Seja bem-vindo 2013

ano novo do dcvitti

Obrigado por tudo 2012, mas a fila anda! Feliz ano novo a todos.

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Hoje encerro o meu ciclo profissional na Prefeitura de Ilhota

Dialison Cleber Vitti

Hoje despeço-me da prefeitura de Ilhota. Trabalhei na assessoria da juventude por quatro anos. Trabalhei ao lado de nosso amigo e companheiro Ademar Felisky e Tonho Schmitz e de pessoas especiais, que estarão sempre presente em minhas memórias e tive a oportunidade de consolidar essas pessoas ao meu circulo de amizades. Aprendi muito nesses anos. Houve muitas conquistas. Levaremos conosco esse valoroso aprendizado.

Nesses anos de governo, colaboramos com a administração em vários setores, auxiliando colegas de trabalho em seus afazeres e promovendo setores e secretarias. Auxiliamos a coordenação municipal de Defesa Civil nos momentos mais difíceis da história de Ilhota, gerenciamos as principais redes sociais da prefeitura. Representamos o município em grandes fatos e acontecimentos, como a participação em todas as fases da Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente, onde pela primeira vez, Ilhota teve um representante eleito direto à etapa nacional do encontro que aconteceu em Brasília.

Fui conselheiro em importantes conselhos, como o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA, onde representei como titular o gabinete do prefeito, o Conselho da Alimentação Escolar – CAE, na cadeira de suplente. Estive também com conselho do FUNDEB e representei o governo na Comissão Intermunicipal de Segurança Pública da região da foz do rio Itajaí. Na vida comunitária, presidimos o Conselho Comunitário de Segurança – Conseg por três anos, onde adquirimos muitas conquistas ao município.

Criamos a Assessoria para Assuntos da Juventude, um órgão governamental que visa atender as demandas da juventude ilhotense, com a finalidade de assessorar, planejar e acompanhar a execução das políticas públicas voltadas aos jovens e suas ações visam à promoção dos direitos da juventude e a viabilização de espaços permanentes de participação. A visão geral da Assessoria da Juventude, não era ser o único espaço de execução da política, mas a interdisciplinaridade deve estar presente nas políticas executadas pelas demais secretarias, departamentos, fundações e autarquias municipais de forma que se possa construir uma gestão com a “cara” da juventude. Realizamos inúmeros encontros, políticas públicas e fomos, como gestor da pasta, delegado a Conferência Nacional de Juventude, em Brasília.

Continuarei ativo na política, mas agora em outra fase, ou melhor, em outro lado, mas continuarei firme em meus propósitos e convicções, afinal, todos têm suas virtudes e essas foram as minhas. Fiz o que pude, e acredito que foram benéficas a coletividade. Sentirei saudades daquilo que eu fiz, e quem sabe um dia, poderemos voltar.

A todos que fizeram parte desta etapa da minha vida, um grande abraço! Espero que possamos nos reencontrar e trabalhar juntos novamente no futuro. Um feliz ano de 2013 a todos.

ONU lança Retrospectiva 2012

ONU lança Retrospectiva 2012

Em 2012, as Nações Unidas passaram por diversas crises que testaram consistentemente a capacidade da Organização de reagir. Desde intensos fenômenos climáticos que deixaram milhares de mortos ou sem moradia até as contínuas crises no Mali, na Síria, no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo, entre outros países e regiões, a ONU precisou negociar a paz e aumentar a capacidade de resposta a acontecimentos inesperados.

Para lembrar alguns destes momentos, o Departamento de Informação Pública (DPI) da ONU lança nesta quinta-feira (27) a versão em português do vídeo com a retrospectiva 2012.

A obra aborda a dificuldade da Organização de acabar com a crise na Síria, envolvendo ataques do governo contra o próprio povo e a resposta armada de grupos rebeldes. “Precisamos parar com a violência e o fluxo de armas dos dois lados e começar uma transição liderada pela Síria o quanto antes”, declarou o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. O vídeo lembra que o Conselho de Segurança não entrou em um acordo sobre o tema, postergando uma resposta mais enfática para a questão.

Em 2012, ocorreu no Rio de Janeiro a maior conferência já realizada pela Organização em toda sua História – a Rio+20 – com a presença de mais de 40 mil pessoas e 191 Estados-Membros. “Não podemos continuar a queimar e consumir o nosso caminho para a prosperidade à custa de pobres do mundo e do meio ambiente global”, disse Ban na ocasião.

Seção multimídia da ONU, em NY. (ONU/JC McIlwaine)A Retrospectiva também aborda o recente conflito entre o Governo de Israel e os palestinos em Gaza, que obrigou Ban Ki-moon a ir pessoalmente à região para buscar o cessar-fogo. Pouco depois, em novembro, uma resolução da Assembleia Geral elevou a Palestina ao status de Estado Observador não membro, em votação que contou com a ampla maioria dos votos dos países integrantes da ONU.

Na imagem, dois irmãos no campo de Kyein Ni Pyin, em Pauktaw, Estado de Rakhine, em Mianmar, durante a visita da Subsecretária-Geral da ONU para Assuntos Humanitários, Valerie Amos. Foto de 5 de dezembro de 2012. Crédito: ONU/David Ohana.

2012: acirram-se os conflitos, face a uma era perdida para os direitos sociais e trabalhistas

2012: acirram-se os conflitos, face a uma era perdida para os direitos sociais e trabalhistas

Mensalão e eleição serão, inegavelmente, marcas registradas de 2012. Daquelas que aparecem de maneira mais imediata ao senso comum. O primeiro, no entanto, ficará para a história como mais do mesmo da política nacional. E as últimas eleições municipais tampouco serão capazes de se registrarem mais qualificadamente na memória coletiva, vez que, no geral, não chegaram a modificar de modo substancial a atual composição de forças dominantes.

Na economia mundial, a desaceleração voltou a mostrar força retumbante em 2012. Um processo que, ressalte-se, já vem se delineando bem antes da explosão da crise financeira internacional de 2008. Se o Brasil pôde, por um bom tempo, passar relativamente incólume à degringolada do capitalismo mundial, não foi bem assim em 2012. Estaria aqui uma das novidades do ano que finda? Sim, mas somente para aqueles que têm carregado a imagem do Brasil como uma das ‘meninas dos olhos do capital financeiro’ e que se iludem com a noção de que a classe média comporia agora uma boa parte da população.

Movimentações e protestos mundiais em reação à forte crise externa têm se alastrado por vários países. E no Brasil, não foi diferente. Trata-se, de todo modo, de uma movimentação ainda carente de amplitude e organicidade, e que tem sido respondida a partir da lógica da repressão e violência policial.

Em meio a este cenário, o sociólogo do Trabalho Ruy Braga, autor do livro ‘A política do Precariado’ – do populismo à hegemonia lulista, é o nosso entrevistado especial neste final de ano. Entrevistas da redação em 2012.

Coletânea das melhores entrevistas feitas em 2012 pela Redação do Correio da Cidadania.

A todos os nossos leitores, agradecemos pelo acompanhamento de nossa página ao longo de 2012, e desejamos um 2013 com melhores notícias! Voltamos a enviar nossos boletins a partir de 5 de janeiro. Acompanhe também o Correio da Cidadania no Twitter  e no Facebook.

Todos os dias, cerca de 360 crianças e adolescentes são vítimas de violência no país

Todos os dias, cerca de 360 crianças e adolescentes são vítimas de violência no país

Adolescente agitado, Lucas fica tímido ao mostrar suas mãos. Em uma delas, há uma marca de infância. Mas não é uma marca que nasceu com ele. Ela surgiu quando uma pessoa da família utilizou um garfo quente para repreendê-lo e o queimou. “Até hoje eu tenho [a marca]. Nas costas também, mas lá acho que não tenho mais as marcas”, contou ele à Agência Brasil.

Lucas tem 13 anos. É filho adotivo e começou a apanhar “de cinta e de fio” da mãe e do cunhado depois que o pai morreu. Em vários desses momentos, fugiu para a casa de um amigo para se livrar das agressões. “Tinha vezes em que eu dormia lá”, falou. “Se eu não lavasse a louça, eles [a mãe e um cunhado] me batiam. Se eu não acordasse na hora certa, eles me batiam. Aí eu fugi de casa e esse foi um dos motivos que me levaram ao abrigo”, disse o adolescente, um entre milhares de exemplos de vítimas de violência doméstica em todo o país.

Dados divulgados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República mostraram que 77% das denúncias registradas por meio do Disque 100, entre janeiro e novembro deste ano, são relativas à violência contra crianças e adolescentes, o que corresponde a 120.344 casos relatados. Isso significa que, por mês, ocorreram 10.940 agressões, o que dá uma média de 364 denúncias por dia.

Já o Disque Denúncia 181, serviço criado em 2000 pelo Instituto São Paulo contra a Violência e pelo governo paulista, por meio da Secretaria de Segurança Pública, registrou 6.603 denúncias de maus-tratos contra crianças entre janeiro e outubro deste ano em todo o estado, o que dá uma média diária de 22 denúncias. O número é superior ao do mesmo período do ano passado, quando foram registradas 6.028 denúncias.

Para Ariel de Castro Alves, presidente da Fundação Criança e vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), é difícil deduzir, por esses números, se os casos de violência envolvendo crianças e adolescentes têm crescido ou se as pessoas estão denunciando mais. “É difícil medir se os casos estão aumentando. Na verdade, a sociedade está muito mais alerta e mais atuante diante de casos de abusos e de violência contra crianças e adolescentes. Isso é um fator muito positivo no país nos últimos anos. As pessoas estão denunciando mais, sendo menos coniventes e omissas”.

Nenhum dos dois serviços de denúncia contabiliza quantos desses casos registrados referem-se especificamente à violência doméstica. Mas sabe-se que o número é grande. “Hoje, temos muitas vítimas de violência doméstica. De maus-tratos e de espancamento”, disse Maria Aparecida Azevedo, que coordena as três casas de acolhimento da Fundação Criança, uma organização municipal focada na defesa e na garantia de direitos de crianças e adolescentes, que funciona em São Bernardo do Campo (SP).

“Os casos que chegam para nós são de abuso sexual, de criança negligenciada e abandonada e de criança queimada e espancada. Essa é a violência doméstica que está vindo para as casas de acolhimento”, explicou Maria Aparecida.

A violência doméstica pode gerar traumas para as crianças e os adolescentes, disse Alves. “Muitas vezes, elas [crianças e adolescentes] são vítimas daquelas pessoas em quem confiam, que entendem ser as pessoas que cuidam delas. Por isso, há dificuldade para assimilarem uma situação desse tipo. Esse é o trauma maior. A pessoa que tinha que proteger é a que acaba violando o direito dessas crianças e adolescentes. Isso gera um trauma, uma desconfiança permanente com relação aos adultos e dificuldade depois de convivência com outras pessoas. Isso pode, muitas vezes, gerar também prejuízo no desenvolvimento educacional”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo Helen Vivili Santana Carmona, diretora técnica adjunta da Fundação Criança, grande parte dessa violência contra crianças e adolescentes tem como motivação principal o uso de álcool ou de drogas pelos pais. “Temos um índice grande de pais com problemas psiquiátricos e que fazem uso abusivo de álcool, que são geradores de violência”, explicou.

Outro fator que contribui para a violência doméstica contra crianças e adolescentes, disse Helen, é a ineficiência do Estado. “A violência doméstica é gerada por uma ineficiência do Estado. A falta dessa rede de atendimento e de serviços, que contemple a necessidade da família, faz com que essa violência esteja aí, latente, nas famílias mais vulneráveis”, acrescentou. Pela ineficiência do Estado, esclareceu Helen, entende-se a falta de uma política habitacional adequada, falta de políticas envolvendo a empregabilidade e também questões nas áreas de saúde, educação e até atendimento psicológico precário ou inexistente. “Essas famílias têm essa dificuldade financeira e isso acaba gerando outros tipos de violência. A questão financeira é geradora das demais violências. Já tivemos relatos de mães que tiveram seus filhos acolhidos por conta da questão financeira e que acabaram agredindo o filho porque ele pediu comida”, contou. “O Estado precisa olhar para essas questões”.

Alves citou outro motivador da violência doméstica. “O que estimula a violência é também a impunidade”, disse. Para ele, todos os órgãos que trabalham com a questão envolvendo a defesa dos direitos da criança e do adolescente, “desde a denúncia no Disque 100 [federal] ou no 181 [estadual], passando pelo Conselho Tutelar, pelas delegacias, pelas promotorias ou varas especializadas” precisam funcionar e atuar de forma integrada para combater a impunidade. Também é necessário, destacou, criar, ampliar ou melhorar as redes de proteção social de atendimento familiar para prevenir os casos de violência. A ideia seria, na sua opinião, educar os pais para que possam educar seus filhos de maneira adequada.

Lucas vive há cerca de um ano em um dos abrigos em São Bernardo do Campo. Lá, ele e a família passam por acompanhamento médico, psicológico, educacional e social. Alguns dos fins de semana Lucas passa com a família. “Agora eu não apanho mais”, contou. A ideia do programa desenvolvido na Fundação Criança é que Lucas volte a viver com a família, agora mais preparada para educá-lo. “A nossa proposta é a de reintegração familiar. Acolhimento não é lugar de criança. Ela deve estar no seio familiar, senão biológico, da família extensiva ou até comunitária”, acrescentou Helen.

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

mudo cego e surdo

O progresso nem sempre traz benefícios para a humanidade, e o preço a pagar por erros do passado pode ser muito caro.

Os seres humanos são capazes de criar coisas incríveis. Mas ao mesmo tempo em que conseguimos nos superar e melhorar nosso padrão de vida, nós também nos boicotamos com produtos, descobertas e invenções que prejudicam nossa existência e a da natureza. Confira a nossa lista de coisas indesejáveis e perceba porque viveríamos muito melhor se certas coisas nunca tivessem sido criadas.

1. Plástico

Imagine uma área enorme, no meio do oceano Pacífico, que pode ser duas vezes o tamanho do território dos Estados Unidos. Não se trata de uma ilha, mas de uma imensa “sopa de lixo” chamada de “Grande Porção de Lixo do Pacífico”.  Segundo o jornal britânico The Independent, nada menos do que 100 milhões de toneladas de lixo podem estar boiando nessa região, sendo que a esmagadora maioria é composta por plástico.

O plástico constitui 90% de todo o lixo que boia nos oceanos do mundo. Seu inventor, Alexander Parques, criou o material indestrutível para substituir uma dezena de outros, mas não considerou seus malefícios: câncer, resíduos tóxicos contaminando o ambiente e uma quantidade gigantesca de lixo jogada no mar.

O principal problema do plástico é que ele não é biodegradável, pois nenhum processo natural consegue eliminá-lo. Especialistas apontam que a durabilidade que torna o plástico tão útil às pessoas é também o que o torna tão prejudicial à natureza.

2. Armas de destruição em massa

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

A Chama da Paz fica localizada em um monumento dentro do Parque Memorial da Paz, em Hiroshima, no Japão. Ela é uma chama “de verdade” que fica acesa o tempo todo e que permanecerá assim até que “a ameaça de aniquilação nuclear deixe o planeta”.

Hiroshima foi devastada em 1945 por um ataque nuclear que matou entre 70 e 80 mil pessoas instantaneamente, além de milhares de outras nos anos seguintes — devido aos efeitos da radiação. Nagasaki, outra cidade japonesa vítima de bomba nuclear, perdeu aproximadamente 80 mil habitantes. Em ambas as localidades, a esmagadora maioria de mortos era civil.

O uso das armas de destruição em massa foi classificado como bárbaro, visto que mais de 150 mil pessoas foram mortas em Hiroshima e Nagasaki, e as áreas atingidas eram altamente povoadas por civis. Nos dias anteriores ao lançamento das bombas, vários cientistas americanos tentavam convencer as autoridades que o poder destrutivo da bomba poderia ser demonstrado sem causar mortes. Em vão.

3. Junk Food

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

O junk food – literalmente traduzido como “comida-lixo” – é praticamente sinônimo de fast food, mas vai além do que é oferecido nas cadeias de comida-rápida. Esse tipo de alimento contém altos níveis de gordura saturada, sal e açúcar, além de diversos aditivos alimentares. Ao mesmo tempo, ele é carente de proteínas, vitaminas e fibras dietéticas.

O produto popularizou-se entre os fabricantes por ser relativamente barato de produzir. Também é popular entre os consumidores de todo mundo porque é fácil de encontrar e requer um mínimo ou nenhum preparo antes do consumo — que é associado à obesidade, a doenças coronarianas, diabetes tipo 2, hipertensão e cáries.

Hambúrgueres, pizzas, salgadinhos e doces são exemplos clássicos de junk foods. Mas para a Agência de Normas Alimentares do Reino Unido, qualquer alimento rico em gordura, sal ou açúcar pode ser considerado como pertencente a essa categoria.

4. SPAM

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

O SPAM é um pesadelo que povoa nossas contas de email. Estima-se que 90% das mensagens que chegam a nossas caixas de entrada são SPAMs. Esse tipo de email é usado para os piores fins, como boatos (hoaxes), correntes (chain letters), propagandas indesejadas, golpes (scam), estelionato (phishing) e infestação por programas maliciosos (vírus, worms e cavalos de troia).

O SPAM surgiu na época em que internet ainda era conhecida como ARPANet  (que interligava apenas as bases militares e departamentos de pesquisa do governo americano). Na época, a questão não foi considerada por todos como sendo de relevante importância.

Os responsáveis pela ARPANet acreditavam que as consequências de tal comportamento eram pequenas e não justificavam a criação de um sistema de controle. Como todos nós sabemos, foi um terrível engano. Hoje, o SPAM é considerado um dos maiores problemas da internet.

5. Cigarros

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

A maioria das pessoas conhece os malefícios do cigarro. Mesmo assim, uma grande parcela da sociedade ainda fuma. O custo social do tabagismo para o governo é gigantesco: o Sistema Único de Saúde (SUS) é obrigado a arcar com o ônus das doenças provocadas pelo uso do cigarro.

É por isso que o Estado realiza uma campanha muito forte contra o fumo: impostos mais elevados para os fabricantes de cigarros, proibição do fumo em determinados locais e criação de peças publicitárias condenando o seu uso são algumas das medidas tomadas.

A fumaça do cigarro é extremamente danosa tanto para quem fuma quanto para quem fica perto de um fumante. Ela prejudica a circulação entre o coração e o pulmão, causa inúmeros danos aos dois órgãos, como infarto e câncer, e diminui a oxigenação dos tecidos.

6. CFC

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas

Os clorofluorcarbonos (CFCs) são compostos químicos utilizados em unidades de refrigeração e aerossóis. Eles devastam o meio ambiente, pois se combinam com o ozônio atmosférico, neutralizando o composto molecular e enfraquecendo a camada de ozônio – uma importante barreira ambiental que protege a superfície terrestre da radiação ultravioleta do sol.

Embora a regulamentação tenha aumentado desde a década de 1970 e seu uso tenha diminuído, o CFC pode permanecer na atmosfera por quase um século, tornando-se um erro de longa duração.

7. Microsoft Bob

7 coisas que nunca deveriam ter sido inventadas Lembra-se do Clippy? O odiado assistente do Office era um recurso presente nas versões 97 e 2003 do programa e foi muito criticado por ser intrusivo e irritante. Se o pequeno clipe já foi um incômodo apenas dentro do Office, imagine em um sistema operacional inteiro, auxiliando você em todas as suas tarefas no PC, como acessar a internet, ouvir música ou ver um vídeo. Este era o Microsoft Bob.

A interface gráfica foi projetada para ser uma versão mais facilitada do Windows 95. Bob considerava o seu computador como uma casa, e você como um convidado. Desenhos animados guiavam as pessoas na realização de tarefas simples. O software era caro e não conseguiu competir com o Macintosh, da Apple, considerado muito mais amigável.

O Microsoft Bob é considerado o maior fracasso da história da empresa, mas deixou um legado permanente para o mundo: a fonte Comic Sans, considerada por muitos como a pior fonte de todos os tempos. Ela foi criada exclusivamente para o Bob.

Discurso do prefeito eleito Daniel Bosi durante a diplomação dos eleitos

Daniel Bosi, prefeito eleito e seu vice, Lauri Adão Junior. Foto de Dialison Cleber Vitti © 2012

Prefeito eleito em Ilhota, Daniel Bosi, PSD, e seu vice, Lauri Adão Juniro, PSDB, juntamente com os demais vereadores vitoriosos do último pleito eleitoral de 2012, foram diplomados na manhã do dia 18/12. O cerimonial aconteceu na câmara de vereadores de Gaspar e reuniu os outros eleitos da comarca pertencentes a 64ª Zona Eleitoral que compreende os municípios de Gaspar, Ilhota e Luís Alves. No total, 31 Vereadores eleitos nas cidades da comarca, além dos três Prefeitos e Vice-Prefeitos, receberam os diplomas, indispensáveis para assumir o cargo nas cerimônias de posse, marcadas para 1º de janeiro de 2013.

Apenas os prefeitos e o vereador mais votado da 64ª Zona Eleitoral discursaram. Em seu pronunciamento, que veio por escrito, o prefeito eleito de Ilhota lembrou da sua campanha eleitoral, que foi pautada na verdade e a mais acirrada, de todos os tempos e prometeu cumprir suas propostas de campanha.

O #blogdodcvitti gravou o seu discurso. Ouça o seu depoimento e compartilhe em sua rede. Confira as fotos dos diplomados acessando esse link. As fotos estão disponibilizados em nossa página no facebook.

Escravo aos cinco anos

Índia: Escolas, não fábricas clandestinas

O Parlamento indiano está encerrando 2012 sem haver votado a lei de combate ao trabalho infantil mais dura de sua história. Pior: o projeto de lei conta com o apoio da maioria dos parlamentares, mas ficou encalhado por semanas porque eles não a consideraram como ‘prioridade’!

A Índia é a capital do trabalho infantil, crianças a partir de cinco anos são vendidas a traficantes e forçadas a trabalhar como escravos dos dias modernos, sofrendo abusos e agressões físicas. Histórico, o novo projeto de lei iria banir completamente qualquer tipo de trabalho realizado por crianças com menos de 14 anos e proporcionar auxílios financeiros para famílias pobres, para que elas mantenham seus filhos na escola. Mas os parlamentares permitiram que o projeto de lei escorregasse de suas agendas, e grupos indianos de defesa dos direitos da criança afirmam que necessitam urgentemente da nossa ajuda, agora, para aumentar a pressão pública.

Se a comunidade da Avaaz se unir em torno da causa, podemos gerar uma onda de atenção para o projeto de lei e levar os parlamentares a votá-lo. Assine esta petição urgente e compartilhe com todos que você conhece — quando chegarmos a um milhão de assinaturas, transmitiremos nossa mensagem ao Parlamento, juntamente com ex-trabalhadores infantis: http://www.avaaz.org/po/india_child_labour_g1/?bRPpScb&v=20482.

Impressionantes 215 milhões de crianças trabalham em minas, pedreiras e fábricas em todo o mundo. Todas as nações assinaram um acordo para colocar a erradicação do trabalho infantil no centro dos seus planos nacionais para a educação. Entretanto, a Índia é o lar do maior exército de trabalhadores infantis do mundo. Se a nova lei for aprovada, ela iria banir todo tipo de trabalho para crianças com menos de 14 anos de idade e todo tipo de trabalho perigoso para menores de 18 anos. A nova lei conta até mesmo com provisões para garantir que as famílias mais pobres não sejam prejudicadas — preservando o direito à educação gratuita e propondo auxílios financeiros para compensar qualquer perda.

Críticos afirmam que o verdadeiro problema não é a lei, mas a sua má execução. E é verdade que, nos últimos três anos, menos de 10% das 450.000 denúncias de trabalho infantil na Índia foram julgadas sob a lei existente, mais fraca. Mas a nova lei tem um efeito bem mais forte. A polícia não vai mais precisar esperar por um mandado judicial para agir. Todas as formas de trabalho infantil comercial para crianças menores de 14 anos serão criminalizadas e, ao invés de multas sem sentido ou breves sentenças de prisão, os criminosos vão ter que encarar penalidades duras.

Enquanto a maioria dos parlamentares diz que irá apoiar o projeto de lei, não há nenhuma urgência política para levá-lo à votação. Mas, a cada dia de atraso, mais crianças são forçadas a uma vida de miséria em alguma fábrica clandestina. Assine a petição para os parlamentares indianos agora e compartilhe com todos: http://www.avaaz.org/po/india_child_labour_g1/?bRPpScb&v=20482.

A comunidade da Avaaz já fez campanhas para proteger as crianças e pessoas em situações mais vulneráveis diversas vezes. Apenas há algumas semanas, 1.2 milhões de nós nos unimos para ajudar a aprovar um plano de educação abrangente no Paquistão. A maneira como tratamos nossas crianças é um reflexo dos nossos valores morais — e está na hora de dar passos firmes contra os abusos sofridos por elas. Vamos nos unir para lutar pelo futuro das crianças que estão sofrendo na Índia.

Com esperança e determinação, Jamie, Alice, Alex, Alaphia, Lisa, Jeremy, Ricken, Dalia, Rewan, Michelle e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Prefeito eleito de Ilhota Daniel Bosi fala dos planos para 2013

Diplomação do prefeito eleito Daniel Bosi

O prefeito eleito de Ilhota, Daniel Bosi do PSD, concedeu uma entrevista ao repórter Leandro Martins da rádio Sentinela do Vale, após a sua diplomação e fala sobre questões que envolvem o seu mandato. Ouça a entrevista através do link desta publicação.

Seu Madruga, Senhor Barriga, calendário maia e Star Wars estão nas decisões do STJ

Seu Madruga, Senhor Barriga, calendário maia e Star Wars estão nas decisões do STJ

O perfil do Facebook do STJ (Superior Tribunal de Justiça) tem usado as mais diversas imagens para ilustrar as decisões mais importantes da Corte. Entre elas estão o Seu Madruga, Senhor Barriga, um calendário maia e até mesmo os robôs de Guerra nas Estrelas.

Seu Madruga

Não pagou o aluguel? Quem seria o melhor personagem para ilustrar uma súmula do STJ senão o próprio Seu Madruga, famoso por dever seus 14 meses de aluguel ao Senhor Barriga no seriado Chaves?

Seu Barriga

E por falar nele, Zenón Barriga y Pesado, ou somente Senhor Barriga, também deu as caras no Facebook do STJ. Ele, como não poderia deixar de ser, apareceu em uma decisão da Corte sobre aluguéis.

stromptooper

Os dois robozinhos da saga Guerra nas Estrelas falam sobre o registro de paternidade na certidão de nascimento.

monstros s/a

O bonequinho do personagem Michael “Mike” Wazowski, do fime Monstros S.A., foi fotografado com um maço de dinheiros para falar de questões financeiras.

Calendário maia

E o mundo não acabou! Mas o STJ usou a representação alusiva a um calendário maia para falar do calendário de sessões do tribunal em 2013.

Lego

O bonequinho faz uma brincadeira inspirada no filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin. Assim como no filme, o trabalho além do normal é citado na súmula reportada.

gramofone

O gramofone e o cachorro lembram o símbolo de uma antiga gravadora, e servem para abordar a questão dos direitos autorais na reprodução de música em estabelecimentos comerciais.

solteira

Direito de solteiros? Mas de separados e viúvos também! Ninguém pode ter o imóvel de família penhorado, mesmo que não componha a formação tradicional do núcleo familiar.

ponta-cabeça

Tá tudo de ponta-cabeça? Na verdade não. Se sua casa veio com defeito na construção, há um prazo para obter indenização relativa aos defeitos da obra.

Lego ECA

Os bonequinhos de brinquedo parecem ser recorrentes aqui! Até o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) foi alvo deles…

leão da receita federal

O leão é a melhor pedida para abordar o Imposto de Renda.