Floresta em chamas

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GreenpeaceNa semana passada estive com um grupo de ativistas sobrevoando algumas regiões da Amazônia, para documentar o início da temporada de queimadas na floresta, que este ano chegou mais cedo e com uma intensidade assustadora.

A situação no chão está bem complicada, encontramos muitos focos de queimadas. Teve dias em que não era possível enxergar muita coisa adiante, por causa da fumaça que encobria o céu.

 

No estado do Amazonas, onde o número de focos no primeiro semestre foi 746% maior que a média histórica para o período, a realidade é ainda mais triste. É um lugar que ainda tem bastante floresta, mas onde o desmatamento está entrando de forma bastante agressiva. Existe uma íntima relação entre desmatamento e queimadas, que pode ser vista ao sobrevoar o sul desse estado.

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Hoje publicamos o primeiro, de uma série de cinco textos, onde relataremos a situação encontrada no campo e a ligação entre as queimadas, o desmatamento e as mudanças climáticas.

A destruição na Amazônia continua a todo vapor e precisamos fazer com que o mundo saiba sobre a tragédia que segue em curso na floresta. Acesse desmatamentozero.org.br e saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento.

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Associação Brasileira de Críticos de Cinema divulga o ranking dos 100 melhores filmes brasileiros em toda a história

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A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) fez um ranking dos cem melhores filmes nacionais.

Limite (1931), de Mario Peixoto, ficou em primeiro lugar e é a obra mais antiga da lista. Em seguida, vem o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha, que concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes daquele no ano.

Lançamentos recentes também foram contemplados, como Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert. Lançado neste ano, o longa é a aposta do Brasil para concorrer ao Oscar 2016 na categoria de melhor filme estrangeiro. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho, ficou em 15º lugar. O Céu de Suely (2006), uma das principais obras de Karim Aïnouz, ficou na 70ª posição.

Outros títulos importantes, como O Auto da Compadecida (1999) ficou em 63º, Macunaíma (1969) com a 10ª colocação e Tropa de Elite (2007), ficou com o 30º lugar.

Abaixo, você pode ver a lista completa:

  1. Limite (1931), de Mario Peixoto
  2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha
  3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos
  4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho
  5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha
  6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla
  7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person
  8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles
  9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte
  10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade
  11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles
  12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
  13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado
  14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman
  15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho
  16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho
  17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho
  18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues
  19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias
  20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman
  21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna
  22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri
  23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra
  24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro
  25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci
  26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos
  27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos
  28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho
  29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos
  30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha
  31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade
  32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci
  33. Santiago (2007), de João Moreira Salles
  34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha
  35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha
  36. O Invasor (2002), de Beto Brant
  37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira
  38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane
  39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto
  40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra
  41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga
  42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral
  43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla
  44. SuperOutro (1989), de Edgard Navarro
  45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach
  46. À Meia-noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas
  48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla
  49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos
  50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach
  51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias
  52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor
  53. Madame Satã (2000), de Karim Aïnouz
  54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman
  55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978)
  57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha
  58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles
  59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos
  60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra
  61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco
  62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade
  63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes
  64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto
  65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior
  66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person
  67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha
  68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane
  69. Meu Nome é… Tonho (1969), de Ozualdo Candeias
  70. O Céu de Suely (2006), de Karim Aïnouz
  71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert
  72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky
  73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda
  74. Estômago (2010), de Marcos Jorge
  75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes
  76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira
  77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias
  78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco
  79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni
  80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach
  81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina
  82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho
  83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel
  84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna
  85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr.
  86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis
  87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko
  88. Di (1977), de Glauber Rocha
  89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade
  90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins
  91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia
  92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues
  93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach
  94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha
  95. Carandiru (2003), de Hector Babenco
  96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci
  97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla
  98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger
  99. Meteorango Kid, Herói Intergaláctico (1969), de Andre Luis Oliveira
  100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade e Bar Esperança, o Último que Fecha (1983), de Hugo Carvana

Fonte: HuffPost Brasil.

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Assista os vídeos da sessão em que presidente Dilma Rousseff fala no Senado Federal

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Presidente afastada Dilma Rousseff apresenta sua defesa na manhã do dia 29/8 diante do Senado Federal e a votação dos senadores sobre afastamento definitivo da mandatária deverá ocorrer nesta quarta-feira (31/08). Abaixo, à fala da presidente Dilma Rousseff e à sessão do Senado presidida por Ricardo Lewandowski.