Levítico e a homossexualidade

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Em Levítico 18 e 20, o único pecado específico que é descrito como uma “abominação” é deitar-se com homem “como se fosse uma mulher” – ou seja, atos homossexuais masculinos. Uma abominação é um ato que contamina a terra, a ponto de levar Israel ao exílio. No final do capítulo 18, o texto refere-se a “todas essas abominações” que fazem a terra vomitar seus habitantes. Que fique claro que outros pecados sexuais também eram considerados abominações. Mas o único que é discriminado como uma “abominação” é a sodomia.

Esforços têm havido para interpretar a lei de maneira estrita. Levítico 18.22 tem sido interpretado à luz de passagens que distinguem virgens que não haviam “se deitado com homem” de não-virgens que o haviam feito (Juízes 21.12). Isso tem levado alguns a propor que o ato proibido em Levítico 18.22 é o de ser o parceiro ativo em um ato homossexual com penetração. Outros têm sugerido que o que é condenado é ser a parte passiva. Em ambas as leituras, apenas certos atos homossexuais são proibidos. Para chegar a essa conclusão, é preciso ignorar ou desculpar-se por Levítico 20.13, que condena à morte ambos os parceiros de um ato homossexual.

Outros têm tentado uma abordagem mais ampla. Na base de sua inserção em um código de santidade e o uso da linguagem de pureza e contaminação, John Boswell reivindicou que a proibição da sodomia era uma proibição cerimonial, não moral. O preceito, Boswell argumentou, “não significa, ordinariamente, algo intrinsecamente mau, como estupro ou roubo…, mas algo que é ritualmente impuro para os judeus, como comer porco ou fazer sexo durante a menstruação, duas coisas que são proibidas nesses capítulos. Ele é usado por todo o Antigo Testamento para designar aqueles pecados judaicos que envolvem contaminação étnica ou idolatria”. Assim, “embora ambos os capítulos também contenham proibições (p. ex., incesto e adultério) que possam parecer derivar de absolutos morais, sua função no contexto de Levítico 18 e 20 parece ser símbolos do caráter distintivo dos judeus(Christianity, Social Tolerance, and Homosexuality, p. 100-101). Atos homossexuais eram proibidos por razões rituais para indicar a identidade judaica. Essas razões não se aplicam fora de Israel e, especialmente, nem a cristãos.

A distinção de lei cerimonial e moral é um anacronismo. Em Levítico, questões de pureza e questões morais estão inseparavelmente misturadas. Novamente, Levítico 20.13 é relevante: uma penalidade “civil” é imposta para atos homossexuais; embora ela tenha aspectos “cerimoniais”, a proibição também era parte da ordem pública de Israel. Em um sentido amplo, como Jonathan Klawans mostrou, pecados sexuais poluem a terra (Impurity na Sin in Ancient Israel). Klawans usa a categoria de “impureza moral” para captar a complexidade do ensino da Torá sobre impureza e contaminação. Desta perspectiva, a proibição da sodomia está no mesmo nível da proibição da idolatria. Ambas poluem a terra, e são, portanto, cerimoniais; ambas também são absolutos morais.

Isso significa que é impossível rotular de “cerimonial” a proibição de atos homossexuais a fim de prescindi-la. Em vez de classificar diversas leis como morais ou cerimoniais, é mais correto dizer que a Torá inteira assume que o Senhor está presente no meio de Israel, no santuário. Porque Yahweh vive em Sua habitação santa em Israel, Israel é chamado à santidade tanto no santuário como na terra, no culto e na vida como um todo.

O que quer que possamos concluir sobre a aplicabilidade dessas leis nas sociedades modernas, elas se aplicam dentro da igreja. Como Israel, a igreja é uma comunidade santa, habitada pelo Espírito de Deus. Idolatria e pecado sexual impenitente são profanações morais da habitação do Senhor, a igreja que é una, santa, católica e apostólica.

Escrito por Peter Leithart, que é presidente do Theopolis Institute, Birmigham, Alabama, e pesquisador sênior adjunto no New. St. Andrews College. Traduzido por Leonardo Bruno Galdino, Ministério Fiel, via Voltemos ao evangelho

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6º Seminário Catarinense sobre Síndrome de Down

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Atendendo a solicitação da Presidente da Associação Amigo Down, Senhora Elizabeth Gomes de Andrade, encaminhamos a divulgação do 6º Seminário Catarinense sobre Síndrome de Down, “Atualizando Conhecimentos: Saúde, Educação e Direitos”, que será realizado no dia 14 de setembro de 2016, das 8 às 18 horas, na OAB Florianópolis. Maiores informações: http://www.amigodown.com.br/cartaz_seminario-2016.pdf.

Floresta em chamas

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GreenpeaceNa semana passada estive com um grupo de ativistas sobrevoando algumas regiões da Amazônia, para documentar o início da temporada de queimadas na floresta, que este ano chegou mais cedo e com uma intensidade assustadora.

A situação no chão está bem complicada, encontramos muitos focos de queimadas. Teve dias em que não era possível enxergar muita coisa adiante, por causa da fumaça que encobria o céu.

 

No estado do Amazonas, onde o número de focos no primeiro semestre foi 746% maior que a média histórica para o período, a realidade é ainda mais triste. É um lugar que ainda tem bastante floresta, mas onde o desmatamento está entrando de forma bastante agressiva. Existe uma íntima relação entre desmatamento e queimadas, que pode ser vista ao sobrevoar o sul desse estado.

Assine pelo Desmatamento Zero

Hoje publicamos o primeiro, de uma série de cinco textos, onde relataremos a situação encontrada no campo e a ligação entre as queimadas, o desmatamento e as mudanças climáticas.

A destruição na Amazônia continua a todo vapor e precisamos fazer com que o mundo saiba sobre a tragédia que segue em curso na floresta. Acesse desmatamentozero.org.br e saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento.

Associação Brasileira de Críticos de Cinema divulga o ranking dos 100 melhores filmes brasileiros em toda a história

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A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) fez um ranking dos cem melhores filmes nacionais.

Limite (1931), de Mario Peixoto, ficou em primeiro lugar e é a obra mais antiga da lista. Em seguida, vem o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha, que concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes daquele no ano.

Lançamentos recentes também foram contemplados, como Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert. Lançado neste ano, o longa é a aposta do Brasil para concorrer ao Oscar 2016 na categoria de melhor filme estrangeiro. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho, ficou em 15º lugar. O Céu de Suely (2006), uma das principais obras de Karim Aïnouz, ficou na 70ª posição.

Outros títulos importantes, como O Auto da Compadecida (1999) ficou em 63º, Macunaíma (1969) com a 10ª colocação e Tropa de Elite (2007), ficou com o 30º lugar.

Abaixo, você pode ver a lista completa:

  1. Limite (1931), de Mario Peixoto
  2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha
  3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos
  4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho
  5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha
  6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla
  7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person
  8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles
  9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte
  10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade
  11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles
  12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
  13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado
  14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman
  15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho
  16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho
  17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho
  18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues
  19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias
  20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman
  21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna
  22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri
  23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra
  24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro
  25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci
  26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos
  27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos
  28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho
  29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos
  30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha
  31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade
  32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci
  33. Santiago (2007), de João Moreira Salles
  34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha
  35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha
  36. O Invasor (2002), de Beto Brant
  37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira
  38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane
  39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto
  40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra
  41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga
  42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral
  43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla
  44. SuperOutro (1989), de Edgard Navarro
  45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach
  46. À Meia-noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas
  48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla
  49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos
  50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach
  51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias
  52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor
  53. Madame Satã (2000), de Karim Aïnouz
  54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman
  55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978)
  57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha
  58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles
  59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos
  60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra
  61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco
  62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade
  63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes
  64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto
  65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior
  66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person
  67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha
  68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane
  69. Meu Nome é… Tonho (1969), de Ozualdo Candeias
  70. O Céu de Suely (2006), de Karim Aïnouz
  71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert
  72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky
  73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda
  74. Estômago (2010), de Marcos Jorge
  75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes
  76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira
  77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias
  78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco
  79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni
  80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach
  81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina
  82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho
  83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel
  84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna
  85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr.
  86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis
  87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko
  88. Di (1977), de Glauber Rocha
  89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade
  90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins
  91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia
  92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues
  93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach
  94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha
  95. Carandiru (2003), de Hector Babenco
  96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci
  97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla
  98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger
  99. Meteorango Kid, Herói Intergaláctico (1969), de Andre Luis Oliveira
  100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade e Bar Esperança, o Último que Fecha (1983), de Hugo Carvana

Fonte: HuffPost Brasil.

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Assista os vídeos da sessão em que presidente Dilma Rousseff fala no Senado Federal

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Presidente afastada Dilma Rousseff apresenta sua defesa na manhã do dia 29/8 diante do Senado Federal e a votação dos senadores sobre afastamento definitivo da mandatária deverá ocorrer nesta quarta-feira (31/08). Abaixo, à fala da presidente Dilma Rousseff e à sessão do Senado presidida por Ricardo Lewandowski.

Entenda o projeto da Cura Gay

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Responsável por causar manifestações gerais, o projeto da Cura Gay teve sua ascensão e queda em tempo recorde.

Independentemente das opiniões individuais sobre o assunto, o projeto da Cura Gay é real e quase fez parte de nossa realidade em pleno século XXI. Por mais espanto que projetos e outras medidas que visam “transformar” a orientação sexual de um indivíduo possam causar, a existência deles sinaliza a necessidade urgente de se debater sobre o assunto.

Uma vez que pessoas influentes, como os políticos, começam a bradar determinados gritos de guerra e a obter o apoio de uma parte expressiva da população (vide as manifestações a favor da Cura Gay nas redes sociais), é seguro dizer que o que parecia ser subentendido está, na verdade, atuando como poeira que se varre para baixo do tapete.

Portanto, esclarecer o que é FATO e o que é CRENÇA é o primeiro passo para que a intolerância a qualquer tipo de adversidade comece a trilhar o longo caminho da concórdia.

O que é o projeto da Cura Gay?

O projeto Cura Gay, também conhecido pelos nomes Terapia da Reorientação Sexual, Terapia de Conversão ou Terapia Reparativa, consiste no conjunto de técnicas que tem o objetivo de extinguir a homossexualidade de um indivíduo.

Tal conjunto de técnicas inclui métodos psicanalíticos, cognitivos e comportamentais. Além disso, são utilizados tratamentos de ordem clínica e religiosa. O assunto se tornou extremamente polêmico por se referir à orientação sexual como uma doença, já que a palavra CURA implica a eliminação de um “mal”.

Entretanto, desde a década de 90, a OMS (Organização Mundial da Saúde) descartou qualquer possibilidade de que a orientação sexual dos indivíduos esteja relacionada à uma doença. Assim sendo, a OMS determinou que a homossexualidade pode ser definida como uma variação natural da sexualidade humana e não deve ser considerada como doença.

Dessa maneira, em 1999, o Conselho Federal de Psicologia proibiu que seus profissionais fizessem parte de quaisquer tipos de terapias que tenham o objetivo de alterar a orientação sexual de qualquer pessoa. Seguindo o mesmo caminho, o Conselho Federal de Medicina também deixou claro que a homoafetividade deixou de ser vista como uma condição patológica pela classe médica há mais de 30 anos.

A aprovação do projeto da Cura Gay

O deputado federal do PSDB de Goiás, João Campos, foi quem protocolou na Câmara dos Deputados, em 2011, um PDC (Projeto de Decreto Legislativo) para suspender a resolução do Conselho Federal de Psicologia.

Dois anos depois de tentativas de votação infrutíferas e sob muitos protestos de outros parlamentares e da população em geral, o projeto foi aprovado em 18 de junho de 2013 pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Ascenção e queda do projeto da Cura Gay

Apenas 15 dias após o deferimento do PDC de sua autoria, o Deputado João Campos levou à Câmara um requerimento que pedia o cancelamento da tramitação de sua proposta. Isso aconteceu graças à manifestação do próprio PSDB que se mostrou contrário à solicitação de seu Deputado.

O arquivamento foi aprovado por quase todos os partidos, exceto pelo PSOL. O partido do Deputado Jean Wyllys queria mais do que o arquivamento da proposta: o partido exigia que tal proposta não pudesse ser reapresentada.

No dia 4 de julho, dois dias depois da aprovação do requerimento para cancelamento do trâmite do PDC do Deputado João Campos, um novo projeto para extinguir a determinação do Conselho Federal de Psicologia foi apresentado à Câmara. Porém, agora, o pedido teve indeferimento imediato.

O indeferimento de projetos como este, entretanto, tem data de validade. De acordo com o Regimento Interno da Câmara, quando o trâmite de uma proposta é cancelado, outra de conteúdo semelhante não poderá ser apresentada no mesmo ano em que a primeira foi cancelada.

Portanto, a ameaça de um novo projeto da Cura Gay ainda paira sobre nossas cabeças. Aguardemos cenas dos próximos capítulos…

Fonte: Blog ExamedaOAB. Extraído do portal JusBrasil.

Publicações em redes sociais: Direito de expressão X Direito à imagem

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Recente decisão do Tribunal de Justiça do estado de Santa Catarina, determinou que uma consumidora retirasse provisoriamente os comentários lançados pela mesma no seu perfil da rede social facebook, onde a mesma profere comentários ofensivos à imagem da concessionária onde adquiriu seu veículo.

A consumidora afirmou na sua publicação que a concessionária utilizava de má-fé e enganava o seus clientes, e ainda, usou a expressão “dica” para os demais consumidores.

O relator, desembargador Marcus Tulio Sartorato, afirmou que é direito do consumidor denunciar abusos, ilegalidades e insatisfação com serviços de má qualidade. Contudo, o direito da livre manifestação, em alguns casos, vai de encontro ao direito à honra e à imagem, o que ocorreu no referido caso, já que a consumidora expôs a imagem da concessionária, sendo que a mesma comprovou que tal publicação causou expressiva diminuição na procura dos serviços por outros consumidores.

Salienta-se, que a decisão foi concedida em sede de tutela antecipada, já que o mérito da ação ainda não fora discutido, sendo que até o momento, nenhuma das afirmações lançadas pela consumidora foram comprovadas.

Atualmente, o tema está evidenciado, no entanto, é preciso muito cuidado nas publicações em redes sociais, tendo em vista que da mesma forma que os consumidores possuem amplo direito à livre manifestação, é preciso respeitar o direito à honra e à imagem do outro, que guarda tanta importância quanto, já que ambos estão arrolados como direitos fundamentais, assegurados pela Constituição Federal.

Processo: 0020340-63.2016.8.24.0000

Fonte: Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina e JusBrasil

Brasil avançou no combate à fome, mas agora tem 54% da população com sobrepeso

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ONU BrasilA incidência de nanismo associado à subnutrição no Brasil caiu de 19% em 1989 para 7% em 2007. O avanço foi um dos destaques do levantamento feito pelo Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA), que reuniu dez fatos sobre nutrição no Brasil.

O organismo internacional — fruto de uma parceria entre a agência da ONU e o governo brasileiro — ressalta que, num período similar, de 1986 a 2006, o aleitamento materno exclusivo para bebês de até seis meses aumentou de 2% para 39%. Outra conquista é o combate ao uso e preparação pouco conscientes dos alimentos — em 2007, as taxas de desperdício foram estimadas em 2%.

Nem todos as mudanças, porém, foram positivas. O sobrepeso em adultos e a obesidade alcançaram um patamar de 54% e 20%, respectivamente, e a tendência é de crescimento, alerta o Centro de Excelência.

Políticas pela nutrição

O Centro lembra que, nas escolas públicas brasileiras, alunos recebem ao menos uma refeição por dia. O fornecimento de comida é parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Desde 2009, ao menos 30% dos alimentos adquiridos pela iniciativa devem ser comprados de pequenos agricultores, fortalecendo a agricultura familiar e aumentando o acesso a produtos nutritivos e frescos.

O órgão ligado ao PMA também chama atenção para a adoção em 2010, na Constituição brasileira, do direito humano à comida. Com a medida, o Brasil se tornou um dos apenas três países do mundo a garantir a alimentação enquanto direito fundamental.

A lei nacional estabelece que todo cidadão “seja livre” da fome e da malnutrição e tenha acesso a alimentação adequada e saudável. Outro ponto positivo foram as regulações mais rígidas adotadas em 2015 pelo país para o mercado de substitutos do leite materno, mesmo com a resistência da indústria.

O Centro de Excelência elogiou ainda a publicação de diretrizes alimentares pelo governo, em 2014. O objetivo é encorajar pessoas a evitar alimentos ultraprocessados e consumir produtos naturais, integrais e com menores quantidades de aditivos e conservantes.

Pobreza

De acordo com o organismo do PMA, o combate à fome durante as últimas décadas foi possível devido à mobilização da sociedade civil, à alocação de recursos para a nutrição e a compromissos políticos traduzidos em ação concreta.

No entanto, o Centro alerta que, mesmo tendo conquistado melhorias na distribuição de renda, o Brasil ainda enfrenta pobreza generalizada e a insegurança alimentar e nutricional continua a ser um problema em algumas comunidades.

Faça ecoar as vozes das pessoas refugiadas!

Relatório da ONU cita ‘atrocidades terríveis’ cometidas pelo Estado Islâmico no Iraque, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ

Anistia InternacionalO que você faria se morasse em um país em conflito: ficaria ou partiria?Partiria a pé, de carro, de barco ou avião? Você saberia identificar qual é a rota segura para sair do seu país e entrar em um outro? Você teria certeza de que o governo deste outro país iria respeitar o seu direito de entrar naquele território e buscar refúgio por lá?

Pessoas que moram em países em conflito se perguntam isso todos os dias, afinal, migrar é um direito humano que está sendo amplamente violado. Essa é a última semana para assinar o Manifesto pelos direitos das Pessoas Refugiadas – assine agora!

Muitas delas decidem partir e tornarem-se refugiadas – seu direito de buscar refúgio deve ser respeitado! Os governos devem permitir que elas usem as rotas seguras existentes para entrar em seus territórios e, uma vez em segurança, iniciar o processo de solicitação de refúgio. Como muitos governos tem fechado suas rotas seguras de entrada, pessoas em busca de refúgio tem recorrido a caminhos arriscados e morrido antes de chegar a seus destinos. Não podemos continuar assistindo isso em silêncio!

Mais de 500 mil pessoas já assinaram nosso manifesto exigindo que os governos dos países do mundo todo se comprometam com os direitos das pessoas refugiadas – essa é a última semana: assine você também!

Agradecemos pelo seu apoio!

Assessoria de Direitos Humanos
Anistia Internacional Brasil

Mapa da Violência 2016: Santa Catarina têm a menor taxa de homicídios do país

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Santa Catarina ocupa a última posição (27º) no ranking da violência divulgado nesta quinta-feira, 25. Os dados são do Mapa da Violência 2016, estudo coordenado pelo pesquisador Júlio Jacob Walselfisz, da Flacso (Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais). O Brasil registrou 57 mil homicídios em 2014. O levantamento usou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do Ministério da Saúde de 2014 para mostrar a evolução da violência em estados e municípios brasileiros.

Ainda de acordo com o documento, apenas três estados – Santa Catarina, São Paulo e Roraima – apresentam taxas abaixo dos dez óbitos por armas de fogo para cada cem mil habitantes; Em Santa Catarina, em 2014, foram 7,5 mortos para cada grupo de cem mil habitantes. O estado de Alagoas lidera com a taxa de 56,1 mortos. O estudo aponta uma média nacional de 29 mortes a cada grupo de cem mil pessoas.

O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, em viagem ao Oeste, onde ativa dez centrais de videomonitoramento urbano, ainda não analisou o documento na sua plenitude, mas informou que os números divulgados vêm ao encontro da política de segurança pública adotada em Santa Catarina e contribuem para a continuação do trabalho de combate à criminalidade.

Grubba adiantou que a meta agora é melhorar a condição dos efetivos, a partir da distribuição dos policiais que hoje se encontram nas academias fazendo os seus cursos de formação e apoiar e reforçar as estruturas das forças da segurança com mais viaturas, equipamentos e tecnologia.

“O quadro geral em Santa Catarina sempre apresentou números bem distanciados da realidade nacional, o que tem colocado nosso estado em permanente condição de destaque”, declarou Grubba. 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Segurança Pública – SSP