Protesto: nunca mais visite um site de Rupert Murdoch com a ajuda desse app

Rupert Murdoch, cabeça do grupo News Corp., está em maus lençóis. Após o fracasso do MySpace e do recente escândalo relacionado a escutas telefônicas sem autorização dentro de veículos que ele controla, seus negócios estão ameaçados. E, se você quer fazer o seu próprio protesto contra os abusos praticados pelas empresas dele, aqui está uma solução: este add-on para Firefox evita que você entre, mesmo que por acidente, em qualquer um dos sites controlados pelo milionário.

O add-on exibe uma barra de advertência, que avisa o usuário dos “potenciais riscos de segurança ao acessar qualquer um dos sites de Murdoch”. Caso você não tenha raiva do milionário, o app pode servir para te mostrar o quão grande é seu império.

Um outro add-on parecido já foi lançado para o Chrome.

II Workshop de Xadrez acontecerá em agosto

Cerca de 80 pessoas são esperadas no II Workshop de Xadrez, promovido pelo professor Paulo Abdu e Anelize Hostins, com o apoio da prefeitura de Ilhota. O encontro acontecerá no dia 27 de agosto, no Espaço Cultural Edith Catharina Maes. Na ocasião será ministrada uma palestra pelo jogador Jacques Amorim Buzz. Os interessados em participar devem se inscrever na Fundação Municipal de Cultura José Izidro Vieira, loja Fox Sports ou Ginásio Municipal do Centro.

O primeiro workshop aconteceu em 2009 e reuniu cerca de 20 adeptos da modalidade. “No ano seguinte, por iniciativa do atual superintendente do Departamento de Cultura, Raul Fernando dos Santos, aconteceu um encontro num sábado de manhã na biblioteca e reuniu, além do prefeito e alguns vereadores, um público considerável de crianças jovens”, destaca o apoiador, assessor da juventude, Dialison Cleber Vitti.

Dialison acrescenta que aproveitará a oportunidade para apresentar o projeto de criação do Clube de Xadrez. “O objetivo é fazer com que o esporte se popularize na cidade e desperte na sociedade o interesse por novas atividades, o desenvolvimento ao conhecimento, ao raciocínio lógico e ágil e que promova a inclusão social e interatividade”.

O xadrez é um dos jogos mais populares do mundo, sendo praticado por cerca de 605 milhões de pessoas em todo o mundo. A iniciativa tem como apoiadores as empresas Suporte.com e site Publicar Agora.

Língua Guarani Mbyá será reconhecida como bem imaterial

Inventário da Língua Guarani Mbyá deverá colocá-la entre os bens imateriais reconhecidos pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio nacional, passando a contar com políticas de salvaguarda e promoção. Os estudos do Inventário serão apresentados, nesta terça-feira (26), em Florianópolis (SC), a lideranças Guarani, representantes de instituições e especialistas envolvidos direta ou indiretamente no trabalho. O inventário foi realizado em 69 aldeias dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A pesquisa teve início em 2009, com apoio do Ministério da Justiça e da Fundação Nacional do Índio (Funai).www.funai.gov.br

Justiça do Rio de Janeiro condena o Google a indenizar adolescente que sofreu cyberbullying no Orkut

Jovem foi alvo de uma comunidade, e também perdeu sua conta, que foi utilizada para ofender amigos e familiares.

Um tribunal do Rio de Janeiro condenou o Google Brasil, ao pagamento de uma indenização de 12 mil reais à família de um adolescente que foi vítima de cyberbullying no Orkut.

Em 2008 foi criada uma “comunidade” com o intuito de difamar um jovem de 12 anos. Um ano mais tarde, alguém roubou a senha de seu perfil. A partir daí, o “ladrão” passou a ofender familiares e amigos do jovem através da rede social.

A mãe do adolescente pediu várias vezes a retirada da página ofensiva, porém o Google não a atendeu. O jovem se abalou, e precisou de tratamento psicológico. O Google alegou que não poderia ser responsabilizado, já que a vítima era menor de idade, e por isso estaria proibida de utilizar o Orkut, segundo as regras de utilização da rede social.

Para os desembargadores da 19ª Câmara Cível, “a responsabilidade da ré encontra-se não pela criação do perfil, mas pela sua manutenção na rede”. Os desembargadores consideraram que o jovem foi exposto a uma situação vexatória.

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/justica-do-rio-de-janeiro-condena-google-pagar-indenisacao-jovem-que-sofreu-ciberbullyng-no-orkut.html#ixzz1T83cnyca.

 

Os 10 erros mais comuns na atuação das organizações sem fins lucrativos nas redes sociais

Escrito para a edição de junho de 2011 da revista Sucess Fundraising Magazine, coluna escrita trimestralmente. Texto traduzido para o português por nossos voluntários tradutores Ana Helena de Almeida, Eloisa Mota, Fabrício Tito Rosa e Milda Jodelis.

Nos últimos seis anos passei 50, 60 horas por semana utilizando o Twitter, Facebook, YouTube, Flickr, MySpace, LinkedIn e Foursquare para promover organizações sem fins lucrativos. Vi os primeiros adeptos do MySpace, em 2005, lançarem-se no centro das atenções nacionais e internacionais por meio das redes sociais e vi os retardatários que só começaram a brincar com o Facebook e o Twitter neste ano. A gama de organizações sem fins lucrativos que usam as redes sociais – e os subsequentes níveis de comprometimento – variam muito, assim como seus conhecimentos, realizações e, claro, o retorno sobre o investimento (ROI). Tenho literalmente “curtido”, “seguido” e “feito amizade com” mais de 100.000 entidades sem fins lucrativos. A verdade brutal, mas honesta – e espero que eu seja bem compreendido – é que a maioria das organizações sem fins lucrativos estão cometendo erros em sites de redes sociais que solapam diretamente seu ROI. É muito triste verificar que tantas organizações sem fins lucrativos estão utilizando os meios de comunicação social (com a melhor das intenções, é claro), mas não estão recebendo o treinamento de que precisam. Se sua organização está cometendo cinco ou mais dos 10 erros apontados a seguir provavelmente será necessário realizar um treinamento e um reexame de sua estratégia de participação nas redes sociais.

1. Usar um logotipo horizontal no avatar da organização

O avatar de uma organização sem fins lucrativos é sua identidade visual em sites de redes sociais e, com exceção dos grupos LinkedIn, todos os sites de redes sociais exigem um avatar quadrado. Infelizmente, muitas entidades sem fins lucrativos usam como avatar seus logos horizontais, resultando, obviamente, no corte das imagens. Será que alguma vez sua organização colocou em materiais impressos ou em seu site uma logo cortada, completamente destruída? Claro que não! No entanto, todos os dias, dezenas, senão centenas de milhares de organizações sem fins lucrativos, enviam mensagens para suas comunidades, em sites de redes sociais, com logos completamente destruídas. Loucura!

2. Postar mais de uma atualização diária no Facebook

Há muitas opiniões diferentes e apaixonadas sobre isso mas, na minha pesquisa e experiência, a postagem de mais uma atualização por dia, em média, no Facebook, tem um efeito negativo. As pessoas tanto começam a ignorar as atualizações – porque você está sempre em seus feeds de notícias – como a “esconder” você completamente. Acredito realmente que mais é menos no Facebook.

3. Não “seguir” em uma proporção de 1:1 no Twitter

Se o seu objetivo é ganhar muitos seguidores no Twitter, você deve “seguir” em uma proporção de 1:1. As pessoas estarão muito mais propensas a segui-lo se acreditarem que você vai segui-los em troca. E, quanto mais pessoas você segue, mais o avatar de sua organização fica espalhado por todo o Twitterverse. Além disso, as pessoas não podem mandar-lhe mensagens diretas no Twitter se você não as segue. Para muitos apoiadores e doadores que estão tentando dirigir-lhe uma mensagem é desagradável perceber que não podem fazer isso porque você não os segue.

Se você não quer “seguir” um monte de gente no Twitter por medo de que o volume de mensagens torne-se esmagador, você pode incluir aqueles que você quer ler regularmente nas listas do Twitter. Existem muitos benefícios em “seguir” em uma proporção de 1:1 e, infelizmente, menos de 1% das organizações sem fins lucrativos que estão no Twitter o fazem.

4. Não se inscrever no Programa Sem Fins Lucrativos do YouTube

(YouTube.com/entidades sem fins lucrativos ). A afirmação é auto-explicativa.

5. Não criar slideshows Flickr para contar a história de sua organização

Muitas vezes a história de sua organização sem fins lucrativos pode ser contada muito melhor através de imagens. Na Web, onde as pessoas são inundadas todos os dias por longos textos e mensagens, uma apresentação de slides visualmente atraente pode ser um alívio da sobrecarga de informações.

6. Não adicionar ícones das redes sociais em seu site

Hoje em dia os apoiadores e doadores esperam que sua organização esteja presente, no mínimo, no Facebook e no Twitter. Se eles visitam seu site e não encontram facilmente os links rápidos para suas comunidades de redes sociais, podem ficar frustrados e alguns podem até questionar sua credibilidade. Assim, coloque esses ícones em sua página inicial!

7. Ignorar páginas “Empresa” do LinkedIn

LinkedIn recentemente ultrapassou 100 milhões de usuários portanto é provável que sua organização já tenha uma página no LinkedIn Empresa. Encontre, reivindique, configure e promova essa página!

8. Não reivindicar suas páginas ‘Places’ no Facebook, Foursquare, Gowalla etc.

Se a localização é importante para sua organização – zoológicos, museus, postos de saúde, bancos de alimentos, por exemplo – e você ainda não reivindicou seu Facebook Page Places, Foursquare Venue Page e/ou Gowalla Spot Page, sua organização sem fins lucrativos está em situação precária e rapidamente vai ficar para trás. Sem dúvida!

9. Postar apenas o (chato) conteúdo de marketing

“Faça uma doação!” “Participe de nosso baile anual!” “Assine nossa petição online!” “Faça uma doação!” “Curta-nos Facebook!” “Siga-nos no Twitter!” “POR FAVOR faça uma doação!” Blá, blá, blá… desculpe, mas é a verdade. Se todas as ações de sua organização em sites de redes sociais são apenas ações de marketing, tenho certeza de que ninguém está prestando atenção e seu ROI está próximo de zero.

10. Não blogar

O blog é a cola que mantém a estratégia de mídia social estruturada e articulada. A Web Social é impulsionada por novos conteúdos e, se sua organização não publica regularmente novos conteúdos na Web, você vai ter dificuldade em conseguir ser “compartilhado” e retweeted. Organizações sem fins lucrativos que não são “compartilhadas” ou não são retweeted não estão se saindo bem na Web Social.

A publicação de artigos e notícias no site da organização não tem a mesma credibilidade ou efeito positivo dos blogs, porque os doadores e apoiadores em geral não podem comentar ou participar nessas notícias – o conteúdo é estático. Blogs foram a primeira mídia social, a original, e não utilizar blogs é um dos maiores erros que uma organização sem fins lucrativos pode fazer hoje na Web Social.

Finalmente, se for estrategicamente projetado, seu blog vai fazer crescer a lista de envio da e-newsletter e de comunidades em sites de redes sociais mais rapidamente do que qualquer outra ferramenta disponível hoje. De verdade. Bloging é a peça que falta na maioria das campanhas em medias sociais.

Fonte: Nonprofit

Colegiado de Gestão Regional discute os avanços nas políticas voltadas à Saúde

Secretária Jocelene da Silveira, secretária de saúde da prefeitura de Ilhota

Em sua última reunião, realizada no dia 20 de julho, o Colegiado de Gestão Regional de Saúde da Foz do Rio Itajaí – CGR, formado pelos secretários dos onze municípios que integram a AMFRI discutiu importantes informações trazidas do XXVII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, que aconteceu em Brasília entre os dias 9 e 12 de julho, com a participação dos municípios da região.

Entre as principais novidades trazidas ao âmbito do CGR, estão as recentes portarias publicadas pelo Ministério da Saúde, amplamente discutidas no congresso durante as oficinas, seminários, cursos, painéis e mesas redondas, que abordaram diversos temas ligados às políticas públicas do Sistema Único de Saúde – SUS e à gestão municipal de saúde.

Das políticas discutidas na reunião do CGR destacam-se aquelas que vislumbram o aumento dos recursos do Piso de Atenção Básica – PAB transferidos aos municípios, as quais foram assinadas pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o congresso. Também foram abordados o Decreto n° 7.508, que regulamenta a Lei Orgânica do SUS, e as portarias que reformulam as políticas associadas às Unidades de Pronto Atendimento – UPA 24 horas.

Para o Coordenador do CGR e Secretário Municipal de Saúde de Navegantes, Juliano de Maria, o congresso foi uma excelente oportunidade de se debater as questões primordiais para a construção de um SUS com qualidade de acesso e integralidade de ações, como também de aprender com as atividades realizadas e experiências exitosas apresentadas por municípios de todo o Brasil. “Trazer todo este conhecimento para a nossa região possibilita que diversos avanços sejam alcançados através das ações conjuntas de todos os secretários de Saúde dos municípios da AMFRI”, salientou.

Fonte: Camila Raymundi, assessora de comunicação social da AMFRI.