Por que combater a mudança climática? A ONU responde!

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU número 13 diz: “Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”. Ele é um dos 17 objetivos globais adotados em setembro de 2015 – e acordado por todos os 193 países na ONU. Mas por que ele é importante? Confira nesse post algumas resposta sobre o tema.

Por que esse objetivo foi adotado?

A mudança climática é causada por atividades humanas e seus impactos estão ameaçando a maneira como vivemos – e o futuro do nosso planeta. Ao abordarmos as mudanças climáticas, podemos construir um mundo sustentável para todos e para o futuro. Mas precisamos agir agora.

A vida das pessoas está realmente sendo afetada pelas mudanças climáticas?

Sim. O clima severo e o aumento do nível do mar estão afetando as pessoas e suas propriedades nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Desde o agricultor familiar nas Filipinas até um empresário em Londres, a mudança climática está afetando todos – e especialmente os mais pobres e vulneráveis, bem como grupos marginalizados, como mulheres, crianças e idosos.

O que acontece se não agirmos?

Se não for controlada, a mudança global do clima promoverá o retrocesso de uma grande parte dos progressos realizados nos últimos anos em termos de desenvolvimento. Também pode exacerbar, como já vemos, ameaças atuais – como a escassez de alimentos e água, que potencialmente leva a conflitos.

Não fazer nada nos custará muito mais do que se agirmos agora. Temos a oportunidade de tomar medidas que conduzirão a mais postos de trabalho, maior prosperidade e uma vida melhor para todas e todos, reduzindo as emissões de gases de efeito de estufa e construindo a resiliência climática.

Podemos resolver esse problema ou é tarde demais para agir?

Podemos, definitivamente, lidar com as mudanças climáticas, mas temos de ampliar muito nossos esforços. O mundo deve transformar seus sistemas de energia, indústria, transporte, alimentos, agricultura e silvicultura para garantir que possamos limitar o aumento da temperatura global para bem abaixo de 2 graus, talvez até 1,5.

Precisamos também antecipar, adaptar e nos tornar resilientes aos impactos atuais e futuros das mudanças climáticas.

Em dezembro de 2015, o mundo deu um primeiro passo significativo ao adotar o Acordo de Paris, no qual todos os países se comprometeram a tomar medidas para lidar com as mudanças climáticas. Ele entrou em vigor no dia 4 de novembro de 2016, e a COP22 será o primeiro grande momento para sua implementação.

Muitas empresas e investidores também estão se comprometendo a reduzir suas emissões por meio da Agenda de Ação Climática – um esforço coordenado e informal nascido na Cúpula sobre o Clima de 2014, em Nova York, que reúne governos, empresas e sociedade civil para adotar novas iniciativas que promovam as ações climáticas.

Quanto custaria para resolver esse problema?

A maneira de pensar sobre isso não é em termos de quão dispendiosa ela será, mas o quanto precisamos investir e quais as oportunidades de investimento existem para lidar com a mudança climática.

No total, o investimento público e privado em energia limpa deve atingir pelo menos 1 trilhão de dólares por ano até 2030, e mais para construir a resiliência climática. Isso soa muito, mas considere que dos 1,6 trilhão de dólares investidos no fornecimento global de energia em 2013, quase 70% estavam relacionados a combustíveis fósseis.

Além disso, os custos estimados da mitigação não levam em conta os benefícios da redução das mudanças climáticas. Os investimentos de apenas 6 bilhões de dólares em redução de risco de desastres nos próximos 15 anos resultariam em benefícios totais de 360 bilhões de dólares em termos de perdas evitadas ao longo da vida útil desses investimentos.

Atuando agora, salvamos vidas, economizamos dinheiro e evitamos retrocessos no progresso alcançado até hoje.

O que posso fazer para ajudar a alcançar esse objetivo?

Há muitas coisas que cada um de nós pode fazer como indivíduos. Acompanhe as iniciativas da ONU no seguinte link: https://nacoesunidas.org/tema/ods13.

Fonte: ONU Brasil

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Nono dígito para celulares passa a valer no próximo domingo em Santa Catarina

Nono Dígito

Já que eles vão incluir mais um dígito nos números de telefones celulares, por que não aproveitam a onda e passam tudo para 10 dígitos de uma vez por todas, para móvel e fixo. Assim, nos próximos 100 anos a gente fica longe dessa chatice e assim… 9 dígitos não tem rima. Antigamente os números eram 6 dígitos, foi, pra 7, chegou em 8, agora está em 9. A última mudança chata foi incluir essa tal de operadora nas ligações que até hoje tem gente que se embabaca nisso. Enfim… é isso

Os celulares com os DDDs 47, 48 e 49 de Santa Catarina vão receber o nono dígito a partir do próximo domingo, 6/11. Os usuários de telefonia móvel devem acrescentar o número nove em sua agenda. As ligações com oito dígitos ainda serão completadas por um tempo determinado, durante o processo de adaptação dos usuários e das redes, mas após esse período as chamadas não serão mais completadas. Mensagens de SMS e MMS também não serão enviadas se forem usados oito dígitos.

Para facilitar a adaptação dos consumidores, o Procon de Santa Catarina recomenda o uso de aplicativos para realizar a mudança. “Existem alguns aplicativos que fazem a atualização total da agenda. Isso faz com que o consumidor evite a perda de dados ou fique sem a comunicação com o seus contatos”, afirma  o diretor do Procon, Maycon Baldessari.

O diretor lembra também que as empresas de telefonia não podem cobrar pela aumento de dígitos. “Como essa inclusão é uma exigência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), então as empresas são obrigadas a fazer essa mudança sem custo adicional para os consumidores”, diz.

Além de Santa Catarina, os DDDs do Paraná (41, 42, 43, 44, 45 e 46) e do Rio Grande do Sul (51, 53, 54 e 55) também terão o algarismo 9 adicionado a seus números. Os telefones fixos continuam com oito dígitos.

Fonte: Secretaria de Estado da Comunicação

9 9938-3519

Contra a criminalização dos movimentos sociais! Toda solidariedade ao MST

Escola Nacional Florestan Fernandes

Repudiamos e classificamos como inadmissíveis os fatos que ocorreram em Guararema (SP) na Escola Nacional Florestan Fernandes, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Além disso, registramos nossa integral solidariedade ao MST e todos os seus militantes diante da violência sofrida e da tentativa de criminalização do movimento.

A invasão policial sem qualquer respaldo judicial já seria algo preocupante. A violência desta invasão, tendo inclusive tiros contra a recepção da Escola, torna a situação alarmante. Não podemos deixar de ver como um ataque grave ataque a toda sociedade e não podemos deixar passar em branco.  A democracia foi conquistada à base de muita luta do povo desse país e deve ser reivindicada em momentos como esse em que setores conservadores reivindicam maior ação repressiva.

Se não tinham mandado judicial, qual a justificativa para tal invasão? Quem coordenou tal ação? Essas perguntas precisam ser respondidas urgentemente para a garantia da própria segurança dos militantes do MST e pela transparência que uma sociedade democrática deve exigir.

Fazemos questão de lembrar que as origens do Ibase estão ligadas ás campanhas pela reforma agrária e pela democratização de nossa sociedade. Continuamos do mesmo lado nessa luta e não recuaremos dos princípios que nos movem desde a nossa fundação.

Nota do Ibase. Rio de Janeiro, 4 de novembro de 2016.

Brasileiro é reeleito para Comissão de Direito Internacional da ONU

Gilberto Vergne Saboia

O embaixador brasileiro Gilberto Vergne Saboia foi reeleito com 139 votos para a Comissão de Direito Internacional da ONU para mais um mandato de cinco anos, que começa em  1º de janeiro de 2017. Ele e outros 33 integrantes foram escolhidos em votação secreta realizada pela Assembleia Geral da ONU no dia 3 de novembro. O mandato da atual equipe termina no fim deste ano.

A Comissão tem 8 representantes de países africanos, 7 de países asiáticos, 4 do leste europeu, 7 da América Latina e Caribe e 8 da Europa e outros países. A região que inclui o Brasil tem ainda representantes da Colômbia, Chile, Nicarágua, México, Peru e Equador. O estatuto da Comissão prevê que seus integrantes sejam pessoas de reconhecida competência em legislação internacional, com nacionalidades diferentes entre si.

Estabelecido na Assembleia Geral em 1948, o órgão é composto por um corpo jurídico especializado cuja tarefa é preparar projetos de convenções sobre temas que ainda não tenham sido regulamentados pela legislação internacional, e codificar as regras do direito internacional nos campos onde já existe uma prática do Estado.

ONU Brasil