Quem sabe viver nunca envelhece


Felício José Bittencourt

Então! Sectarismo aparte é hora de fazer a diferença, e quem consegue fazer isso? Eu! Vi um artigo na página da Fundação Cultural de Ilhota no facebook, muito interessante e seria hipocrisia minha eu não comentar ou blogar, afinal, falo tanto e blogo tanto, que não seria justo de minha parte deixar de fora de minhas colunas essa postagem, e resolvi republicar isso. Passei boa ou quase toda parte de minha vida em Pedra de Amolar, e conheci de perto a vida e a pessoa de “Seu Felicio”. Grande homem!

Fundação Cultural de Ilhota

Gostei muito da homenagem da fundação. Apesar de nossas controvérsias e posicionamentos divergentes com a política e gestores da atual administração, vamos fazer valer a nossa inteligência e tirar as pessoas do buraco da ignorância. Somos rotulados e por muitas vezes avaliados por aqueles que não tem uma leitura crítica. Tenho posicionamento, pagarei e pago um preço alto por isso. Mas a vila anda e é hora de superar tudo isso. O leite já derramou e o fogão já está limpo (assim eu espero).

Eis a publicação:

Felício Bittencourt, o poeta, de 91 anos, é um dos primeiros moradores do bairro Pedra de Amolar, em Ilhota. Os livros são sua paixão. É com eles que passa parte de seu tempo. Felício tem tudo o que um poeta precisa, papel, caneta e muito amor.

“O melhor livro é aquele que se abre com interesse e fecha-se com proveito. Mas é necessário que se leia sem pressa, sem obrigação. Os livros são ferramenta dos sábios, manual do estudante, ninho da sabedoria. Ler é como quem passeia pelo mundo desconhecido adquirindo conhecimento em companhia de ideias, visitando antepassados ilustres e bons amigos. As palavras impressas nos livros fazem de cada um de nós independentemente de raça, idade, classe ou religião herdeiro legítimo do maior patrimônio: a sabedoria, jamais constituída pelo trabalho e pelo talento de todas as gerações passadas. A felicidade não se aprende pelos livros, mais pode brotar deles. A boa leitura nos faz enxergar bem mais longe do que palavras. As palavras voam, mais os livros ficam”.

Felício José Bittencourt, em 02/06/2012, em que escreveu por ocasião do lançamento de seu livro.

Depoimento da historiadora

Quando fui entrevistar seu Felício em novembro de 2012, em Pedra de Amolar, falamos sobre muitos assuntos, principalmente sobre a história de nosso município e também sobre sua paixão por livros e por escrever. Ele deu-me uma cópia do que escreveu a respeito dos livros. Estou compartilhando com todos, pois acredito que a leitura é o agente transformador, aquela que pode mudar uma realidade, fazer com que você sonhe, viaje, e principalmente cresça em conhecimento. Portanto, uma dica: leia este pensamento e se proponha nesse início de novo ano adentrar no mundo fantástico da leitura. Fica também o convite para que conheçam as obras de seu Felício, escritor de nossa terra que estão disponíveis na Biblioteca Pública Municipal.

Viviane dos Santos, professora e historiadora

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