Epagri lança em Itajaí cultivares orgânicos de tomate, alface e banana

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Nesta quinta-feira, 27, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) lança, em Itajaí, novos cultivares de alface e de tomate desenvolvidos para produção orgânica e de banana com qualidades nutricionais diferenciadas. Os lançamentos ocorrem a partir das 10h15. As atividades encerram a programação comemorativa dos 40 anos de fundação da Estação Experimental da Epagri em Itajaí (EEI).

A legislação nacional está evoluindo e, dentro dos próximos anos, exigirá que hortaliças orgânicas só possam ser produzidas a partir de sementes também orgânicas. Foi preocupada com esse cenário que a EEI focou no desenvolvimento da alface SCS374 Litorânea e do tomate SCS372 Kaiçara.

Após sucessivas seleções e avaliações feitas desde 2008 na área de pesquisa em hortaliças da EEI e em propriedades de tradicionais produtores de alface na região, a EEI chegou ao cultivar Litorânea. É uma alface lisa que se destaca dos cultivares disponíveis por apresentar boa produtividade, baixa suscetibilidade às doenças foliares, boa qualidade das plantas, maior número de folhas, bom sabor, bom aspecto visual e bom vigor das plantas. A alface é uma das hortaliças mais populares e consumidas no Brasil e no mundo.

O Kaiçara é um tomateiro que apresenta um ótimo desenvolvimento em abrigos de cultivo e nos sistemas de produção orgânica. Ele sofre menor incidência de doenças foliares, como a requeima e a mancha-de-cladiosporium, quando comparado com outros cultivares e híbridos comerciais. Tem folhas mais eretas e curtas, que facilitam a pulverização de caldas fitossanitárias no interior dos abrigos e possibilitam melhor aeração do cultivo, reduzindo a presença de orvalho sobre as folhas e levando a uma menor incidência de doenças foliares.

Esse tomateiro produz frutos de elevada qualidade, com formato ‘caqui’, de tamanho médio, coloração vermelha e intensa, excelente sabor e prolongado tempo de prateleira. Outro estaque é a boa produtividade, uma média 5kg de tomates por planta, que associado ao maior adensamento, decorrente do tamanho menor da planta, possibilita elevadas produções por área.

Além destas vantagens, o tomateiro Kaiçara é um material genético de polinização aberta, o que possibilita a obtenção de sementes pelo próprio agricultor. Considerando o elevado custo da semente de tomate e que, especialmente na produção orgânica, a utilização de sementes híbridas será restringida, esse novo cultivar da Epagri tem grande importância para o mercado produtor.

Banana nutritiva

A Epagri lança também o cultivar BRS SCS Belluna, que produz uma banana com qualidades nutricionais diferenciadas, rica em fibras, com menor conteúdo de carboidratos e valor calórico mais baixo que os cultivares comerciais. Possui quatro vezes mais amido resistente que a Caturra e duas vezes mais que a Branca, produzindo uma banana naturalmente biofortificada, fato que a diferencia das cultivares hoje em uso pelos agricultores brasileiros.

O material genético selecionado é indicado para produção de fruto de mesa e industrialização e excelente para cultivo em sistemas intensivos de produção orgânica e/ou agroflorestais.

A BRS SCS Belluna é resistente a sigatoka-amarela e ao mal-do-panamá, e moderadamente resistente a sigatoka-negra, principais doenças que causam danos à bananicultura brasileira e mundial. A escolha do nome é uma homenagem a cidade de Siderópolis (SC), que em anos passados era chamada de Nova Belluno, uma menção à comuna de Belluno, Norte da Itália, região de origem dos imigrantes que fundaram a cidade em 1882.

Fonte: Alexandre Visconti, pesquisador de organizador do evento: (47) 3398-6315

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De acordo com pesquisa, 81% dos homens consideram Brasil um país machista

Machismo

Pesquisa realizada pela ONU Mulheres e pelo portal Papo de Homem mostrou que 81% dos homens entrevistados concordam que o machismo ainda é recorrente no Brasil, enquanto o percentual sobe para 95% no caso das mulheres.

Segundo o levantamento, estereótipos do comportamento masculino causam dificuldades para os homens, já que 66,5% deles disseram não conversar com os amigos sobre medos e sentimentos. Outros 45% disseram que não gostam de se sentir responsáveis pelo sustento financeiro da casa e 45,5% disseram que gostariam de se expressar de modo menos duro ou agressivo.

Pesquisa realizada nesta terça-feira (25) pela ONU Mulheres e pelo portal Papo de Homem mostrou que 81% dos homens entrevistados concordam que o machismo ainda é recorrente no Brasil, enquanto o percentual sobe para 95% no caso das mulheres.

O levantamento apontou que estereótipos do comportamento masculino causam dificuldades para os homens, já que 66,5% deles disseram não conversar com os amigos sobre medos e sentimentos. Outros 45% disseram que não gostam de se sentir responsáveis pelo sustento financeiro da casa e 45,5% disseram que gostariam de se expressar de modo menos duro ou agressivo. A pesquisa, que teve apoio do Grupo Boticário, mostrou ainda que 3% dos homens se consideram bastante machistas.

O estudo teve como objetivo saber mais sobre como as pessoas se sentem em relação ao tema, de forma a encontrar caminhos rumo a uma sociedade mais igualitária e com mais diálogo entre os gêneros, disse a ONU Mulheres.

Os homens consultados disseram ser difícil lidar com a figura de “herói durão” e do ideal da virilidade dominante na sociedade. Segundo a pesquisa, 56,5% dos homens entrevistados disseram que gostariam de ter uma relação mais próxima com os amigos, enquanto 54% disseram que gostariam de ter mais liberdade para explorar hobbies pouco usuais, sem serem julgados.

O estudo também identificou como as mulheres percebem o papel dos homens em sua vida e na sociedade. A pesquisa constatou que os homens ainda não sabem lidar com mudanças de posição na hierarquia social, o que faz com que busquem provar sua masculinidade.

ONU Brasil