Pais que não trabalham e deixam filhos o dia todo em CEIs serão processados

Crianças educação

A Secretaria Municipal de Educação e o Ministério Público Estadual vão fazer um levantamento para verificar se os pais que deixam os filhos o dia todo nos Centros de Educação Infantil (CEIs) de Três Lagoas, Minas Gerais, trabalham.

Denúncias protocoladas no Ministério Público Estadual revelam que, em Três Lagoas, existem mães que não trabalham e deixam o filho em período integral nos CEIs, enquanto que, algumas que exercem atividade laboral o dia todo, não conseguem vaga. A revelação foi feita por Ana Cristina Carneiro Dias, titular da Promotoria da Infância e Juventude de Três Lagoas.

Direito à educação infantil em meio período

De acordo com a promotora, a legislação prevê que o aluno tem direito a educação infantil em meio período. Já as mães que trabalham, tem direito de deixar os filhos em período integral.

A mãe, ou o pai que não executa atividade laboral, não têm o direito de manter os filhos nas creches em período integral. É até uma injustiça com alguém que realmente precisa trabalhar,
disse a promotora

A legislação diz que é preciso levar em conta que a criança não deve permanecer em ambiente institucional e coletivo por jornada excessiva, sob o risco de não ter atendidas suas necessidades de recolhimento, intimidade e de convivência familiar.

Temos muitas famílias que querem delegar ao Estado, ao Município, ao professor e diretor, a orientação e educação do seu filho. A criança tem direito a convivência familiar. Que hora que a criança fica com os pais? Costumo dizer que: mais importante do que um tênis e um celular, é o tempo com o seu filho. Não adianta achar que os avós, tio, sobrinho, primo, vai educar seu filho, que não vai. Estou cheio de exemplos desse na promotoria

Atestados de trabalho falsos

Ainda de acordo com a promotora, denúncia feita por uma diretora revela que mães estariam entregando atestados de trabalho falsos. Ela já adiantou que essas pessoas vão responder na esfera criminal.

Existem mães que chegam nos CEIs de roupinha curta, de bustiê, com trajes típicos de quem não está trabalhando, mas querem deixar os filhos o dia todo. Se essa mãe apresentou um atestado falso, será processada judicialmente e criminalmente. Isso não é aceitável, até porque, se ela está querendo uma educação para o filho, que exemplo, está dando. A educação começa em casa,
ressaltou a promotora.

A maior dificuldade para conseguir vaga é justamente na educação infantil. O município não consegue atender a demanda de 0 a 3 anos. A Secretaria de Educação vai realizar, inclusive, um mapeamento para verificar as regiões que necessitam de mais salas nos CEIs.

Transporte

Outra situação apontada pela promotora que requer esclarecimentos é em relação ao transporte escolar na zona urbana. Ana Cristina disse que o município não tem obrigação de transportar para a escola, alunos que residem na cidade, mas sim da zona rural. A responsabilidade, de acordo com ela, cabe aos pais.

Fonte: iviagora. Com

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Pesquisa revela o que as pessoas consideram “pecado” hoje em dia

Pecado

Para os judeus existem centenas de pecados. Tradicionalmente, o catolicismo aponta os sete pecados “capitais”: inveja, gula, ira, soberba, luxúria, avareza e preguiça.  Essa preocupação em estabelecer uma lista surgiu durante o Concílio de Trento (1545-1563), convocado por Felipe II, rei da Espanha, e coordenado pelo papa Paulo IV. O objetivo do concílio era fixar com clareza os dogmas da Igreja Católica.

Os tempos mudaram e parece que hoje em dia a lista de pecados é bem diferente. Um novo estudo do Instituto Barna examinou quais as tentações as pessoas parecem enfrentar mais comumente e como conseguem lidar com essas “iscas” morais e éticas.  A pesquisa foi realizada em conjunto com um projeto de livro de Todd Hunter, chamado “Nossos Pecados Favoritos”.

Curiosamente, parece que a tecnologia tem gerado uma nova categoria de pecados. A pesquisa mostra quase metade dos entrevistados (44%) dizem que são tentados a gastar muito tempo com isso, incluindo vídeo games, internet, televisão e vídeo. Outra “nova” tentação relacionada à mídia é expressar raiva ou “detonar” alguém por mensagem de texto ou e-mail. Em geral, uma em cada nove pessoas (11%) diz que se sente tentado a fazer isso às vezes ou frequentemente.

Embora os pecados sexuais não sejam novos, ver pornografia online continua a crescer e assumir um papel de destaque. Cerca de um em cada cinco entrevistados (18%) diz que são tentados seguidamente a ver pornografia ou conteúdo sexual na internet. Os homens (28%)  confessam sentirem-se mais tentados a ver pornografia que as mulheres (8%).

Não é de estranhar que os mais jovens, que nasceram em um mundo mais voltado à tecnologia, são mais propensos que a média a lidarem com essas tentações modernas. Mais da metade dos entrevistados com menos de 20 anos (53%) dizem que ser fortemente tentados a passar tempo demais online e um quarto (25%) diz sentir vontade de usar a tecnologia para expressar sua raiva contra as outras pessoas.

Pecados mais antigos como “comer muito” (gula) continua sendo um dos primeiros nas listas de tentações (55%). Já a conduta sexual imprópria é admitida por menos de um em cada dez pessoas (9%). Como era de se esperar, as pessoas mais velhas tem menos problemas com tentações relacionadas ao sexo (3%).

Por outro lado, cerca de um terço dos entrevistados admitem que gastam mais do que deviam  (35%), um em cada quatro (26%), diz que fazer fofoca ou dizer coisas negativas sobre os outros é uma tentação comum. Inveja ou ciúme (24%) ainda é um pecado mais corriqueiro que  mentir ou trapacear (12%) e logo após vem a tentação a usar álcool ou drogas (11%).

Enquanto as pessoas que viveram séculos atrás não considerariam a procrastinação e a ansiedade como atitudes pecaminosas, essas parecem ser as tentações que as pessoas estão mais propensas a admitir.

Três em cada cinco (60%) dizem que são tentados a se preocupar ou ficar ansiosos o tempo todo. O mesmo número diz que procrastinação é um grave tentação para eles. Na mesma linha, 41% admitem que são tentados a ser preguiçosos e não se dedicar tanto ao trabalho quanto deveriam.  Curiosamente, nas tentações relacionadas com o trabalho, os evangélicos são mais propensos que os católicos a vê-las assim (57% dos protestantes acreditam que a procrastinação é uma tentação e 40% admitem ser preguiçosos os números de católicos são, respectivamente, 51% e 28%).

David Kinnaman, presidente do Grupo Barna, foi um dos lideres do estudo e fez uma breve análise dos resultados, destacando quatro pontos:

  • Primeiro, o conceito de moralidade está passando por uma mudança. Um exemplo disso é a forma como a tentação “virtual” cresceu. Para os líderes religiosos, essa mudança reforça a importância da inclusão de tecnologia como parte de uma discussão mais ampla sobre a espiritualidade e mordomia do tempo.
  • Segundo, os mais jovens parecem ter uma perspectiva moral distinta quando comparada com as gerações mais velhas. Aparentemente, eles não veem a tentação como algo a ser evitado, mas sim uma característica da vida moderna.
  • Terceiro, problemas no trabalho está no topo da lista de tentações atualmente. Prova disso é que os entrevistados parecem mais preocupados com a procrastinação e produtividade, reforçando os conceitos de preguiça e inveja como “pecados capitais”.
  • Por fim, apenas 1% das pessoas são capazes de perceber que ceder à tentação é, de fato, um pecado. A maioria dos entrevistados parecem ver a tentação mais como um fluxo constante de altos e baixos que as pessoas precisam lidar. Isso revela uma longa distância entre os conceitos bíblicos de pecado e de santidade e o pensamento moderno.

por Jarbas Aragão, portal Gospel Prime

Icnográfico de pecado gospel prime Icnográfico de pecado gospel prime

Violência policial contra negros e pobres une Brasil, Jamaica e EUA

Violência policial contra negros

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツA Anistia Internacional lançou seu relatório anual “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2016/17”, que traz um panorama sobre avanços e retrocesso na agenda de direitos em 159 países. Na região das Américas, um dos destaques foi o aumento da violência – o continente abriga os dez países  com as maiores taxas de homicídios no mundo.

É preciso destacar a força das mulheres – mães, irmãs, companheiras de vítimas da violência – na linha de frente de toda denúncia e mobilização por justiça. Seja no Brasil, Estados Unidos ou Jamaica, são estas vozes femininas que lutam contra a impunidade, como é o caso de Shackelia Jackson, que teve seu irmão morto aos 27 anos pela polícia jamaicana e estava presente no debate “Mulheres Negras na Resistência e Mobilização por Direitos Humanos” no lançamento do relatório anual. Saiba sobre o debate aqui!

O caso de Sheldon Gary Davis

Também é a situação de Sheldon Gary Davis, que foi levado de sua casa por 30 policiais, em maio de 2010, em Kingston, capital da Jamaica. Ele foi levado para verificações e acusado de fazer parte de grupos criminosos que vinham causando uma onda de violência na cidade. Apesar de ter negado todas as acusações e nenhuma evidência concreta ter sido apresentada pelos policiais, Sheldon foi levado sob custódia para um banco de sangue público nas proximidades de sua casa, onde foi executado pelos policiais. A polícia justificou a execução dizendo que ele havia tentado pegar a arma de um dos soldados.

Paulette Wellington, mãe de Sheldon, apresentou denúncia à Defensoria Pública assim que teve a confirmação de sua morte, quatro dias depois de sua detenção. Entretanto, o caso nunca foi a julgamento, e os responsáveis pela execução extrajudicial de Sheldon nunca foram punidos.

Anistia Internacional

Ótima notícia! Ligações de telefone fixo para móvel vão ficar mais baratas

Telefone fixo

As chamadas locais e interurbanas de telefones fixos para móveis ficarão mais baratas a partir de 25/02. A redução das ligações locais vai variar entre 16,49% e 19,25%. Já para as chamadas interurbanas a queda dos valores será de 7,05% a 12,01%.

Estão previstas novas reduções das tarifas cobradas dos consumidores em 2018 e 2019. A queda vai acontecer por conta da redução das tarifas de interconexão, pagas pelas empresas que utilizam a rede de outro grupo. O cálculo das tarifas é feito pela Anatel utilizando o “Modelo de Custo”, que permite verificar com mais precisão os custos das empresas com equipamentos e estrutura administrativa.

Ao mesmo tempo em que a tarifa é reduzida, as empresas de telecomunicações do país devem aumentar os investimentos na ampliação das suas redes, na melhoria da qualidade de serviços e no atendimento aos consumidores, conforme determinações da Anatel. As tarifas de interconexão foram usadas inicialmente para subsidiar a instalação de redes das operadoras móveis.

A redução das tarifas vai beneficiar os cerca de 41,8 milhões de assinantes de telefone fixo, segundo dados da Anatel até dezembro do ano passado.

Anatel

Debate sobre “mulheres negras na resistência e mobilização por direitos humanos”

Debate 'Mulheres negras na resistência e mobilização por direitos humanos'

Anistia Internacional, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2016, Newsletter, FeedO Cine Odeon, um dos cinemas de rua mais conhecidos e históricos do Rio de Janeiro, localizado no centro da cidade e com capacidade para 550 lugares, ficou pequeno para receber uma noite histórica: o debate “Mulheres negras na resistência e mobilização por direitos humanos”, que marcou o lançamento do relatório anual da Anistia Internacional, “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2016/17”.

Para o debate do lançamento, uma mesa composta só por mulheres negras e com diferentes trajetórias que marcam a luta pelos direitos humanos no Brasil: Jurema Werneck, Djamila Ribeiro, Vilma Reis, Marion Gray-Hopkins, Shackelia Jackson, com mediação de Sueli Carneiro e Ana Paula Lisboa como mestre de cerimônia. Na platéia, muitas e muitos outros protagonistas: mães e familiares das vítimas da violência policial e que estão, diariamente, na linha de frente da mobilização por justiça.

Jurema Werneck abriu a mesa no seu primeiro evento como diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, e falou sobre o que é ser mulher negra no país e sobre sua trajetória desde a faculdade de medicina, fundação da ONG Criola, até o dia de hoje, à frente de uma organização internacional. Depois de dizer que todas e todos aqueles que estavam ali na mesma luta fazem parte de sua família, destacou a força das mulheres negras para seguir em frente.

Ser mulher negra no Brasil é enfrentar todo dia a necessidade de confrontar o peso e a força desse inimigo chamado racismo. Este inimigo chamado sexismo. Este inimigo chamado pobreza e exclusão. (…) É ter seu filho morto e não esmorecer. Enfrentar a dor, a luta cotidiana, mas sabendo da dor do sofrimento da luta é pensar em uma nova alternativa

Marion Gray-Hopkins é mãe de Gary Hopkins Jr, um jovem de 19 anos que foi morto pela polícia dos EUA. Durante sua fala, ela narrou o dia da morte de seu filho, assassinado enquanto voltava para casa, depois de uma festa e acompanhado dos seus amigos. Marion, determinada a dar continuidade a sua luta por justiça e ajudar outras mães que sofreram a mesma dor, criou a organização “Coalition of Concerned Mothers” (Coalizão de Mães Preocupadas) para fornecer suporte às mães que perderam seus filhos pela ação da polícia e violência nas comunidades. Ela chama a todas essas mães, dos EUA, Brasil, Jamaica e outros do mundo a estarem sempre juntas e mobilizadas.

Vilma Reis, com ampla experiência na luta contra o encarceramento em massa da juventude negra e periférica, é socióloga e ouvidora geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia. Durante toda a sua fala, nos remete a grandes nomes da história do movimento negro no Brasil e no mundo, como Lélia Gonzales, Ângela Davis, Carlos Mariguella e Ana Maria Gonçalvez. Ela comoveu a platéia e convocou todos e todas a resistirem contra retrocessos. “Senhores do século XIX querem governar o mundo no século 21, mas nós não vamos deixar!” , afirmou.

Quando a bala chega em nosso corpo, o racismo e o sexismo já nos atingiramdestacou Vilma, que fez duras críticas ao racismo nas instituições, à intolerância religiosa e ao conservadorismo, e foi aplaudida de pé pelo auditório

“A nossa dor vai muito além da barreira dos idiomas. Àqueles que estão aqui, isso é um chamado para ação”. Com as galerias lotadas, olhos e ouvidos acompanhavam atentos a história de Shackelia Jackson. Seu irmão, Nakiea, foi morto pela polícia Jamaicana aos 27 anos. Ele recebeu dois tiros dentro de seu próprio restaurante que acabava de inaugurar. Além de falar sobre a necessidade urgente de agirmos para transformar a realidade, Shackelia mostra como Jamaica, Brasil e Estados Unidos são semelhantes quando falamos de violência policial e sobre o assassinato de homens negros e pobres. A violação de direitos humanos ultrapassa fronteiras e a solidariedade internacional é o primeiro passo para a mobilização global por direitos.

Djamila Ribeiro fez a última fala do dia e perguntou à todos: “quem são aqueles que não tem o direito à cidade?” A mestre em filosofia política falou sobre as diversas violações de direitos que acompanham a vida da população negra e que pensar políticas públicas para a cidade é, necessariamente, pensar as condições de vida dessa população. “Não dá para fazer nenhum debate sem falar de racismo, que é estrutural e estruturante”.

Sueli Carneiro, fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra e integrante do Conselho Consultivo da Anistia Internacional foi a mediadora dos debates e ao final de cada fala, trazia mais acúmulos:

São mulheres negras que falam em nome de vítimas, são mulheres negras que falam por si mesmas, são mulheres negras que falam por todos e todas nós. Elas carregam em seus corpos as marcas e os estigmas das múltiplas formas de opressão e por isso mesmo são também e ao mesmo tempo portadoras dos requisitos indispensáveis para emancipação de todas e todos nós

Anistia Internacional

Fórum Aids e o Brasil debate o que é tabu entre jovens na prevenção do vírus

Fórum Aids e o Brasil

A aids mata 12 mil brasileiros por ano. E o grupo que mais preocupa é o de jovens entre 15 e 24 anos, faixa etária em que a quantidade de pessoas diagnosticadas com a doença tem aumentado.

Segundo a Pesquisa Nacional da Saúde Escolar (Pense), de 2015, que ouviu adolescentes de 13 a 17 anos nas escolas de todo o país, “um em cada três adolescentes iniciam a vida sexual sem proteção. E quatro em cada dez adolescentes de 13 a 15 anos não usaram camisinhas na primeira relação sexual”.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressalta que os casos de HIV/aids em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. “Dados mostram que os jovens estão usando cada vez menos camisinha. Quanto mais jovem, menor é o uso de preservativos”, disse

Como conquistar a atenção dos jovens para esta questão?

IMPRENSA recruta os formadores de opinião

Youtubers, vloggers, jornalistas, profissionais de saúde, artistas – para viralizar a informação num programa online especial. Com humor e leveza, o 4º Fórum Aids e o Brasil abordará temas como os primeiros relacionamentos, educação sexual x informação, as campanhas de prevenção, como a mídia e a rede social têm abordado o tema, com o objetivo de pautar os novos produtores de conteúdo e as redações para ampliar o debate sobre o preocupante aumento da infecção por HIV nos jovens no Brasil.

Promovido pela Revista e Portal IMPRENSA, em parceria com o Ministério da Saúde e o UOL e apoio da UNAIDS, o fórum será transmitido ao vivo pelo Portal IMPRENSA no dia 7 de março, a partir das 10h30, com apresentação da jornalista Marilu Cabañas.

Programe-se para acompanhar pela web o evento que vai falar sobre o que deve se tornar viral de verdade: informação e prevenção da AIDS. Saiba mais aqui.

Acompanhe as novidades pelo Facebook e confirme sua presença.

Veja o depoimento de Rafael Bolacha, já confirmado no fórum, para a campanha “Cartaz HIV Positivo” da Organização Não-Governamental Grupo de Incentivo à Vida, que luta contra a discriminação com portadores de HIV. Além do vídeo sobre a campanha.

Portal Imprensa

Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa, mostra pesquisa da Abert

Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgada em 21/2, mostrou que o Brasil fechou o ano de 2016 com 174 casos de agressão a pelo menos 261 profissionais e veículos de comunicação, aponta uma pesquisa.

Segundo o G1, o número coloca o Brasil como o 10º país mais perigoso para profissionais da imprensa e o 2º da América Latina, atrás apenas do México. Houve aumento de 60% no número de casos entre 2015 e 2016. O estudo indica ainda que dois jornalistas morreram no exercício da profissão no ano passado.

O Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas informaram que houve um aumento nas intimidações dos profissionais da comunicação na cobertura dos fatos.

Para o presidente da Abert, Paulo Roberto Camargo, o tratamento das forças de Segurança nas manifestações é uma das causas dessas violências. Camargo afirmou que a entidade irá sugerir ao governo que seja feito um treinamento para mudar o tratamento das forças de segurança com relação à imprensa em eventos públicos e manifestações.

Dois casos destacados pelo relatório da Abert deste ano são os de violência contra a imprensa no período das Olimpíadas. A tragédia da queda do voo da Chapecoense também foi mencionada, por ser considerada pela instituição “a pior do jornalismo brasileiro”.

Países mais perigosos para a imprensa em 2016

  1. Iraque
  2. Síria
  3. Afeganistão
  4. México
  5. Iêmen
  6. Guatemala
  7. Índia
  8. Paquistão
  9. Turquia
  10. Brasil

Portal Imprensa

CUT lança ”Aposentômetro” em parceria com o Dieese

Aposentômetro

Calculadora da aposentadoria demonstra que a classe trabalhadora será prejudicada se Reforma da Previdência passar no Congresso.

A CUT lançou o “Aposentômetro”, uma calculadora que ajudará trabalhadores e trabalhadoras a descobrir com qual idade se aposentarão, caso seja aprovada a Reforma da Previdência proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. O projeto de Temer aumenta a idade mínima para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres, do campo e da cidade; e aumenta o tempo de contribuição de 15 anos para 25 anos. O conjunto de medidas impõe tantas dificuldades e restrições que praticamente vai impedir que uma grande parte da classe trabalhadora consiga se aposentar.

Como disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, “Temer não quer reformar a Previdência, quer acabar com a aposentadoria dos trabalhadores”.

Com o mote “Reaja agora ou morra trabalhando”, a CUT deu inicio a um movimento que pretende tomar as ruas do país pela preservação da aposentadoria, um direito histórico da classe trabalhadora. O “Aposentômetro” é uma das ações que contribuirão para dar aos trabalhadores argumentos para combater essa reforma e foi elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). E por falar em ocupar as ruas, temos atos marcados para os dias 8 – Dia Internacional da Mulher -; e, 15 de março – Dia Nacional de Paralisação Contra a Reforma da Previdência. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) já está nas ruas, nos locais de trabalho, nas Câmaras Municipais e entidades de classe debatendo os prejuízos que esta reforma provoca, conscientizando a sociedade e convocando a população para a ir às ruas contra o fim da aposentadoria.

Utilizar a calculadora é muito fácil, basta informar o gênero, a data de nascimento e o tempo de contribuição para o INSS.

O “Aposentômetro” irá informar ao trabalhador quanto tempo lhe resta de trabalho até a aposentadoria nas regras atuais e como ficará se a proposta de Reforma da Previdência do governo for aprovada pelo Congresso Nacional.

Para acessar a calculadora, clique aqui.

CUT Brasil

Quer dominar seu flash dedicado?

Livro Sem medo do Flash - iPhoto Editora

O livro “Sem medo do Flash” é considerado um dos guias mais completos do mercado sobre flash dedicado. A obra ensina passo a passo como aproveitar todas as possibilidades de um flash, seja em modo manual, automático ou em TTL.

O autor explica de forma simples e objetiva conceitos como número guia, lei inversa do quadrado e como usar o sincronismo em primeira e segunda cortina. Seja de dia ou a noite, o livro apresenta dezenas de exemplos de como usar o flash na sapata da câmera ou fora dela com precisão e qualidade.
Resultado de imagem para livro sem medo do flash iphotoOnde você fotografa há mais de um tipo de luz e você não consegue controlar a invasão de cores? Este livro explica passo a passo como combinar a luz do flash com a luz do ambiente de maneira fantástica. E o melhor de tudo, o livro serve tanto para flashes Canon, como para Nikon.

A obra está dividida em duas partes que são ricamente ilustradas com fotografias e esquemas de iluminação, além de ensaios reais que mostram detalhadamente cada um dos conceitos. A primeira parte aborda todos os conhecimentos básicos sobre a estrutura do flash, conceitos relacionados ao disparo (distância focal, variáveis de exposição e medição), a luz (qualidade, cobertura, cor e direção), ao funcionamento manual e TTL, sincronismo e acessórios. Na segunda parte, o autor explica como colocar todos esses conceitos em prática através de ensaios práticos em externa, estúdio e em locações.

Além das técnicas para usar o flash sozinho, o autor explica inúmeras possibilidades de usar o flash com acessórios, como hazy, snoot e beauty, criando assim um estúdio portátil de baixo custo e que você pode levar a qualquer lugar.

A leitura deste livro é obrigatória para fotógrafos profissionais ou amadores que têm ou já tiveram dificuldades em dominar um flash dedicado. Se você é um fotógrafo de casamento, de books em estúdio ou em externa, não pode deixar de ter essa obra como guia de consulta permanente para a produção de seus ensaios ou eventos.

Dados detalhados

  • Autor: José Antonio Fernández
  • Selo: iPhoto Editora
  • Formato: 170x240mm
  • Páginas: 260 páginas
  • Reserve seu exemplar: www.iphotoeditora.com.br

© 2017 iPhoto Editora | Fotografia em todas as formas

Informe anual 2016/2017: O Estado dos Direitos Humanos no Mundo

Relatório anual da Anistia Internacional "O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2016-2017"

Anistia Internacional, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2016, Newsletter, FeedA Anistia Internacional lança o relatório anual  “O Estado dos Direitos Humanos no Mundo 2016/2017″.

Novo material avalia o respeito aos direitos humanos em todo o globo, inclusive no Brasil. O informe mostra que em nosso país há o aprofundamento de sérias violações e riscos de retrocessos em direitos já conquistados. Nesse contexto, a mobilização por direitos cumpre um papel cada vez mais importante. Clique no link abaixo e faça o download do arquivo.

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