Secretaria da Educação é uma secretaria independente, uma prefeitura dentro da atual prefeitura

Facebook menção na postagem do blog da educação

Por esses dias, recebi uma notificação meio inusitado no Facebook. Fui marcado num post [acesse por este link] por uma colega da rede social, que no passado, já foi uma gestora da pasta da Secretaria Municipal de Educação de Ilhota, onde que havia postado um link divulgando uma das recentes atividades da secretaria. Logo que recebi o alerta, fiz um comentário no post, um dia depois. Não apagaram e ainda está, até quando, não sei. Por fim, resolvi eternizar essa ação, publicando tal feito no meu blog, não por nada, mas apenas para constar nos anais das minhas clipagens, para que um dia venha a usá-lo, imagino. Nunca se sabe o dia de amanhã.

Quanto ao post da professora, achei estranho em ser uma das 37 pessoas marcado na postagem. Não sou professor, muito menos, um funcionário da secretaria ou da prefeitura, mas um apoiador incondicional da educação, não a esta gestão, mas a própria política.

Na postagem, descobri que esta gestão da educação no município possui um blog, um canal de comunicação e/ou informação independente. Prática comum da secretaria, já que em administração anteriores, da mesma ideologia partidária, que eu sei, já trabalhavam com esse tipo plataforma, tinham um blog. Não sei a anterior, mas fui pesquisar pelo antigo blog e não encontrei, pode ser que eles estejam usando a mesma estrutura, quem sabe… vai saber!

Mas o que eu quero com isso? Algo simples, alertar para um pequeno grande detalhe. Duas na verdade. A primeira é dizer que a Secretaria de Educação é uma pasta independente, uma prefeitura dentro da própria prefeitura. Pelo menos é o que eu sinto. Como tem o maior orçamento, faz a gestão de muitas pessoas, tem mais do que um conselho gestor/deliberativo para controlar, o pessoal que trabalha lá imagina isso, vive esse frenesi. Os únicos problemas deles são: o político, que ainda está condicionado a decisão do prefeito e é ele quem tem a palavra final, e; uma contabilidade própria. Se a secretaria obtiver isso, se torna um poder paralelo dentro da estrutura da prefeitura.

A outra é dizer que a Prefeitura de Ilhota possui um departamento de comunicação, uma assessoria de imprensa, pra sem mais detalhista e acho que ela deveria ser mais atuante, organizativa com a produção de notícias e releases, mas está inchada, sem representatividade e o que circula por lá é o básico institucional. Erros, uma pauta truncada é algo comum por lá. Por isso minha crítica ao assessor.  Ilhota não possui nenhum veículo de comunicação consolidado, jornal impresso ou rádio e muitos, que buscam por notícias por informações, do município, vão até o site da prefeitura obter subsídios para seu conhecimento, algo que eu faço, regularmente. Se não há muitos conteúdos lá, é culpa de alguém, mas como não há cobrança, tanto faz com fez.

Todas os informes da administração, secretarias, autarquias e fundações, inclusive dos conselhos municipais, deveriam ser canalizados em um único canal. Infelizmente, não é assim, uma pena! Se é difícil encontrar informações no site da prefeitura, o que dizer de um blog da Secretaria de Educação se ninguém divulga? Agora eu sei que existe, porque fui marcado num post, por acidente (imagino) e os demais habitantes da cidade, estão cientes da existência do blog? Sabe lá Deus!

Tudo tem que ter algo atrativo para chamar a atenção das pessoas para alguma coisa. Seja com uma pitada de marketing, relações públicas, interatividade, visual moderno, atenção aos pequenos detalhes, capricho no trabalho, isso tudo faz diferença. Tô falando no quesito da comunicação. Sabemos identificar algo construído com dedicação e facão, mas tudo o que é feio nesta cidade, de cunho público, não se capricha. Não quero dizer que a Secretaria de Educação seja desonesta em ter seu próprio canal de comunicação, mas que esse canal seja sincronizado com a principal plataforma de comunicação da Prefeitura e divulgado aos quatro cantos.

Não sei os motivos que levaram a isso, desconheço, talvez estejam cumprindo uma instrução normativa do MEC, uma determinação judicial ou quem sabe essas inquestionáveis resoluções burocráticas que são expedidas dias sim, outra também, mas defendo a tese que toda estrutura da prefeitura devem ser, publicado em um único lugar, postado no seu site, e divulgado nas demais outras mídias, seja no Facebook, Twitter, Instagram ou num blog.

De qualquer forma, não sou jornalista por formação, mas um apaixonado pela profissão. Não será eu quem irá divulgar as ações da educação do meu município, mas posso indicar o seu blog da que é o www.seceducacaoilhota.blogspot.com. Acessem e boa leitura.

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Anúncios

O Google Map Maker já era, foi desativado e está no cemitério virtual do Google

Google Map Maker World

Todos os anos, o Google realiza uma ‘faxina’ entre os seus produtos e serviços, aposentando, aqueles que não mais se encaixam nos propósitos da empresa. E o site norte-americano Slate criou um cemitério interativo onde os internautas poderão enviar flores e mensagens para os ‘falecidos’ serviços da gigante da internet, o “Google Graveyard” cemitério do Google, em tradução livre.

O Google Map Maker foi oficialmente desativado no dia 31 de março de 2017, e muitos dos recursos dele serão integrados ao Google Maps.

Desde 2008, a comunidade do Google Map Maker editou e moderou milhões de elementos com o intuito de melhorar a experiência no Google Maps. Para facilitar que todos os usuários do Google Maps contribuam com alterações do mapa, começamos a migrar as funcionalidades do Map Maker para o Google Maps em computadores e dispositivos móveis.

Os principais recursos de edição atualmente disponíveis no Google Maps são:

Google Map Maker LogoSegundo a gigante da internet, o Google continuará adicionando novos recursos de edição ao Google Maps regularmente.

Se você quiser continuar compartilhando seu conhecimento local no Google Maps e interagir com uma comunidade dedicada de pessoas com interesses iguais aos seus, participe do programa Local Guides. Nele, você poderá:

  • Acumular pontos;
  • Ganhar recompensas pelo envio de edições e outras informações; e
  • Receber acesso antecipado a novos recursos do Google Maps.

Para mais informações, acesse o Local Guides Connect, onde nós continuaremos postando atualizações sobre o lançamento de novos recursos no Google Maps.

Fonte

Conheça o cemitério virtual do Google

Cemitério virtual do Google

É muito triste, mas divertido ao mesmo tempo. Aproveite e deixe uma flor para um produto do Google falecido de sua preferência. O meu foi para o Orkut.

É difícil perder um ente querido, especialmente se esse ente querido for um serviço do Google. É por isso que o site Slate abriu as portas do Google Graveyard, um espaço virtual para luto. Enterrados nesses locais sagrados estão alguns dos serviços malogrados do Google. Alguns, como o Google Reader, viveram vidas longas e prósperas, cheios de admiração e glória.

A maioria, como o Google Wave e o Google Buzz, lutou para conquistar um lugar neste mundo implacável e implacável, onde as tecnologias continuamente se chocam e a inovação reina. Mas se esses serviços transformaram nossa produtividade ou apenas poluíram nossas caixas de entrada, todos eles tocaram nosso mundo de alguma forma.

Acesse por este link e clique em uma sepultura para deixar uma flor e deixe o processo de cura começar. Valeu!

Comissão analisa repasse de verbas para vítimas de enchentes

Comissão analisa repasse de verbas para vítimas de enchentes

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle discute nesta tarde a demora na liberação de recursos federais para os municípios de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais atingidos por enchentes em 2008 e 2009.

De acordo com o deputado José Carlos Vieira (DEM-SC), que propôs a audiência, dos 108 municípios atingidos em Santa Catarina, somente 16 tiveram seus relatórios de danos aprovados pela Defesa Civil para receber os recursos. Para ele, a burocracia governamental está impedindo que o dinheiro seja repassado, prejudicando milhares de famílias que ficaram desabrigadas em razão das chuvas fortes e que não têm como voltar para suas casas.

O requerimento da audiência também é assinado pelos deputados Felipe Bornier (PHS-RJ) e Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG).

Debatedores

Além dos ministros, também foram convidados para participar da audiência:

  • Representantes dos ministérios da Fazenda; da Integração Nacional; e do Planejamento.
  • Representantes dos governos de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro (estados atingidos por enchentes).
  • O presidente da Comissão Externa da Câmara que acompanhou a tragédia em Santa Catarina, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC).
  • O deputado Acélio Casagrande (PMDB-SC), representante da Frente Parlamentar da Defesa Civil.
  • Um representante do Tribunal de Contas da União (TCU).
  • Um representante do Ministério Público Federal.
  • O major Marcio Alves da Defesa Civil de Santa Catarina.
  • O presidente da Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí, Ademar Felisky.
  • O presidente da Associação de Municípios do Vale Médio do Itajaí, João Paulo Kleinubing.
  • O presidente da Associação de Municípios do Vale do Rio Itapocu, Valdir Corrêa.
  • O presidente da Associação de Municípios do Nordeste de Santa Catarina, Ervino Sperandio
  • O presidente do Consórcio de Saúde Pública do Noroeste Fluminense, José Eliezer.
  • O presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Adene (Amans), Valmir Morais.

A audiência será realizada às 14h30 no plenário 10.

Outras informações

Fonte Agência Câmara Notícias

Falta de estrutura faz defesa civil deixar de receber verbas

Falta de estrutura faz defesa civil deixar de receber verbas

A falta de uma estrutura adequada de defesa civil na maioria dos municípios brasileiros é um dos problemas que afetam os repasses de recursos públicos para vítimas de catástrofes. Essa foi uma das conclusões dos deputados da Comissão Externa de Acompanhamento da Tragédia Climática em Santa Catarina depois de cinco audiências no estado, na semana passada.

Para enfrentar o problema e buscar soluções, a Câmara vai realizar uma comissão geral (sessão de debates) que discutirá a estrutura da defesa civil. Na sexta-feira (6), durante reunião da comissão externa em Itajaí (SC), o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, anunciou a realização do debate e disse que a Casa vai analisar a possibilidade de criação de um fundo nacional para apoiar a prevenção de desastres naturais.

Ação preventiva

De acordo com representantes da defesa civil, na maioria das cidades brasileiras falta uma estrutura adequada para o setor, que precisa de mais profissionalização e da realização de concursos públicos. Michel Temer disse que a defesa civil precisa ter uma ação mais preventiva, e não apenas de resposta aos desastres. Ele ressaltou que as vítimas da tragédia em Santa Catarina não podem ser esquecidas.

O diretor de Reabilitação e Reconstrução da Secretaria Nacional de Defesa Civil, José D`Ávila Fernandes, destacou que mais de 70% dos municípios já criaram coordenadorias de defesa civil, mas menos de 5% delas “funcionam adequadamente”.

Segundo ele, a falta de estrutura no setor atrapalha o recebimento dos recursos de defesa civil pelo municípios, obrigados legalmente a criar as coordenadorias, que elaboram o formulário de avaliação de danos e a notificação preliminar de desastres.

Esses documentos, informa Fernandes, são essenciais para que o decreto municipal de calamidade pública ou de emergência seja reconhecido pelo governo federal, possibilitando o repasse de recursos para o município.

Na avaliação de José Fernandes, a falta de estrutura dos órgãos municipais é uma “questão cultural”. Ele ressalta que cada Real aplicado em prevenção equivale a R$ 15 ou R$ 20 investidos em tarefas de reparação ou reconstrução.

Colaboração

A comissão externa visitou, em dois dias, cinco cidades que foram atingidas por enchentes em novembro: Criciúma, Palhoça, Joinville, Blumenau e Itajaí. Michel Temer observou que a sua presença no estado foi simbólica, pois mostrou a intenção da Câmara de colaborar para reconstruir as cidades.

Segundo ele, os deputados podem ajudar a reduzir a demora e a burocracia na liberação de recursos para os atingidos por desastres. A data da comissão geral ainda não foi definida.

Leia mais

Comissão geral debate falta de estrutura da Defesa Civil

Comissão geral debate falta de estrutura da Defesa Civil

A Câmara realizou no dia 31 de março de 2009, às 10 horas, uma comissão geral para discutir a estrutura da defesa civil no País. O debate foi anunciado pelo presidente da Câmara, Michel Temer, no último dia 6, durante reunião da comissão externa em Itajaí (SC) sobre as enchentes de Santa Catarina. Um dos objetivos da comissão geral é discutir a possibilidade de criação de um fundo nacional para apoiar a prevenção de desastres naturais.

A comissão externa concluiu que a falta de uma estrutura adequada de defesa civil na maioria dos municípios brasileiros é um dos problemas que afetam os repasses de recursos públicos para vítimas de catástrofes.

Durante a comissão geral, será lançada a Frente Parlamentar Mista da Defesa Civil, que será coordenada pelo deputado federal Acélio Casagrande (PMDB-SC), e é composta até agora por 171 deputados e 11 senadores.

Falta profissionalização

De acordo com representantes da defesa civil, na maioria das cidades brasileiras falta uma estrutura adequada para o setor, que precisa de mais profissionalização e da realização de concursos públicos.

Michel Temer disse que a defesa civil precisa ter uma ação mais preventiva, e não apenas de resposta aos desastres. Ele ressaltou que as vítimas da tragédia em Santa Catarina não podem ser esquecidas.

O diretor de Reabilitação e Reconstrução da Secretaria Nacional de Defesa Civil, José D`Ávila Fernandes, destacou que mais de 70% dos municípios já criaram coordenadorias de defesa civil, mas menos de 5% delas “funcionam adequadamente”.

Convidados

Foram convidados para participar da comissão geral:

  • O secretário Nacional da Defesa Civil, Roberto Costa Guimarães.
  • O diretor do Departamento Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina, major Márcio Luiz Alves.
  • O diretor de Departamento da Defesa Civil de Guarulhos (SP), Paulo Victor Novaes.
  • O prefeito de Ilhota (SC), Ademar Felisky.
  • O secretário-executivo do Conselho Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina, major Emerson Neri Emerim.
  • O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (Fapesc) e coordenador do Grupo Técnico-Científico de Prevenção contra Catástrofes, Antônio Diomário de Queiroz.
  • O diretor do Departamento de Reabilitação e Construção da Secretaria Nacional de Defesa Civil, coronel José Luiz D`ávila Fernandes.
  • O coordenador-Geral de Articulação de Gestão da Secretaria Nacional de Defesa Civil, coronel José Wilson Pereira.
  • O secretário-executivo de Ações de Defesa Civil do Amazonas, coronel Roberto Rocha Guimarães da Silva.

Transformações cognitiva das emoções

cognitiva das emoções

A expressão cognitiva que está relacionada com o processo de aquisição de conhecimento, que envolve fatores diversos como o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio entre outros aspectos e fazem parte do desenvolvimento intelectual. Aqui destaco três itens que fazem ligação com a sagradas escritura.

Encorajamento

Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que  sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.
Romanos 1.11-12

A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.
Colossenses 3:16

Exortação

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência.
1 Timóteo 4:1,2

Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Guardando o mistério da fé numa consciência pura.
1 Timóteo 3:2 e 9

Ensino

Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência, linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito.
Tito 2: 7-8

Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente, disciplinando com mansidão aos que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele para cumprirem a sua vontade.
2 Timóteo 2:24-26

O processo do perdão

Perdão

O perdão é necessário onde se sofreu perdas e danos, reais ou imaginários. O que fazer para elaborar o perdão? Alguns passos específicos podem ajudar.

  1. Constatação da perda ou do dano.
  2. Descrição e especificação da perda e/ou do dano:
    • Conscientização do(s) fato(s).
    • Sair da negação.
  3. Contabilização da perda/ do dano:
    • Descrever o que se perdeu de fato e o que permaneceu.
  4. Confronto (contato, interação, conversa) com o causador (aparente ou de fato) da perda/ do dano.
  5. Decisão de abrir mão dos seus direitos de justiça (pretensos ou reais):
    • Escolha racional, não se espera os sentimentos correspondentes.
    • Decisão de perdoar o ofensor e/ou causador do dano:
    • Escolha racional, não se espera os sentimentos correspondentes
  6. Aceitação da perda ou do dano como fato irreversível.
  7. Elaboração de novas estratégias para continuar a vida mediante as perdas e/ou embora das perdas:
    • Constituir novas ações e implementá-las.
  8. Aplicação das estratégias e ações. Reajuste das circunstâncias e das estratégias até encontrar uma nova homeostase (equilíbrio).
  9. Refazer a vida na iminência e presença daquilo que se perdeu e/ou na presença do prejuízo.
  10. Celebrar a vida!

Questões específicas

Nem sempre será possível confrontar pessoalmente o ofensor ou causador das perdas ou dos danos. Às vezes será até inconveniente. Neste caso é possível fazer confrontos simbólicos: Cartas, declarações diante de testemunhas, oração a Deus, liberação pública do perdão (com discrição), etc. Nem sempre todos esses passos serão possíveis, viáveis ou necessários.

Importante é que não se perdoe como num ato, mas sim, num processo. Em alguns casos graves, este processo pode durar muito tempo.

Extraído dos estudos teológicos do  professor Albert Friesen.

O nosso país falhou, a gente falhou. Eu falhei!

Essa semana no Rio de Janeiro, mataram a vereadora e seu motorista. Morreu uma médica na Linha Vermelha, latrocínio. Morreu um gari, assassinado. Morreu um feirante, morto a facadas. Morreram dois jovens de uma favela, envolvidos com o tráfico. Um policial foi alvejado na saída do trabalho, caiu morto. Uma mulher foi morta pelo marido, feminicidio. Mataram também um jogador de futebol de várzea, se engracou com a mulher do açougueiro e pá, mataram. Deram dois tiros num caminhoneiros, ele não quis entregar seu caminhão para assaltantes. Um filho matou o pai, ele usava drogas e o pai batia nele. Uma moça foi estuprada e morta num terreno baldio também…

Todo dia tem vítima da violência. No Rio, em SP, no Acre, em Manaus, em Porto Alegre, em Camboriú. Todo dia a gente perde a dignidade. Sejam estas pessoas de esquerda, direita, policial, jornalista, ativista, médico, padeiro, gari, bandido…

O nosso país falhou. A gente falhou. Eu falhei. Em dois dias eu li extremos absurdos nas redes sociais, grupos de WhatsApp, ouvi horror nas ruas. Ninguém se entende. Ninguém quer dar o braço a torcer. Ninguém admite o erro. Ninguém quer fazer nada. Uso uma rede social para pedir que eu e você, levantemos nossa bunda para fazer alguma coisa. Daqui uns meses temos eleições, quem sabe uma possibilidade de mudar, mas sem salvadores da pátria. Eles não existem.

A escuridão no país tropical parece não ter fim, mas só nós podemos dar luz a um futuro. Será a última vez que vamos poder acreditar. Vem junto, vem.

Artigo de Rafael Weiss postado originalmente em seu perfil no Facebook.

Vereadora Marielle Franco

Vereadores da AMFRI promovem encontro para discutir situação do Hospital Universitário Pequeno Anjo

Vereadores da AMFRI promovem encontro para discutir situação do Hospital Universitário Pequeno Anjo

O Vereador Rogério do PT atendendo a convocação do vereador itajaiense Marcelo Werner, participou da reunião na tarde do dia 14 para tratar do assunto na sede do legislativo de Itajaí.

Preocupados com a falta de investimentos no hospital, reuniu-se os vereadores da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí e os representantes do Hospital Universitário Pequeno Anjo para buscar parcerias e apresentar as debilidades da instituição. A professora Attela Jenichen Provesi, responsável pelo Hospital apresentou os números e estatísticas de uso da unidade pelos municípios e a situação financeira do hospital.

Segunda a professora Attela, “desde julho de 2017 não há compra de equipamentos no Hospital”. Isso dificulta os atendimentos e muitas vezes coloca em risco a vida das crianças e adolescentes atendidos pelo HUPA.

Os parlamentares questionaram à professora e esclareceram dúvidas sobre repasses, despesas e o trabalho do hospital. Cada vereador comprometeu-se em levar a matéria para a Câmara que representa e buscar parcerias, através de indicações e emendas, para auxiliar no custeio das despesas do hospital. Também ficou definida uma reunião com o presidente da Amfri, Dr Elcio Kuhnen para apresentar a situação do hospital.

“Nos comprometemos a trabalhar juntos para que o governador Pinho Moreira possa vir à Itajaí e acompanhar de perto a situação do Hospital. Só assim, poderemos  solicitar a liberação de recursos para o hospital”, conclui Werner.

Fotos: Davi Spuldaro