30 anos da tragédia do Sarriá: assista ao VT completo de Brasil 2 x 3 Itália

Enquanto o Corinthians festeja – merecidamente – o título da Libertadores da América, e Palmeiras e Coritiba vivem a expectativa do primeiro jogo da final da Copa do Brasil, os torcedores dos outros times brasileiros têm com o quê se ocupar nesta quinta-feira, dia 5 de julho: relembrar os 30 anos da derrota do Brasil para a Itália por 3 a 2 que tirou o time de Telê Santana da Copa de 82, uma das maiores injustiças da história do futebol mundial.

O jogo aconteceu no estádio Sarriá, em Sevilha, e o atacante Paolo Rossi fez a festa marcando os 3 gols da Itália, dois em cima do Júnior (que na época dominava as paradas com o “Voa canarinho, voa”) e um com passe açucarado do Toninho Cerezo. Na época, eu tinha 9 anos e o futebol já era parte importante no meu dia a dia. Acompanhava meu pai nos jogos do Avaí no estádio Adolfo Konder (onde hoje fica o Beiramar Shopping) e ouvia com atenção os programas de esportes da rádio Guarujá. Mas em termos de Copa do Mundo, aquela da Espanha era a primeira que acompanhava, assistindo aos jogos e comprando chiclete Ping-Pong adoidado para conseguir figurinhas para o álbum e para as disputas de bafo na escola.

No Brasil x Itália, lembro até hoje, assistimos na casa de parentes, reunidos para um almoço especialmente preparado para a ocasião. O bom é que minha noção de futebol aos 9 anos não me permitiu ficar triste com a derrota. O que ficou para mim foi a inspiração para seguir gostando de futebol, de levar para as peladas alguma coisa daqueles gênios do time do Telê, principalmente o Éder, certamente o ídolo de todo garoto canhoto que, com a camisa 11, se sentia confiante para chutar de longa distância ou cobrar faltas com força e precisão. Meu caso… Aliás, uma das dúvidas para tirar de Brasil x Itália é: cadê o Éder no jogo? Não fez gol e apareceu pouco no jogo.

Para relembrar cada minuto da partida e conferir se foi mesmo uma injustiça, que tal assistir ao jogo completo e não apenas os melhores/piores momentos? Encontrei no YouTube a transmissão da Globo, com narração do Luciano do Valle, em grande fase.

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Primeira campanha de doação de sangue de Navegantes acontece nesta quinta-feira

Doação de sangue

Acontece nesta quinta-feira, em frente à Igreja Matriz, a 1ª Campanha de Doação de Sangue de Navegantes, uma realização do Hemosc e Secretaria Municipal da Saúde.  O ônibus do Hemocentro de Santa Catarina estará no município das 08h30min às 17h30min e fará as coletas de sangue.

O diretor de Vigilância em Saúde, Juliano Busana, pede para que todos se sensibilizem e contribuam para esta campanha, que é um ato de amor e salva muitas vidas.

O sangue recolhido na campanha será destinado para o banco de sangue da Hemosc. O sangue é utilizado em pacientes que perdem muito sangue e precisam fazer uma transfusão para repor o sangue que foi perdido. É utilizado ainda em cirurgias muito longas, para garantir e manter a quantidade de sangue necessária no paciente.

Algumas doenças como a hemofilia, que se caracteriza pela dificuldade do corpo em conter sangramentos, também dependem quase que exclusivamente da solidariedade do próximo para sobreviver.

Helvéticos com o pé direito: review, entrevista e promoção do primeiro disco do trio

Helvéticos: Da esquerda par direita André, Cainã e Murilo

Não é de hoje que a região do litoral norte catarinense carece de bons nomes de rock autoral e quando um dos expoentes do cenário local nos últimos anos, a Helvéticos, resolve botar a cara a tapa e lançar um disco completo com suas composições, reunindo dez canções entre regravações e sons inéditos aos fones de ouvido, a expectativa aumenta ainda mais.

Levando o próprio nome da banda, como reza a cartilha de alguns clássicos do rock´n roll, o álbum de estreia chegou a web na segunda-feira, dia 25, no site da banda (www.helveticos.com.br) e tem a festa de lançamento marcada para o próximo sábado, dia 30, quando o grupo bota no roda a bolachinha física, no Magic Bus.O bar fica no topo do morro de Porto Belo, na “marca do pênalti” da divisa com Bombinhas, cidade natal dos Helvéticos.

Pra honrar os sapatos que calçam

Gravado em Itapema, no Gaia Estúdio, as dez faixas possuem produção de tirar o chapéu para o estúdio e para a banda liderada por Cainã Moreira, que junto com seus parceiros assumiu a responsa de produzir o disco por conta própria, fazendo jus ao batido termo “independente”.

A inclusão de teclado – gravado por Diego Rolim – foi a cartada que faltava para completar o som do trio. O grupo acerta também com bom gosto na escolha de timbres e arranjos, descaracterizando um pouco o som “esporrento” conhecido dos shows para um rock´n roll que honra os sapatos de couro dos rapazes, em especial nas levadas country que se sobressaem em algumas faixas.

Justamente essa polida no álbum aponta a direção que os Helvéticos buscam seguir em sua promissora carreira no meio independente nacional. Não confunda polido com marasmo musical, afinal, os riffs e a pegada agressiva do trio seguem quentes em algumas escolhas de seu repertório, mas na queda de braços entre a linha garageira ruidosa e a escola clássica, eles ficaram com a segunda opção.

Influência notória das adaptações feitas na fusão de Beatles e The Who por diversas bandas gaúchas nas últimas décadas, de onde é impossível não citar os bons tempos da Cachorro Grande como referência mor para a Helvéticos.

Capa do disco dos Helvéticos

Com a palavra o Sr. Helvético

Embora Murilo Costa, no baixo, e André Fuck, na bateria, tenham dado aos Helvéticos a melhor combinação de “cozinha” de seus três anos de vida, não haveria banda não fosse Cainã Moreira, guitarrista, vocalista e fundador do grupo no inverno de 2009. Após experimentar várias formações, o frontman parece ter encontrado os pares ideais para dar vida ao álbum e ao sonho de buscar estradas mais distantes do que as de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que o trio já conhece de cabo a rabo em suas andanças pelo Sul.

Um dia após o lançamento virtual de seu primeiro álbum oficial, que sucede dois EPs e uma demo na discografia dos Helvéticos, Cainã respondeu a três perguntas do Válvula Rock, que você pode ler no nosso blog – www.valvularock.wordpress.com – já que o novo site será lançado durante o mês de julho, com direito a festa e rock, é claro!

Como tem sido a repercussão do álbum de estreia?

Cainã Moreira: Lançamos o disco ontem (dia 25) e ontem mesmo a movimentação foi bem grande,bastante gente vindo falar bem do trabalho e a gente também já tava com o pé mais firme desse disco.Hoje descobrimos que foram quase 500 downloads do disco só ontem, então eu acho que tá chegando em bastante gente.

 Vocês já tinham alguma experiência em estúdio, e agora entraram nele “pra valer” pra gravar um álbum de verdade na cara e na coragem, produzindo por conta própria e dando conta do recado. Pra você, quais foram os méritos da banda na produção do disco?

Cainã Moreira: A gente achava que tinha (experiência), porque a gente já tinha gravado os EPs e demos, mas depois desse disco a gente viu que a coisa não era bem assim. O pessoal do estúdio e tudo que a gente pôde usar era muito profissional, tudo bem feito, não teve espaço pra falha. Não sentimos que faltou algo, do jeito que ele está é o jeito que a gente queria que ficasse. Quanto à produção a gente preferiu assumir a bronca porque conhecemos muito bem o que a gente quer transmitir nas músicas… cada efeito, cada detalhe, volumes e tudo mais, preservamos a essência da banda com isso. E o que nos ajudou a ter isso tudo definido foram os ensaios de pré-produção, deixamos tudo pronto, cada solo, cada riff, cada virada, tudo já pensado então chegamos no estúdio com o disco todo na nossa cabeça, daí foi fácil.

Quais os projetos da banda com o disco embaixo do braço, o teclado vai ser incorporado nos shows? O que o público pode esperar ver na tour de lançamento do álbum?

Cainã Moreira: Como esse foi um trabalho maior, mais elaborado, queremos rodar bastante com ele, então muita estrada! Além disso, também queremos partir pra parte dos clipes, coisa que já sentimos vontade há muito tempo e com o disco na mão, fica mais legal! Quanto ao teclado tentaremos carregar pra maioria dos shows, encorpou a banda muito bem. Os shows que vem por aí vão ser muito divertidos, a banda tá cada vez mais agitada e ficamos um bom tempo fora dos palcos preparando o disco, então agora voltaremos fervendo!

Uma bolachinha pode ser sua!

Baixou o disco no site do Helvéticos, mas tá afim de receber em casa um CD físico do grupo, com direito a brilhante arte do ilustrador itajaiense Diego Oliveira na capa e no encarte?! Mande um e-mail paracontato@valvularock.com.br e diga que ficou sabendo da promoção através do blog do Válvula Rock, não esqueça de acrescentar na mensagem seu endereço completo para o envio e um telefone de contato. Um felizardo será sorteado para receber o álbum no aconchego do seu lar. Na próxima semana sai o resultado.

Se você não ganhar, não desanime, além de estar vendendo nos shows e em algumas lojas da região por R$10, os Helvéticos também aceitam encomenda pelo e-mail: falecom@helveticos.com.br.

Reprovação de contas de campanha não impede candidaturas

Ficha Limpa

Por maioria de votos, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a falta de aprovação de contas de campanha não impede a obtenção, pelos candidatos, da certidão de quitação eleitoral e do registro de candidatura nas Eleições 2012.

Ao apresentar seu voto-vista na sessão administrativa desta quinta-feira (28), o ministro Dias Toffoli desempatou o julgamento em favor do pedido de reconsideração apresentado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que solicitava que o TSE voltasse atrás em sua decisão, tomada no dia 1º de março, que passou a exigir dos candidatos a aprovação das contas eleitorais para a obtenção do registro. Toffoli solicitou vista do pedido na sessão do dia 26 de junho, quando o julgamento estava empatado em três votos a três.

Após mencionar a evolução do tema no TSE, o ministro Dias Toffoli votou com os ministros que acolheram o pedido do PT, que foi apoiado por outros 13 partidos. Segundo Toffoli, a legislação eleitoral em vigor não exige a aprovação das contas eleitorais para que os candidatos às eleições municipais deste ano obtenham o registro de candidatura.

“A jurisprudência é no sentido de que a apresentação das contas de forma regular não constitui óbice à obtenção da certidão de quitação eleitoral, conforme o disposto no parágrafo 7º do artigo 11 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), inserido pela Lei nº 12.034 [de 2009]”, disse o ministro.

De acordo com  ele, a legislação eleitoral estabelece que a certidão de quitação eleitoral abrangerá exclusivamente a apresentação de contas de campanha. “O legislador pretendeu disciplinar a matéria de forma clara, estabelecendo um critério legal que até então era disciplinado apenas por meio de instruções desta Corte. Não vejo como suplantar o texto da lei, para estabelecer requisito não inserido no dispositivo legal”, afirmou.

O ministro disse que as irregularidades na prestação de contas de candidatos, que acarretarem sua desaprovação, poderão fundamentar a representação prevista no artigo 30-A, que trata de arrecadação e gastos ilícitos de campanha, da Lei das Eleições, o que pode causar a perda do diploma do candidato eleito e a sua inelegibilidade. “Aí sim há inelegibilidade decorrente das contas, mas após a ação”, destacou Toffoli.

“Creio, portanto, que o requisito para a obtenção da certidão eleitoral no que se refere à prestação de contas de campanha deve ser o da apresentação das contas”, disse o ministro.

No entanto, o ministro Dias Toffoli ressalvou que as contas apresentadas desacompanhadas de documentos que possibilitem a análise dos recursos arrecadados, ou seja, “aquelas que forem apresentadas de maneira fajuta”, devem ser consideradas não prestadas, originando, assim, a falta de quitação eleitoral.

Votaram a favor do pedido de reconsideração do PT os ministros Dias Toffoli, Gilson Dipp, Arnaldo Versiani e Henrique Neves. E pela obrigatoriedade da aprovação das contas eleitorais para a obtenção do registro de candidatura votaram a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, e os ministros Marco Aurélio e Nancy Andrighi.

Na sessão administrativa desta quinta-feira, faltava apenas o voto do ministro Dias Toffoli para o término do julgamento do pedido.

Reconsideração

O pedido de reconsideração foi apresentado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e endossado por outras 13 legendas (PMDB, PSDB, DEM, PTB, PR, PSB, PP, PSD, PRTB, PV, PCdoB, PRP e PPS). No documento encaminhado ao TSE, todos alegaram que o entendimento adotado para as eleições deste ano, conforme a Resolução 23.376 do TSE, afronta a legislação eleitoral e a própria Constituição Federal.

As legendas afirmaram que a Minirreforma Eleitoral (Lei nº 12.034/2009) deixou claro que a abrangência da quitação eleitoral inclui apenas a apresentação das contas pelo candidato, afastando a exigência do julgamento do mérito. Para os partidos, eventuais irregularidades poderão ou não resultar em penalidades de restrição ou cassação de direitos desde que o processo judicial seja instaurado com as devidas garantias constitucionais asseguradas ao acusado.

Assim, no entendimento das agremiações, o TSE teria criado uma “sanção de inelegibilidade não prevista em lei”, contrariando a legislação eleitoral e os princípios constitucionais da segurança jurídica e da anterioridade da lei eleitoral.

Processo relacionado: Inst 154264

“A disputa pela cidade: conflitos urbanos e resistência popular” é o tema da 4º jornada da moradia digna

Jornada em Defesa da Moradia DignaA 3ª Jornada em Defesa da Moradia Digna representou um novo momento de articulação entre entidades, órgãos públicos e movimentos sociais, preocupados com as questões urbanas e comprometidos com a concretização do direito à moradia digna e à cidade.

Assim como ocorreu nas 1ª e 2ª jornadas, pretendeu-se com esse evento construir espaços coletivos de formação e mobilização da sociedade – em especial de alguns segmentos como população em situação de rua e moradores de assentamentos precários – onde se possam partilhar experiências, ampliar conhecimentos e sensibilizar a sociedade para a situação de exclusão que tem acompanhado a construção de nossas cidades.

Em 2007, realizamos a 1ª Jornada Pela Moradia Digna, que promoveu a reunião de movimentos sociais, instituições governamentais e não governamentais em um grande “mutirão da cidadania”, cuja finalidade mais geral era orientar a população nos campos jurídico, da arquitetura e engenharia, da saúde e nas questões sociais relacionadas à efetivação da cidadania. Todas as atividades foram organizadas no sentido de contribuir para a capacitação dos participantes no enfrentamento das questões que impedem o acesso a uma moradia digna e a uma cidade justa.

Em 2009, realizamos a 2ª Jornada de Moradia, com o tema: Equilibrar Direitos e Conquistar a Cidadania. Moradia e Meio Ambiente, com foco na discussão da habitação social e na questão ambiental.

Antecedendo a realização de ambos os eventos, realizamos um conjunto de atividades preparatórias de articulação e divulgação, com foco no fortalecimento das comunidades locais e na construção de espaços de debate sobre cada realidade específica: as pré-jornadas.

Em 2011 nos dias 26 e 27 de fevereiro a 3ª Jornada pela Moradia Digna, ocorreu tendo como tema principal: “O impacto dos mega projetos e a violação do direito à cidade”.

Nossa proposta é repetir na construção da 4ª Jornada, esse movimento de mobilização, diálogo e partilha entre aqueles que lutam por uma cidade justa para todos e todas, promovendo durante o ano de 2012 as pré-jornadas que culminarão, no grande dia da 4 ° Jornada, cujo tema é  “A Disputa pela Cidade: Conflitos Urbanos e Resistência Popular”.

O Pólis organizou as Jornadas 1° e 2°, participou dando palestras na jornada 3°, e agora compõe também a  4ª Jornada.

ONGs lançam Declaração da Liberdade na Internet

ONGs lançam Declaração da Liberdade na Internet

Projeto tem cinco pontos: liberdade de expressão, inclusão digital, abertura da internet, incentivo à inovação e garantia da privacidade.

Uma série de organizações ligadas à liberdade da internet, startups de tecnologia e ativistas da cultura livre lançaram nesta segunda-feira um abaixo-assinado que pede que governantes garantam os direitos básicos do internauta ao aceitarem os pontos que formalizariam uma ‘Declaração da Liberdade na Internet’. A petição tem cinco princípios básicos: liberdade de expressão, inclusão digital, abertura da internet, incentivo à inovação e garantia da privacidade. “Acreditamos que uma internet livre e aberta pode gerar um mundo melhor”, explica o site do projeto. “Para manter a liberdade da rede, nós pedimos que comunidades, indústrias e governos reconheçam esses princípios. Acreditamos que eles podem ajudar a trazer mais criatividade, mais inovação e sociedades mais abertas”.

Declaração da Liberdade na Internet

projeto conta com o apoio de algumas organizações importantes do campo dos direitos humanos (Anistia Internacional, Global Voices e Repórteres Sem Fronteiras), da academia (Centro pela Democracia e Tecnologia de Harvard), empresas de internet (Fundação Mozilla) e entidades que lutam juridicamente pela proteção dos direitos dos internautas (Eletronic Frontier Foundation). Também assinaram a petição algumas pessoas notórias, como o fundador do BoingBoing Cory Doctorow e o escritor Neil Gaiman, criador do personagem de quadrinhos Sandman.

A iniciativa foi liderada pela ONG FreePress, que pediu a opinião de internautas em diversas plataformas antes de finalizar os pontos da Declaração. De acordo com o diretor da organização Josh Levy, em entrevista ao Mashable, a ideia é “abrir a discussão sobre o que uma internet livre significa” e fornecer mais informações para o público em geral de porque isso é importante para a sociedade.

Você pode assinar a petição no site InternetDeclaration.org.

Violeta de Outono: O novo disco e o futuro do Rock Progressivo

O Violeta de Outono lança neste mês de julho seu novo álbum, “Espectro”. Pouco antes do show de pré-lançamento do álbum, que acontece no próximo dia 12 de julho na Choperia do SESC Pompéia, em São Paulo, Fabio Golfetti (guitarra e voz) e Gabriel Costa (baixo) receberam o Território da Música/Rock Online para uma conversa.

Os músicos falaram sobre as novas composições e sobre a gravação no Estúdio Mosh, em São Paulo, utilizando tanto equipamentos digitais como analógicos. O material para o novo disco chegou a ser praticamente descartado durante o processo de composição. Alguns temas foram reaproveitados, mas todas as faixas ganharam novos arranjos.

Fabio e Gabriel falaram também sobre o conceito de “Espectro”, a arte da capa e as letras das músicas. No final da entrevista, ambos discutem o futuro do Rock Progressivo. Confira o vídeo com a entrevista na íntegra.