Encontro do PMDB reúne mais de 200 pessoas na Churrascaria Toni

Prefeito Ademar Felisky no encontro do PMDB de Gaspar onde reúniu mais de 200 pessoas na Churrascaria Toni

Na noite desta sexta-feira (18) ocorreu o tradicional encontro do PMDB gasparense. Mais de 200 simpatizantes e filiados participaram da confraternização. Na oportunidade houve a filiação de novos integrantes. A do radialista Roni Muller foi abonada pelo ex-governador Paulo Afonso.

O pré-candidato a prefeito, Kleber Wan-Dall, disse que está iniciando uma caminhada difícil, mas que tem certeza que será muito boa. “Quero agradecer a todas as pessoas que direta ou indiretamente estão participando deste projeto. Estamos preparando não um plano de governo, mas um plano de futuro. Vamos levar Gaspar planejada para as próximas décadas. Vamos levar Gaspar para o futuro!”.

Para o presidente do partido, Roberto Pereira, O PMDB demonstra com o encontro que está unido. “Precisamos de pessoas novas na política, com ânimo e vontade de fazer diferente. Precisamos de um prefeito para cidade, para Gaspar, e não para um partido”, ressaltou. Já o presidente de honra, Oswaldo Schneider, mais conhecido como Paca, ressaltou que nesta eleição, o PMDB espera contar com a imprensa, empresários e pessoas que querem uma Gaspar melhor. “Queremos ver a cidade crescer, como cresceu há 40 anos no meu governo, quando criamos vários bairros, como o Sete de Setembro e Santa Terezinha, fizemos a Avenida das Comunidades e construímos diversas escolas. Esta noite vai ficar na história, mostrando que o partido está unido em torno do nome de Kleber Wan-Dall. Precisamos de uma cidade planejada para pelo menos mais 50 anos”.

Em seu discurso, o vereador Raul Schiller disse que, quando desafiado, o PMDB se torna ainda mais forte. “E o nosso fortalecimento vem com a renovação, através de Kleber e Roberto. Hoje estou falando em nome de uma bancada de dois vereadores, mas no próximo pleito falarei em nome de mais parlamentares, com certeza!”.

Diversas autoridades se fizeram presente, como deputado federal, Peninha; secretário de articulação nacional, João Mattos, secretário adjunto estadual de infraestrutura, Paulo França; vice-presidente do PMDB estadual e ex-governador, Paulo Afonso; prefeito de Ilhota, Ademar Felisky, pré-candidato a prefeito em Ilhota, Lucas Gonçalves, ex-deputado estadual, Álvaro Correia; presidente do PSD, Fernando Neves; presidente do PTB, Ernesto Hostins; vereador de Blumenau, Beto Tribess; vereador de Gaspar, Raul Schiller; presidente do PMDB Mulher, Ivete Hammes; vereador Rodrigo Althoff; presidente do PMDB em Ilhota, Lavino Miguel Nunes.

Dr Lucas no encontro do PMDB de Gaspar onde reúniu mais de 200 pessoas na Churrascaria Toni

Discurso de outras autoridades

Paulo França – secretário adjunto estadual de infraestrutura
“A proximidade das cidades de Gaspar e Ilhota é muito importante para o partido, pois se pode trabalhar unido em torno de um único objetivo: eleger os candidatos. expectativa de renovação, de novos métodos e ideias estão tomando conta do Vale do Itajaí. No que eu puder ajudar, ajudarei”.

Paulo Afonso – ex-governador
“Quando fui governador, muitas foram às obras que destinei recursos para Gaspar. O Kleber é jovem, mas dá pra ver que tem experiência. A juventude está participando ativamente da política, o que nos dá muito orgulho. Ser candidato é um ato de coragem, companheirismo e patriotismo”.

Álvaro Correia – ex-deputado
“Há  50 anos formávamos a diretoria do MDB. Este partido que fundamos está vivo ainda e vamos rumo a vitória no dia 07 de outubro”.

João Mattos – secretário de articulação nacional
“Quero ser um dos padrinhos políticos do Kleber, assim como fui do prefeito de Ilhota, Ademar Felisky. Quero que você faça um trabalho extraordinário em Gaspar e tenho certeza que vais fazer. Continue contando com o João Mattos. Conduziremos o Kleber à prefeitura de Gaspar”.

Peninha – deputado federal
“Quero fazer duas referências. Primeiro ao ex-deputado Álvaro, que está lançando um livro sobre a história de Gaspar. E, em segundo, a candidatura do Kleber. Em dezembro passado estivemos no Gaspar Grande e lançamos o nome do Paca. Depois, por problemas de saúde, ele acabou tirando seu nome. O PMDB tinha que ter candidato a prefeito e surgiu o nome de Kleber. Ele é jovem e representa renovação e mudança”.

Ademar Felisky – prefeito de Ilhota
“A maior riqueza do homem é proporcionar o bem às pessoas. E este é o papel de um prefeito. E para ocupar este cargo é preciso ter coragem. Hoje, para ser político, precisa ter coragem. A você, Kleber, digo que a semente da política a gente planta hoje e colhe muito rápido. Que você tenha muitos frutos a colher em outubro”.

Lucas Gonçalves – pré-candidato a prefeito de Ilhota
“Todo o sonho que se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha junto, pode ser uma realidade. Estou sonhando contigo e vamos comemorar juntos em Outubro a nossa vitória”.

Rodrigo Althoff – vereador
“É uma satisfação estar à mesa com autoridades tão queridas e importantes. Enquanto vereador, sempre pedi ao Kleber que colocasse o seu nome à disposição. O Partido Verde vai apoiá-lo. Gaspar precisa de renovação. O Kleber está preparado para administrar Gaspar”.

Fernando Neves – presidente PSD
“Somos parceiros do PMDB. Temos um adversário em comum. A gente se une para o bem, não dos partidos, mas da cidade. Gaspar ainda pode ser referência no estado em diversos setores. Tem potencial”.

O Brasil e as novas gerações merecem a verdade, afirma presidenta Dilma

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de instalação da Comissão Nacional da Verdade, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (16), no Palácio do Planalto, ao dar posse aos integrantes da Comissão da Verdade, que o Brasil e as novas gerações merecem a verdade. Segundo Dilma, a comissão, que terá prazo de dois anos para apurar violações aos direitos humanos ocorridas no período entre 1946 e 1988, que inclui a ditadura militar (1964-1985), não será pautada pelo revanchismo e pelo ódio.

“O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia. É como se disséssemos que, se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca mesmo, pode existir uma história sem voz. E quem dá voz à história são os homens e as mulheres livres que não têm medo de escrevê-la.”.

Segundo a presidenta, a criação da Comissão da Verdade não foi movida pelo desejo de reescrever a história. Para Dilma, a instalação da comissão é a celebração da transparência da verdade de uma nação que vem trilhando seu caminho na democracia.

“Ao instalar a Comissão da Verdade não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do que aconteceu, mas nos move a necessidade imperiosa de conhecê-la em sua plenitude, sem ocultamentos, sem camuflagens, sem vetos e sem proibições”.

Dilma afirmou que os sete integrantes da Comissão da Verdade – Cláudio Fonteles, Gilson Dipp, José Carlos Dias, João Paulo Cavalcanti Filho, Maria Rita Kehl, Paulo Sérgio Pinheiro e Rosa Maria Cardoso da Cunha – foram escolhidos pela competência e pela capacidade de entender a dimensão do trabalho que vão executar.

“Ao convidar os sete brasileiros que aqui estão e que integrarão a Comissão da Verdade, não fui movida por critérios pessoais nem por avaliações subjetivas. Escolhi um grupo plural de cidadãos, de cidadãs, de reconhecida sabedoria e competência. Sensatos, ponderados, preocupados com a justiça e o equilíbrio e, acima de tudo, capazes de entender a dimensão do trabalho que vão executar. Trabalho que vão executar – faço questão de dizer – com toda a liberdade, sem qualquer interferência do governo, mas com todo apoio que de necessitarem”, disse a presidenta.

Na cerimônia, a presidenta também falou sobre a Lei de Acesso à Informação, que passa a vigorar a partir de hoje, junto com a Comissão da Verdade.

“A nova lei representa um grande aprimoramento institucional para o Brasil, expressão da transparência do Estado, garantia básica de segurança e proteção para o cidadão. Por essa lei, nunca mais os dados relativos à violações de direitos humanos poderão ser reservados, secretos ou ultrassecretos”.