Presidente Ahmadinejad tem uma mensagem para você

Presidente Ahmadinejad tem uma mensagem para você

Podemos aceitar isso?

O Presidente da República Islâmica do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tem um lugar na lista de predadores da liberdade de informação, publicada pela RSF em 3 de maio. Por ocasião da eleição presidencial no Irã, Repórteres Sem Fronteiras mobilizadospara a liberdade dos iranianos não está incorporado na repressão sangrenta e indiferença.

Eu ajo, eu doar

Se, como Repórteres Sem Fronteiras, você não está pronto para aceitar a erradicação da imprensa e da liberdade de imprensa no Irã, em seguida, solte que o maior número possível de imagem e apoiar nossa luta.

Brasílio Willw é um dos palestrantes no PhotoShow 2013! Iluminação em estúdio para book

Photoshow 2013 Goiânia

Brasílio Wille, curitibano, fotógrafo autodidata e com extenso portfólio de clientes nacionais e internacionais, será um dos destaques do PhotoShow em Goiânia. Acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de Julho, no Teatro Madre Esperança Garrido. Brasílio e mais 11 profissionais da fotografia darão dicas e truques com palestras teóricas associadas a muita prática.

Tanto para fotógrafos de casamento quanto fotógrafos de estúdio, esta será uma das mais importantes palestras, pois abordará o tema Iluminação, o princípio básico da fotografia.

Aproveite os últimos dias com valor especial e faça a sua inscrição. Este será um evento que marcará a região Centro-Oeste do Brasil. Informações e inscrição no site www.iphotoeditora.com.br/photoshow

Em defesa dos direitos dos povos indígenas

Direitos dos povos indígenas

Nota pública da Abong!

Em defesa da constituição cidadã. Em defesa dos direitos dos povos indígenas

Vimos manifestar publicamente a profunda preocupação de que os direitos afirmados na Constituição de 1988, com justa razão chamada de “Constituição Cidadã”, sejam destituídos. Por ocasião da aprovação da Constituição, o capítulo sobre os povos indígenas foi considerado por muitos como o capítulo mais avançado deste texto, por finalmente reconhecer os direitos dos povos indígenas às suas terras ancestrais.

Temos assistido, nos últimos meses, a uma série de medidas tomadas pelo governo, no sentido de impedir que os indígenas defendam seus direitos e conservem suas terras.

Ainda em 2012, o governo editou a Portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU), que permite passar por cima da Constituição e liberar as terras indígenas para exploração mineral e obras públicas sem precisar ouvir as comunidades indígenas afetadas. Diante dos questionamentos e protestos dos povos indígenas, a portaria foi suspensa.

Em março deste ano o governo federal publicou o decreto 7.957, que dá poderes ao próprio governo federal, através de seus ministros de Estado, para convocar a Força Nacional em qualquer situação que avaliem necessário. Logo em seguida a Força Nacional foi enviada para a região onde se pretende construir o complexo Hidrelétrico do Tapajós e, pouco depois, para Belo Monte, para retirar os cerca de 200 indígenas de 8 etnias diferentes, que ocupavam o canteiro de obras da usina.

A ocupação do canteiro pelos indígenas tem como objetivo pressionar o governo para regulamentar e implementar o direito de consulta livre, prévia e informada, previsto na Convenção 169 da OIT, ratificada pelo Congresso Nacional. O governo, entretanto, tentou, por meio de nota da Secretaria Geral da Presidência da República de 6 de maio, desqualificar a manifestação indígena, levantando suspeitas e acirrando o clima de preconceito e criminalização daqueles cujos direitos deveria defender.

Além disso, o governo federal já estuda submeter a definição de áreas indígenas a pareceres da Embrapa e do Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e chegou a suspender a demarcação de reservas indígenas no Paraná.

A Ministra Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, por sua vez, declarou, no dia 8 de maio, na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados que “não podemos negar que há grupos que usam os nomes dos índios e são apegados a crenças irrealistas, que levam a contestar e tentar impedir obras essenciais ao desenvolvimento do país, como é o caso da hidrelétrica de Belo Monte”.

E acrescentou: “O governo não pode concordar com propostas irrealistas que ameaçam ferir a nossa soberania e comprometer o nosso desenvolvimento”. O governo federal atende, desta forma, os interesses expressos no Congresso Nacional, onde há uma campanha contra os direitos das comunidades tradicionais e indígenas, configurada na PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 215, engendrada pela bancada ruralista, para transferir as atribuições constitucionais do poder executivo para o legislativo no que se refere ao reconhecimento dos territórios indígenas e quilombolas; e na proposta de CPI da FUNAI, cujo objetivo é questionar os processos demarcatórios realizados ou em curso.

Tais atitudes e declarações não condizem com o status reconhecido aos povos indígenas pela Constituição Brasileira. Já não é a primeira vez que os povos indígenas são acusados de prejudicar o “progresso” do país e que, sob pressão do agronegócio, das mineradoras ou de megaprojetos – que defendem um tipo de “desenvolvimento”, fortemente danoso aos povos da região e ao meio ambiente -, se busca liberar terras indígenas da proteção que hoje a Constituição oferece.

Em 1988, encerraram-se os trabalhos da Constituinte e foi promulgada a Constituição Cidadã que, superando finalmente a legislação do regime autoritário, afirmou solenemente uma série de direitos, entre os quais, os direitos dos povos indígenas. As medidas que vêm sendo tomadas e as propostas de emenda constitucional em discussão significam um retrocesso na luta pelos direitos humanos em nosso país e o regresso a uma etapa que não podemos aceitar.

Exigimos o respeito à Constituição Federal.

Exigimos o respeito aos direitos dos povos indígenas.

Abong – organizações em defesa dos direitos e bens comuns

Sim, esse vídeo mostra muita coisa pra você parar e pensar sobre o Clube de Bilderberg

será que isso pode acontecer? Será que estão mesmo planejando isso? Conheça uma sociedade secreta muito sinistra, “Os Bilderbergs”, onde aparece um plano de redução de população global em 90%. Confira o vídeo e tire sua opinião.

Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, midiático ou político. Devido ao facto das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente). O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.

O mistério das árvores que formam símbolos da Suástica

O mistério das árvores que formam símbolos da Suástica

O símbolo da Suástica foi encontrado, de forma estranha, como uma formação de um conjunto de árvores no estado de Brandemburg, na Alemanha. Nos últimos 60 anos, os lariços – cresceram ou – foram cultivados – despercebidos, em meio às florestas, delineando cruzes suásticas. O símbolo é antigo e remonta às tradições budistas. Posteriormente, o Partido Nazista promoveu algumas modificações e o adaptaram como representação visual.

As suásticas somente são visíveis do alto, por aviões particulares. E do ponto de vista aéreo os desenhos são claramente vistos, uma vez que os lariços, no outono, destacam-se dos pinheiros que os circundam. Embora existam a seis décadas, ao menos, esses bosques tornaram-se conhecidos somente em 1992, quando o estagiário de uma empresa de paisagismo, fazendo o registro fotográfico aéreo para instruir a construção de linhas de irrigação – Ökoland Dederow – avistou as suásticas.

Desde então muitas outros desenhos gigantes foram encontrados, traçados em bosques ou – ainda- em estruturas arquitetônicas de algumas edificações, mesmo fora da Alemanha. Sobre as suásticas nos bosques, um mistério reside na questão sobre quem ou que grupo ou grupos de pessoas são os responsáveis pelo plantio. Os lariços não foram escolhidos ao acaso. Ao contrário dos pinheiros que os rodeiam, sempre verdes, aquelas outras árvores mudam de cor no outono: tornam-se amarelas e, mais tarde, marrons.

Na ocasião da descoberta (1992), o engenheiro florestal local, Klaus Göricke, foi examinar as árvores e descobriu que elas estavam ali há muito tempo. Medindo os anéis etários dos troncos, Göricke concluiu que os arbolglifos tinham sido plantados no final dos anos de 1930. Os desenhos ficaram por muito tempo desconhecidos do grande público, pois além de só aparecerem no outono, os aviões de passageiros não possibilitam visualizá-los e os aviões privados eram proibidos durante a existência da Alemanha Oriental, território onde estão localizadas as formações.

Depois da descoberta, não tardaram a surgir rumores sobre a origem das cruzes. Um fazendeiro local afirmou que havia plantado as árvores quando era criança, a mando de um (suposto) engenheiro florestal que pagou alguns centavos por cada muda assentada. Outra versão sustenta que um líder nazista local determinou o plantio em homenagem a um dos aniversários de Hitler. Uma terceira informação, com ares de lenda, diz que prisioneiros de guerra alemães, desafiando a vigilância de seus carcereiros soviéticos, embrenharam-se na floresta e plantaram as fileiras de mudas como uma forma de afirmar a persistência do nazismo.

Fontes:

Os sapatos dos famosos. Série de imagens reúne os sapatos que personalidades e personagens da ficção usaram

Lembram da série de imagens Famous Eyeglasses que apresentava de forma minimalista os óculos que se tornaram famosos por terem sido usados por famosos? Pois bem, hoje temos aqui mais uma coleção de imagens parecida criada também pelo designer italiano Federico Mauro. Federico reuniu imagens de 33 calçados usados por celebridades, personalidades e personagens da ficção que se tornaram ícones por terem sido usados por eles. Confira:

Famous Shoes - Al Capone

Al Capone

Famous Shoes - Alex DeLarge (A Clockwork Orange - Arancia Meccanica)

Alex DeLarge (A Clockwork Orange – Arancia Meccanica)

Famous Shoes - Amelie Poulain (Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain - Il Favoloso mondo di Amelie)

Amelie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain – Il Favoloso mondo di Amelie)

Famous Shoes - Audrey Hepburn

Audrey Hepburn

Famous Shoes - Axel Foley (Beverly Hills Cop)

Axel Foley (Beverly Hills Cop)

Famous Shoes - Barry Lyndon

Barry Lyndon

Famous Shoes - Beatrix Kiddo (Kill Bill)

Beatrix Kiddo (Kill Bill)

Famous Shoes - Carrie Bradshow (Sex & the City)

Carrie Bradshow (Sex & the City)

Famous Shoes - Cinderella (Cenerentola)

Cinderella (Cenerentola)

Famous Shoes - Clint Eastwood

Clint Eastwood

Famous Shoes - Data (The Goonies)

Data (The Goonies)

Famous Shoes - Diego Armando Maradona

Diego Armando Maradona

Dorothy Gale (Wizard of Oz - Il Mago di Oz)Dorothy Gale (Wizard of Oz – Il Mago di Oz)

Famous Shoes - Ellen Ripley (Aliens - Aliens Scontro Finale)

Ellen Ripley (Aliens – Aliens Scontro Finale)

Famous Shoes - Forrest Gump

Forrest Gump

Famous Shoes - Frankenstein

Frankenstein

Famous Shoes - Jack Sparrow (Pirates of the Caribbean - La Maledizione della Prima Luna)

Jack Sparrow (Pirates of the Caribbean – La Maledizione della Prima Luna)

Famous Shoes - James Bond (007)

James Bond (007)

Famous Shoes - Jamiroquai

Jamiroquai

Famous Shoes - Jeffrey Lebowski (The Big Lebowski - Il Grande Lebowski)

Jeffrey Lebowski (The Big Lebowski – Il Grande Lebowski)

Famous Shoes - Kurt Cobain

Kurt Cobain

Famous Shoes - Lady Gaga

Lady Gaga

Famous Shoes - Lana Turner

Lana Turner

Famous Shoes - Lisbeth Salander (The Girl with the Dragon Tattoo - Uomini che odiano le donne)

Lisbeth Salander (The Girl with the Dragon Tattoo – Uomini che odiano le donne)

Famous Shoes - Mark Zuckerberg (Facebbok)

Mark Zuckerberg (Facebbok)

Famous Shoes - Marty McFly (Back to the Future II - Ritorno al Futuro II)

Marty McFly (Back to the Future II – Ritorno al Futuro II)

Famous Shoes - Michael Jackson

Michael Jackson

Famous Shoes - Michael Jordan

Michael Jordan

Famous Shoes - Steve Jobs (Apple, iPhone, iPod, iPad, iMac e iMacbook...)

Steve Jobs (Apple, iPhone, iPod, iPad, iMac e iMacbook…)

Famous Shoes - Susy Banner (Suspiria)

Susy Banner (Suspiria)

Famous Shoes - The Pope - Il Papa

The Pope – (João Paulo II)

Famous Shoes - Vivian Ward (Pretty Woman)

Vivian Ward (Pretty Woman)

Famous Shoes - Wonder Woman (Mulher Maravilha)

Wonder Woman (Mulher Maravilha)

Aprovem a PEC 18, a PEC do Bem contra a Corrupção

PEC 18

dcvitti assinou a petição da PEC 18

A PEC 18, defendida pelo senador Jarbas Vasconcelos em ser brevemente votada, prevê a perda automática do mandato de qualquer parlamentar condenado pelo STF. Essa sim deve ser rapidamente aprovada.

Por que isto é importante

O senador pernambucano Jarbas Vasconcelos é autor de uma PEC de número 18, que estabelece que todo parlamentar que for condenado pelo Supremo Tribunal Federal, perderá automaticamente o mandato. É simples assim, porém, no meio do caminho estão os interesses e temores de quem tem telhado de vidro. Esta é uma boa bandeira a ser hasteada em mobilizações. Atende aos desejos de quem tem fome e sede de justiça, acaba a polêmica e a procrastinação quase interminável.

Assine a petição

Acabei de assinar esta petição – não quer se juntar a mim? Aprovem a PEC 18, a PEC do Bem contra a Corrupção. Obrigado por assinar e seu nome será adicionado à esta petição! Agora ajude-nos a chegar a 300 assinaturas e espalhe a campanha por Email, Facebook e Twitter abaixo. Acesse este link [http://www.avaaz.org/po/petition/Aprovem_a_PEC_18_a_PEC_do_Bem_contra_a_Corrupcao/?launch] e mobilize a comunidade em torno do assunto. Assim, podemos ter uma melhor política e bons políticas.

Movimentos pela Alba reforçam compromisso com integração popular e anti-imperialismo

Movimentos pela Alba reforçam compromisso com integração popular e anti-imperialismo

A 1ª Assembleia Continental dos Movimentos Sociais da Aliança Bolivariana das Américas (ALBA) reuniu mais de 200 delegados e delegadas de 22 países de diversos movimentos sociais da América Latina, entre os dias 16 a 20 de maio.

A atividade, realizada na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema (SP), fortaleceu a iniciativas de integração dos povos e organizações do continente por meio de lutas em comum, com a finalidade de concretizar um projeto de articulação continental.

“A ALBA é um projeto essencialmente político, anti-neoliberal e anti-imperialista, fundamentado nos princípios da cooperação, da complementaridade e da solidariedade, que busca acumular forças populares e institucionais por um novo ciclo de independência latino-americana, dos povos e para os povos, por uma integração popular, pela vida, pela justiça, pela paz, pela soberania, pela identidade, pela igualdade, pela libertação da América Latina, por uma autêntica emancipação que tenha em seu horizonte o socialismo indo-afro-americano”, diz declaração final da assembleia.

Os movimentos sociais manifestaram preocupação com a ofensiva dos Estados Unidos sobre o continente. “O Império segue mobilizando-se contra a reorganização das forças popular e o surgimento de novos projetos autônomos de integração da Pátria Grande. Logo que surgiram as primeiras rebeliões antineoliberais, os EUA começaram a reorientar sua política exterior visando recuperar sua hegemonia sobre o processo continental em várias dimensões: econômica, militar, normativa, cultural, midiática, política e territorial”, denuncia carta das organizações latino-americanas.

Abaixo, confira a declaração final da 1ª Assembleia Continental dos Movimentos Sociais pela ALBA, que levou o nome de um dos tantos revolucionárias da América Latina, Hugo Chávez Frías.

Declaração da 1ª Assembleia Continental dos Movimentos Sociais pela ALBA

De 16 a 20 de maio, na Escola Nacional Florestan Fernandes, cidade de Guararema, estado de São Paulo, Brasil; nos encontramos mais de 200 delegadas e delegados de movimentos de mulheres, camponeses, urbanos, indígenas, estudantes, jovens, sindicatos e organizações agroecológicas de 22 países, para constituir a I Assembleia Continental dos Movimentos Sociais pela ALBA.

Chegamos aqui como parte de um processo histórico que nos fez encontrar em fóruns, campanhas, redes internacionais, instâncias setoriais e diversas lutas dentro de cada um de nossos países, carregando as mesmas bandeiras de luta e os mesmos sonhos por uma verdadeira transformação social.

Vivemos uma nova época em Nossa América, que se expressou nos últimos anos através de diversas mobilizações e rebeliões popular, a busca pela superação do neoliberalismo e a construção de uma sociedade alternativa que seja justa e inclusiva, porque já é possível e necessária.

A derrota da ALCA em 2005, evidenciou a resistência dos movimentos sociais e uma nova configuração geopolítica continental, caracterizada pelo surgimento de governos populares que se atrevem a enfrentar o Império. A aposta máxima neste sentido, lançada em 2004 por Fidel Castro e Hugo Chávez, é o que hoje se chama Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA).

A ALBA é um projeto essencialmente político, anti-neoliberal e anti-imperialista, fundamentado nos princípios da cooperação, da complementaridade e da solidariedade, que busca acumular forças populares e institucionais por um novo ciclo de independência latino-americana, dos povos e para os povos, por uma integração popular, pela vida, pela justiça, pela paz, pela soberania, pela identidade, pela igualdade, pela libertação da América Latina, por uma autêntica emancipação que tenha em seu horizonte o socialismo indo-afro-americano.

Entretanto, o Império segue mobilizando-se contra a reorganização das forças popular e o surgimento de novos projetos autônomos de integração da Pátria Grande. Logo que surgiram as primeiras rebeliões antineoliberais, os EUA começaram a reorientar sua política exterior visando recuperar sua hegemonia sobre o processo continental em várias dimensões: econômica, militar, normativa, cultural, midiática, política e territorial.

O surgimento da crise capitalista no seio de Wall Street em 2008 reforçou estes planos. Desde esse momento visibilizamos uma contraofensiva imperialista ainda maior no continente, que se expressa no aumento da presença transnacional nos territórios, o saqueio de nossos bens naturais e a privatização dos direitos sociais; a militarização do continente, a criminalização e repressão da luta popular; a intervenção estadunidense nos golpes de Estado em Honduras e Paraguai; a permanente desestabilização de governos progressistas latinoamericanos; o intento de recuperar influência política e econômica através de iniciativas como a Aliança do pacífico e outros acordos internacionais.

Neste contexto marcado pela ofensiva imperialista, por um lado, mas também pela abertura de novas possibilidades com o horizonte que nos aponta o projeto lançado pelos governos da ALBA, se faz mais necessário que nunca a Articulação dos Movimentos Sociais do continente. Temos que assumir o desafio histórico de articular as resistências e passar à ofensiva com um pensamento original e novas propostas de modelos civilizatórios, que recuperem as melhores tradições de nossos povos.

Ratificamos os princípios, diretrizes e objetivos de nossa primeira carta dos Movimentos Sociais das Américas, de construir a integração continental dos movimentos sociais desde abaixo e à esquerda, impulsionando a ALBA e a solidariedade dos povos, frente ao projeto do imperialismo.

Afirmamos nosso compromisso de contribuir ao projeto de integração latino-americano, seguir as batalhas anticoloniais, anticapitalistas, antiimperialistas e antipatriarcais, sob os princípios de solidariedade permanente e ativa entre os povos, através de ações concretas contra todas as formas de poder que oprimem e dominam.

Reafirmamos nossa aposta por conquistar a autodeterminação dos povos, a soberania popular em todos os níveis: territorial, alimentar, energética, econômica, política, cultural e social.

Defenderemos a soberania dos povos em decidir sobre seus territórios, os bens naturais e nos comprometemos a defender os direitos da Mãe Terra.

Os movimentos sociais de Nossa América chamamos a:

  • Promover a unidade e integração regional baseada em um modelo de vida alternativo, sustentável e solidário, onde os modos de produção e reprodução estejam aos serviço dos povos;
  • Relançar a luta de massas e a luta de classes, a nível nacional, regional e continental, que nos permita frear e desmantelar programas e projetos do capitalismo neoliberal.
  • Tecer redes e coordenações efetivas de comunicação popular, que nos permitam enfrentar a batalha de ideias e frear a manipulação da informação pelas corporações e os meios de comunicação.
  • Aprofundar nossos processos de formação política e ideológica para fortalecer nossas organizações, assim como avançar em processos de unidade conscientes e consequentes com as transformações necessárias.

Assim,

  • Manifestamos nosso apoio e solidariedade ao povo da Colômbia neste momento crucial do processo de diálogo e negociação para alcançar a assinatura de um acordo de paz com justiça social, que verdadeiramente resolvam as causas que deram origem ao conflito armado. Estamos atentos ao desenvolvimento deste processo, dispostos a colaborar e acompanhar da maneira que o povo colombiano necessite.
  • Manifestamos nosso apoio ao Governo Bolivariano da Venezuela, encabeçado pelo Companheiro Presidente Nicolás Maduro, expressão inequívoca da vontade popular do povo venezuelano refletida nas urnas no 14 de abril passado, diante das contínuas tentativas de desestabilização por parte da direita que buscar desconhecer a decisão soberana do povo e conduzir o país à uma crise política, institucional e econômica.

Esta Articulação Continental dos Movimentos Sociais pela ALBA é parte de um processo emancipador que desde a Revolução Haitiana até nossos dias, busca construir uma sociedade mais justa e profundamente humana. Nosso compromisso é continuar o legado de milhões de revolucionárias e revolucionários como Bolívar, San Martín, Dolores Cacuango, Toussaint L’Overture, José María Morelos, Francisco Morazán, Bartolina Sisa e tantos outros que de maneira solidária e desprendida entregaram suas vidas por estes ideais.

Reafirmando nossa história, nossa Assembleia leva o nome de um deles, de nosso Comandante Hugo Chávez, a quem honramos retomando suas bandeiras de luta pela unidade e a irmandade entre todos os povos desta Patria Grande, livre e soberana.

A unidade e integração de Nossa América está
em nosso horizonte e é nosso caminho!

ACESSE WWW.MST.ORG.BR

 

História de Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês

História de Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês

Em março de 1974, quase 29 anos depois do fim oficial da II Guerra Mundial, Hiroo Onoda, oficial japonês da inteligência do Exército Imperial Japonês, emerge da selva da ilha de Lubang, nas Filipinas, onde finalmente depõe suas armas e é isentado do dever. Onoda entregou sua espada (pendurada em seu quadril na foto), cerca de 500 cartuchos de munição e várias granadas de mão. O oficial Hiroo Onoda havia sido enviado para a ilha Lubang em dezembro de 1944, onde se juntou a um grupo de soldados japoneses que tinham a missão de resistir à qualquer custo aos ataques inimigos.

Em 28 de fevereiro de 1945, tropas americanas atacaram e, após uma batalha de quatro dias, todos os combatentes japoneses, com exceção de Onoda e outros três soldados, que correram para as montanhas, foram mortos ou capturados.

A partir daí, décadas de insurgência foram iniciadas, mesmo após a guerra. Vários avisos deixados por nativos da ilha e panfletos foram atirados de aviões militares anunciando o fim da Segunda Guerra Mundial, mas os soldados japoneses se recusaram a acreditar. Em setembro de 1949, Akatsu, um dos soldados, se entregou às autoridades filipinas e pouco tempo depois, deixou um recado para seus três compatriotas que ficaram na selva, avisando que de fato a guerra havia terminado e que ele não havia sofrido nenhuma retaliação, contudo, Onoda e seus companheiros deduziram que se tratava de uma traição de seu antigo companheiro e uma tática do inimigo para capturá-los. Em 1954, Shimada, soldado japonês que havia partido para a guerra deixando sua jovem esposa com uma filha recém-nascida, foi morto. Em 19 de outubro de 1972, o último companheiro de Onoda, Kozuka, também tombou após um ataque. Onoda estava sozinho na selva.

Em 1974, Norio Suzuki, um estudante japonês, foi até a ilha de Lubang, onde encontrou Onoda e o advertiu sobre o fim da Guerra. O oficial japonês ainda assim, se recusou a acreditar. Suzuki retornou ao Japão e relatou a situação ao governo, que localizou o ex-comandante de Onoda, o major Yoshimi Taniguchi, que havia se tornado um livreiro após a guerra.

Taniguchi foi até Lubang, onde se encontrou pessoalmente com Hiroo Onoda e formalmente comunicou o fim da guerra ao ex-oficial, emitindo a ordem de depor armas. Ao longo dos quase 29 anos de guerrilha, o pequeno grupo havia matado cerca de 30 filipinos em vários ataques, mas Onoda ficou livre ao se entregar as autoridades, vez que recebeu o perdão do presidente filipino Ferdinand Marcos.

Em seu regresso à pátria, Onoda foi recebido por cerca de 4000 compatriotas no aeroporto e se tornou uma figura de muita popularidade no Japão. Lançou uma autobiografia intitulada “No Surrender: My Thirty-Year War” (“Os Trinta Anos de Minha Guerra”, título no Brasil). Em abril de 1975, Onoda se mudou para o Brasil, onde exerceu atividade de fazendeiro na Colônia Jamic, comunidade japonesa de Terenos, no Mato Grosso do Sul, juntamente com seu irmão mais velho, Tadao.

Casou-se em 1976 e assumiu um papel de liderança na colônia. Em 1984, Onoda retornou ao Japão, onde estabeleceu o Onoda Shizen Juku, um acampamento educacional para jovens que é realizado em vários locais no Japão.

Onoda foi condecorado com a medalha de Mérito Santos-Dumont pela Força Aérea Brasileira em 6 de dezembro de 2004. Em 21 de fevereiro de 2010, a Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul lhe concedeu o título de “Cidadão do Mato Grosso do Sul”. Hiroo Onoda atualmente possui 91 anos e visita o Brasil regularmente.

Chupado da fan page Imagens Históricas, com texto por Italo Magno Jau. Foto: Associated Press

Jon Vitti, roteirista de Os Simpsons vai escrever filme do jogo Angry Birds

Angry Birds

O veterano roteirista Jon Vitti (séries “Os Simpsons”, “Saturday Night Live” e “O Rei do Pedaço”) vai assumir o roteiro da adaptação cinematográfica do game “Angry Birds”. A informação é do site The Hollywood Reporter.

Juntamente com Vitti, outro nome que foi associado ao projeto é o de Catherine Winder (“Star Wars: The Clone Wars”), que se junta a John Cohen (“Meu Malvado Favorito”) na produção do filme.

Ainda não há informações sobre a trama ou um cronograma definido. Sabe-se apenas que a Rovio Entertainment e a Sony Pictures planejam lançar o longa “Angry Birds” no dia 1º de julho de 2016.

Os últimos créditos de Jon Vitti como roteirista são de 2011, na série “The Office”, onde ele também trabalhou como consultor. Sua experiência no cinema inclui o filme de “Os Simpsons” e os dois primeiros filmes da trilogia infantil “Alvin e os Esquilos”.