Pastor Silas Malafai condena o xingamento a Dilma

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Durante a festa de abertura da Copa do Mundo o público presente na Arena Corinthians, em São Paulo, iniciou um coro com xingamentos e insultos a presidente Dilma Rousseff , que estava presente nas tribunas. No momento em que a cerimônia começou, o estádio estava com milhares de assentos vazios, com longas filas nos bares e restaurantes, e com queixas de torcedores que diziam ter dificuldade para encontrar suas cadeiras, a festa teve um início morno.

Pastor Silas comentou:

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Não posso em hipótese alguma concordar com nenhum tipo de excesso. Não aceito que a figura de uma presidente da república seja enxovalhada do jeito que a torcida fez. Precisamos entender que tudo tem um limite. A questão é que a Dilma está revestida do mais alta cargo da nação que é o de presidente da república.  Não é simplesmente xingar uma pessoa, e sim menosprezar o mais alta cargo que nos representa. Fazer manifestações contra os gastos bilionários da copa do mundo, realizar manifestações contra a corrupção do governo, são questões de direitos de cidadania, mas como disse ainda pouco, tudo tem um limite.  Como não podemos aceitar quebra-quebra, também não podemos aceitar que a figura da presidente da república seja ofendida no nível que foi no jogo de abertura da copa do mundo.  Mil vezes não!  Isto não é coisa de gente que quer ter direitos e participar de um estado democrático pleno.

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Agressão a Dilma choca Maradona e diz que vaia é absurdo

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O cara é humilde!

O craque argentino Diego Armando Maradona foi ao Itaquerão, assistiu ao jogo entre Brasil e Croácia, mas se declarou escandalizado com as agressões dirigidas por parte da torcida brasileira à presidente Dilma Rousseff por parte da torcida. “Absurdo, absurdo”, afirmou à coluna da jornalista Mônica Bergamo.

Maradona, que é simpatizante da esquerda latino-americana e foi amigo pessoal de Hugo Chávez, disse que não pretende assistir a outros jogos no estádio. “É uma vergonha. Eu não vou assistir a mais nenhuma partida nos estádios. Eu vou ver no hotel, pela televisão”, afirmou.

Durante a partida, ele torceu pelo Brasil e acertou o placar de 3 a 1 para a seleção canarinho.

Aécio Neves volta atrás e muda discurso sobre ofensas a Dilma

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Se na quinta-feira, pouco tempo após o jogo de abertura da Copa do Mundo, o presidenciável tucano Aécio Neves disse que as vaias e ofensas contra a presidente Dilma Rousseff do PT representavam “o sentimento dos brasileiros em relação ao governo”, na sexta-feira 13, ele condenou o ato e pediu que sejam estabelecidos “os limites do respeito pessoal”.

Disse ele:

Sobre as vaias que ocorreram, ontem, na abertura da Copa do Mundo: Ninguém mais do que eu tem criticado o governo da presidente Dilma. Uma crítica política de quem não concorda com os rumos que o governo vem dando ao país. Mas, por mais compreensível que seja o sentimento dos brasileiros, acredito que a sua manifestação deve se dar no campo político sem ultrapassar os limites do respeito pessoal. No que depender de mim, o debate eleitoral se dará de forma democrática e respeitosa.

Força para o futebol feminino!

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Pressionando a presidenta Dilma Rousseff: Faça um projeto de lei que profissionaliza o futebol feminino no Brasil. O futebol também é feminino!

No Brasil, o futebol feminino foi reconhecido como esporte em 1982 e, segundo dados do IBGE, envolve mais de cinco mil mulheres jogadoras atualmente. São mulheres do Brasil inteiro que se dedicam ao esporte. No entanto, até hoje, a discriminação e o preconceito permanecem e elas não têm nenhum direito trabalhista nem previdenciário. Por isso, neste momento de Copa do Mundo, queremos uma audiência com a Presidenta Dilma e um projeto de lei do Poder Executivo nacional que garanta a profissionalização do futebol feminino no Brasil e, desta forma, promova os direitos das nossas mulheres jogadoras.

Para Rose do Rio, que está mobilizando esta campanha e o abaixo-assinado pela internet, está nesta luta há 31 anos. Foi jogadora e treinadora de futebol, tanto de mulheres quanto de homens. Entre as modalidades de campo, praia e futsal, jogou no Vasco, Portuguesa, Seleção Carioca, American Dennis, Constante Ramos, Beija-flor (RJ), Palmeiras, Serra Moreno, Águia de Ouro, Penalty, Fausto(SP), São José e Seleção Paranaense (PR). Atualmente é presidente da Liga Brasileria de Futebol Feminino. E, mesmo assim, até hoje não tive nenhum dos meus direitos trabalhistas reconhecidos. É uma constante e diária luta de Davi contra Golias.

É por isso, e para garantir os direitos de milhares de mulheres, que precisamos urgentemente tornar o futebol feminino no Brasil uma modalidade profissional. Muitas atletas, inclusive olímpicas e de competições internacionais, mesmo após darem orgulho ao nosso país, sobrevivem vendendo bala. A profissionalização garante os direitos trabalhistas, a aposentadoria e, principalmente, a dignidade.

O futebol também é feminino! Ele precisa ser reconhecido e respeitado.