Placa para quarto, uma decoração a parte!

Placa para quarto

Você sabia que a Barse – Artesanatos & Aviamentos também faz artigos sob encomenda? São tapetes de crochê, bolsas, produtos em madeira revestido de tecido, trilhos em bordado russo, peças em Patchwork e muito mais. Nesta semana, uma das peças mais requisitadas foi a placa para quarto de crianças e adolescentes. Ela é toda revestida de tecido, até nos arabescos. Pode ser feita com qualquer nome e cor de tecido. Custa apenas R$38. Confira mais novidades em nosso Facebook e site www.barse.com.br.

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Fundado o moto grupo Tartarugas do Asfalto

moto grupo Tartarugas do Asfalto

O mais novo grupo de motociclistas da cidade tem tudo haver com nome, não pelas motocas de baixas cilindradas em que seus membros as possuem e sim pelo item de segurança e sinalização essencial das rodovias, as populares Tartarugas do Asfalto. O clube, criado recentemente, possui cerca de 10 membros e já estão planejando a constituição da entidade. Com a formação da associação, os Tartarugas pretendem usar a liberdade e os direitos da personalidade jurídica para iniciar as benfeitorias do grupo. Eles até estão desenhando a sua logo, compraram camisas e orçando o valor dos coletes, mas o que eles mais querem é se divertir e participar dos eventos de moto clubes do estado e região.

Recentemente, os Tartarugas realizaram seu primeiro evento, ou melhor, o seu primeiro passeio. A galera reuniu suas magrelas e foram dar uma voltinha até a Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller, no domingo do dia 27 de janeiro. Segundo a turma, o passeio foi divertido e serviu pra unir e consolidar ainda mais o coletivo. Almoçaram na serra e depois voltaram. O mais bacana, na avaliação deles, foi que furou o pneu de uma das motos e isso serviu de descontração no passeio.

Os Tartarugas já tem uma coordenação simples, um presidente, que é meu compa  Maciel Rodrigo e nesse vídeo descontraído aí em cima, eles contam melhor do grupo em si. É isso minha gente, se eles me deixarem e aceitarem o meu convite, farei parte do grupo e poderemos usar as nossas redes e até mesmo nossas influências a favor do grupo. Quem sabe a gente não pode fazer o Ilhota Rock Festival junto com o primeiro encontro dos Tartarugas do Asfalto? Valeu \o/\O/\o/

Política fracassada, criminalização do usuário ainda pauta combate ao crack no país

o crack no país

“Zumbis do crack invadem as capitais do Brasil”. “Zumbis se arrastam pela rua”. “São farrapos enrolando restos de humanidade”. É o que bradam colunistas dos grandes jornais brasileiros sobre os usuários da droga concentrados nas chamadas cracolândias. Estigmatizados como zumbis por uma classe média que não os quer enxergar, eles provocam cada vez mais pânico no restante da população que não sabe lidar com essa situação.

O termo “zumbi” caracteriza alguém dado como morto, que volta a viver irracionalmente, controlado por uma força maior; um ser humano que vive em estado catatônico, gerando insegurança e medo. Definir os usuários de crack como zumbis sugere que eles perderam a capacidade de escolha e discernimento sobre a própria vida, que a droga os manipula e que são, por si só, uma ameaça à sociedade.

No entanto, o crack não é o inimigo contra o qual se deve lutar. Ainda que seja uma droga mais pesada e com efeitos mais degradantes a seus usuários – se comparada ao álcool e à cocaína, por exemplo –, é apenas mais uma substância ofertada à população. Seus consumidores são vítimas de um sistema que os criminaliza. “Se essas pessoas estivessem simplesmente na rua, passando fome e frio, como sempre estiveram, independentemente de serem ou não usuários de drogas, não seriam ‘zumbis’ ou, pelo menos, não ameaçariam”, diz o antropólogo e pesquisador sobre uso de drogas Maurício Fiore.

Muitos profissionais do direito, da saúde e da assistência social que trabalham diariamente com dependentes de crack afirmam que esses usuários têm plena consciência do que estão passando. Entre eles está a defensora pública do Estado de São Paulo Daniela Skromov de Albuquerque. Para ela, “de uma hora para outra” todo mundo acordou e quer envolver a sociedade e as instituições para encontrar uma solução ao problema do crack. “Junto a este senso de urgência vem um discurso salvacionista e a concepção de que os usuários de drogas não sabem o que querem. Então, surge o crack como droga símbolo e os especialistas devem definir o que estes indivíduos devem querer”.

Sai o éter e entra o crack

O crack existe no Brasil desde o fim da década de 80 e início de 90, quando a cocaína passou a ser refinada no país. Até então, a droga entrava no Brasil já pronta para o consumo. Essa mudança se deu por uma ação da Polícia Federal que, nesta mesma época, descobriu que a cocaína distribuída no país era refinada na Colômbia e na Bolívia com insumos produzidos pela indústria brasileira, a exemplo do éter e outros solventes.

Pouco antes dessa investigação, a tendência mundial já era a intensificação do combate a essas substâncias químicas. A Convenção das Nações Unidas contra o Tráfico Ilícito de Estupefacientes e Substâncias Psicotrópicas, de 1988, preocupou-se com o crescimento do crime organizado, de acordo com o artigo de Maurides de Melo Ribeiro e Marcelo Ribeiro Araújo, “Política mundial de drogas ilícitas: uma reflexão histórica”, publicado no livro “Panorama atual de drogas e dependências”. “Nesse sentido, a convenção chamou os países signatários a adotarem medidas de combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. Além disso, os produtos químicos utilizados na obtenção dos princípios ativos das plantas psicoativas passaram a sofrer forte controle por parte das nações”.

Como não era possível (e ainda não é) manter um controle efetivo da fronteira para que a droga não entrasse no território nacional, a solução encontrada pela PF foi o caminho inverso: barraram a saída dos produtos usados no refino de cocaína para aqueles países. Consequentemente, os traficantes brasileiros passaram a importar a pasta base da cocaína para ser refinada no país. O crack, subproduto deste processo, também passou a ser comercializado ilegalmente.

Ao contrário do efeito da maconha, que pode tomar horas do dia de um usuário e geralmente é consumida coletivamente, e da cocaína, cuja euforia dura meia hora, em média, o crack é uma droga de uso individual, com efeito de no máximo cinco minutos. Tais diferenças alteraram significativamente o padrão do consumo de drogas no Brasil.

“Fumar uma pedra de crack é comparado a uma quantidade de neurotransmissores iguais à de um orgasmo. Com a diferença de que se pode ter um orgasmo a cada cinco minutos. Nenhum ser humano, com uma vida normal, pode isso! Essa é a grande questão: os fatores associados à rapidez com que o usuário se torna dependente químico”, explica Lucas Neiva, psicólogo e pesquisador do Centro de Estudos Psicológicos sobre Meninos e Meninas de Rua (CEP-rua).

São Paulo, onde a droga chegou antes do que em qualquer outro estado do país, abriga a maior cracolândia brasileira. Ela está localizada na região central da cidade, entre as ruas Mauá e avenidas Duque de Caxias, Cásper Líbero, Ipiranga e Rio Branco. Até julho de 1999 nenhuma intervenção por parte do governo municipal ou estadual havia sido feita na região. Naquela época, por ordem do então prefeito Celso Pitta (PPB, atual PP), a Polícia Militar fez uma varredura de usuários de drogas e moradores de rua, ainda que sob protestos de setores da sociedade civil, por conta da inauguração da Sala São Paulo, no antigo edifício da Estação Ferroviária Júlio Prestes.

Enquanto a frequência de usuários de drogas só aumentou na Cracolândia, as políticas públicas continuaram as mesmas. Assim como Celso Pitta, o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), também como forma de revitalizar o centro, utilizaram-se da truculência policial, abuso de autoridade e medidas inconstitucionais, para retirar os usuários das ruas. Decisões essas que foram bastante criticadas por organizações ligadas aos Direitos Humanos, como o Centro de Convivência É de Lei, que atua na promoção da Redução de Danos à saúde associados ao uso de drogas. Essa foi a forma que o Estado em suas diferentes instâncias encontrou para eliminar os “zumbis do crack”.

O tiro saiu pela culatra

Após as festas de fim de ano, descolados do governo federal, que previa para 2012 a assinatura do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas pelos Estados, os governos estadual e municipal de São Paulo deflagraram, há um ano, a Operação Sufoco. Também conhecida por Operação Cracolândia, ela visava combater o tráfico de drogas que acontecia a qualquer hora do dia, sem qualquer controle do Estado, e retirar os usuários de drogas da região central da cidade.

Esse Plano de Enfrentamento, lançado pela presidenta Dilma Rousseff no dia 7 de dezembro de 2011, passou a tomar forma com a campanha de combate à droga, cujo slogan era “Crack, é possível vencer”. Segundo o portal da campanha, seus objetivos são: aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários, enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção por meio da educação, informação e capacitação. Ele também prevê o investimento de até R$ 4 bilhões até o final de 2014, que “serão aplicados em diversas ações de políticas públicas integradas, em diversos setores como saúde, educação, assistência social e segurança pública. A responsabilidade também será compartilhada com estados e municípios que terão o compromisso de oferecer apoio”.

Para Lucas Neiva, apesar da importância de um investimento com cifras até então inéditas na área de drogas, o plano ainda é insuficiente. “Isso porque a dimensão com que se cresce o número de dependentes químicos e da população das classes média e média alta vindo morar na rua por causa do uso de crack é enorme. Crack, hoje, é uma epidemia e a dependência química, antes de tudo, é um problema de saúde pública. Se você conseguir manter estático o nível do problema, já é uma evolução. Quantas das políticas públicas têm um núcleo direcionado para as famílias dos pacientes? Nenhuma. Então não vai dar certo nunca. O que estão dando é esmola”, critica Neiva.

Além disso, o governo federal tem conseguido muito lentamente a adesão dos Estados ao plano, e, um ano após ter sido decretado, ela ainda não foi feita por grande parte das capitais, como é o caso de São Paulo. Mesmo com esse investimento, o governo não tem como fiscalizar se o dinheiro foi aplicado equanimemente no combate ao tráfico e na criação de lugares que oferecem tratamento diversificado aos usuários. “Do total do valor gasto da política de drogas brasileira, mais de 80% vão para a repressão da oferta, investimento na Polícia Federal, armamentos, aviões, etc. Apenas 20% são gastos com usuários e, desse percentual, menos de 1% é gasto com prevenção”, declara Neiva.

Para Altieres Edemar Frei, psicólogo de um Centro de Apoio Psicossocial em Álcool e Drogas (CAPS-AD) de São Paulo e estudioso do assunto, o plano ainda estava “na gaveta” quando a Operação Cracolândia teve início. “Era uma questão muito clara dos poderes municipal e estadual: ‘Vamos fazer algo antes de o governo federal criticar a gente em época de campanha eleitoral’”.

Bombas de efeito moral, balas de borracha, gás de pimenta, cavalaria, viaturas sobre as calçadas, prisões, internações compulsórias e cassetetes foram os protagonistas durante pouco mais de um mês do filme de terror que, desta vez, não tinha os “zumbis do crack” como vilões, mas sim a Polícia Militar, na época comandada pelo Coronel Álvaro Batista Camilo.

A tão conhecida declaração do coordenador estadual de Políticas Públicas de Combate ao Álcool e Drogas, Luiz Alberto Chaves de Oliveira, que o tratamento dos dependentes de crack deveria ser à base de “dor e sofrimento”, assim como a própria operação, ofendeu os princípios da Lei de Drogas (11.343/06) e da Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01), segundo a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo contra o governo estadual em junho de 2012.

Foi sob esta mesma ótica que Bruno Ramos Gomes, psicólogo e membro do É de Lei, observou durante os três primeiros meses do ano as pessoas que passavam pelo centro. “Todas elas estavam muito machucadas, vagando, sem conseguir se organizar para ter um cuidado de higiene pessoal”. Segundo o psicólogo, a prefeitura ofereceu o que a maioria das pessoas na Cracolândia já experimentou: a internação em comunidade terapêutica e a entrada no sistema prisional. “Nos primeiros dias da PM no Centro muitas pessoas foram internadas voluntariamente como forma de fugir da violência, e não em busca de um tratamento. Além disso, muita gente está presa e sequer foi julgada ainda”, comenta Ramos.

O papel da PM

Durante a Operação Sufoco, o principal objetivo era quebrar a logística do tráfico –segundo declarações oficiais – e, para que ela fosse minimamente aceita pela maioria da população e pela opinião pública, traficantes deveriam ser presos. O óbvio ululante. Partindo desse princípio, as forças policiais prenderam muitos usuários como traficantes.

Isso porque, com a sanção da Lei de Drogas, a pena para tráfico foi consideravelmente endurecida e, para consumidores, amenizada. “Não há um critério objetivo para fazer essa distinção entre tráfico e uso de drogas. Então, muitas pessoas que são usuárias são condenadas como se fossem traficantes”, afirma o advogado e doutor em Direito Penal Cristiano Ávila Maronna, em artigo publicado no livro “Álcool e outras drogas”.

No caso do crack, a figura do traficante é muito menos delineada do que no de outros psicotrópicos. Principalmente na região da Cracolândia, a venda da substância é pulverizada e, majoritariamente, feita pelos próprios consumidores como forma de manter o uso. “Quando muito, teriam sido presos pequenos varejistas, os últimos e mais insignificantes elos da sólida e robusta corrente de distribuição de drogas no local”, de acordo com o documento da Ação movida pelo MP.

A defensora pública, Daniela Skromov afirma que o tráfico é um comércio lucrativo e quem o abastece e tem peso nessa rede de negociação não mora na rua, nem na Cracolândia. “A lógica da Operação foi exclusivamente policial: primeiro de combate ao tráfico para depois levar o tratamento, como se este tivesse que ser feito nos lugares de miséria e, sobretudo, onde se tem a figura do consumidor”, critica.

Segundo um oficial da PM que atua na região metropolitana de São Paulo e pediu para não ser identificado, a diferenciação entre porte de drogas e tráfico se dá pela abordagem e “feeling”. “Se eu estou numa biqueira, sei que determinada pessoa está ali sempre. A maioria das vezes, quando o cara foi abordado, ou ele acabou de dispensar a droga ou está com ela no bolso. Geralmente o que está traficando não usa ou não usa ali. E a gente sabe que o cara que está chapado não é o mesmo que está vendendo”, conta.

A sociedade imediatista, que ainda aplaude duelos de gladiadores, também dificulta a ação policial prevista na lei. A prevenção de crimes não gera notícia, não traz resultados imediatos, nem em somente quatro anos. O PM diz que na Academia, os aspirantes a PMs aprendem toxicologia, política de redução de danos, que o problema das drogas é de saúde e tentam conviver da melhor maneira possível com a questão.

“Mas a população fala: ‘Vocês não estão vendo que ali tem droga e não vão fazer nada?’. É mais ou menos o que acontece no centro. No ‘Profissão Repórter’ o Caco Barcellos fez uma reportagem sobre isso, que a viatura passava e ele falava: ‘Nossa, o menino está cheirando cola e o policial não faz nada?’. Então chega um ponto que falamos: ‘Ah, a gente não faz nada? Então vamos fazer’. Meu maior problema hoje em dia não é o traficante e não é o ladrão. É lidar com a mídia dizendo o que eu devo fazer, se está certo ou não”, completa o policial.

Escrito por Bárbara Vidal, jornalista. Esta reportagem foi publicada na edição impressa da revista Caros Amigos e é divulgada agora pela Carta Maior em primeira mão na internet.

O parabéns que ninguém cantou!

José Koehler Kila” ou melhor, José Koehler, apelido em que ele é generosamente conhecido por todos, foi o nosso primeiro prefeito eleito na história política do município. Depois dele, muitos outros administram a cidade, 9 na verdade, entre eles o seu irmão, Ricardo Kila, o Hercules que teve dois mandatos, o Betinho o primeiro reeleito sucessivamente e por último Ademar. Agora temos esse aí que todos o conhecem, pelo menos eu o conheço dos tempos de Pedra de Amolar.

O que me levou a postar esse artigo em meu blog, foi que ao ler a página do meu amigo Rudi no facebook, Personagens da Nossa Política, um grande fórum em que aborda a política e o processo eleitoral de todos os tempos ocorridos na cidade, onde procura enaltecer os grandes personagens da política ilhotense, figuras marcantes que fizeram e fazem parte da nossa história. “Os homens passam, os nomes ficam”, é o lema da comunidade, e que recentemente ganhou um blog [www.personagensdanossapolitica.blogspot.com.br]. Gosto muito do que leio lá na página. Parabéns Rudi!

Mas afinal, e o parabéns é pro Rudi? Deveria, mas não é! O parabéns é pra democracia. Na sexta-feira, dia primeiro de fevereiro foi a 54º aniversário de posse da primeira legislatura política executiva e legislativa do município e ninguém se lembrou, muito menos o parabéns foi cantado.

A primeira eleição pra prefeito e vereadores ocorreu no dia 3 de outubro de 1958 e tive apenas dois candidatos, José Koehler, pelo UDN, e Pedro Teixeira de Melo, pelo PSD, elegendo o seu Zé. Naquela época, Ilhota tinha míseros 2.446 eleitores, sendo que apenas 2.365 marcaram presença na urna. Com a maioria dos votos, o candidato da UDN, José Koehler foi eleito o primeiro prefeito da pequena cidade recém criada. Sua posse deu-se em 31 de janeiro de 1959 há exatos 54 anos e findou em 31 de dezembro de 1964, um ano antes do golpe militar.

Mas quem sabe, ano que vem o povo de Ilhota resolve cantar o “parabéns pra você” a democracia, afinal, a posse do primeiro prefeito eleito completará 55 anos. Falando em 55, uma coisa é certa e não passará em branco, ou verde, seja a cor que preferir. Ilhota completará os seus 55 anos da emancipação política-administrativa da fundação do município e certamente farão a festa. Tomara, pois eu gosto muito de festa e nessa eu vou!

Naquele anos, os vereadores eleitos e empossados foram: Lauro Olimpio Ignacio, Arnoldo Schmitt, José Pedro Castelain, Ervins Kretzer, Felicio José Bitencourtt, Antonio Castelain, Arnoldo João Vicente

Ilhota ano a ano

Confira o cronograma das eleições e governos dos prefeitos de Ilhota:

  • 2013: Início do governo de Daniel Bosi (PSD)
  • 2012: Eleições municipais
  • 2009: Segundo mandato do governo de Ademar Felisky (PMDB)
  • 2008: Eleições municipais
  • 2005: Início do primeiro mandato do governo de Ademar Felisky (PMDB)
  • 2004: Eleições municipais
  • 2001: Segundo mandato do governo de Roberto da Silva (PP)
  • 2000: Eleições municipais
  • 1997: Início do primeiro mandato do governo de Roberto Da Silva (PDT)
  • 1996: Eleições municipais
  • 1993: Governo de Hercules Geraldo de Oliveira (PMDB)
  • 1992: Eleições municipais
  • 1989: Governo de José Izidro Vieira (PFL)
  • 1988: Eleições municipais
  • 1983: Governo de Henrique Schaadt (PMDB)
  • 1982: Eleições municipais
  • 1977: Governo de Hercules Geraldo de Oliveira (PMDB)
  • 1976: Eleições municipais
  • 1973: Governo de Ricardo Koehler (ARENA)
  • 1972: Eleições municipais
  • 1969: Eleições para vereadores
  • Governo de Orlando Schneider (ARENA)
  • 1968: Eleição para prefeito
  • 1966: Eleições para vereadores
  • 1965: Governo de Osvaldo Teixeira de melo (UDN)
  • 1964: Eleição para prefeito
  • 1962: Eleições para vereadores
  • 1959: Governo de José Koehler (UDN)
  • 1958: Eleições municipais
  • Inicio da administração de Guilherme Alipio Nunes
  • Emancipação de Ilhota

Deus te escolheu

Deus te escolheu!Talvez você esteja nesse exato momento dizendo a si mesmo: Como posso ter sido chamado por Deus para sua obra sendo tão falho, ou quem sabe anda se lamentando de suas fraquezas e debilidades, ou já quis desistir dizendo, como posso ser um servo de Deus tendo falhas as vezes me sinto pecador, tentei não falhar mais falhei, você já sentiu assim ou está se sentindo assim no momento?

Mais eu tenho uma palavra de Deus pra você. Assim disse Deus a o Apóstolo Paulo: Minha graça te basta, e o meu poder se aperfeiçoará nas fraquezas.

A palavra graça significa favor imerecido Deus te usa por quer te usar, aceite o fato que Ele ama você. Deus te usa quando você se sente fraco para que o poder e honra seja d’Ele. Tenha certeza de uma coisa Deus te escolheu pelas suas fraquezas para que a glória seja d’Ele por isso diga a si mesmo este verso Bíblico.

Diga o fraco, sou forte (Joel 3:10b)