As inscrições para o Fórum Mundial da Juventude seguem até 15 de setembro

Fórum Mundial da Juventude

Em dezembro, jovens de até 29 anos de idade de várias partes do planeta se encontrarão na Indonésia para discutir sobre alguns pontos debatidos na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), realizada em 1994, no Cairo, Egito. O Fórum Mundial da Juventude da “CIPD depois de 2014” ocorrerá entre os dias 4 e 6 de dezembro, em Bali, na Indonésia. Interessados/as em participar do evento têm até o dia 15 de setembro para realizar a inscrição.

O Fórum, de acordo com informações da páginado evento, tem a intenção de discutir assuntos voltados para as juventudes e que tenham o objetivo de contribuir para as questões debatidas na CIPD. “Especificamente, o Fórum trata de abordar as questões e prioridades emergentes para os jovens a nível mundial e de assegurar que esses assuntos sejam fundamentais para os resultados do processo de exame da CIPD”, destaca convocatória.

Segundo o comunicado do Fórum, jovens de até 25 anos de idade representam 43% do total da população mundial. A ideia é reunir representantes dessa parcela da população para discutir sobre questões da agenda mundial de desenvolvimento para os próximos anos. No evento, as discussões terão como base cinco eixos temáticos: conservar a saúde; sexualidade, famílias e direitos; oportunidades de emprego decente e equitativo; liderança e participação dos jovens; e educação.

Para participar

Os/as interessados/as em participar do Fórum Mundial da Juventude têm até o dia 15 de setembro para preencher o formulário de submissão. Podem participar homens e mulheres com menos de 30 anos de idade (de preferência com menos de 25 anos) que trabalhem – de forma remunerada ou voluntária – para organizações da sociedade civil envolvidas em desenvolvimento de políticas em nível nacional e local, que sejam lideranças que trabalham em algum campo que contribua para o Programa de Ação da CIPD.

Os/as candidatos/as devem ainda possuir compromisso com os valores da CIPD, experiência de liderança, comprometimento com as atividades depois do Fórum, inovação na área de desenvolvimento e aplicação de políticas, e vontade de liderar debates e discussões durante o evento.

CIPD

A Conferência Internacional sobre a População e o Desenvolvimento (CIPD) ocorreu em 1994, no Cairo, Egito, com a participação de 179 delegações de Estados parte da ONU. Na ocasião, foi elaborado e aprovado o Programa de Ação sobre População e Desenvolvimento, documento que destaca ações relacionadas à população e desenvolvimento para as duas décadas seguintes.

O documento aponta objetivos como: educação, direito à saúde da mulher, redução da mortalidade materna e infantil, além de assuntos relacionados à população, meio ambiente, família, migração, comunicação, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, entre outros.

Saiba mais em: http://icpdbeyond2014.org/key-events/view/13-icpd-global-youth-forum

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Não à Mineração na Grande Barreira de Corais

Grande Barreira de Corais

A Austrália pode permitir que magnatas da mineração construam um dos maiores portos de embarque e desembarque de navios cheios de carvão em cima do ecossistema da Grande Barreira de Corais — dando acesso a 8 bilhões de toneladas extras de carvão, responsável pela destruição do nosso planeta, e colocando em risco a sobrevivênvia dessa impressionante área, um Patrimônio Natural da Humanidade.

Ativistas na Austrália já estão pressionando o governo e até mesmo a UNESCO se pronunciou, mas é um banco público dos EUA que é a espinha dorsal desse projeto. Uma pressão global sobre este banco pode envergonhá-lo internacionalmente e colocá-lo no centro das atenções das questões climáticas durante o debate eleitoral nos Estados Unidos.

Vamos aumentar a pressão sobre o presidente do banco, Fred Hochberg, e exigir quesuspendam o financiamento do projeto de mineração na barreira de corais. Temos apenas alguns dias — agora, o presidente deste banco se encontra na Austrália participando de reuniões. Clique abaixo para se juntar ao chamado para salvar a barreira de corais e a Avaaz entregará as nossas vozes para o sr. Hochberghttp://www.avaaz.org/po/the_great_barrier_coal_mine_global/?bYLqhbb&v=17177.

O enorme projeto do porto de carvão levaria a já sensível barreira de corais a um ponto limite próximo de sua destruição ao construir um terminal de exportação dentro das águas em que se encontram os corais — e inundando o mercado com mais 8 bilhões de toneladas de carvão exportados. Esse novo porto permitiria que até 20 navios navegassem por dia sobre essas águas puras, levando o carvão da Austrália até a China. Nós já vimos o tipo de dano que estes navios podem causar em 2012 quando um navio afundou, deixando uma ferida de 3 km de comprimento no ecossistema único dos corais.

Nesse momento, a proposta está encontrando empecilhos após a UNESCO relatar que o desenvolvimento de carvão é prejudicial aos corais, e o governo australiano interveio no projeto e solicitou uma revisão do relatório ambiental. Se conseguirmos cortar o financiamento na fonte, podemos causar mais um impacto ao projeto e ajudar a impedir por completo a operação de mineração.

O Banco de Exportações-Importações dos EUA já está enfrentando problemas no país com a política local e quer evitar quaisquer outras polêmicas. Um protesto gigante neste momento pode impedí-los de destruir ainda mais o maior e mais espetacular cenário submarino do mundo. Assine agora e a Avaaz entregará a mensagem diretamente para o presidente do banco, Fred Hochberg: http://www.avaaz.org/po/the_great_barrier_coal_mine_global/?bYLqhbb&v=17177.

Milhões de membros da Avaaz em todo o mundo lutaram pelo nosso planeta — erguendo suas vozes nas negociações sobre mudanças climáticas em Copenhague e no Rio de Janeiro, e garantindo vitórias para proteger nossos oceanos na Austrália, e a Amazônia no Brasil. Agora, vamos nos unir mais uma vez para proteger a majestade da Grande Barreira de Corais da ganância da mineração.

Com esperança, Emma, Allison, Emily, Ricken, Paul, Wissam e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações (em inglês)

Em setembro tem curso de formação de pregoeiros

formação de pregoeiros

Com o objetivo de debater a licitação pública na modalidade pregão, presencial e eletrônico, e a contração mediante registro de preços, a Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI) promove nos dias 25 (das 8h30 às 17h30) e 26 (das 8h30 às 12h) de setembro, no Hotel Sesc de Blumenau, o curso de formação de pregoeiros.  A capacitação é direcionada presidentes e membros de comissão de licitação, pregoeiros, membros de equipe de apoio, chefes de departamento de compras, assessores jurídicos e demais interessados.

O responsável por lecionar no curso será Edinando Luiz Brustolin, advogado e mestre em Direito. Ele abordará desde o conceito de pregão até os detalhes mais complexos dessa modalidade de licitação e o Sistema de Registro de Preços (SRP). Quem se interessou deve inscrever-se no site da AMMVI (www.ammvi.org.br) obrigatoriamente até o dia 10 de setembro.

O jogo não terminou. Compartilhe!

O jogo não terminou. Compartilhe!

A gente fez o chamado e você atendeu: ultrapassamos as 400 mil assinaturas pelo projeto de lei do desmatamento zero. Na última semana, o Dia de Mobilização pelas Florestas movimentou as redes sociais e o assunto foi um dos mais citados no dia. O resultado foram milhares de novas assinaturas por esse projeto de iniciaiva popular.

Mas ainda não chegamos lá. Precisamos de 1,4 milhão de pessoascomprometidas com essa causa. E precisamos de você para espalhar essa ideia. Quando o número for atingido, o projeto será encaminhado ao Congresso.Compartilhe!

E se você quer contribuir ainda mais, junte-se a nósO Greenpeace é uma organização independente, que não aceita dinheiro de empresas, governos ou partidos políticos. Dependemos da sua contribuição para continuarmos denunciando crimes ambientais e propondo soluções como a do desmatamento zero.

Use o Facebook para entrar no mercado de trabalho

Facebook do dcvitti

Facebook é o espaço onde podemos interagir com nossos amigos, certo? Errado. Há muito tempo as redes sociais viraram espaços virtuais com representação de toda a sociedade. E o Brasil embarcou com tudo nas redes sociais!

Além dos seus amigos e colegas, seu chefe, sua família e o cara da padaria podem ser usuários das redes sociais. Sites e plataformas sociais foram apropriadas pelo capital. Muitas empresas fazem marketing, relacionamento, captação de talentos e outras coisas através do Facebook, orkut, Linkedin, Istangram…

O fato é que as redes sociais são uma ferramenta de busca por novos funcionários. Saiba como atrair e aproveitar as oportunidades que estão na rede.

10 mandamentos do uso (saudável e $$) do Facebook

  1. Muito cuidado com o português. Caso seja necessário, utilize o corretor ortográfio do seu programa de texto (Word, Br Office…), dicionários ou gramáticas digitais.
  2. Cuide do seu perfil. Ele é o seu corpo virtual. É através dele que as pessoas te conhecerão na rede. Por isso, muita atenção ao preencher seus dados, preferências e fotos.
  3. NUNCA poste palavrões, pornografia ou comentários discriminadores. (Aquela provacação tradicional aos torcedores do time rival deve ser SAUDÁVEL).
  4. Evite falar mal do seu emprego, escola e amigos. Existem muitas maneiras de se dizer a mesma coisa. Faça críticas construtivas e respeitosas!
  5. Só poste fotos que você mostraria para a sua mãe, diretora e chefe (mais cedo ou mais tarde essa galera vai te achar no Facebook).
  6. Poste coisas que te motivam. Pode ser uma citação, foto, história, música ou qualquer coisa que torne o seu dia mais legal.
  7. Participe de grupos que sejam condizentes com seus interesses.
  8. Leia os tweets. Muitos amigos ou/e empresas divulgam oportunidades em seus perfis e páginas! Fique atento!
  9. Faça relacionamento! Não tenha medo de interagir, adicionar pessoas conhecidas ou enviar mensagens para pessoas que você admira ou deseja conhecer! ATENÇÃO: NÃO SEJA CHATO, INSISTENTE ou/e PUXA-SACO.
  10. VIVA! Ninguém consegue ser legal e agradável no Facebook sem ter uma vida real. Minhas três principais dicas são: leia muito, observe o mundo e interaja.

Santa Catarina terá centros de reabilitação em Chapecó e Joaçaba

Vera Mendes - Representante do Ministério da Saúde

A cidade de Chapecó vai ganhar um centro de reabilitação para pessoas com deficiência física, auditiva, visual e intelectual, enquanto Joaçaba vai contar com um centro para atender pessoas com deficiência física e auditiva. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (8) pela coordenadora da Área Técnica do Ministério da Saúde, Vera Mendes, que esteve em Florianópolis para tratar da implantação do programa “Viver sem Limites”, do governo federal, em Santa Catarina.

O objetivo é criar uma rede estadual de cuidados da pessoa com deficiência, que atuará em quatro eixos: educação, acessibilidade, inclusão social e saúde. O projeto do governo federal foi lançado no fim do ano passado p ara estruturar essa rede em todos os estados. Para isso, a União disponibilizará recursos. Apenas na área da saúde, em 2012, estão disponíveis quase R$ 250 milhões.

Para viabilizar a rede estadual, foi criado um grupo condutor composto por várias instituições, entre elas a Assembleia Legislativa, representada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Nesta quarta-feira, o grupo realizou sua primeira reunião, com a presença de Vera Mendes e do secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande. À tarde, o grupo foi recepcionado no gabinete da Presidência pelo deputado Gelson Merisio (PSD).

Metas

De acordo com Casagrande, a rede objetiva a descentralização do atendimento a algumas especialidades, a ampliação do acesso aos serviços, a qualificação dos profissionais envolvidos, além da humanização do tratamento das pessoas com deficiências.

A representante do Ministério da Saúde informou que já estão empenhados neste ano R$ 6 milhões para iniciar as obras dos centros de reabilitação em Santa Catarina. Os recursos serão utilizados também para reformas em um centro já existente na Grande Florianópolis. 

Santa Catarina deu um passo importante na criação da rede de cuidados. Podemos dizer que o estado já está basta nte avançado e, com o trabalho que vem sendo realizado, poderá se tornar referência no país, afirmou Vera Mendes.

Para o deputado José Nei Ascari (PSD), presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a parceria entre União e Estado na construção da rede de cuidados é importante para melhorar a qualidade de vida da população especial. “Temos em Santa Catarina 21% dos habitantes com algum tipo de deficiência. Essa parceria certamente beneficiará essas pessoas e seus familiares”, afirmou.

A rede estadual terá à disposição recursos do governo federal, por intermédio da Portaria 835 do Ministério da Saúde. Por meio de projetos, a rede poderá solicitar verbas para a construção, reforma e ampliação de centros de reabilitação, para a compra de equipamentos e para custeio da rede. (Marcelo Espinoza)

Um encontro histórico de camponeses

Um encontro histórico de camponeses

Esperamos que o resultado seja a construção de uma unidade programática, em torno de pontos comuns, para enfrentar os mesmos inimigos. Editorial da edição 494 do Brasil de Fato

Entre os dias 20 e 22 de agosto, no Parque da Cidade em Brasília (DF), se realiza um encontro nacional de todos os movimentos sociais e entidades que atuam no meio rural brasileiro. Lá estarão os representantes do movimento sindical como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), dos movimentos sociais do campo vinculados a Via Campesina Brasil como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Estarão também os movimentos de pescadores e pescadoras artesanais do Brasil e representantes das centenas de agrupamentos quilombolas esparramados pelo país.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) também marcarão presença com a questão indígena. As pastorais sociais que atuam no meio rural, como Comissão Pastoral da Terra (CPT), Cáritas, Pastoral da Juventude etc, e também dezenas de outros movimentos regionalizados ou de nível estadual se farão presentes.

Assim, será portanto, um encontro unitário, plural e expressivo de todas as formas de organização e representação que existem hoje no meio rural brasileiro, abrangendo desde os assalariados rurais, camponeses, pequenos agricultores familiares, posseiros, ribeirinhos, quilombolas, pescadores e povos indígenas. Todos unidos, independente da corrente política ou ideológica a que se identificam.

Esse encontro será histórico, porque que na trajetória dos movimentos sociais do campo essa unidade somente havia ocorrido uma vez, em novembro de 1961, quando se realizou em Belo Horizonte (MG) o I Congresso Camponês do Brasil. Naquela ocasião também se unificaram todos os movimentos, de todas as correntes políticas-ideológicas, desde o PCB, PSB, esquerda cristã, PTB, brizolistas e esquerda radical.

A unidade foi necessária, apesar da diversidade, para cerrar fi leiras contra a direita e dar força ao novo governo popular de João Goulart para assumir a bandeira da reforma agrária e elaborar uma lei inédita de reforma agrária para o país. Daí que o lema resultante dos debates e que iria orientar a ação prática dos movimentos foi “Reforma agrária: na lei ou na marra!”

Passaram-se 50 anos para que, mais uma vez, todas as formas de organização da população que vive no campo viessem a se reencontrar. E agora com uma representação ainda maior, acrescida dos quilombolas, pescadores e povos indígenas, que na época nem se reconheciam como formas organizativas de nosso povo.

E por que foi possível realizar esse encontro? Por várias razões. Primeiro, porque o capital está em ofensiva no campo. Sob a hegemonia do capital financeiro e das empresas transnacionais está impondo um novo padrão de produção, exploração e espoliação da natureza: o agronegócio. E o agronegócio construiu uma unidade, uma aliança do capital, aglutinando o capital financeiro, as corporações transnacionais, a mídia burguesa e os grandes proprietários de terra. E essa aliança representa hoje os inimigos comuns para toda a população que vive no meio rural, e que depende da agricultura, da natureza, da pesca, para sobreviver.

Em segundo lugar, porque estamos assistindo à subserviência do Estado brasileiro, em suas várias articulações a esse projeto. O poder Judiciário, as leis e o Congresso Nacional operam apenas em seu favor.

Em terceiro lugar, estamos assistindo a um governo federal dividido. Um governo de composição de forças, que mescla diversos interesses, mas que o agronegócio possui maior influência, seja nos ministérios seja nos programas de governo.

Em quarto lugar, percebeu-se que essa forma de exploração e de produção do agronegócio está colocando em risco o meio ambiente, a natureza e a saúde da população, com o uso intensivo de agrotóxicos, que matam. Matam a biodiversidade vegetal e animal e matam indiretamente os seres humanos, com a proliferação de enfermidades, em especial o câncer, como têm denunciado os cientistas da área de saúde.

Em quinto lugar, porque o país precisa de um projeto de desenvolvimento nacional, que atenda aos interesses do povo brasileiro e não apenas do lucro das empresas. Nesse projeto, a democratização da propriedade da terra e a forma como devemos organizar a produção dos alimentos é fundamental.

Em sexto lugar, é necessário que se reoriente as políticas públicas, de forma prioritária para preservar o meio ambiente, produzir alimentos saudáveis com garantia de mercado, e garantia de renda e emprego para toda a população que mora no interior.

Em sétimo lugar, é necessária colocar na pauta prioritária dos movimentos sociais do campo a democratização do acesso à educação, em todos os níveis. Desde um programa massivo de alfabetização, que tire da escuridão os 14 milhões de adultos brasileiros que ainda não sabem ler e escrever, até garantir o acesso ao ensino médio e superior aos mais de 3 milhões de jovens que vivem no meio rural.

Tudo isso será debatido durante os três dias do Encontro Nacional de Trabalhadores Rurais.

Esperamos que o resultado seja a construção de uma unidade programática, em torno de pontos comuns, para enfrentar os mesmos inimigos, como também se possa avançar para construir uma agenda de lutas e mobilização unitária para 2013.

Salve o II encontro nacional de todos os trabalhadores e populações que vivem no interior do Brasil!