Michel Temer em entrevista exclusiva à Euronews

Corrupção, recuperação econômica e a próxima eleição presidencial, foram temas abordados na entrevista com o Presidente brasileiro.

O Brasil foi mais uma vez empurrado para um turbilhão político, com o ex-Presidente Lula da Silva a ser condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, reduzindo, ao ex-Presidente, as esperanças de fazer um regresso à política na próxima eleição presidencial.

Pouco antes dessa decisão ter sido conhecida, a Euronews falou com o atual presidente do Brasil, Michel Temer, que negou as acusações de que ele próprio estava envolvido num escândalo de corrupção em grande escala. Discutimos a frágil recuperação econômica do país e, é claro, a longa batalha do país contra a corrupção.

Assista o vídeo!

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Evangélicos lançam manifesto contra a reforma da previdência

Reforma da Previdência - Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito

Rede Brasil AtualPastores se mobilizam e criticam articulação de pastores conservadores midiáticos no reforço à propaganda enganosa do governo Temer

Uma semana depois de Michel Temer reunir-se com pastores midiáticos, em busca de apoio à “reforma” da previdência, crentes ligados à Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito lançaram o manifesto “Pastores contra a Reforma da Previdência”. De acordo com a coordenadora nacional da frente, a jornalista Nilza Valéria Zacarias do Nascimento, trata-se de um “grito dos evangélicos para que a reforma, como foi apresentada, não seja aprovada, já que reforçará a perda de direitos, sobretudo dos mais pobres e afetará consideravelmente a dignidade que se deve ter na velhice, defendida, inclusive, pela Bíblia Sagrada”, explicou.

O manifesto trata a tentativa do governo de dificultar o acesso dos brasileiros à aposentadoria como “maldita” e afirma que foi “forjada para oprimir o povo pobre e trabalhador, em seu direito à aposentadoria tranquila e digna”. O documento afirma ainda que vê como “estranho e fora do sentido democrático que o presidente de um estado laico, ainda que seja um golpista, chame religiosos para garantir votos no Congresso”.

O texto critica duramente pastores aliados ao governo como “coronéis evangélicos”. “Ao participarem dessas conversas, carimbam e plastificam a carteirinha de traidores do povo que os via como pastores, isto é, se revelarão como verdadeiros lobos, ou pior, como pastores de seu próprio ventre, dependendo do que esse governo oferecerá como moeda de troca, e o que eles aceitarão”.

Desde seu início, em 2016, a Frente de Evangélicos Pelo Estado de Direito reuniu mais de 6 mil adesões, possui representantes em todos  os estados e núcleos já organizados em 15. “São crentes das mais diversas denominações, como batistas, anglicanos, metodistas, presbiterianos, congregacionais, assembleianos e de igrejas independentes”, diz Valéria.

campanha não à reformaO pastor Fábio Ferreira Ramos Colen, da igreja Catedral da Paz, em São Mateus,  zona leste paulistana, é um dos opositores da reforma. “A palavra de Deus diz ‘ai dos que chamam ao mal de bem, e ao bem de mal. Que mudam as trevas em luz e a luz em trevas. Que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce’. O presidente Michel Temer diz que a reforma da previdência vai ser boa para os brasileiros, mas isso só vai ser bom para os bancos. Lembrando que este mesmo governo desmontou os direitos trabalhistas”.

Para o pastor José Marcos da Silva, da Igreja Batista em Coqueiral, em Recife, Temer tem “se empenhado cabalmente na agenda de retirada de direitos, sobretudo dos oprimidos”. Ele criticou o que chamou de “conchavo” entre as lideranças evangélicas e o governo atual. “Eles podem se achar acima da lei, mas não estão acima da lei de Deus. Aos líderes que apoiaram esse tipo de coisa, quero dizer que vocês têm a responsabilidade de ser a boca de Deus, sobretudo para os oprimidos”.

A campanha reúne depoimentos de pastores na página na rede social da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito >>>www.facebook.com/frentedeevangelicos<<< e pela hashtag #PastoresContraAReformaDaPrevidência.

Rede Brasil Atual

Estarão os empregos ameaçados pela tecnologia?

Novas tecnologias: destruidor ou criador de empregos? Os avanços em tecnologia estão tendo um grande impacto em uma ampla gama de indústrias, provocando um intenso debate sobre o futuro do trabalho.

Os trabalhadores, em muitos países, estão cada vez mais conscientes do que muitos consideram uma ameaça para a existência de muitos empregos. Veículos autônomos seguros e eficientes, por exemplo, podem tornar os motoristas de camiões obsoletos em pouco tempo. Isso significa que milhões de camionistas podem ter de enfrentar o desemprego súbito. Ao mesmo tempo, muitas pessoas, em todo o mundo, estão a encontrar novas oportunidades de emprego – muitas vezes melhores oportunidades – graças à contínua inovação em todas as indústrias. O mundo do trabalho está mudar, do Vale do Nilo ao Silicon Valley. Vamos olhar alguns exemplos. Assista ao vídeo!

www.euronews.com

Skynet T800

Dono da Havan recebeu milhões nos governos do PT

Protesto rasga cartão na porta da Havan de Itajaí

Você sabia que Luciano Hang, dono da Havan, recebeu mais de R$ 20 milhões do BNDES? Isso de 2005 a 2014, no governo do PT. Quem fomentou a economia e lhe permitiu garantir empregos não foi a sonegação, foi o auxílio do banco Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

No dia 26 de janeiro, foi realizado protesto “rasga cartão”, na porta da Havan de Itajaí/SC, contra sonegação e condenação de 13 anos de cadeia por crimes contra o sistema financeiro de seu dono Luciano Hang.

A sonegação de Luciano Hang, dono da empresa Havan, trouxe prejuízo aos cofres públicos em torno de 400 hospitais e 1412 escolas públicas no Estado de Santa Catarina pelos recursos embolsados.

As informações são de Jean Volpato, Aurio Gislon, Portal Londrina e Jornal Livre SC.

Fonte: www.jornallivresc.com

O desafio dos 21 dias retorna!

Desafio de 21 Dias de 2018

Apenas três semanas com um comportamento consistente podem levá-lo a adquirir um novo hábito. É por isso que foi criado o Desafio de 21 Dias anual: para ajudá-lo a se envolver com a Bíblia todos os dias. Comece um novo Plano Bíblico agora… e inicie cada dia deste novo ano com uma perspectiva renovada.

Como funciona o desafio

Começando em 1° de fevereiro, complete ao menos um dia de um Plano Bíblico, diariamente por 21 dias. É isso! Você não precisa fazer apenas um Plano de 21 dias (ou mais). É possível fazer uma série de Planos mais curtos, um após o outro. Basta completar ao menos um dia de pelo menos um Plano em cada um dos 21 dias!

Se você completar todos os 21 dias, no final do desafio, você receberá uma medalha especial do Desafio de 21 Dias de 2018 no seu perfil do App da Bíblia. Também escolheremos, aleatoriamente, um vencedor entre todos aqueles que completaram os 21 dias para receber um prêmio especial.

Mas, o mais importante: Você terá criado um novo hábito: o de ler a Bíblia diariamente!

 

Comece encontrando alguns Planos

O Desafio de 21 Dias inicia logo, portanto, recomendamos que você comece a pesquisar agora os Planos que deseja fazer durante o Desafio. A seguir, algumas ideias para ajudá-lo a começar. Ao encontrar um Plano do qual acha que vai gostar, abra-o e toque em “Salvar para Depois”. Ou, melhor…

Toque aqui neste link, selecione Com Amigos defina a data de início como 1° de fevereiro, e convide alguns amigos para se juntarem a você!

Medalha do Desafio de 21 Dias de 2018

www.YouVersion.com

 

Receita Federal cobra R$ 1 bilhão de igrejas que não pagaram tributos à União

1 Bilhão

A Receita Federal iniciou uma ação que visa restabelecer os valores não pagos por entidades que possuem isenção fiscal devido à natureza assistencial ou filantrópica. São cobrados no total R$ 14 bilhões de reais, sendo a maior parte devida por clubes de futebol (os clubes também possuem isenção), hospitais, entidades filantrópicas e igrejas.

No que compete às igrejas, desse montante 1 bilhão são devidos, segundo o jornal Folha de São Paulo. Na lista disposta via Lei de Acesso à Informação, estão as igrejas Renascer em Cristo, dos líderes Estevam Hernandes e Sônia Hernandes, e a Internacional da Graça de Deus, do Missionário RR Soares. Essas duas denominações são cobradas por questões trabalhistas. A Igreja Cristã Maranata (ICM), por outro lado, procurada pela matéria, negou haver quaisquer irregularidades.

“Só nos últimos cinco anos, autuamos 283 entidades assistenciais e temos um crédito tributário de R$ 5,5 bilhões em impostos devidos, multas e juros”, disse o secretário da Receita, Jorge Rachid à Folha. “A maior parte são pendências previdenciárias”, completou.

A maior parte da dívida pertence aos clubes de futebol, que são 84 no total. Os campeões são Atlético-MG, Flamengo e Botafogo. Para regularizar a situação, quase todos aderiram ao programa Profut, um programa lançado pelo governo em 2015 para forçar a regularização tributária dessas organizações.

Deputados queriam acabar com isenção fiscal de igrejas

Em 2016 há uma postagem relatando a intenção de alguns parlamentares em querer acabar com a isenção fiscal das igrejas. A iniciativa, no entanto, não vingou. Grande parte do motivo disso não ter ocorrido está no fato das igrejas serem consideradas, também, atividades filantrópicas e/ou assistenciais sem fins lucrativos. No entanto, isso não exclui a necessidade dessas entidades cumprirem obrigações trabalhistas, por exemplo, de funcionários contratados para atividades alheias ou não ao serviço religioso.

Outro argumento diz respeito à contribuição social dessas entidades no acolhimento da população não apenas através da assistência espiritual, como por programas de doação de recursos, capacitações e manutenção de projetos como casas terapêuticas para dependentes químicos, etc.

“A isenção não é um benefício, mas uma contrapartida por aquilo que as entidades filantrópicas realizam no lugar do Estado”, declarou o Deputado Federal da bancada evangélica, João Campos (PRB-GO), a reportagem da Folha de São Paulo na época.

Portal Gospel+

Netflix vai lançar filme de ex-pastor que nega a existência do inferno e foi expulso da igreja por heresias

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Depois de anos pregando em estádios lotados e em programas de TV, o pastor Carlton Pearson construiu um templo de enormes proporções e logo se tornou uma espécie de “megastar” evangélico com uma congregação de seis mil pessoas ouvindo suas pregações semanalmente, chegando a compartilhar púlpitos com nomes notáveis do mundo cristão como Jerry Falwell e Pat Robertson.

Após o atentado de Oklahoma City em 1995, ele foi chamado para liderar as orações em prol do sofrimento da Cidade, chegando também à dar conselhos espirituais tanto ao presidente Bush (pai), como ao presidente Clinton durante os dois governos.

Ao longo da sua ascensão, Pearson pregou os pilares da fé cristã: todos nós nascemos em pecado. Todos nós iremos ao inferno se não aceitarmos a Jesus Cristo como único e suficiente salvador de nossas vidas.

Um sermão do final dos anos 90 mostra a natureza de sua fé: “Graças a Deus eu não tenho que ir para o inferno, mesmo que eu mereça o inferno”, disse ele, explicando que “Jesus me substituiu na cruz, assumiu a morte, o inferno e o túmulo, e eu tenho a vitória hoje”, pregava o líder espiritual na época.

Sobre o inferno, Pearson não conseguiu compreender como um Deus de amor também é justo e soberano

Imagem relacionadaCom o passar dos anos, o ainda pastor Carlton Pearson entrou numa crise de fé por não conseguir entender como o Deus da Bíblia, manifesto em Jesus Cristo, ensinava o amor e ao mesmo tempo a existência do inferno. Na cabeça dele isso era injusto e incompatível com a ideia de um Deus amoroso e misericordioso. O inferno, então, para ele foi difícil aceitar:

O amargo tormento da ideia de um Deus irritado, visceral, distante, estóico, áspero, implacável, intolerante, é o inferno. É pagão, é supersticioso, e se você rastrear sua história, ela retorna para onde os homens temiam deuses porque algo acontecia na vida causando frustrações que eles não podiam explicar
disse ele, segundo uma publicação do ABC News

Pearson então construiu um “deus” para si mesmo. Para não ter que encarar a certeza do Deus que se revelou durante os séculos, primeiramente através do povo hebreu, depois em Jesus Cristo, trazendo não apenas misericórdia, mas também juízo e condenação, Pearson criou uma filosofia pessoal como forma de negar a veracidade de uma doutrina bíblica que muitos não suportam, que é a morte eterna (separação espiritual de Deus):

Como você pode realmente amar um deus que está torturando sua avó? É isso o que eu me vi pensando durante anos
questionou ele em outra ocasião

Após abraçar as ideias da “Teologia Inclusiva” e do “Universalismo”, Pearson foi expulso da igreja onde era pastor por uma comissão de Bispos em 2005. Desde então, apesar de continuar dando palestrar e escrever livros, ele nunca mais conseguiu se firmar no ministério pastoral.

Netflix vai lançar em abril o filme que retrata a vida de Carlton Pearson

Resultado de imagem para netflixCome Sunday [Chegando o Domingo], da Netflix, está marcado para estrear em abril e contará com os atores Chiwetel Ejiofor e Robert Redford. O longa pretende relatar o período áureo e a crise do pregador americano.

Devido sua negação da doutrina do inferno, mais precisamente, da condenação aos que não reconhecem Jesus Cristo como Salvador, ensinando que “há outros caminhos” para se chegar a Deus, o filme já é considerado polêmico, uma vez que reflete a filosofia de alguns movimentos teológicos, especialmente os ecumênicos, que negam partes da Bíblia como tendo sido reveladas por Deus.

Portal Gospel+

Até que ponto vai o respeito e submissão de um liderado a um líder?

Submissão de um liderado a um líder

Assunto polêmico e muito interessante.

O portal A Bíblia, trás assunto do universo cristão e tem como finalidade em responder perguntas sobre a Bíblia. Como é de costume, esse é mais um de tantos outros portais que assino a newsletter e ao abrir o último e-mail, me deparei com esse assunto, que por sua grandeza, resolvi compartilhar no meu blog. Se você ainda não conhece esse site, demorô. Vamos ao assunto!

Pergunta

Nesta semana conheci uma pessoa um tanto fanática, ao meu ver. Por quê? Bom, estávamos conversando e em um determinado momento eu falei que não concordava com uma certa atitude que o pastor da minha Igreja tomou, (ele e eu não congregamos na mesma igreja), a partir disso ele me deu um “sermão” argumentando que era pecado criticar aos nossos pastores, líderes, superiores em geral, apontando que na bíblia está escrito que eles são ungidos de Deus, e portanto criticá-los é criticar a Deus. Não estou querendo arrumar um pretexto para “falar mal” do meus líderes e pastores, mas pelo que conheço, uma das coisas que Lutero quis combater com a reforma foi a alienação do povo, que não tinha acesso a bíblia e aceitava a palavra dos padres da época como “verdades irrefutáveis”, sem contestar, nem questionar. Gostaria de uma posição dos administradores do site no tocante a esse assunto, sobre até onde vai a nossa lealdade e submissão aos nossos líderes, e também até onde vai a nossa interpretação pessoal da palavra? Novamente friso que não estou buscando pretextos para “falar mal” dos meus líderes, sei que eles têm uma carga de responsabilidade sobre seus ombros maior do que a minha, que muitas vezes e em muitos lugares o trabalho deles não é retribuído da forma merecida, e também sou daqueles que acham que “só criticar, mas não fazer nada para melhorar não resolve em nada”. Não sei se isso é relevante, mas a atitude do meu pastor com qual não concordei é que na minha igreja congrega uma senhora com deficiência nas pernas, e que por não ter condução, vai a pé para igreja, enquanto que o pastor que tem carro, mora no mesmo bairro que ela e nunca ofereceu uma carona para ela, isso não foi ninguém que me contou não, ou presunção minha, mas eu ouvi isso da boca da própria irmã. Sei que muitos que lerem falarão pra mim levar a senhora para casa se estou incomodado, mas da mesma forma que ela não tenha condução, mas graças a Deus tenho duas pernas saudáveis que não me impedem de frequentar a casa de Deus, mas infelizmente ela não está nas mesmas condições que eu. Pergunta de Adriano de Presidente Prudente/SP em 20/01/2018.

Resposta

Responder sua pergunta é manifestar, uma compreensão do agir do ser humano.

Problemas semelhantes ao que descreveste, existem em todos os lugares. Onde vivem seres humanos, aparecem estes problemas. Muitos responsáveis pelas Igrejas, se portam como Jesus ensinou. Lembro o fato da última ceia de Jesus com os discípulos, nesta ocasião deixou para eles um ensinamento que é chave de ouro: “quem quiser ser o primeiro em sua comunidade seja o último, seja o servo de todos”. O ensinamento está na pratica do serviço.

Todo o que se considera chamado por Deus para um ministério, conhece este ensinamento de Jesus. Deus estará com ele, mas junto vem o compromisso do serviço. Outra passagem “o maior amigo é aquele que dá a vida por seu amigo”.

Infelizmente, no serviço da igreja, existem os bons pastores, como o profeta Ezequiel capítulo 34 fala e Jesus no evangelho de João capítulo 10, e existem os pastores que são mercenários.

A pessoa humana devido, a ganância pelo poder, toma caminhos diversos daqueles que Jesus nos deixou. Pensam fazer carreira na Igreja, (os chamados carreiristas) ter poder, ser bem visto por todos. Na verdade o verdadeiro poder vem do serviço da dedicação do dar a vida, (como o Bom Pastor faz) a sua comunidade.

O que argumentas é o correto, se não puderes evitar a ação anti evangélica do Pastor, pelo menos busque o que seja melhor para ti, em relação ao serviço a sua comunidade. Que estes fatos não te afastam do que é o principal: viver o ensinamento de Jesus.

Portal A Bíblia

Facebook admite que redes sociais podem não ser boas para a democracia

Facebook é um grave perigo à saúde da internet

“Gostaria de garantir que os aspectos positivos se destinassem a superar os negativos, mas não posso. É por isso que temos o dever moral de entender como essas tecnologias estão sendo usadas e o que pode ser feito para tornar comunidades como o Facebook mais representativas, civis e confiáveis quanto possível.”, escreveu Samidh Chakrabarti, gerente de produto do Facebook, em uma postagem no blog oficial de notícias da empresa.

O Chakrabarti demonstrou pesar pelo fato de, segundo a empresa, durante as eleições de 2016 nos Estados Unidos, entidades russas criaram e promoveram páginas falsas no Facebook para influenciar o sentimento público – essencialmente usando as mídias sociais como uma arma de informação. De acordo com o executivo, foram espalhadas mais de 80 mil postagens, que chegaram a cerca de 126 milhões de pessoas ao longo de dois anos.

O compartilhamento de notícias falsas ou enganosas nas mídias sociais tornou-se um problema global, com suspeitas de que a Rússia tentou influenciar votos em pleitos recentes nos Estados Unidos, na Espanha, na França e no Reino Unido. Moscou sempre negou essas acusações.

Samidh Chakrabarti assegurou que o Facebook está a fazer o possível para o impedir. Nesta segunda, a rede social começou a testar para usuários nos Estados Unidos um novo formato que permitirá aos próprios usuários que classifiquem as fontes de notícias que consideram mais confiáveis.

Com mais de 2 bilhões de usuários, o Facebook é atualmente a maior rede social do mundo.

Fonte: http://www.portalimprensa.com.br

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