Hoje é o dia de estréia de Rogue One: Uma História Star Wars

 

Hoje, 15 de dezembro, data do lançamento nacional do primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia.

Rogue One, o primeiro filme derivado da nova fase franquia, desafia esse raciocínio ao descobrir a realidade cinza da guerra galáctica. É uma narrativa com desfecho certo – as linhas simples que abrem Uma Nova Esperança – mas que dá outra importância aos conflitos desencadeados pela queda da República. Para vencer a repressão Imperial, a Aliança Rebelde segue um caminho de decisões militares difíceis e pouco honradas. Espiões e assassinos surgem das necessidades da batalha, sem idealismo.

Rogue One se justifica a cada momento dentro da história de Star Wars, atestando que essa é uma pequena parte de algo muito maior. Feito de fã para fã, é uma experiência de calorosos momentos de reconhecimento, em falas, aparições e detalhes que garantem uma conexão única no cinema. Torna-se fascinante investigar as entrelinhas daquele texto escrito em 1977 e repensar a natureza dualista da franquia de George Lucas. Para o público leigo, porém, é possível que o esmero visual e alguns personagens novos não sejam suficientes para superar a aura de “piada interna”. É preciso já ter se encantado há muito tempo por essa galáxia distante.

Abaixo, confira alguns vídeos da mais nova história de Star Wars.

 

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Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

O balanço anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) aponta que o número de jornalistas presos no mundo aumentou neste ano, especialmente na Turquia, onde mais de 100 profissionais de imprensa estão detidos.

Segundo a entidade, há atualmente 348 jornalistas, incluindo blogueiros, detidos no mundo, o que representa um aumento de 6% em relação ao ano passado. A quantia aumentou 22% no mundo e quadruplicou na Turquia, depois da tentativa de golpe de julho.

O número de mulheres jornalistas detidas também cresceu por quatro na Turquia – 21 contra 5 em 2015. Essa realidade evidencia, para a ONG, o crescimento do papel das mulheres na profissão, mas também o desastre que atravessa a Turquia.

“Na porta de entrada da Europa, uma verdadeira caça às bruxas levou para a cadeia dezenas de jornalistas, transformando a Turquia na maior prisão do mundo para a profissão. Em um ano, o regime de Erdogan esmagou o pluralismo na mídia, enquanto a União Europeia não disse virtualmente nada”, destacou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire.

O Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que também divulgou um balanço anual, estima que 81 repórteres estão detidos na Turquia. O número, de acordo com o CPJ, é o maior á registrado em qualquer país.

A entidade informa que quatro profissionais estão presos na América Latina. O Panamá mantém um jornalista estrangeiro preso e a Venezuela um repórter com dupla cidadania. Cuba passou a integrar a lista de países que prenderam jornalistas este ano.

Por outro lado, a RSF indica que o número de profissionais reféns reduziu em 2016 em comparação com o ano passado – 52 contra 61. Este ano, todos os reféns estão no Iêmen, Síria e Iraque. Nos dois últimos países, o grupo Estado Islâmico mantém 21 jornalistas em cativeiros.

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