Projeto quer fixação das notas do IDEB em escolas catarinenses

O deputado Carlos Chiodini apresentou Projeto Lei nº 0271.0/2011, que dispõe sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos de ensino básico no Estado de Santa Catarina, a divulgarem o índice IDEB. A matéria foi apresentada no mês de junho e tramita na Comissão de Legislação e Justiça.

De acordo com Chiodini “a proposição tem como objetivo tornar públicas as notas calculadas anualmente por meio do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), mobilizando a sociedade e, em especial, as famílias dos alunos, na busca da qualidade da educação em nossas escolas”.

A ideia vai ao encontro do pensamento do economista e colunista da Revista Veja, Gustavo Ioschpe, que retratou em um de seus artigos, o atual estágio da educação no Brasil.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado em 2007 e representa a iniciativa pioneira de reunir num só indicador, dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações.

“Assim, visto que o IDEB é um índice comparável nacionalmente, acreditamos que sua divulgação em cada estabelecimento escolar será ferramenta importante na direção da melhoria do sistema educacional brasileiro, vez que permitirá o acompanhamento e o controle social dos resultados mais importantes da educação”, explicou o deputado.

O Projeto de Lei proporcionará uma melhora no nível educacional ao expor, de forma clara e objetiva, o dimensionamento da qualidade real das escolas em face de parâmetros municipais e estaduais, sem ônus para o Estado.

“Como o objetivo do poder público é destinar educação de qualidade para todos, sejam crianças e jovens, a divulgação do índice de qualidade se torna imprescindível, até mesmo, para que outros estabelecimentos educacionais se esforcem na melhoria do ensino público”, finalizou.

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Municípios recebem treinamento para utilização da nova versão do sistema Cadastro Único

Secretários e técnicos das áreas de Habitação e Assistência Social da região participaram, na manhã desta quinta-feira (18), de uma capacitação promovida pela Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí – AMFRI, com o intuito de orientar os profissionais para a utilização da nova versão do sistema Cadastro Único, instrumento do Governo Federal que identifica e caracteriza as famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou de três salários mínimos no total.

O treinamento foi realizado por técnicos da Caixa Econômica Federal, e se deu em função da dificuldade que muitos municípios vêm enfrentando na operacionalização do novo sistema. A inserção de dados no Cadastro Único é uma exigência do Ministério das Cidades para a inclusão de beneficiários em programas sociais. “Ainda estamos nos adaptando a esta nova versão. Viemos buscar hoje esclarecimentos que nos auxiliem na utilização correta do sistema”, declarou a diretora de planejamento da Secretaria de Habitação de Itajaí, Denise Maria Reig.

Com a nova versão, o Cadastro Único passará a funcionar online, podendo ser consultado e abastecido em qualquer lugar do país, o que facilitará o acesso às informações. Conforme o gerente de programas sociais da Caixa Econômica Federal de Santa Catarina, Humberto Ordine Graça, o sistema deverá gerar ganho em escala, dependendo da movimentação do gestor. “Isso irá proporcionar uma melhor realidade local, pois permitirá que o gestor planeje em cima das informações do Cadastro Único em tempo real”, avalia.

Para a gerente regional de negócios da Caixa Econômica Federal, Leda Mara de Souza, embora haja certa dificuldade na fase inicial de transição do sistema, grandes melhorias serão proporcionadas com a utilização da nova versão, como já vem ocorrendo no município de Blumenau. “O Cadastro Único vai permitir uma melhor gestão dos recursos a serem aplicados na Habitação pelos municípios”.

Fonte: Camila Raymundi, assessora de comunicação social da AMFRI.

Vídeo da sessão da Câmara de Vereadores de Ilhota do dia 16 de agosto

Eis os nossos vereadores no retorno de suas recessão!

Brasil passa a ser o terceiro maior mercado de PCs no mundo

No segundo trimestre deste ano, foram comercializados 3,86 milhões de computadores no País. O que representa um recorde.

Um relatório divulgado pela IDC aponta que, no segundo trimestre (de abril a junho) deste ano, foram comercializados 3,86 milhões de PCs no Brasil. Com isso, o País passou da quarta para a terceira colocação no ranking mundial das vendas de computadores, só atrás da China e dos Estados Unidos.

Segundo o relatório, o volume de equipamentos vendidos no período representou um recorde na história da indústria brasileira de PCs. E a IDC aponta que o País ultrapassou o Japão – que era o terceiro colocado no ranking mundial, até então –, ao vender 95 mil computadores a mais no trimestre.

Do total de PCs vendidos no Brasil entre abril e junho, a maioria (51,5%) foi notebooks, enquanto que os deskotps responderam pelo restante (48,5%). Os usuários domésticos também foram os principais compradores de computadores no período, respondendo por 69,5% dos equipamentos comercializados. As empresas, por sua vez, concentraram 25,8% dos equipamentos e as áreas de governo e educação, 4,7%.

A IDC acredita que um dos fatores para o bom desempenho da indústria de PCs no Brasil é a queda no preço dos equipamentos comercializados no mercado interno. Outro fator é a facilidade de acesso ao crédito pela classe média.

O primeiro trimestre de 2011 já tinha representado um recorde em volume de vendas de PCs comercializados no País, com 3,6 milhões de unidades.