Contatos imediatos de terceiro grau [104 44 30 – 40 36 10]

Contatos imediatos de terceiro grau completou 35 anos. Um dos maiores filmes de ficção científica e considerado precursor de tantos outros. Dirigido por Steven Spielberg, o filme estreou no cinema em  15/11/1977. Grave esses números: 104 44 30 – 40 36 10.

Pregação de pastor morto em acidente é uma espécie de premonição

Na sexta-feira do dia primeiro de fevereiro, quando estava voltando de um culto evangélico na cidade de Camboriú, sede do maior congresso evangélico do sul do país, talvez de toda nação, o Gideões, quando ao olhar pro ginásio onde é realizado o grande louvor a Deus, lembrei-me do episódio da pregação do pastor que revelou sua morte e muitos outros, quando foi uma das vítima do acidente do avião da TAM. Ao chegar em casa, fui pesquisar sobre o assunto e resolvi blogar pra que a gente possa testemunhar que a fala de um homem de Deus não é apenas “algumas palavras” jogando ao vento. Elas proferem sobre as nossas vidas. Nós que não queremos ouvir.

Na pregação, em que o pastor Pastor Luiz Antônio Rodrigues da Luz fez no jubileu de prata no Gideões em abril de 2007, o pregador diz ter tido uma revelação e visto centenas de mortos. O vídeo foi levantado pro YouTube em 20 de julho. O acidente aconteceu na noite do dia 17 do mesmo mês e em menos de 48 horas, mais de 17 mil pessoas tinham acessado o vídeo no site.

Na pregação, Luiz Antônio conta a uma platéia de evangélicos sobre uma madrugada em que estava em casa, mas não conseguiu dormir. Segundo o pastor, ele teve uma revelação. “Eu vi dezenas de centenas de pessoas mortas, enroladas em alguma coisa que não consegui discernir, sendo levadas para um lugar estranho e escuro”, afirmou.

O pastor embarcou no Airbus A 320 da TAM porque viajaria para Minas Gerais, onde participaria de um congresso. Luiz Antônio era um conhecido líder evangélico do Sul do país e pertencia à Assembléia de Deus em Ivoti, cidade a 55 km de Porto Alegre. Ele era casado com Maria Isabel Bomber da Silva Luz e tinha três filhos.

Gravação “legítima”

O evangélico Jorge Santos trabalhava com o pastor e diz que estava presente na pregação em Camboriú/SC, onde as imagens foram gravadas. “(A imagem) é legítima, nós a temos inclusive gravada em DVD”, contou. Ele disse que viu a pregação novamente após a morte do pastor.

A mulher do pastor contou ao G1 que a “visão” ocorreu em fevereiro, depois de uma viagem que o casal fez ao Japão. “Ele disse que tiveram coisas que ele viu, só que não estava autorizado a revelar”, contou. Maria Isabel disse que a lembrança da pregação trouxe conforto à família. “No momento (que recebeu a notícia) eu não lembrei, tem coisas que fogem da memória da gente. No outro dia, amigas lembraram de tudo isso que ele havia falado. Isso traz um conforto muito grande”, disse.

A cunhada do pastor, Madalena Bomber, que trabalhava como sua secretária, contou que Luiz Antônio embarcaria em um vôo que deixaria Porto Alegre às 6h15. Por causa da neblina, a aeronave não pôde decolar e o pastor ligou para Madalena pedindo que o vôo fosse remarcado. Ela conseguiu uma vaga no avião que partiria às 12h20, mas o pastor acabou indo até uma loja da TAM e remarcando a saída para mais tarde.

“Normalmente, ele não remarcava as passagens. Mas ele disse que preferia ir mais tarde, para almoçar com a mulher e os filhos. Acabamos todos comendo em um shopping”, contou. Horas mais tarde, ele embarcou no vôo 3054, que colidiu com o prédio da TAM Express na Zona Sul de São Paulo.

Desastre

O avião da TAM com 187 pessoas a bordo iria pousar na pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, mas atravessou a Avenida Washington Luís e bateu no prédio da TAM Express, onde trabalhavam entre 50 e 60 pessoas no momento da colisão. A aeronave, um Airbus A 320, vôo JJ 3054, partiu de Porto Alegre, às 17h16 de terça-feira (17) e chegou a São Paulo às 18h50.

A paz do senhor Jesus

A paz do senhor Jesus

Deus sempre quer abrir a maior porta e quando todos nos viram as costas é porque Deus nos quer mostrar que só ele é fiel. Quando pensamos que estamos em um verdadeiro deserto é porque Deus quer se revelar. Quando passamos por várias dificuldades é porque Deus quer algo nos ensinar. Quando o impossível se apresenta é porque é a hora do nosso Deus operar. Quando você pensa que está só e que Deus te esqueceu… Deus te diz:

Não te esqueci, nem te abandonei, estou te moldando para minha glória e louvor. Farei na tua vida uma obra que deixará todos pasmos glorificando o meu nome e dizendo que tu és um vaso escolhido na terra. Não se turve o vosso coração, apenas creia e confie em mim. Sou teu Deus e não te abandono jamais, porque em todas essas coisas, somos mais que vencedores em Cristo Jesus

Pastor Ari Leão

“Primeira vez” pode indicar qualidade da vida sexual futura

O medo da primeira vez

A perda da virgindade

A “primeira vez”, a primeira experiência sexual de uma pessoa, pode influir fortemente na satisfação sexual dessa pessoa nos anos seguintes. A conclusão é de Matthew Shaffer e Veronica Smith, das universidades de Tennessee e Mississippi (EUA).

Eles afirmam serem os primeiros a examinar se as circunstâncias da perda da virgindade têm consequências duradouras para o indivíduo. “A perda da virgindade é muitas vezes vista como um marco importante no desenvolvimento humano, significando uma transição para a idade adulta,” disse Shaffer. “No entanto, ela não foi estudada nesse aspecto. Queríamos ver a influência que a perda da virgindade pode ter com relação ao desenvolvimento físico e emocional”.

Como foi a primeira vez

Os pesquisadores examinaram como a satisfação sexual e a experiência física na primeira vez impactam a longo prazo as experiências sexuais das pessoas. O estudo envolveu 331 homens e mulheres jovens, que relataram como perderam a virgindade. Os participantes anônimos classificaram a experiência de acordo com as emoções relacionadas com contentamento, ansiedade e arrependimento.

Eles também responderam perguntas sobre sua vida sexual com escalas mensurando senso de controle, satisfação e bem-estar. Finalmente, os participantes preencheram um diário durante duas semanas, descrevendo cada experiência sexual.

Importância da primeira vez

Uma série de análises estatísticas revelou que aqueles que se sentiram emocional e fisicamente mais satisfeitos na primeira vez achavam sua vida sexual posterior mais satisfatória.

Os pesquisadores concluíram que uma experiência positiva na primeira vez prevê com grande precisão a satisfação física e emocional posterior. Aqueles que relataram níveis mais elevados de ansiedade e negativismo na primeira vez apresentaram um funcionamento sexual global menos satisfatório.

Especificamente, as pessoas que se sentiram amadas e respeitadas por seu parceiro na primeira vez acharam os encontros seguintes emocionalmente mais satisfatórios. “Embora este estudo não prove que uma melhor primeira vez produza uma melhor vida sexual em geral, a experiência de uma pessoa ao perder a virgindade pode definir o padrão para os próximos anos,” disse Shaffer.

O pesquisador sugere que a primeira experiência sexual pode criar um padrão geral de pensamento e de comportamento que orienta as experiências sexuais e a compreensão das informações sobre a própria sexualidade.

Em busca do remédio certo para cada paciente

Farmácia Básica distribui cerca de quatro mil atendimentos foram feitos pela Farmácia Básica em setembro

Um medicamento indicado para uma pessoa nem sempre pode ser eficaz para outra que sofra da mesma doença. O que tem efeito positivo em um paciente pode desencadear reações indesejáveis em outro. A farmacogenética (ou farmacogenômica) pode identificar fatores genéticos que expliquem a variabilidade individual na resposta aos medicamentos.

A maior parte da resposta aos medicamentos é poligênica. Para alguns medicamentos, porém, há uma situação monogênica – variação genética pode consistir em um único gene. “O que temos hoje é uma discussão em torno de pares: um gene, um medicamento,” explica Guilherme Suarez-Kurtz, chefe do Programa de Farmacologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

“Os genes CYP representam o grupo mais importante da farmacogenética. As enzimas da família CYP metabolizam cerca de 80% dos medicamentos de uso clínico. Com isso, variações nos genes CYP podem alterar as doses a serem usadas”, disse.

Terapias individualizadas

Outro exemplo é o gene VKORC, que afeta a resposta à varfarina (fármaco anticoagulante usado na prevenção de tromboses) e que apresenta variações genéticas frequentes.

“Um paciente, por apresentar essas características genéticas, tem um risco aumentado de sofrer efeitos colaterais. A genotipagem prévia vai mostrar que a variabilidade genética desse paciente pode aumentar o risco de efeitos tóxicos. É uma mudança de paradigma, uma nova e mais precisa variável”, disse Suarez-Kurtz.

A genotipagem prévia pode, assim, possibilitar a aplicação de terapias individualizadas. “A forma de se usar essas informações no acompanhamento do paciente se dá sugerindo uma alteração de medicamento ou uma alteração de dose, ou dizer simplesmente que este paciente não pode fazer o tratamento, porque ele vai ter efeitos colaterais e irá interromper a terapia”, explicou.

Segundo o pesquisador, o abacavir, um dos antirretrovirais usados no tratamento da AIDS, apresenta problemas de reações de hipersensibilidade associadas ao fator genético. “É um remédio de primeira linha no tratamento da AIDS, mas não é o único. Quando se diagnostica um paciente por infecção pela AIDS, pode-se fazer genotipagem e se prescrever uma terapia alternativa”, avaliou Suarez-Kurtz, que também é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Genes dos ancestrais

Muitas das variações genéticas têm um componente associado à ancestralidade individual, aponta o pesquisador.

“Por exemplo, um polimorfismo genético associado à ocorrência da síndrome de Stevens-Johnson (doença que provoca lesões cutâneas) em pacientes tratados com carbamazepina (medicamento anticonvulsivante utilizado no tratamento da epilepsia) é comum nas populações asiáticas, e raro nas populações africanas e europeias, principais ancestrais dos brasileiros. Assim, o risco desta síndrome nos brasileiros é mínimo”, disse Suarez-Kurtz.

Estudo feito por pesquisadores da Rede Nacional de Farmacogenética (Refargen), iniciado em 2010 envolvendo 1.300 amostras, genotipou um número grande de polimorfismos farmacogenéticos reconhecidamente importantes.

Paralelamente, todos os indivíduos foram tipados com marcadores de ancestralidade para saber o quanto cada um deles tinha de ancestralidade africana, europeia ou, em menor escala, ameríndia. “Quantificar a ancestralidade indígena é difícil por dois motivos: primeiro porque é difícil coletar informações dos ameríndios, uma vez que o sistema de proteção aos povos indígenas não permite estudar a genética dos índios, e segundo porque a contribuição média da ancestralidade ameríndia na população brasileira é de menos que 10%”, disse Suarez-Kurtz, coordenador da Refargen.

Entretanto, segundo o cientista, é impossível correlacionar a aparência física de brasileiros com a sua ancestralidade genética, ou seja, um indivíduo categorizado como “pardo” pelo IBGE pode não ter uma ancestralidade dominantemente africana.

Nem tudo é genético

Apesar dos avanços no campo, a adoção clínica da farmacogenética é um processo lento. “Os médicos norte-americanos consideram que existem cerca de 20 pares de medicamentos e genes que têm componentes farmacogenéticos importantes, incluindo a varfarina (anticoagulante) e a codeína (analgésico mais usado no mundo). Mas quantos desses médicos modificam as prescrições para atender à farmacogenética é outra história”, disse Suarez-Kurtz.

O fator genético não explica toda a variabilidade na resposta aos medicamentos. “A resposta aos medicamentos é um fenótipo complexo, um processo que envolve vários fatores. Fatores demográficos (como peso, idade, sexo) e clínicos, função renal, função hepática, hábitos alimentares, tabagismo, alcoolismo, enfim, são inúmeros os fatores que podem afetar a resposta aos medicamentos.

“As variáveis genéticas são um desses fatores. Então, para alguns medicamentos o fator genético é determinante, enquanto para outros o importante a se levar em conta é a idade, e para outros o peso”, concluiu o cientista.

Velhas Virgens: Carnavelhas III – Bebadoriso

Velhas Virgens: Carnavelhas III - Bebadoriso

Já é uma tradição. Chega o carnaval e a banda Velhas Virgens coloca no mercado um álbum que mistura marchinhas com rock n’ roll. Para não deixar dúvida quanto à proposta, o disco começa com uma bateria de escola de samba seguida de um pesado riff de Andreas Kisser – um dos convidados do álbum. É a faixa “Pro Samba Continuar”.

Em comum, os dois estilos – o rock e o samba – talvez tenham mais do que imagina o ouvinte desavisado. Diversão sempre foi um ponto importante para ambos. E o Velhas Virgens sabe bem disso, afinal a diversão e o Rock n’ roll estão na sua raíz. E o samba passou a fazer parte de sua história desde o primeiro Carnavelhas.

No terceiro volume dessa saga, as safadezas e referências à cachaça – “O mundo gira e a cachaça vai”, diz a letra de “Proíbe que eu gosto” – são embaladas num ritmo dançante, festivo e cheio de guitarras que ainda traz referências a personagens e quadros humorísticos brasileiros. Está aí a explicação para o subtítulo “Bebadoriso” – que aliás é uma homenagem a Paulinho da Viola que tem um “Bebadosamba”.

É difícil destacar uma ou outra canção pois todas são engraçadas, espirituosas e animadíssimas. Há até espaço para uma mensagem de ‘conscientização’ em “Marcha do Bullying” – ainda que ela acabe avacalhando o professor Raimundo, personagem de Chico Anysio – que aliás recebe mais de uma ‘homenagem’ no disco.

Se é para citar algumas faixa, escolho “Samba do Mussum e Seu Madruga”, na qual o protagonista morreu e encontra todos os humoristas no inferno, além da multilíngue, “Carmemiranda”, que termina como se fosse um punk rock. Vale mencionar que nela se emenda um discurso de Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, que introduz a faixa “Como Zé Bonitinho”, com participação do guitarrista Luiz Carlini (Tutti-Frutti).

O álbum conta com produção e mixagem de Paulo Anhaia (que já trabalhou com Oficina G3, Charlie Brown Jr. e Luiza Possi). “Carnavelhas III – Bebadoriso” não é um disco para ‘ficar ouvindo’. Seus 42 minutos são feitos para festejar, junto a amigos e umas cervejas.

Carnavelhas III – Bebadoriso

  1. Pro samba não se acabar
  2. Proíbe que eu gosto
  3. Marcha da catifunda
  4. Carmemiranda
  5. Como Zé Bonitinho
  6. Samba do Mussum e do Seu Madruga
  7. Didi Mocó
  8. Síndrome da velha surda
  9. Ofélia, eu?
  10. Marcha do bullying
  11. No banco da praça
  12. Eta Criola Difíci
  13. Balança mais não cai
  14. Hino da eterna bebedeira

Expressão Popular lança ebooks gratuitos em solidariedade a Hugo Chávez

Hugo Chávez

Obras de Marta Harnecker, Richard Gott e Núnzio Armenta podem ser baixadas no site da Expressão Popular e inauguram série de livros digitais a serem disponibilizados pela editora.

Em 4 de fevereiro de 1992, o então tenente-coronel Hugo Chávez Frias comandou um levante que buscava tomar o poder, convocar uma assembleia constituinte e mudar os rumos da política venezuelana. Mesmo que a ação tenha fracassado e que Chávez só tenha atingido o poder por via eleitoral em 1998, muitos consideram este 4 de fevereiro como marco inicial de um período de lutas anti-neoliberais que permanece até os dias atuais em nosso continente.

Em homenagem a esta importante data e também em solidariedade ao estado de saúde do presidente venezuelano, um dos símbolos da bandeira antiimperialista e em prol da soberania dos povos latino-americanos, a Editora Expressão Popular disponibiliza, de forma gratuita e em formato de Ebook, três livros sobre a trajetória de Chávez (para acessar os livros sobre Chávez clique aqui e faça o download. ou nos itens abaixo):

A iniciativa é parte do lançamento de diversos títulos da Editora Expressão Popular em Ebook. Em breve novas obras serão disponibilizadas para download gratuito em nosso site.

 

Documentário sobre o Luthier Márcio Zaganin disponível na web

Documentário sobre o Luthier Márcio Zaganin

O luthier Márcio Zaganin ganhou um documentário que pode ser visto na integra no canal da Tagima no YouTube. “Márcio Zaganin, o Luthier mais importante do Brasil” conta a história do principal responsável pelo desenvolvimento e fabricação dos instrumentos da Tagima.

Com depoimentos de Pepeu Gomes, Roberto frejat, André Christovam e vários outros músicos, o documentário de 38 minutos começa com a defifinão de ‘luthier’: “profissional especializado na construção e no reparo de instrumentos de corda com caixa de ressonância, mas não daqueles dotados de teclado”.

“Márcio Zaganin, o Luthier mais importante do Brasil” foi dirigido por Egler Cordeiro e tem fotografia de Cordeiro e Marcelo Rossi.