PMBD de Ilhota elege novo diretório

Dr. Lucas, vereador Lavino e o vice-prefeito Tonho são os pré candidatos do PMDB a prefeito

Os filiados e simpatizantes do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, PMDB de Ilhota, compareceram em grande público no último domingo (27) na convenção municipal que elegeu o novo Diretório e Comissão Executiva para o biênio de 2011/2013. Ao todo, cerca de 1000 participaram do evento que lotou a sede a Associação dos Servidores Públicos.

A única chapa inscrita foi eleita conduzindo o atual presidente Lavino Miguel Nunes, vereador no município, por mais um mandato e conduzirá o novo diretório composto por 60 filiados e a nova executiva do Partido que foi toda renovada. Lideranças da comunidade, vereadores, ex-prefeitos e lideranças regional do partido como Paulo França estiveram presentes. “Somos hoje o maior partido de Ilhota e queremos crescer assim como o município vem crescendo. Queremos contribuir com a política local, dando a continuidade de gestão empregada pelo prefeito Ademar e propondo novos conceitos”, declarou o presidente do partido.

Convenção do PMDB de Ilhota para escolha do novo diretório municipal

Além dessas representações, secretários do governo municipal e partidos que compõem o círculo de alianças estiveram presentes a convenção, simbolizando a união da política local. “Foi à maior de todas as convenções que o PMDB de Ilhota já fez ao longo de sua história. Isso muito me orgulha de fazer parte deste Partido”, declarou o ex-prefeito Hercules.

Durante o evento o partido ofereceu aos seus filiados e simpatizantes um grande almoço festivo que os evolveu durante todo o dia, propiciando a família PMDB um dia diferente de confraternização tendo atrações a todos os públicos. “Esse é o espírito PMDB. Queremos manter nossa família cada vez mais unida e ampliar nossos laços com todos, por isso estamos abertos ao diálogo com outras agremiações partidárias”. A convenção

Prefeito Ademar na convenção do PMDB de Ilhota para escolha do novo diretório municipal

O evento também serviu para apresentar os possíveis pré-candidatos que o partido tem a pleitear nas próximas eleições nas chapas majoritária e proporcional. “Isso é ser um partido organizado”, declarou o prefeito Ademar. O PMDB tem três nomes ao cargo majoritário. Dr. Lucas, vice-prefeito Tonho e vereador Lavino deverão concorrer a vaga comandado por Felisky ao longo de sua administração. “O Partido deverá promover uma consulta interna no início de 2012 para escolha do nome que deverá ser homologado na convenção de junho” finalizou o presidente. Além dos candidatos a prefeito o partido também apresentou os 14 candidatos que deverão pleitear as 9 vagas do legislativo.

O diretório municipal de Ilhota também possui seus representantes na instância estadual. O prefeito Ademar Felisky é membro do diretório estadual e o assessor da juventude Dialison Cleber Vitti é membro da executiva estadual da juventude do Partido.

Convenção do PMDB de Ilhota para escolha do novo diretório municipal

Nova executiva

Presidente: Lavino Miguel Nunes;

1º vice-presidente: Ivanor Januário;

2º vice-presidente: Silvio Januário;

Secretário-geral: Dialison Cleber Vitti;

Secretário adjunto: Clésio Fischer;

Tesoureiro: Adejair Manoel Cordeiro;

Vogais: Carlos Henrique e Sandro Luiz Zimmermann;

Líder da bancada na Câmara de Vereadores: Valindo Reichert;

Suplentes: Ederval Scottini, Marcelo Jacob, Paulo Vilmar Batista e Valdemar Schmitt;

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Em 1864, milícia do Colorado ataca aldeia de indígenas Cheyennes e Araphaos

Cheyenne fotografada por Edward S. Curtis

Causas do massacre de Sand Creek têm raízes no longo conflito pelo controle das Grandes Planícies do Colorado oriental.

A milícia do território do Colorado ataca em 29 de novembro de 1864 uma aldeia habitada pelos indígenas cheyennes e araphaos, em Sand Creek, a leste das Montanhas Rochosas, por ocasião das Guerras Indígenas. No curso da batalha que durou dois dias as forças do coronel John Chivington matariam cerca de 270 nativos, sem distinguir homens, mulheres e crianças. Este episódio suscitaria uma controvérsia, que levaria ao questionamento da política de extermínio dos ameríndios.

As causas do massacre de Sand Creek têm raízes no longo conflito pelo controle das Grandes Planícies do Colorado oriental. O Tratado do Forte Laramie de 1851 garantia a propriedade da área ao norte do rio Arkansas até os limites do estado de Nebraska aos cheyennes e aos arapahoes. Contudo, no final da década, ondas de mineradores euro-americanos inundaram a região em busca de ouro nas Montanhas Rochosas do Colorado, colocando extrema pressão sobre os eventuais recursos das planícies áridas.

Em 1861, as tensões entre os novos colonizadores e os nativos americanos se acirraram. Em 8 de fevereiro, uma delegação Cheyenne, encabeçada pelo cacique Caldeirão Preto, ao lado de alguns líderes arapahoe, ajustaram um novo assentamento com o governo federal. Os ameríndios cederam a maior parte de sua terra mas asseguraram uma reserva de 400 quilômetros quadrados e pagamentos anuais. A delegação alegou que seguidas hostilidades iriam pôr em perigo seu poder de barganha. No mundo político descentralizado de tribos, Caldeirão Preto e seus companheiros delegados representavam apenas uma parte das tribos cheyenne e arapahoe. Muitas não aceitaram esse novo acordo, conhecido como o Tratado do Forte Wise.

Acampamento arapaho, 1870

A nova reserva e os pagamentos federais mostraram-se insuficientes para conter as tribos. Durante a Guerra Civil, as tensões novamente se acirraram e esporádicas violências desataram entre os nativos e os anglo-americanos. Em junho de 1864, John Evans, governador do território do Colorado, tentou isolar os recalcitrantes indígenas, convidando os “amigos índios” a acampar perto das fortalezas militares e receber provisões e proteção. Chamou também voluntários a fim de preencher as lacunas militares deixadas quando a maioria das tropas do exército regular de Colorado foi enviada para outras áreas durante a Guerra Civil. Em agosto, Evans encontrou-se com Caldeirão Preto e diversos outros chefes índios para firmar uma nova paz e deixar a todos satisfeitos. Caldeirão Preto mudou sua tribo para o Forte Lyon, Colorado, onde o comando militar os encorajou a caçar perto de Sand Creek.

No que só pode ser considerado um ato de traição, Chivington locomoveu suas tropas para a planície e em 29 de novembro atacaram os confiados e inocentes nativos, dispersando homens, mulheres e crianças, perseguindo e os encurralando. As baixas refletem a natureza unilateral da batalha. Apenas nove dos homens de Chivington foram mortos; 148 dos seguidores de Caldeirão Preto foram massacrados selvagemente, mais da metade dos quais mulheres e crianças. Os voluntários do Colorado ainda voltaram ao local, matando os feridos, mutilando seus corpos e botando fogo na aldeia.

As atrocidades cometidas pelos soldados foram inicialmente elogiadas, contudo passaram as ser condenadas à medida que as circunstâncias do massacre foram sendo conhecidas. Chivington renunciou à farda e abortou sua florescente carreira militar. Caldeirão Preto sobreviveu, dando prosseguimento aos seus esforços de paz. Em 1865, seus seguidores aceitaram uma nova reserva no Território Indígena.

Governo brasileiro lança página oficial da Rio+20

Rio+20

O governo brasileiro lançou o site oficial da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Durante o evento, organizações e movimentos sociais foram críticos à visão de sustentabilidade defendida por patrocinador da página.

site, em português, está vinculado à plataforma virtual da ONU. Segundo o governo, a ideia é “democratizar a informação sobre o processo da Rio+20” para que a sociedade e a mídia tenham acesso às pautas discutidas.

O lançamento ocorreu no Palácio da Cidade do Rio de Janeiro, na quarta-feira (24), reunindo cerca de 100 pessoas, entre convidados e jornalistas. O Secretário-Geral da Rio+20, Sha Zukang, parabenizou a iniciativa e convidou “a todos os setores da sociedade civil a se engajarem no processo da Conferência”.

Sheila Pimentel, presidente do Instituto Humanitare, um dos patrocinadores do nova página da internet, também compareceu à atividade. Ao expor sua visão sobre sustentabilidade, citou frases de propaganda da mineradora Vale, o que acabou irritando parte da plateia.

De acordo com organizações e movimentos sociais que constroem a Cúpula dos Povos, faz tempo que a Vale tenta pintar uma imagem verde, declarando consciência sobre a preservação do meio ambiente. No entanto, apontam contradição neste discurso pelo fato da empresa ser acusada por diversos crimes ambientais e de violação dos direitos humanos. (pulsar)