O documentário revelador de Fahrenheit 11 de Setembro

Este vídeo mostra o ocorrido em 11 de setembro nos Estados Unidos, porém com uma visão totalmente diferente daquela apresentada pela grande mídia manipuladora. Muito bom, eu tenho este DVD em minha prateleira (original, é claro) e o assisto sempre. Uma grande produção, um excelente documentário do cineasta Michael Moore. Eu acredito e sempre disse que tudo isso foi uma invenção do próprio governo americano e que vivemos numa grande conspiração produzida pelos estadunidenses. Saiba como Bush e o governo americano não se importaram com o atentado deixando claro que sempre souberam o que iria acontecer… será que foi por serem eles que o fizeram? Tire suas conclusões… e veja esse vídeo.

Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de “Fahrenheit 11 de Setembro” e das filmagens!

  • Em maio de 2004 o diretor Michael Moore declarou que a Walt Disney Pictures havia proibido a Miramax Films, produtora de Fahrenheit 11 de Setembro e sua subsidiária, de distribuir o filme nos cinemas americanos. A proibição realmente ocorrera mas, segundo o Presidente Executivo da Disney Michael Eisner, a decisão havia sido tomada meses antes e Moore apenas a estava revelando no momento para conseguir publicidade para o filme;
  • De acordo com o diretor Michael Moore, a desistência da Disney em distribuir o longa-metragem através da Miramax ocorreu devido ao temor de retaliações por parte do Governador da Flórida Jeb Bush, irmão do Presidente George W. Bush, no que se refere aos incentivos fiscais que o estúdio recebe para a manutenção de seus parques de diversões e hotéis no local. A Disney confirmou a proibição, mas negou que fosse este o motivo da decisão;
  • Para solucionar a questão os irmãos Bob e Harvey Weinstein, donos da Miramax, compraram por conta própria da Disney os direitos de distribuição de Fahrenheit 11 de Setembro. O valor pago ao estúdio foi cerca de US$ 6 milhões;
  • Após a compra dos direitos de distribuição, os irmãos Weinstein fundaram uma nova empresa, chamada Fellowship Adventure Group, e negociaram a distribuição de Fahrenheit 11 de Setembro nos Estados Unidos com a Lions Gate Filmes e a IFC Films;
  • O diretor Michael Moore realizou uma entrevista com Nicholas Berg, que posteriormente foi sequestrado e morto por terroristas no Iraque. Em respeito à família de Berg, o diretor decidiu não incluir a entrevista em Fahrenheit 11 de Setembro;
  • O escritor Ray Bradbury, autor do livro “Fahrenheit 451”, que serviu de inspiração para o título de Fahrenheit 11 de Setembro, declarou publicamente sua insatisfação pela utilização do nome no filme sem sua autorização;
  • Após sua primeira exibição no Festival de Cannes, Fahrenheit 11 de Setembro recebeu uma sessão de aplausos que durou entre 15 e 25 minutos. Esta foi considerada a maior ovação já recebida por um filme em toda a história do festival;
  • É o 2º documentário na história a ganhar o Festival de Cannes, sendo também o 1º americano a conseguir tal feito. O anterior fora Le Monde du Silence (1956);
  • O diretor Michael Moore fez questão que o filme chegasse aos cinemas americanos meses antes das eleições presidenciais, de forma a influenciar o eleitor a votar. O filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de junho;
  • É o 1º documentário na história a ocupar a liderança do ranking de bilheterias nos cinemas americanos após seu primeiro fim de semana de exibição;
  • É o documentário que esteve em cartaz em mais salas de cinema nos Estados Unidos em toda a história. Em sua semana de lançamento o filme esteve em cartaz em 868 salas, sendo que na 3ª semana já estava em exibição em 2011 salas;
  • A quantia arrecada por Fahrenheit 11 de Setembro em seu fim de semana de estréia foi de US$ 23,9 milhões. Esta é praticamente a mesma quantia arrecadada pelo documentário anterior de Moore, Tiros em Columbine, em 3 meses de exibição;
  • Michael Moore abriu mão de inscrever Fahrenheit 11 de Setembro na disputa do Oscar de melhor documentário para que o filme pudesse ser exibido na TV americana antes das eleições para Presidente dos Estados Unidos. De acordo com as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, um documentário apenas poderia concorrer se não fosse exibido na TV até 6 meses após seu lançamento nos cinemas, o que não aconteceu.

Prêmios

  • FESTIVAL DE CANNES: Ganhou o Palma de Ouro e Prêmio FIPRESCI.
  • CÉSAR: Indicação do Melhor Filme Estrangeiro.
  • EUROPEAN FILM AWARDS: Indicação do Melhor Filme Não-europeu.
  • FRAMBOESA DE OURO: Ganhou como o Pior Ator (George W. Bush), pior Ator Coadjuvante (Donald Rumsfeld), pior Atriz Coadjuvante (Britney Spears), pior Dupla (George W. Bush com Condoleeza Rice ou sua cabra)

Wikipédia

Fahrenheit 9/11 é um documentário americano de 2004 escrito, estrelado e dirigido pelo cineasta estadunidense Michael Moore. Fala sobre as causas e consequências dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, fazendo referência à posterior invasão do Iraque, liderada por esse país e pela Grã-Bretanha. Além disso, tenta decifrar os reais alcances dos vínculos que existiriam entre as famílias do presidente George W. Bush e a de Osama bin Laden.

O título do filme faz referência ao livro Fahrenheit 451 (233°C, que representa a temperatura em que arde o papel), escrito em 1953 por Ray Bradbury, e também aos atentados de 11 de setembro de 2001, já que “11/9” se escreve “9/11” nos países de língua inglesa.

Sugerindo “a temperatura que arde a liberdade”, este documentário ressalta especificamente a relação entre a família Bush e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da Arábia Saudíta (incluindo a família de Bin Laden), em uma relação que se estende durante mais de trinta anos, assim como a evacuação de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro. Se bem que essa relação de negócios entre os clãs Bush e Bin Laden não seja discutida, a mesma não é amplamente conhecida.

A partir daí, o filme dá pistas sobre as verdadeiras razões que têm impulsionado o governo Bush a invadir o Afeganistão em 2001 e Iraque em2003, ações que, segundo Moore, correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. O documentário insinua que a guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da Al Qaeda e, sim, favorecer a construção de um oleoduto, e que o Iraque não era, no momento da invasão, uma ameaça real para os Estados Unidos, senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norte-americanas.

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