Projeto Genoma pede apoio da prefeitura

Representantes do projeto Genoma Colorado se reuniram com o diretor de esportes de Ilhota, Ivanor Januário, para pedir apoio financeiro da prefeitura. O programa oferece aulas gratuitas de futebol a crianças e adolescentes. O projeto está orçado em R$ 23.253,00 e atenderá cerca de 100 estudantes.

Ivanor, mais conhecido como Nole, afirmou que colocará o pedido na pauta na reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) para que o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIA) possa subvencionar o projeto. “Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance, pois sabemos da importância desta atividade”.

Para dar mais credibilidade ao projeto, o coordenador, Paulo Eduardo Pereira, criou a entidade Centro Comunitário de Desenvolvimento Social, Esportivo e Cultural “Amigos de Ilhota”, cujo presidente é Alisson Pereira, que faz parte do projeto como colaborador. “A entidade é totalmente filantrópica, sem fins lucrativos e todos nela associados prestam serviço voluntários”.

Sobre o projeto

O Genoma Colorado é um projeto de inclusão social através do esporte da escolinha de futebol do clube de futebol profissional do Sport Club Internacional, com sede na cidade de Porto Alegre. A entidade possui núcleos distribuídos em quase todo território nacional e até no exterior. O projeto visa tirar as crianças das ruas e da vulnerabilidade social e familiar, proporcionando uma ocupação extracurricular e a inicialização a profissionalização do esporte, oportunizando uma prática esportiva de qualidade, saudável e dentro das normas técnicas.

Conheça mais sobre o projeto pelo blog http://genomacoloradoilhota.blogspot.com.

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Quatro equipes chegam as semi-finais do Campeonato Municipal de Futsal

O Campeonato Municipal de Futsal “Taça Nilson Reinert” chega as suas semi-finais com quatro equipes: Fazenda Juriti, Vila Nova, Bianchessi Têxtil Pedra de Amolar e Padaria Pafean. Os jogos acontecerão nesta quinta-feira (05), a partir das 20h. Ao todo, 11 equipes disputaram a competição: Têxtil Cristina, Fazenda Juriti, Anjinhos, NDN 10, Padaria Pafean, Cobra de Laboratório, Unidos do Braço do Baú, Supermercado Soares, Bianchessi Têxtil Pedra de Amolar, Digital Têxtil e Vila Nova. Confira abaixo a tabela di campeonato.

Star Wars: Episódio I já tem data pra estrear em 3D!

Darth Vader em 3D

Yahoooooooooooooooooooooooooo! Tudo pronto. 10 de Fevereiro de 2012… Vai fazer alguma coisa? É bom que não, pois é exatamente nesse dia que Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma reestreia nos cinemas em 3D. A informação é do Hollywood Reporter. Sim, porque todos os filmes da série estão sendo convertidos pra 3D, com a IL&M supervisionando pra ficar tudo bonitinho, “considerando tecnologia e intenções artísticas”. Começamos contagem regressiva ou nem? ;D

Trailers de Family Guy: It’s a trap!, última paródia de Star Wars!

Dessa vez eles homenageiam O Retorno de Jedi!

A última, teoricamente, paródia de Family Guy sobre Star Wars — focando, portanto, em “O Retorno de Jedi”. E isso me lembra que eu preciso assistir aos dois primeiros. O que é o melhor, a Família Family Guy ou os Simpsons? Qualquer um que vier com o tema de George Lucas, to levando! Family Guy: It’s a Trap! saiu em DVD lá nos EUA dia 21 de dezembro do ano passado. No Brasil deve sair alguns anos luz depois e deve durar muito, muito tempo depois.

A barbárie e a estupidez jornalística

Nenhuma palavra sobre quebra de soberania, sobre invasão ilegal, sobre o absurdo de um assassinato.

Imaginem vocês se um pequeno operativo do exército cubano entrasse em Miami e atacasse a casa onde vive Posada Carriles, o terrorista responsável pela explosão de várias bombas em hotéis cubanos e pela derrubada de um avião que matou 73 pessoas. Imagine que esse operativo assassinasse o tal terrorista em terras estadunidenses. Que lhes parece que aconteceria? O mundo inteiro se levantaria em uníssono condenado o ataque. Haveria especialistas em direito internacional alegando que um país não pode adentrar com um grupo de militares em outro país livre, que isso se configura em quebra da soberania, ou ato de guerra. Possivelmente Cuba seria retaliada e, com certeza, invadida por tropas estadunidenses por ter cometido o crime de invasão. Seria um escândalo internacional e os jornalistas de todo mundo anunciariam a notícia como um crime bárbaro e sem justificativa.

Mas, como foi os Estados Unidos que entrou no Paquistão, isso parece coisa muito natural. Nenhuma palavra sobre quebra de soberania, sobre invasão ilegal, sobre o absurdo de um assassinato. Pelo que se sabe, até mesmo os mais sanguinários carrascos nazistas foram julgados. Osama não. Foi assassinato e o Prêmio Nobel da Paz inaugurou mais uma novidade: o crime de vingança agora é legal. Pressuposto perigoso demais nestes tempos em que os EUA são a polícia do mundo.

Agora imagine mais uma coisa insólita. O governo elege um inimigo número um, caça esse inimigo por uma década, faz dele a própria imagem do demônio, evitando dizer, é claro, que foi um demônio criado pelo próprio serviço secreto estadunidense. Aí, um belo dia, seus soldados aguerridos encontram esse homem, com toda a sede de vingança que lhes foi incutida. E esses soldados matam o “demônio”. Então, por respeito, eles realizam todos os preceitos da religião do “demônio”. Lavam o corpo, enrolam em um lençol branco e o jogam no mar. Ora, se era Osama o próprio mal encarnado, porque raios os soldados iriam respeitar sua religião? Que história mais sem pé e sem cabeça.

E, tendo encontrado o inimigo mais procurado, nenhuma foto do corpo? Nenhum vestígio? Ah, sim, um exame de DNA, feito pelos agentes da CIA. Bueno, acredite quem quiser.

O mais vexatório nisso tudo é ouvir os jornalistas de todo mundo repetindo a notícia sem que qualquer prova concreta seja apresentada. Acreditar na declaração de agentes da CIA é coisa muito pueril. Seria ingênuo se não se soubesse da profunda submissão e colonialismo do jornalismo mundial.

Olha, eu sei lá, mas o que vi na televisão chegou às raias do absurdo. Sendo verdade ou mentira o que aconteceu, ambas as coisas são absolutamente impensáveis num mundo em que imperam o tal do “estado de direito”. Não há mais limites para o império. Definitivamente são tempos sombrios. E pelo que se vê, voltamos ao tempo do farwest, só que agora, o céu é o limite. Pelo menos para o império. Darth Vader é fichinha!

Escrito por Elaine Tavares é jornalista ao jornal Brasil de Fato.

Enfim, a união

Acordo entre Hamas e Fatah, rompidos desde 2006, anima a luta por um Estado palestino.

Após cinco anos de intensificação da rivalidade, dois dos partidos mais importantes da Palestina – Hamas e Fatah – fecharam oficialmente um acordo, na segunda-feira (02), e deram um importante passo rumo à construção da unidade na luta pela construção do Estado palestino.

Na verdade, o espaço de negociação entre os dois grupos existe há quatro anos, mas somente agora houve definições significativas. Entre elas, a formação de um governo único e compartilhado e a convocação de eleições parlamentares e presidenciais no prazo de um ano.

Além de Hamas e Fatah – que governam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, respectivamente – mais 11 organizações assinaram o acordo, entre elas, Jihad islâmica, Frente Popular pela Libertação da Palestina, Frente Democrática pela Libertação da Palestina e Partido do Povo Palestino.

Uma cerimônia oficial foi realizada nesta quarta-feira (04), com a presença do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) Mahmoud Abbas, do Fatah, e o líder do Hamas Khalid Mash’al.

“O obstáculo [para um acordo] sempre foi a conjuntura política. Agora, há muitas coisas mudando que pressionam ambos os lados a um acordo”, afirma Fuad Kokali, do Fatah, que emenda: “Para o Fatah é bom, é o que necessitamos, e, para o Hamas, não há outras alternativas”.

Israel encurralado

A reação do sionismo ao acordo foi imediata e, como esperado, contrária. Para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, “o acordo entre Hamas, que chama a destruir o Estado de Israel, e o Fatah, somente pode causar preocupação aos israelenses e a todos aqueles que, em todo o mundo, aspiram a que se chegue à paz entre nós e os vizinhos palestinos”. O jornal israelense Haaretz noticiou que o primeiro-ministro deverá se reunir nos próximos dias com equipes dos Estados Unidos e Europa para que pressionem a ANP. O ministro da Economia de Israel, Yuval Steinitz, ameaçou não fazer as transferências de dinheiro à ANP, referente a impostos cobrados em regiões de fronteira.

Para Ibrahim e Connie Hackbarth, do Centro Alternativo de Informação (AIC, sigla em inglês; organização que atua na Palestina), o fracasso das negociações com Israel, sempre em posição intransigente, é um dos fatores que ajuda a impulsionar o acordo. “Nenhuma das promessas políticas de Annapolis [processo de negociação iniciado entre Israel e ANP-Fatah, em 2007, logo após o triunfo do Hamas nas eleições de 2006] foram cumpridas, enquanto Israel continua seu processo de expansão de colônias em toda a Cisjordânia”, escreveram em artigo.

A pá de cal desse processo se deu em fevereiro deste ano, quando o governo estadunidense – que participava das negociações – vetou, no Conselho de Segurança da ONU, uma resolução que condenava a ocupação israelense na Cisjordânia. Cada vez mais sem possibilidade de negociar, o Fatah, hegemônico na ANP, passou a almejar um acordo interno.

Conjuntura

A reação dos EUA ao pacto foi afirmar que “qualquer governo palestino deve aceitar os princípios do Quarteto [EUA, ONU, União Europeia e Rússia] e agir de acordo com acordos já firmados”. Para Fuad Kokali, “eles [israelenses] devem entender que esse acordo é de nosso interesse, como palestinos. Eles não podem interferir em nossa política interna”.

O integrante do Fatah ainda avalia que o acordo põe por terra um dos argumentos de Israel para não reconhecer o Estado palestino. “Eles dizem que nós não estamos prontos para ter um Estado, pois não teríamos unidade. Israel entra, agora, em um beco sem saída. O acordo, além de tudo, nos coloca em uma posição menos vitimizada, e retomamos a posição de um povo que luta por sua autodeterminação”.

Luta essa que, devido aos últimos acontecimentos no mundo árabe, ganham nova força. Para Nassar Ibrahim e Connie Hackbarth, a revolução democrática no Egito (país onde ocorrem as reuniões entre Fatah e Hamas) serviu de catalisador para um acordo entre as duas forças. “O Fatah entendeu que o equilíbrio de poder no Oriente Médio está mudando, e o Egito que saiu da sombra de Mubarak está reivindicando seu papel histórico como líder do mundo árabe. Não é à toa que o Egito promoveu a reconciliação entre Fatah e Hamas”.

Para os analistas, uma demonstração de que o Egito deverá jogar outro peso é a decisão de abrir a fronteira que possui com a Faixa de Gaza, além de reavaliar o preço de venda de seu gás natural a Israel.

Desafios

Acordo selado, resta saber se, na prática, irá funcionar. Analistas acreditam que, para além das eleições, é necessário que as duas forças continuem mantendo a participação de outros movimentos e partidos e caminhem rumo à criação de um Estado palestino.

“Se o acordo se tornar uma espécie de ‘compromisso de papel’ que mantém o teto baixo hoje existente no processo de negociação [com Israel], então, a crise política interna retornará, cedo ou tarde. Esse acordo pode ajudar a promover os direitos dos palestinos e, ao mesmo tempo, reforçar a resistência e a liberação nacional?”, perguntam Nassar e Hackbarth.

O Fatah é um partido de origem nacionalista e secular, enquanto o Hamas possui orientação islâmica. Eles romperam em janeiro de 2006, logo após as eleições parlamentares que deram ao primeiro 76 dos 132 assentos no Parlamento, enquanto o segundo conseguiu 43. A vitória do Hamas, considerada uma organização terrorista por Israel, EUA e União Europeia, não foi reconhecida pelas potências ocidentais.

Iniciou-se, então, um conflito armado entre os dois partidos. O Fatah expulsou o Hamas do Congresso, tomando seus assentos. Já o Hamas fixou-se na Faixa de Gaza e expulsou os integrantes do grupo rival da região.

Desde então, os palestinos possuíam dois governos: um na Cisjordânia e outro na Faixa de Gaza. As eleições deveriam ter sido feitas no ano passado, mas a ANP, muito criticada pelo atraso, postergava o processo eleitoral afirmando que de nada valiam as eleições se não houvesse um acordo entre as duas principais forças. (Com informações do Alternative Information Center e Ma’an News).

Fonte: Dafne Melo de La Matanza (Argentina), publicado no jornal Brasil de Fato.

Prefeitura confeccionou 102 carteiras de identidade e de trabalho em abril

Prefeitura confeccionou 102 carteiras de identidade e de trabalho em abril

A prefeitura de Ilhota confeccionou em abril 37 carteiras de trabalho e 65 identidades. O serviço é disponibilizado no primeiro andar do paço municipal. O setor atende a população de segunda a sexta-feira, exceto nas quartas, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Para fazer a carteira de identidade, tanto a primeira quanto a segunda via, o cidadão precisa apresentar os seguintes documentos: certidão de nascimento e de casamento (originais e cópias); duas fotos iguais 3×4; comprovante de residência; CPF; e taxa paga. “Na foto, as pessoas não podem estar sorrindo e nem estar de óculos. As taxas podem ser adquiridas no sitehttp://www.sef.sc.gov.br/ e devem ser pagas nos bancos Besc, Brasil ou Bradesco”, informou a responsável pelo departamento, Maria Francisca Brokveld Nunes.

Já para a carteira de trabalho, deve-se trazer carteira de identidade e CPF, uma foto 3X4 e comprovante de residência. No caso de segunda via, apresente a data de emissão e o número do PIS da primeira e o boletim de ocorrência (BO), no caso de perda.

Os documentos levam de 20 a 25 dias para ficarem prontos. Mais informações através do telefone 3343-8800.

Meu coração é Xiita

Osama Bin Laden

Sou solidário a todos aqueles que no mundo lutam por justiça e mantém firmes seus posicionamentos políticos e sociais. Todos aqueles que se opõem aos que dominam uma nação ou até mesmo o seu próximo, tem meu respeito e admiração, para isso, manifesto minha solidariedade ao revolucionário Osama pelo enfrentamento ao poderio estadunidense. Não sou uma célula terrorista nem um a favor de suas ações, não sou um fundamentalista, mas respeito todas as etnias e crença, tampouco sou um racista ou preconceituoso, mas a Bin Laden  estendo minhas recomendações pela coragem de manifestar seu repúdio aos imperialistas neoliberais.

Bin Laden, essa é mais uma aberta para especulações, daria para escrever um livro sobre as ações a favor do que se diz que aconteceu e da realidade dos fatos que envolvem o 11 de setembro e a ação da família Bin Laden nos EUA. Tem e há muita coisa escondida do público neste mundo, e os americanos são ridículos, quem sabe eles inventam até um feriado para o dia da morte do barbudo magrelo.

Mas tenho minhas dúvidas de que ele foi realmente capturado e executando. Eu não acredito nesta mentirada. 11 de setembro foi apenas uma data que faz parte do passado e da historia, mas aquilo, jamais existiu!

Quem torturou?

Vladimir Herzog

Vladimir Herzog foi jornalista, professor da USP e teatrólogo. Intimado, apresentou-se em 24 de outubro de 1975 ao Doi-Codi de São Paulo para esclarecer supostas ligações com o PCB (Partido Comunista Brasileiro). Taxado como subversivo, Herzog foi encarcerado, humilhado, torturado e assassinado por agentes do regime militar. Conforme a versão oficial da época, o jornalista teria se suicidado, enforcando-se com um cinto.

Os jornais afirmavam o suicídio. O artista plástico Cildo Meireles carimbava nas notas de cruzeiro uma dúvida: “Quem Matou Herzog?”.

Dilma Rousseff foi estudante de economia, militante política e professora. Presa em janeiro de 1970, acusada de coordenar setores operário e estudantil da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária), foi encarcerada, humilhada e torturada por agentes do regime militar. Como ela, centenas de outros cidadãos e cidadãs brasileiros foram torturados. Outros, como João Roberto Borges de Souza, Iara Iavelberg, Heleni Telles Ferreira Guariba e Mario Alves de Souza Vieira, desapareceram ou foram assassinados.

Os jornais se calaram, e até hoje mantém seu silêncio. As cédulas de reais carimbadas com a inscrição “Quem torturou Dilma Rousseff?” reformulam a dúvida lançada por Cildo: “quem foram os agentes do regime militar que cometeram tais atentados contra os direitos humanos?”.

Se ainda nada sabemos, isso só ocorre por conta do desrespeito e da omissão do Estado brasileiro em garantir o inalienável Direito à Memória e à Verdade às vítimas, seus familiares e à toda sociedade.

Mesmo que reparações econômicas às vítimas e seus familiares tenham ocorrido nos últimos anos, o Brasil até agora não realizou os demais mecanismos e estratégias tidos como imprescindíveis para enfrentar o legado de violências de um regime autoritário – que ainda se perpetua em alguns órgãos da administração pública.

Os sintomas são claros: os violadores de direitos humanos não foram investigados, processados e punidos; os criminosos envolvidos em instituições relacionadas ao exercício da lei, bem como os que ocupavam outras posições de mando e autoridade, não foram afastados de seus respectivos cargos públicos. É certo que algumas poucas instituições responsáveis por disseminar a violência foram extintas, mas outras não foram sequer reformuladas.

A ditadura continua presente!

O que fazer?

Resgatar, atualizar e reconfigurar manifestações artísticas de resistência à ditadura?

As cédulas carimbadas com a frase “Quem torturou Dilma Rousseff?” marcam o início desta experiência.

Opinião do Naga

Ao que me parece nem a Dilma tem interesse em remexer nos assuntos delicados da ditadura, na Argentina abriram os documentos e condenaram vários velhinhos, no Brasil isto não acontece, acho eu, porque há muitos destes ex-partidários da ditadura que atuam em áreas públicas do poder, ou aproveitam suas aposentadorias pomposas, por isso ninguém mexe.

Mas são teorias conspiratórias enxutas, o caso Vladimir Herzog foi um dos vários não é, tem  aluno Vanuchi Lemme, morto no Doi-Codi  de São Paulo, Manuel Fiel Filho, metalúrgico, e as grandes deduções de Goulart, Carlos Lacerda e Kubistcheck, além do Lamarca e do Carlos Marighela.

Todos foram mortos e nada se fez, e a Dilma ta preocupada com outras coisas, talvez mais importante agora, mas o assunto é válido e algum dia teremos que mexer nesta ferida que ainda não cicatrizou, se faz muita campanha em cima disso, o que é bom!

Os 10 caminhos da busca dos recursos financeiros

Para conhecimento de todos, apresentamos os passos sagrados da mina de ouro de onde e como angariar recursos para as entidades que estamos buscando apoiar. Lembrando apenas que as entidades têm que estar devidamente habilitadas e com o projeto pronto para cadastrar em cada meio fomentador.

Muitos destes incentivos são cadastrados em um ano fiscal para receber o recurso no ano subseqüente. Sugerimos um contato com o Sindicato dos Contadores de cada cidade, pois alguns desses recursos podem ser destinados diretamente do doador, bastante ao contador fazer duas guias, uma para o fisco e outra para o projeto incentivado.

Vamos aos passos:

1º. Lei da caridade (Estados Unidos): Utilização de até 10% do Imposto de Renda devido nos Estados Unidos destinado a projetos de responsabilidade social no Brasil.

2º. Lei federal do esporte: Utilização de até 1% do Imposto de Renda devido para projetos desportivos e/ou para-desportivos.

3º. Lei Rouanet: Utilização de até 4% do Imposto de Renda devido para projetos culturais.

4º. FIA (Fundo da Infância e Adolescência): Utilização de até 1% do Imposto de Renda devido para projetos sociais nas áreas da Infância e Adolescência.

5º. OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público): Utilização de até 2% do Lucro Operacional para projetos de responsabilidade social.

6º. Estados ICMS: Utilização de até 5% em projetos nas áreas da cultura, responsabilidade social, esporte ou turismo.

7º. Municípios ISSQN/IPTU: Utilização de até 20% em projetos culturais e esportivos.

8º. Pró-Emprego – PRODEC (Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense): Tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou expansão de empreendimentos industriais e comerciais, que vierem produzir e gerar emprego e renda no estado de Santa Catarina.

9º. Marketing relacionado a causas: Elaboração de balanço social em conjunto com todos os envolvidos no negócio da empresa (clientes, colaboradores, investidores, fornecedores, comunidade etc.),  utilizando as leis de incentivos fiscais vigentes no Brasil e no Exterior.

10. Incentivo voluntário: Incentivo voluntário é um conceito – fomentar causas ou projetos – a partir da iniciativa de empresas privadas e pessoas físicas empenhadas em desenvolver ações de responsabilidade social.

Como este 10 caminhos, temos mais 94 possibilidade de buscar recursos. Tentem tirar o melhor proveito possível, qualquer duvida estamos a disposição.

Informações recebidas do amigo Giovane Pasa, da AG3MP Projetos & Eventos, Balneário Camboriú.