sequencia, você precisa configurar o microfone do seu computador para captar o áudio e transcrever para o Documento Google.
  6. Clique com o botão direito do mouse no ícone de som do computador e abra a opção “Dispositivos de reprodução”.
  7. Na janela que abrir, selecione a opção Line 1, e defina como padrão, depois basta clicar em OK.
  8. Repita o passo anterior porem desta vez selecione a opção “Dispositivos de Gravação”.

Feito isso, você já pode iniciar o processo de transformar o áudio em texto automaticamente no seu computador, basta dar play no vídeo ou áudio ir na janela do Documento Google e clicar no ícone de microfone para iniciar.

Nesse momento o programa deve iniciar a digitação automática e durante a gravação você não consegue ouvir qualquer áudio no seu PC.

Importante ressaltar que durante a “Digitação por voz” o dispositivo sendo ele um desktop e/ou laptop necessita uma conexão via internet para que possa executar o serviço. Caso não consiga instalar o programa Virtual Áudio Cable o próprio Documento Google faz o serviço.

Abaixo, um vídeo tutorial maroto para que você possa aprender melhor como executar esse serviço.