Adeus ao Orkut

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Acabo de receber um e-mail muito chato. O Orkut foi realmente por limbo. Reproduzo aqui no meu diário online, mas uma triste notícia do #blogdodcvitti, o fim da rede anunciada pelo proprietário mantenedor da mais legal plataformas sociais, a pioneira de todas dessa novo era. Nada adiantou a mobilização dos fãs, um deles eu, em pedir ao Google que cancele esse ideia biruta, mas ela resolveu seguir seus planos e ignoram as vozes rocas da internet. Portanto, aqueles que não receberam a notificação em seus e-mails, ai está a imortalização do Adeus ao Orkut.

Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós (Google) decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

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A luto por moradia do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) demonstra grande preocupação com a escalada da repressão que as manifestações e movimentos têm sofrido, especialmente as mobilizações durante a abertura da Copa e a greve dos metroviários em São Paulo. “Nós queremos pegar a repressão aos metroviários, a repressão policial nas manifestações, unificar a pauta, e fazer um grande ato nacional”.

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014, Newsletter, FeedDiante do quadro político, as vias institucionais lhe parecem incapazes de realizar as transformações. “O MTST tem buscado construir uma relação cada vez mais firme com outras mobilizações populares de luta por moradia e movimentos sociais. Precisamos nos alinhar com sindicatos combativos, com movimentos por transporte”, aponta, ao enfatizar que o MTST não tem a pretensão de participar do processo eleitoral, e sim fazer pressão por fora.

A entrevista com Guilherme Boulos foi gravada pelo Coletivo Copa, iniciativa da Revista Vaidapé, que reúne meios de comunicação diversos para produção de conteúdo jornalístico durante o Mundial de futebol.

Artigo publicado originalmente pelo Correio da Cidadania.