Gerência Regional de Educação de Blumenau realiza chamada de concurso para efetivação de Professores

Professor

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Blumenau, por meio da gerência Regional de Educação, realiza na próxima segunda e terça-feira (3 e 4) de dezembro a Chamada de Concurso Público para efetivação de professores. A Chamada será no auditório da SDR Blumenau (Rua Braz Wanka, 238 – Vila Nova), das 9h às 18h30 na segunda-feira (3) e das 9h às 18h na terça-feira (4). Estarão disponíveis 112 vagas, em diferentes áreas. Independente do número de vagas disponíveis todos os aprovados e interessados deverão comparecer, visto que poderá haver desistência de inscritos.

Abaixo o quadro de horários por disciplina:

Dia 03/12/2012

  • Língua Portuguesa – das 9h às 10h
  • Língua Portuguesa e Literatura – das 9h às 10h
  • Inglês – 10h30 às 11h
  • Alemão – 11h às 11h15
  • Italiano – 11h15 às 11h30
  • Espanhol – 11h30 às 12h
  • Matemática  – 13h às 14h
  • Física – 14h às 15h
  • Ciências – 15h às 16h
  • Biologia – 16h às 17h
  • Química – 17h às 18h
  • Educação Religiosa – 18h às 18h30

Dia 04/12/2012

  • Anos Iniciais do Ensino Fundamental – 9h às 12h
  • Educação Física – 13h às 14h
  • Artes – 14h às 15h
  • Geografia – 15h às 16h
  • História – 16h às 17h
  • Filosofia – 17h às 17h30
  • Sociologia – 17h30 Às 18h

Mais informações podem ser encontradas no site www.sed.sc.gov.br

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O fantasma do passado

ditadura militar

Oficialmente, a ditadura militar brasileira acabou em 1985, quando José Sarney assumiu a presidência através de eleições indiretas. O processo que resultou em uma democracia civil foi gradual, e concedeu a Anistia a todos/as, fossem agentes do Estado ou pessoas comuns presas por serem contra o regime. Torturadores/as e torturados/as tiveram a mesma sentença: eram todos/as inocentes.

Algo não considerado pela lei da Anistia foi o fato de que, ao contrário dos presos políticos, os agentes do Estado cometeram crimes como a tortura física e psicológica, com o respaldo e suporte do governo. Bruno Gaigher, jornalista e artista plástico, ficou detido nas principais instituições de repressão e tortura da época: “eu sofri muito no DOI-CODI, o Fleury me deu um tiro na cabeça, fiquei três dias pregado no chão, perdi dentes durante a tortura no choque”. As memórias desses tempos ainda acompanham Bruno, que nunca viu seus torturadores punidos. “Você não esquece nunca o que passou”. Ainda existe uma forte pressão política, sobretudo dos políticos remanescentes e saudosistas da Ditadura Militar, para impedir a investigação desses crimes, que incluem, além da tortura, sequestros e assassinatos.

https://dcvitti.files.wordpress.com/2012/11/bb83e-castellobrancoemilitares.jpgHá ainda uma parcela considerável da população que, se incorporando dos discursos e motivos dados pelos militares, é contra a investigação desses crimes. Para isso caem no desgastado discurso do regime ter impedido um suposto avanço comunista e evitado que o Brasil se tornasse “uma Cuba”, tentando de qualquer forma legitimar as ações repressoras e opressoras deflagradas pelo Estado.

O chumbo e o milagre

O governo de Emílio Garrastazu Médici foi marcado por profundas mudanças na vida social e econômica brasileira. Se por um lado a repressão através de sequestros e torturas aumentava drasticamente, tendo como base de sustentação o AI-5, por outro a Ditadura buscava legitimar suas ações divulgando o crescimento da economia, alavancado pela indústria em expansão. Entretanto, esse enriquecimento ficou restrito às classes dominantes, enquanto as populares sofreram ainda mais com as altas taxas de inflação, ampliando a já existente desigualdade social. Entre a sociedade, esse período ficou conhecido como os “anos de chumbo”. O governo preferiu o termo “milagre econômico”.

São militares e civis os principais beneficiados pelo regime militar, que não só enriqueceram, mas também garantiram ascensão em seus cargos, como o ex-prefeito Paulo Maluf (que também alcançou o cargo de governador biônico indicado pela Ditadura), e o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin. Havia médicos, advogados, economistas e muitos outros profissionais que davam sustentação, auxiliando na procura, sequestro, tortura e acobertamento dos crimes cometidos pelo Governo.

Sociedade vai à luta

Atualmente, há uma grande mobilização social e política para que os responsáveis pelos crimes cometidos durante a ditadura militar sejam punidos judicialmente. Se por um lado, a Comissão da Verdade, composta por sete membros indicados pela presidenta Dilma Rousseff e 14 auxiliares, investiga os acusados, a sociedade civil também se mobiliza, principalmente através dos escrachos, ou seja, da denúncia pública de torturadores e dos crimes cometidos, em seu domicilio ou local de trabalho. Para Alexiei Boris, estudante de história e integrante da articulação estadual pela Memória, Verdade e Justiça, o movimento é importante para “trabalhar a questão da memória, de quais crimes o Estado Brasileiro cometeu contra a sociedade em um passado recente. Entender por que isso aconteceu. Tem uma continuidade, até porque os torturadores ainda não foram punidos”.

Os escrachos estão inseridos em um contexto de disputa no âmbito político: “Só os militares estavam pressionando o governo, então pensamos que já estava na hora da sociedade civil se mobilizar na busca pela história. A polícia e o Estado continuam cometendo os mesmos crimes. Há uma impunidade do Estado, na medida em que também não é responsabilizado. Os agentes agiram, mas sob ordens”, afirma Juliane Furno, integrante do Levante Popular da Juventude.

A impunidade que perdura até hoje se mantém principalmente representada na atuação das polícias no Brasil, que matam cada vez mais jovens nas perifeiras e no campo. É importante esclarecermos o que foi e representou o período da ditadura não só como forma de preservar a história do Brasil, mas para que haja justiça a todas as pessoas torturadas e assassinadas sob a custódia do Estado. Dessa forma, podemos explicitar que mesmo com os erros comedidos no passado, o País mudou para algo mais justo e democrático para todos e todas.

Dia Estadual de Combate à Pirataria é comemorado pela primeira vez em Santa Catarina

Combate à Pirataria

Na próxima segunda-feira, 3, será comemorado o Dia Estadual de Combate à Pirataria. Para celebrar a data e divulgar ações, o Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), organizou uma semana de encontros, seminários e premiação para os destaques na área. “Santa Catarina é o único Estado do país a ter um órgão seguindo as diretrizes do Ministério da Justiça”, conta o presidente do Cecop, Wanderley Redondo.

Para o titular da SDS, Paulo Bornhausen, o combate de violações ao direito autoral e propriedade intelectual é uma ação absolutamente urgente. “A pirataria é o lado negativo do avanço tecnológico, mas devemos ter em mente que será vencido”, afirma Bornhausen.

As atividades começam na segunda-feira, 3, às 10h, com panfletagem de material educativo pela Polícia Militar Rodoviária, no posto de fiscalização da SC 401, em Santo Antônio de Lisboa. No mesmo dia, às 14h, haverá a entrega do prêmio “Destaque no Combate à Pirataria”, no auditório da Fecomércio/SC. Na ocasião, será apresentado o relatório das atividades do Cecop, bem como, o lançamento do vídeo institucional realizado em parceria com as Faculdades Assesc.

Já na terça-feira, 4, também no auditório da Fecomércio/SC, haverá o seminário de Combate à Pirataria. Os palestrantes são o especialista em pirataria e representante da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Natan Schiper, e o advogado e economista, Renato Opice Blum. Schiper falará sobre os desafios, cenários e conquistas da pirataria no país, enquanto Blum abordará temas como cyberpirataria e crimes digitais, apresentando cases. Por fim, na quarta-feira, 5, às 19h, será realizada uma reunião da Comissão de Direito da Inovação, Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria, no plenário da seccional da ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SC).

Data oficializada em 2012

O governador Raimundo Colombo sancionou, no início de agosto, a legislação que oficializa a data de 3 de dezembro como Dia de Combate à Pirataria e à Biopirataria em Santa Catarina. A Lei Estadual no. 15.880, de 2012, foi publicada no Diário Ofício do Estado no dia 7 de agosto de 2012. A data foi escolhida por ser a mesma do Dia Nacional de Combate à Pirataria.

O Cecop conta com quatro secretarias de Estado como parceiros efetivos e 38 membros colaboradores. As ações do Conselho estão voltadas para a coordenação de políticas públicas e privadas, de caráter educacional e institucional, com foco na prevenção e na repressão das violações da propriedade intelectual.

Os Skrotes em Joinville. Premissa de viagens sonoras

Os Skrotes - Cartaz Sesc Lages e Joinville

O experimentalismo intuitivo é a premissa para as viagens sonoras d’Os Skrotes. E, os joinvilenses, serão atraídos novamente para essa dimensão, já que a banda se apresenta pela segunda vez na cidade. O show acontecerá domingo (02), às 20 horas, no Teatro do Sesc. A entrada é gratuita. O ingresso poderá ser retirado na bilheteria do local a partir das 19 horas.

O trio florianopolitano é formado por Chico Abreu (baixo), Igor De Patta (teclados e sintetizadores) e Guilherme Ledoux (bateria). A banda já participou de audiovisuais e festivais como, Goiânia Noise Festival, Macondo Circus, Floripa Noise Festival e Ufsctock.

O grupo lançou um EP em 2011 e um disco nesse ano. O álbum leva o nome da banda. O material foi gravado e mixado em Florianópolis. Na sequência, foi disponibilizado no mercado no formato de álbum/magazine, pelo selo SIC Music.

lhotense defende seleção brasileira de futsal feminino em Portugal

A jovem Missiara Papst continua colhendo os bons frutos do trabalho e do apoio familiar. A ilhotense conquistou em 2006 a vaga de goleira da UNESC, de Criciúma, equipe que defende até hoje. Meses atrás ela teve a oportunidade de levar seu futsal até a Espanha em uma competição, mas motivos pessoais a impediram de viajar. Agora ela ruma para Portugal para defender a seleção brasileira no mundial de futsal.

Missiara viajou neste final de semana para o Ceará, onde se integra à equipe brasileira. A seleção brasileira de futsal feminino treina durante os próximos 30 dias e depois embarca para Portugal, para a disputa do III Mundial de Futsal. A mãe da jovem, Marisa Miglióli Papst, está muito confiante no bom desempenho da filha e da equipe. “Ela irá defender o Brasil e com certeza trará a taça”.

Ser goleira sempre foi o grande sonho de Missiara Luiza. A garota entrou nos campos com quatro anos de idade e desde então nunca os abandonou. Ela já representou os municípios de Gaspar, Balneário Camboriú, Brusque e Blumenau e há seis anos foi contratada pela Unesc para integrar o time que representa a cidade de Criciúma nas competições nacionais. “Ela acreditou no seu potencial e correu atrás de seu sonho, como profissional e jogadora que é”, comemora a mãe Marisa.

O bom desempenho da goleira ilhotense já rendeu ao time da Unesc a vitória dos Jogos Universitários de Santa Catarina, em agosto. Na época Missiara e a família já acreditavam na possibilidade de representar a seleção brasileira. “Estamos muito orgulhosos por ver nossa filha chegar tão longe e poder realizar seu sonho”, comemora a orgulhosa mãe, que dá à filha todos os créditos por ter conseguido se destacar no esporte. “Ela morou em Ilhota até os 17 anos e é muito difícil crescer no esporte amador do município”, conclui.