Violações de direitos humanos não combinam com o espírito olímpico

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Anistia InternacionalAnistia Internacional protocolou a entrega parcial de mais de 120 mil assinaturas da petição A Violência não faz parte desse jogo, na sede do Comitê Organizador Local Rio2016 (COL). Assim como você, pessoas de mais de 15 países assinaram a petição internacional exigindo das autoridades brasileiras e dos organizadores dos jogos uma política de segurança pública que respeite os direitos humanos.

A entrega foi feita durante ato simbólico e pacífico, onde 40 sacos fúnebres foram dispostos na calçada do COL, representando o total de mortos pela polícia na cidade do Rio de Janeiro no último mês de maio. Esse número representa um aumento de 135% em comparação aos mortos pela polícia em maio de 2015.

Obrigada por ter se mobilizado na campanha A violência não faz parte desse jogo! A pressão não pode parar! Compartilhe a petição e convide seus amigos, amigas e familiares a se juntarem a esta causa.

Desde o final de abril, a Anistia Internacional vem alertando sobre os riscos de aumento de violações de direitos humanos no contexto da Olimpíada, como já ocorreu em outros megaeventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos PanAmericanos de 2007.

No ano da Copa, os homicídios cometidos pela polícia aumentaram 40% no estado do RJ. Desde 2009, quando o Rio se tornou sede da Olimpíada 2016, mais de 2600 pessoas foram mortas pela polícia na cidade.

Continue pressionando as autoridades responsáveis exigindo uma política de segurança pública que respeite os direitos humanos. Megaeventos esportivos não podem acontecer às custas de direitos já conquistados!

As autoridades precisam ser responsabilizadas para que adotem medidas onde os planos de segurança pública adotados sejam transparentes e os mecanismos de denúncia e responsabilização de fato funcionem.

Obrigada pelo seu apoio! A mobilização da sociedade é fundamental para garantir direitos!

Nos ajude a ampliar essa mobilização. Mobilize seus amigos e compartilhe a petição em suas redes!

Marcelle Decothè
Assistente de Campanhas
Anistia Internacional Brasil

 

Após quase sete anos de obras e entraves burocráticos, população ilhotense recebe a sonhada ponte

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Chegou a hora de cortar a fita de inaugural da Ponte de Ilhota

Muita coisa mudou em Ilhota desde que as primeiras famílias belgas começaram a colonizar o território, por volta de 1844. A condição exclusiva de fonte de exploração de metais e minérios ficou para trás dando lugar à agricultura, à urbanização e ao desenvolvimento econômico, liderado por atividades como a indústria e o comércio de moda íntima e moda praia. Como município, a história de Ilhota é mais curta — completou 58 anos no último dia 21 de junho. No entanto, o sonho da primeira ponte e a dependência de uma única balsa para cruzar o rio Itajaí-Açu ainda prendiam parte da cidade em uma época que remetia ao passado.

A história ganha um novo capítulo nesta sexta-feira, quando a Ponte Padre Cláudio Jeremias Cadorin será inaugurada. A cerimônia está marcada para as 15h e contará com a presença do governador Raimundo Colombo. O trânsito sobre a ponte, que foi liberado na última semana, ficará interditado a partir das 14h. Nas rodovias Jorge Lacerda e BR-470, no entanto, não haverá alteração no fluxo. Na tarde desta quinta-feira, funcionários do consórcio responsável trabalhavam na colocação de grama e pintura do meio-fio no acesso à ponte. O trabalho era a última etapa da execução, segundo o engenheiro responsável Marcelo Vequi.

A luta pela ponte enfrentou a correnteza dos gabinetes. A assinatura da primeira ordem de serviço ocorreu em novembro de 2009. Após dois anos e meio de ritmo lento, a vencedora da licitação, JM Terraplanagem, desistiu dos trabalhos. O consórcio TEC/Setep, segundo colocado no processo, foi chamado e assinou um novo contrato em setembro do mesmo ano. Quatro anos depois, com algumas paralisações e contratempos no caminho, os ilhotenses têm sua ponte para cruzar.

Investimento total foi de R$ 38,8 milhões

Segundo a gerência de Obras e Transportes do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), a obra custou R$ 38,8 milhões – R$ 23,5 milhões da União e R$ 15,3 milhões do governo do Estado. O município assumiu os gastos com as desapropriações. A obra tem 2,4 quilômetros de extensão, sendo 480 metros sobre o rio Itajaí-Açu, e possui pistas simples, acostamento e passagem para pedestres.

Apesar de refletir em mais rapidez no deslocamento para todos que transitam pelo Vale, no município a expectativa é de que a obra beneficie em especial moradores da região da margem esquerda e dos Baús, alijados de serviços como bancos e comércios, concentrados em maior parte na margem direita do rio Itajaí-Açu.

Desde que a ponte foi liberada para passagem para vir até o Centro leva cinco ou 10 minutos. Antes chegava a demorar 40 minutos para passar na balsa ou até mais quando a embarcação sofria algum problema e era preciso dar a volta por Gaspar ou Itajaí
conta o secretário de Obras de Ilhota, Cidney Thomé

Investimentos

  • Valor total: R$ 38.832.857,80
  • Governo federal: R$ 23.500.000,00 (60,5%)
  • Governo do Estado: R$ 15.332.857,80 (39,5%)

Dimensões

  • 2,4 quilômetros de extensão, entre ponte e acessos
  • 480 metros de passagem sobre o rio Itajaí-Açu

Fonte: Artigo de Jean Laurindo, publicado no portal do Jornal de Santa Catarina.