Mortal Kombat: Legacy – Episódio 5

Episódio 5

Kitana e Mileena (Parte 2)

Kitana e Mileena cresceram pensando que elas são irmãs, apesar de terem crescidoseparados ao longo dos anos. Apesar da crescente ressentimento em relação aMileena Kitana, Shao Kahn usa para destruir todos os que ameaçam seu reinado. Masquando eles se deparam com o rei Jerrod em uma de suas missões, eles finalmentesaber a verdade sobre sua mãe e pai, e Kitana olha para traçar sua vingança contraShao Kahn.

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Engenheiros japoneses querem transformar a Lua em uma usina de energia solar

Projeto prevê instalar painéis solares ao redor do satélite, que captariam a energia e enviariam à Terra por meio de microondas e laser.

O Homem não volta à Lua desde 1972, mas isso não impediu que uma equipe de engenheiros japoneses elaborasse um plano para transformar o nosso satélite em uma usina maciça de energia solar. Segundo o site Inhabitat, o desastre na central nuclear de Fukushima fez o Japão reavaliar ideias sobre a energia alternativa, e por isso o plano maluco da Shimizu Corporation tem chamado atenção.

O tal projeto de criar uma usina maciça de energia solar prevê um “Luna Ring”, ou, “anel lunar” de 12 milhas de largura e 6.800 milhas de comprimento de painéis solares a serem construídos sobre a superfície da Lua. O cinto lunar armazenaria a energia vinda diretamente do sol e depois irradiaria diretamente para a Terra por meio de microondas e laser.

Em um comunicado oficial, a Shimuza Corporation afirmou que o projeto seria o sonho de toda humanidade. “Seria a mudança do uso econômico de recursos limitados para o uso ilimitado de energia limpa. Praticamente inesgotável e não poluente, a energia solar é a melhor fonte sustentável do mundo, que traz prosperidade para a natureza, bem como para nossas vidas. A Shimizu Corporation propõe o Luna Ring para a coexistência infinita da humanidade e da Terra”, dizia o comunicado.

O plano da companhia conseguiria 13 mil terawatts de energia contínua sendo enviadas para estações de recepção em torno da Terra, onde seria distribuída para a população do planeta. A construção do projeto, segundo a companhia, ainda deveria ser feita por meio de robôs. Os humanos mal estariam envolvidos na construção, apenas estariam presentes na supervisão de qualidade.

Presos fazem enfeites de Natal com garrafas plásticas

Os presos da Colônia Penal Agrícola (CPA), em Piraquara, são os responsáveis pela decoração de Natal da Secretaria de Estado da Justiça e de mais três empresas em Curitiba. As mãos que um dia se juntaram para praticar algum delito se uniram para transformar garrafas de plástico em arte. São pinheiros, guirlandas, velas e outros enfeites. O espetáculo fica mais bonito à noite, quando as luzes das garrafas se acendem, refletindo o desejo dos presos de uma vida nova. A decoração foi inaugurada ontem.

O projeto foi criado pelo mímico Everton Ferre. Desde junho, ele realiza espetáculos em Curitiba e Região Metropolitana para arrecadar as 300 mil garrafas. “Ao mesmo tempo em que levamos arte para as regiões carentes, conseguimos as garrafas”, conta. O material foi para a CPA e lá se transformou em enfeites natalinos.

Antônio Silva de Souza, 27 anos, começou a participar do projeto em novembro. “O material que a gente cortou se transformou em lindas flores e enfeites”, se empolga. Foi na prisão que ele teve o primeiro contato com o artesanato e nas horas de folga começou a fazer enfeites para vender e arrecadar um dinheiro extra. Ele faz canetas, pulseiras e bonecas. “Quem se interessa, compra”, revela. Quando sair da CPA, Antônio quer uma vida melhor, arranjar um bom emprego e não pensa em abandonar o artesanato.

Paulo Roberto Rocha, 42 anos, também participou do projeto. É a primeira vez que a sua mão lida com arte tão delicada para enfeitar o Natal. “O trabalho ficou bom, muito bonito”, comemora. No entanto, os presos ainda não tiveram a oportunidade de ver como a decoração ficou. Durante o dia, o que chama a atenção dos visitantes na Secretaria da Justiça é a árvore de quase três metros de altura, no salão de entrada. Mas à noite, o espetáculo fica completo, com as luzes acesas, que se refletem nas guirlandas e velas em todas as janelas da fachada do prédio.

Dez presos estiveram envolvidos na atividade e receberão um salário mínimo de recompensa. Além disso, a cada três dias de trabalho reduzem um dia de pena. Ano que vem, Ferre quer ampliar o número de detentos envolvidos. “Para isso precisamos aumentar os pedidos”, fala. Ele espera atrair a atenção de pelo menos mais trinta empresários e da Prefeitura.

O mímico Ferre começou a enfeitar o Natal com garrafas em 2000, na cidade de Medianeira, Oeste do Estado. Foram usadas 35 mil garrafas para decorar o município, que recebeu cerca de 100 mil visitantes. Depois foi a vez das cidades de Foz do Iguaçu e Gramado (RS) aderirem à idéia. “Além de deixar a cidade mais bonita, também ajuda a preservar o meio ambiente”, comenta.

Fernanda Marques no Programa do Jô

Depois do fotógrafo Luiz Garrido,  foi a vez da fotógrafa Fernanda Marques ser entrevistada no Programa do Jô. Na entrevista, Fernanda falou sobre o seu trabalho, especialmente o Boudoir (ensaio sensual de noivas) e do seu livro: Fotojornalismo em Casamento, lançado pela iPhoto Editora.

Esta greve é diferente

A nossa categoria já passou por várias greves.

No entanto, esta greve é diferente.

É fundamental deixar claro que esta greve não é para pedir aumento de salário.

Esta greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Há uma Lei federal que estabelece o piso da nossa categoria.

E há uma Lei estadual que estabelece o plano de carreira do magistério.

Por uma decisão do Supremo Tribunal Federal, o Piso Nacional dos Professores deve ser tomado como o valor inicial do plano de carreira.

Nossa greve é para que se apliquem as Leis.

Nossa greve é para que se cumpra a determinação do STF.

Quanto a isso, não pode haver nenhuma negociação.

Nenhum sindicato, nenhuma categoria e nenhum governo tem legitimidade para se sobrepor à Lei e às decisões do STF.

Nesse sentido, a nossa greve não pode ser uma greve para “pedir” o que quer que seja.

A nossa greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Podemos negociar com o governo do Estado?

Sim, podemos.

Podemos, por exemplo, abrir mão do Prêmio Educar.

Até porque ele nunca foi de fato um prêmio.

Ele sempre foi uma estratégia do governo para iludir a opinião pública.

O governo deu o prêmio para não dar aumento.

Agora que o nosso aumento já foi garantido por uma Lei federal e consolidado por uma decisão da mais alta corte de justiça do Brasil, esse prêmio pode ser dispensado.

Também podemos negociar a forma e o prazo de recebermos os atrasados.

A forma e o prazo de recebermos aquilo que a Lei já nos assegura desde 2008 e que o governo deixou de pagar, mas que inegavelmente nos deve e terá que pagar.

Também podemos negociar uma padronização da regência de classe.

Tudo aquilo que não fere a Constituição, nem fere os direitos já estabelecidos e consolidados por Lei nos podemos negociar.

O que nós não podemos negociar é a nossa cidadania.

Nós somos formadores de cidadãos.

Nós somos exemplo para milhões de crianças e adolescentes.

Por isso nós temos o dever profissional de ensinar-lhes o correto.

E o correto é lutarmos pela aplicação das leis, sempre que tais leis sejam a expressão de direitos legítimos.

Por isso, eu repito: esta greve é para exigir o cumprimento da Lei.

Esta greve é para que se aplique o piso nacional dos professores ao nível 1A da tabela do plano de carreira do magistério e que os percentuais estabelecidos nesse plano sejam cumpridos.

Em 2008, o governo podia ter chamado os professores para negociar a forma de pagar o que é legítimo.

Mas o governo não quis negociar. Preferiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal. E perdeu.

O STF se manifestou a favor da legalidade.

Agora não há mais o que negociar no que se refere à validade e aplicação da Lei.

Portanto, só nos resta dar para a sociedade uma demonstração de coerência entre nosso discurso e nossa prática.

Só nos resta dizer que, enquanto o governo do Estado de Santa Catarina estiver fora da lei, nós professores continuaremos fora da sala de aula.

Texto escrito pelo professor Sérgio Sell da EEB Irmã Maria Teresa – Palhoça

A maior e mais completa homenagem ao papa do ,etal

A maior lenda viva da história do Heavy Metal, Ozzy Osbourne continua levando platéias do mundo todo a loucura, mesmo com mais de trinta anos de carreira. Foi com o intento de reviver essa energia eletrizante que nasceu no início de 2005 o Ozzmozzy – Ozzy Cover. Com um rebuscado trabalho de reconstrução artística, nenhum detalhe foi poupado na composição de um sensacional show reunindo os maiores clássicos do Papa do Rock and Roll.

Grupo Móvel resgata 53 trabalhadores em regime de trabalho escravo

O Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego resgatou 53 trabalhadores de regime de trabalho análogo à escravidão, em Correntina (BA), atuando na colheita de raiz e na poda de eucalipto. A ação começou em 8 de junho e está em fase de conclusão. Os trabalhadores foram resgatados de duas fazendas de um mesmo proprietário. A situação de degradância foi caracterizada em virtude das condições de trabalho, tanto nos ambientes dos alojamentos quanto nas frentes de trabalho.

No total, os 53 trabalhadores resgatados deverão receber R$ 339,5 mil, sendo R$ 77,6 mil em verbas rescisórias, R$ 162 mil por dano moral individual e R$ 100 mil por dano moral coletivo, conforme acertado em Termo de Ajustamento de Conduta firmado por representante do Ministério Público do Trabalho com o empregador, no ato da fiscalização.