I Encontro de Políticas para as Artes

Com o objetivo de promover um diálogo sobre as políticas desenvolvidas para as artes no País, a Fundação Nacional de Artes (Funarte) realizará entre 8 e 10 novembro, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, o I Encontro de Políticas para as Artes. A iniciativa também tem a finalidade de abrir espaço para a divulgação de trabalhos teóricos e práticos no campo das ações políticas e também das reflexões históricas e teóricas sobre as políticas culturais brasileiras.

As inscrições para a apresentação dos trabalhos estarão abertas até 19 de setembro. O debate terá como pano de fundo cinco eixos temáticos: Arte e Tecnologia; Fomento; Artes e Economia Criativa; Gestão de Políticas Culturais; Arte e Sustentabilidade. O encontro reunirá especialistas, estudiosos e interessados nas questões relativas à cultura. O evento é aberto ao público em geral e será constituído por mesa de experiências e exposições, grupos de trabalho de boas práticas de gestão e mostra artística. As inscrições dos trabalhos podem ser feitas pelo endereço eletrônico cepin@funarte.gov.br.

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Melhoria do transporte coletivo será um dos legados

Além das cidades-sede, há investimentos em outros 12 grandes centros urbanos que somam R$ 30 bilhões.

As obras de mobilidade urbana são parte do legado que ficará para os brasileiros depois da Copa de 2014. Feitos em parceria entre os três níveis de governo (União, estados e municípios), 49 projetos de transporte coletivo para as 12 cidades-sede terão um investimento de R$ 12 bilhões. Além do previsto para atender aos jogos, outros 12 grandes centros urbanos serão beneficiadas por obras semelhantes, somando outros R$ 18 bilhões. No total, o setor tem um orçamento de R$ 30 bilhões, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A maior parte das obras estão na fase de projeto e licitação e cinco das 12 cidades já iniciaram obras. Os principais projetos são corredores de ônibus e a instalação de meios de transporte urbano sobre trilhos: monotrilhos e veículos leves (VLTs).

Algumas cidades reformularão os sistemas de transporte coletivo para atender de forma especial os torcedores do Mundial. Curitiba, por exemplo, terá o Circular Copa, uma linha especial na região central da cidade durante os 30 dias da Copa.

Jornalismo de Twitter não é jornalismo

Investir pesadamente em novas tecnologias para maximizar o alcance do jornalismo e ampliar o nível de qualidade do mesmo requer muita reflexão sobre quais mídias devem ser utilizadas e quais são as melhores maneiras de usá-las. Nem todas as ferramentas são aplicáveis para todos os tipos de situações, ainda mais em um mundo inserido no contexto de uma sociedade hiper-conectada e com abundância de informações.

O aparente modismo das redes sociais tem feito com que muitos veículos de comunicação trabalhem de maneira simplória e até mesmo errônea com tais ferramentas. Os blogs, por exemplo, são estruturados dentro da própria página do jornal, sem qualquer diferenciação de uma seção comum da página. São, em sua maioria, formulados como meras colunas abordando determinados temas. Nem na aparência se assemelham aos blogs.

Outro exemplo é o uso massivo do Twitter para a cobertura ou criação de pautas. Qualquer veículo deve ter uma conta na rede social de microblogs para transmitir notícias de última hora ou realizar uma cobertura frenética e em tempo real, porém sem jamais se esquecer da publicação de uma reportagem mais completa posteriormente. Ao contrário do que pensa a ESPN com sua política de uso de redes sociais, o Twitter não roubaria tráfego do portal. Ele seria capaz de demonstrar uma instantaneidade na divulgação de certos eventos informando o mais rápido possível o público, pilares fundamentais do jornalismo e que não podem ser esquecidos no digital.

Com qualidade editorial

Entretanto, o Twitter tem sido fonte de pautas para o jornalismo. O chamado “segundismo” tem dado espaço para a rede social, onde comentários e opiniões de usuários estão sendo utilizados para complementar uma matéria. Isso é gravíssimo, já que a rede não dispõe de uma total confiabilidade quanto à identidade real de seus usuários. Usar tais comentários citando o endereço do perfil não substitui uma fonte “real”.

Há ainda uma seção do jornalismo digital que está sendo até mais precária quanto ao uso do Twitter. Alguns veículos estão usando celebridades e personagens de destaque cadastrados na rede como base de matérias rápidas. “Fulano disse em sua conta no Twitter que acordou com dores e talvez não jogue a próxima partida.” Pior do que citar publicações de usuários desconhecidos é tratar a rede como fonte fundamental. Isso se enquadra em um jornalismo simplório demais.

Com isso, um jornalismo que apenas está no mundo online não é um jornalismo digital, assim como um jornalismo que apenas utiliza as ferramentas das mídias sociais sem qualquer aplicação funcional ou planejamento não é um jornalismo pensado para os usuários. Não devemos confundir mecanismos com estratégia. Deturpar conceitos não refaz seu significado. O jornalismo digital deve usar o maior número possível de meios para chegar ao público, porém com qualidade editorial, e não apenas de forma quantitativa e exibicionista.

Escrito por Cleyton Carlos Torres, jornalista, blogueiro, pós-graduado em Assessoria de Imprensa, Gestão da Comunicação e Marketing e pós-graduando em Política e Sociedade no Brasil Contemporâneo.

O relato de um jornalista chileno que viajou pelo inferno de Pinochet

Tudo o que se escrever sobre o grande jornalista Alberto “Gato” Gamboa será pouco. Por isso uma conversa com esse ator privilegiado dos últimos 50 anos no Chile, é um luxo. Foi diretor do diário de esquerda Clarín, silenciado para sempre em 11 de setembro de 1973. Seu slogan, “Firme junto ao povo”, segue gravado no coração da gente. Seu trabalho o levou a ser preso e sistematicamente torturado. Diz-se que ele foi a pessoa mais torturada no Estádio Nacional, logo depois do golpe militar. Quase quarenta anos depois desse episódio, o destacado jornalista, hoje na casa dos 90 anos e com uma clareza mental invejável, nos fala de sua história, sempre com um toque de humor, traço que o acompanha desde sempre.

O Chile necessita de novos dirigentes políticos?

Acredito que sim e esse movimento estudantil deixou isso mais claro ainda. O movimento de esquerda que poderia ter irrompido com força, ideias e projetos capazes de incomodar muito mais o governo, não fez isso porque carece de dirigentes, assim como a classe política em geral. Esse movimento dos estudantes surgiu no momento certo e creio que dele sairão os líderes de que necessitamos. Isso é o mais importante que nos ocorreu nos últimos anos. É possível ver uma força, unidade e um futuro que até então não se via.

O que significa para você a imagem de Salvador Allende?

É uma das figuras mais importantes do Chile. O maior líder que a esquerda já teve. Um emblema que é muito importante que se mantenha e que siga servindo de modelo aos jovens que também são valentes, atrevidos e não têm os medos herdados da ditadura.

Que sentimentos você têm neste novo 11 de setembro, o segundo sob um governo de direita?

É uma data emblemática que, manejada por gente jovem, pode ser uma nova força importante para a esquerda. Agora, vejo também que a direita tomou o poder, mas não sabe o que fazer com ele. Estão buscando um caminho que não encontram. Além disso, chegaram ao poder graças a uma desordem muito grande na Concertação. A esquerda deve estar muito atenta, porque a direita no afã de melhorar seu governo, está propondo reformas que a Concertação devia ter feito quando estava no comando.

Os líderes jovens reclamam dos meios de comunicação que, no Chile, são majoritariamente de direita e estão contra os movimentos sociais. Como jornalista de mil batalhas, o que tem a dizer sobre isso?

Os jovens têm razão. O poder jornalístico da esquerda não tem peso, nem equipes potentes. Os partidos políticos de oposição estão conscientes disso e logo deve aparecer uma publicação com suas cores capaz de fazer um contraponto aos meios de comunicação de direita que mandam hoje. Isso é fundamental para o movimento de esquerda.

Qual sua opinião sobre a repressão usada pelo governo contra as manifestações sociais, inclusive com a morte de um menor?

Não quero pensar que estão elaborando um plano para eliminar a esquerda, porque essa postura provocará o repúdio de todos. Essa repressão me trouxe muitas recordações dos tempos da ditadura. Esse governo pode ser associado a isso. E a esquerda pode usar isso para unir-nos outra vez.

Onde você estava no dia 11 de setembro de 1973?

Eu era diretor do diário de esquerda Clarín (desaparecido naquele ano). Neste dia cheguei para trabalhar no edifício que ficava em pleno centro. Era o jornal de maior tiragem no Chile com mais de 200 mil exemplares diários. Apoiava os partidos de esquerda, mas não tinha problemas em dar espaço para todo mundo. As pessoas gostavam pois ele interpretava o povo. Isso faz falta agora no Chile. Nunca pensei que haveria um golpe de estado. No caminho, fui me inteirando do que estava acontecendo no país. Eles invadiram o jornal e tomaram os primeiros funcionários presos. Eu me salve nesta noite porque não entrei pela porta principal, mas sim por uma lateral. Mas no dia seguinte, me chamaram ao Ministério da Defesa. Quando cheguei lá, me interrogaram junto com outros jornalistas de esquerda. Alguns foram soltos, outros, como eu, ficaram presos.

No Estádio Nacional?

Sim. Por mais de dois meses, onde me bateram e torturaram. Eles pegaram pesado com todo mundo, mas comigo os militares eram especialmente “entusiastas”. Me bateram tanto que fiquei muito ferido e não havia um lugar onde pudesse dormir. Os milicos me fizeram uma cama com cobertores nos vestiários onde os jogadores colocavam suas coisas antes de entrar em campo. Depois me levaram para o campo de concentração de Chacabuco, no norte (deserto de Atacama), onde fiquei preso mais dois anos com uma condenação de morte sobre minha cabeça.

Como enxerga esses anos hoje, com a perspectiva que o tempo dá?

Mais além da dor, do sofrimento e da raiva sinto orgulho de que minha experiência (editou o famoso livro “Uma viagem pelo inferno”, onde relata seu cativeiro) tenha contribuído para mudar em parte o que acontecia no Chile.

Quando você foi solto?

Após dois anos. Nos trouxeram de volta, uns 20 presos, e nos levaram para um regimento na periferia de Santiago. Ali ficamos mais alguns dias detidos. Conversávamos tanto com os milicos, que no final nos tornamos até amigos. Bom, um certo dia, sem mais nem menos, me soltaram.

Era por volta das 11h30min da noite, em um local longe da minha casa. Faltava meia hora para o toque de recolher. Se tivessem me detido, significava cair preso outra vez. Eu e outros prisioneiros liberados começamos a caminhar e nenhum táxi ou micro-ônibus parava para nós. Lá pelas tantas, um taxista gordo, de barba, me reconheceu e parou. Disse a ele: somos seis e acabamos de sair da prisão. Tire-nos daqui, porque se nos prendem outra vez vão nos matar. Subam e me paguem o que quiserem, disse. E foi nos deixando, cada um em sua casa, arriscando sua própria pele. Por último me deixou na casa de minha irmã, ironicamente situada ao lado do Estádio Nacional, ali mesmo onde tinham me detido dois anos e meio antes. Minha irmã ficou louca , quis me esconder embaixo da cama.

Tradução: Katarina Peixoto

Consulta pública sobre Marco Regulatório das Comunicações vai até 7.10

Entenda a consulta

Esta consulta pública pretende reunir contribuições da sociedade civil brasileira para a consolidação de uma Plataforma para um Novo Marco Regulatório das Comunicações.

O que é marco regulatório?

Marco regulatório é o conjunto de leis, decretos e normas que organizam determinado setor – neste caso, a comunicação. Em geral, esse marco regulatório está estruturado a partir de uma lei principal, e está articulado com as políticas públicas implementadas pelo Poder Executivo. No Brasil, a lei principal que incide sobre rádio e televisão é o Código Brasileiro de Telecomunicações, de 1962.

Quem promove?

A consulta é promovida por uma série de entidades nacionais que atuam pela democratização da comunicação, tendo por base as discussões ocorridas no seminário Marco Regulatório – Propostas para uma Comunicação Democrática, realizado pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), com a participação de outras entidades nacionais e regionais, em 20 e 21 de maio de 2011, no Rio de Janeiro.

Por que uma consulta pública?

A comissão de sistematização do seminário optou por consultar o conjunto das organizações e ativistas interessados no tema a fim de consolidar um documento unitário que reflita os diversos pontos de vista dos atores do campo da democratização da comunicação. O objetivo é que este documento seja usado como referência no debate público sobre a mudança do Marco Regulatório das Comunicações, que se iniciará com uma proposta do Ministério das Comunicações a ser apresentada ainda no segundo semestre de 2011.

Como foi construído o texto?

Esta plataforma é a sistematização dos resultados dos grupos de trabalho realizados durante o seminário realizado em maio, que teve por base as resoluções da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Ela foi construída pelacomissão de sistematização, composta por oito entidades nacionais.

A quem ela se destina?

A consulta pretende reunir as contribuições das diversas organizações, coletivos, blogs e ativistas da sociedade civil que atuam pela democratização da comunicação. Sabemos que não é possível construir um consenso que abarque toda a sociedade civil brasileira, mas acreditamos que o campo que atua pela democratização da comunicação pode e deve tentar alcançar uma proposta unitária.

Por que o Brasil precisa de mudanças em seu marco regulatório? Regulação da mídia não pode se configurar como censura? Outros países fazem isso?

Essas perguntas estão respondidas na própria plataforma. Leia e participe.

Como participar?

  • Na página A Plataforma você pode ler o texto completo. Clique nos títulos de cada parte ou de cada diretriz para contribuir em relação àquele item;
  • Você pode inserir uma nova contribuição ou responder a uma contribuição já publicada;
  • As contribuições podem ser propostas de alteração, inclusão ou supressão de trechos, e preferencialmente devem vir acompanhadas de uma justificativa;
  • Se quiser sugerir um item que não esteja contemplado entre as 20 diretrizes da plataforma, apresente a proposta na página Diretrizes fundamentais;
  • Contribuições gerais sobre a Plataforma, que não se encaixem em nenhum dos outros itens, devem ser publicadas em contribuições gerais.

Há moderação sobre as contribuições?

Não há moderação prévia das contribuições, mas está ativo um anti-spam automático que pode se confundir algumas vezes. Se você apresentar uma contribuição e ela não aparecer, ela pode ter sido indevidamente filtrada como spam. A comissão de sistematização fará uma revisão periódica das mensagens caracterizadas como spam para liberar mensagens que tenham sido indevidamente filtradas. Também poderão ser removidos comentários ofensivos ou preconceituosos ou contribuições que não tenham relação com aquele tópico. Neste último caso, o autor do comentário será avisado por e-mail.

O que será feito das contribuições?

As contribuições serão todas sistematizadas pela mesma comissão de oito entidades nacionais que elaborou a plataforma. Elas serão responsáveis pela consolidação do texto final.

Até quando a consulta está aberta?

Até o dia 7 de outubro. A versão consolidada deve ser lançada em 18 outubro, Dia Mundial da Democratização da Comunicação.

Como posso apoiar?

Se você gostou do que leu, pode apoiar a iniciativa de várias formas:

  • Colocar o nome de sua organização, coletivo, blog ou seu apoio individual na página Quem apoia. Basta mandar um e-mail para imprensa@fndc.org.br;
  • Divulgar a consulta colocando banners no seu site (estarão disponíveis em breve);
  • Mandar e-mails para as organizações interessadas sugerindo que participem.

40 Anos de Lions Clube Balneário Camboriú Centro

Neste 40 anos o CLUBE BALNEÁRIO CAMBORIÚ CENTRO  proporciona a percepção e o sentimento da beleza da amizade desinteressada, acreditando na superioridade do espírito de cooperação e de serviço, no transcendente valor da confiança na ajuda ao próximo.

No dia 10 de outubro de 1917, nos Estados Unidos, graças ao ideal de Melvin Jones,  era fundado o Movimento de LIONS CLUBES INTERNACIONAL,  que,  sem fins pol íticos ou religiosos, se propôs a promover os princípios éticos, o bem-estar da coletividade e o congraçamento universal. Hoje existem em torno de 1,35 milhões de sócios de Lions Clubes no mundo, marcando presença em  206  países e regiões geográficas do mundo, em 45.000 clubes de serviço.

O lema oficial da associação é “Nós servimos”. A divisa  ou as iniciais da palavra LIONS têm o seguinte significado: Liberdade, Inteligência, Ordem,Nacionalismo e Serviço.

As cores oficiais são o roxo e o amarelo e o emblema consiste em um “L” maiúsculo de cor dourada sobre um fundo circular de cor roxa. Ao redor do círculo, o perfil de dois leões olhando em direções opostas: um olhando para o passado, orgulhoso do serviço realizado e outro olhando para o futuro, à procura de oportunidades para realizar um novo serviço desinteressa do.

O sócio do Lions Clube  é chamado “Companheiro Leão” ou “Companheira Leão” e a esposa do Companheiro Leão é chamada “Domadora”.

O Lions Clube chegou ao  Brasil em 16 de abril de 1952, com a fundação do Lions Clube Rio de Janeiro.

E no dia 15 de setembro de 1971, nascia em Balneário Camboriú, o primeiro Clube de Lions que se denominou Lions Clube Balneário Camboriú Centro. Este Clube gerou outros Clubes afilhados: Leão do Mar, Barra Sul e Gov. Célio Gascho.

O Este Clube de Lions também apadrinhou o “Leo Clube Balneário Camboriú”, que é um Clube formado por jovens que já na mais tenra idade, sentem em seu coração o desejo por servir desinteressadamente, doando-se em prol dos mais necessitados. Foi fundado em 28 de fevereiro de 1994 e atualmente co nta com 23 associados, do sexo masculino e feminino, com idade entre 12 e 28 anos.

Nestes 40 anos de existência, o Lions Clube Balneário Camboriú Centro já se envolveu nas mais diversas campanhas de doações e serviços em benefício de nossa comunidade: distribuição de cestas básicas, doação de óculos, brinquedos, roupas, calçados e enxovais de bebê, promoção de feiras da saúde, cessão de cadeiras de rodas em comodato e auxílio em catástrofes.

Auxílio a entidades específicas  como APAE, “Pastoral da Criança”, “Asilo São Vicente de Paula”, “Latarte”, “Associação de Recuperação  de Dependentes Químicos Viver Livre”, “Escola de Cães Guia Hellen Keller”, AFADEFI e o Programa PROERD. Promoveu Concursos de Educação para o Trânsito e Cartaz sobre a paz.

Na busca da cidadania, tem participação ativa com m embros efetivos em diversos Conselhos Municipais e Comitês. Fez parcerias com Hospital Santa Inês, Curso de Orientação para Gestantes, Escolas do Município, Creches e Órgãos Públicos. Promove campanhas de civismo, educação, saúde, trânsito, meio ambiente e cidadania.

Para angariar fundos promove “Feijoada Beneficente” há 18 anos, “Café Colonial” há 20 anos, já tendo realizado “Expo Verde Flor”, “Chá da Boneca Viva”, “Jantar Italiano Dançante”, Bazar de Roupas Usadas e “Festa do boi ralado”.

Para realizar tudo isso conta com pessoas abnegadas e comprometidas com o servir, que deixam seus lares, seus afazeres, sua família para doar-se em favor daqueles  menos favorecidos oferecendo seu tempo, seus dons e colocando-os a serviço da comunidade.

O movimento Leonístico é considerado por muitos o maior supermercado de serviço voluntário do mundo. Os fatos estão aí para se comprovar. Muito já foi feito. Muito há ainda para se fazer. Temos orgulho de dizer que somos “Leões”. Não somos perfeitos, nem temos todas as respostas, mas, dentro de nossas possibilidades e limitações, estamos fazendo a nossa parte.

Porque “Nós servimos”.

Morre Grace Kelly, a atriz que virou princesa

Enquanto conduzia seu automóvel pelas montanhas do Principado de Mônaco, a princesa Grace Kelly — após um aparente mal-estar — perde o controle do veículo, sai da estrada e desce uma ribanceira por 50 metros abaixo. Ela morre em decorrência dos ferimentos em 14 de setembro de 1982, aos 52 anos. A filha, Stéphanie, que a acompanhava, também ficou seriamente ferida. Sua morte foi prateada pelos fãs em todo o mundo.

Grace Kelly nasceu em 12  de novembro de 1929 numa família rica de Filadélfia. Aos 17 anos quis se tornar atriz comediante, a despeito da forte oposição de seus pais. Pousou para a publicidade em out-doors e televisão o que lhe permitiu custear o curso de arte dramática em Nova York. Em 1949, Kelly estreou na Broadway em O Pai de August Strindberg. Dois anos mais tarde, desembarcando em Hollywood, atuou numa ponta em Catorze Horas (1951). Seu primeiro grande sucesso chegou em 1952, quando contracenou como esposa de Gary Cooper em Matar ou Morrer, uma das obras-primas dowestern norte-americano.

Consagra-se profissionalment com a indicação ao Oscar de Melhor Coadjuvante graças ao filme de aventura Mogambo (1953), em que participa de um duelo amoroso com Ava Gardner pelos belos olhos de Clark Gable, no coração da floresta queniana. Sua performance consagradora em Amar é Sofrer(1954), drama romântico, como mulher de um cantor e ator alcoólico, interpretado por Bing Crosby, valeu-lhe o Oscar de Melhor Atriz, batendo Judy Garland em Nasce uma Estrela.

Seu ar angelical, sua elegância e doçura natural, sua beleza e glamour seduziram muita gente mais que os realizadores. Comparada a outras atrizes mais sulfurosas como Marilyn Monroe ou Lana Turner, Grace surpreende e se torna rapidamente uma das novas coqueluches dos norte-americanos.

Encontro com Hitchcock

Sua carreira toma um novo curso quando chama a atenção de Alfred Hitchcock, que fará dela uma de suas musas mais célebres. O cineasta inglês assumiu o malévolo prazer de fazê-la sofrer as piores sevícias em seus filmes. Foi a esposa maltratada em Disque M para Morrer (1954) com Ray Milland e Robert Cummings ; uma top-model a quem falta deixar-se matar em Janela Indiscreta (1954) com James Stewart ; ou ainda ajudando Cary Grant a desalojar um ladrão em Ladrão de Casaca (1955). Seu último grande papel aconteceu em 1956 com Alta Sociedade, uma adaptação musical da peça The Philadelphia Story de 1940, co-estrelando com Bing Crosby, Frank Sinatra e Louis ‘Satchmo’ Armstrong.

Todos conhecem a sequência desse conto de fadas. Grace Kelly casa-se com Rainier em 19 de abril de 1956, numa faustosa cerimônia, tornando-se a princesa Grace de Monaco e a primeira norte-americana a reinar sobre um trono. O casal, que havia se conhecido no ano anterior no Festival de Cinema de Cannes, teve três filhos: Caroline, Albert e Stéphanie.

Suas novas obrigações a constrangem a abandonar a carreira cinematográfica e seus filmes seriam proibidos em Mônaco. Ela chegou a interpretar Marnie em Confissõs de uma Ladra (1964) de Alfred Hitchcock, porém os cidadãos monegascos não aceitavam a ideia de ver sua princesa encarnando uma ladra, deixando-se seduzir ainda mais por Sean Connery.

Esta história é, de resto, sintomática da grande admiração que Mônaco dedicava a Grace. Sua morte acidental em 1982 provocou geral consternação. Como suas flores preferidas eram as rosas, Rainier mandou construir um jardim público ornado de rosas em Monte Carlo. Ainda hoje, o destino fádico da princesa Grace, ume mulher generosa dotada de grande distinção, continua a encantar os espíritos sonhadores.

Outros fatos marcantes da data