Prefeita mineira é presa por envolvimento em assassinato de jornalista

Prefeita é presa por envolvimento em assassinato de jornalista

Roseli Ferreira Pimentel (PSB), prefeita de Santa Luzia, em Minas Gerais, foi presa na manhã de quinta-feira (7), acusada de envolvimento no assassinato do jornalista Maurício Campos Rosa. O crime aconteceu em agosto de 2016 e além de Roseli, outros três homens suspeitos também foram levados pela polícia. As informações são do Jornal O Globo.

O jornalista era dono do jornal local “O Grito”, distribuído gratuitamente há mais de 20 anos na cidade, que faz parte da região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, Rosa foi morto com cinco tiros ao sair da casa de um conhecido. A prefeita já havia sido condenada anteriormente em outra ação por enviar mensagens aos diretores e professores de escolas pedindo que influenciassem pais de alunos nas eleições.

Em 2012, foi eleita vice-prefeita na chapa com Carlos Alberto Parrilo Calixto. Após a morte de Calixto em decorrência de um aneurisma, em 2016, Roseli assumiu o comando da cidade de 72 mil habitantes.

No ano passado, Roseli foi reeleita com 34% dos votos, mas em abril deste ano foi afastada pelo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) por abuso de poder econômico e propaganda indevida com excesso de gastos em publicidade institucional. Em junho, a prefeita foi reconduzida ao cargo por meio de uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Minas Gerais (DHPP) deve fazer uma coletiva ainda essa semana para explicar a prisão, a motivação do crime e a relação entre a vítima e os acusados. Além da chefe do executivo foram presos David Santos Lima, Alessandro de Oliveira Souza e Gustavo Sérgio Soares Silva.

Histórico

Desde 1992, Roseli atuou como professora, supervisora e diretora de escolas. Ingressou na política em 2009, quando se tornou assessora da procuradoria da Câmara de Vereadores.

Portal Imprensa

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Afinal de contas, exite algum programa de moradia econômica na Prefeitura de Ilhota?

Casa da Cohab em Ilhota

Essa é uma pergunta que as vezes me tira o sono, mas eu não sei responder, até por que, inclusão social, políticas públicas não é pauta, não é agenda pública e não são discutidas pela pelos gestores que estão a frente da prefeitura de minha cidade. O senso de gestão pública adotado pelo atual prefeito é dos mais temeroso que já passou pela administração, retrocedendo o município para o início do ano 2000.

Mas, vamos ao assunto que é o mais importante neste post a ser debatido. Espero encontrar um abençoado para que possamos evidenciar o tema e afim de promover um fórum de discussão e aprimorar o conceito de inclusão. Sei como funciona a política na minha cidade e a diretrizes das secretarias. Estou entrando no assunto por motivos profissionais, até por que estamos estudando o tema, pois logo irei me tornar um profissional liberal do segmento da construção civil. Meus conhecimentos técnicos e políticos, podem nos habilitar a liderar o debate no município.

Então! Até o que tenho estudado, o programa de moradia econômica é um beneficio de construção, que deveria ser garantido por Lei Municipal (desconheço a sua existência e tenho que pesquisar sobre), em que a Prefeitura, através de uma secretaria ou departamento, auxilia os munícipes interessados em construir ou regularizar seus imóveis.

Pelos os conhecimentos adquiridos em estudo, os técnicos acompanhariam a obra desde a fundação até o acabamento e todos deverão ser habilitados pela respectiva entidade de classe, neste caso, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo ou o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia e claro, desde que sejam agentes devidamente designados pela prefeitura e que sejam concursados, para evitar favorecimento.

Transcrevo aqui o que aprendi em sala de aula quanto a solicitação do interesse. O munícipe interessado, caso exista o programa, deverá se dirigir até o órgão  gerenciador da política, munido da cópia do documento do terreno (escritura ou contrato), identidade e IPTU, assim como, solicitar via do requerimento do benefício, sendo que nesta fase não haveria custo.

Após o requerimento, o pedido é analisado e os agentes de fiscalização da prefeitura vão até a área para verificar se ela está apta para implantação da residência. Para a obtenção do beneficio, o terreno deverá estar inserido nas leis municipais vigentes, seja pela construção nova a ser iniciada ou pela regularização da unidade já consolidada.

O beneficio de construção através da moradia econômica, isenta o munícipe do pagamento de ISS (Imposto Sobre Serviço), além de fornecer sem custos, a placa de identificação da obra com o devido registro do profissional, ou seja, o técnico responsável.

O custo do Programa de Moradia Econômica prevê (segundo estudos) pequenas taxas como: RRT (Registro de Responsabilidade Técnica), emissão de Projetos e a emissão do Certificado de Conclusão.

Agora, vamos aos debates.