Seminários descentralizados vão debater estudos e conscientização sobre o autismo


Seminários sobre Autismo. Foto: Miriam Zomer / Agência AL Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, Ilhota, #blogdodcvitti,

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Associação Catarinense de Autismo (ASCA) e Associação de Pais e Amigos dos Autistas (AMA) em Santa Catarina, lançou na manhã desta terça-feira (11) o ciclo de Seminários Descentralizados de Estudos e Conscientização sobre o Autismo, que terá inicio no dia 18, no município de Campos Novos, no Meio Oeste.

A iniciativa, segundo o presidente da comissão, deputado José Nei Ascari (PSD), visa debater durante nove encontros realizados em diferentes municípios catarinenses políticas públicas voltadas às pessoas com espectro autista. “Queremos ampliar a informação para que as pessoas envolvidas e inseridas nesse contexto possam com propriedade tratar deste assunto com mais atenção, especialmente o poder público. Esperamos, a partir desta ação, poder desencadear procedimentos que possam promover o diagnóstico mais cedo da deficiência, e assim avançar na inclusão dessas pessoas na sociedade”, destacou.

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Presidente da AMA de Criciúma, Estefânia Borges considera que o fato do autismo ainda ser uma síndrome nova na sociedade requer um amplo debate devido ao despreparo e a capacitação dos profissionais na hora de um diagnóstico clínico. “Não existe nada que dê um embasamento para o profissional que está fazendo um diagnóstico, feito praticamente baseado no comportamento apresentado pela criança”, frisou.

Na ocasião, Estefânia salientou que o autismo sempre terá três áreas afetadas: a comunicação, a interação social e os comportamentos restritos e repetitivos. Para que as crianças que têm a síndrome possam ter uma vida mais perto da normalidade, ela ressaltou que um dos pontos fundamentais é buscar um diagnóstico precoce. “Com a estimativa de que de 110 nascidos um é autista, se faz necessário informar e preparar cada vez mais a sociedade. Isso é o que pretendemos com os seminários”, explica.

Já o presidente da ASCA, Gerson Borba, lembrou a importância de direcionar as crianças com autismo desde seu diagnóstico, que pode ser observado entre dois e três anos de idade. “Com essa assistência, eles podem desenvolver melhor suas capacidades. Não adianta apenas trabalhar as crianças, mas a família. Muitas das famílias às vezes não estão preparadas para receber uma criança autista”.

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