Crise na campanha do Coiso. Vice da coisa ruim quer o fim do 13º salário e o 1/3 das férias. Bolsonazis ficam quietos

13º Salário

É bom lembrar a comunidade que é esse o candidato a presidente do Dida Oliveira e que o prefeito não deu nenhum reajustes salarial para os servidores, mexeu na previdência que logo, logo vai dar tilt e que o Peninha 1510 apoia e foi dos que votou no teto dos investimentos sociais por 20 anos, #ReformaTrabalhista e depois da eleição, Michel Temer anunciou que irá mandar pro congresso a pauta da #ReformaDaPrevidência pra ser votado esse ano ainda.

Então pessoal, infelizmente tenho que destacar uma notícia da chapa que eu critico muito e repudio, e não posso deixar passar barato. Ontem, o general, que é o vice do Coiso, deu uma declaração chocante que disse que é contra aos poucos direitos trabalhistas que restaram após a #ReformaTrabalhista. O 13º salário e o 1/3 das férias. Tenho que destacar isso, até por que, há pessoas que irão dizer que isso é uma mentira, uma fantasia de um qualquer, mas não é um Zé Mané qualquer, é o Mourão, vice do Coiso. Por isso, os bolsominions permaneceram quietos, afinal, a maioria deles são assalariados e pobres de direita.

A declaração é real e isso irá mexer no bolso das pessoas e, consequentemente, atrapalhar a frágil economia, herança do usurpador Temer, deixando ainda mais problemática à situação do trabalhador. Do que já estava ruim, pode piorar ainda mais, e se você já perdeu direito no governo Temer, irá perder o que restou.

O trabalhador conta com isso, todo mundo na verdade. Esse “dinheirinho” a mais, nós, trabalhadores, podemos fazer uma viagem ou pagar as algumas dívidas, reformar a casa, sei lá, fazer alguma útil que irá fomentar a economia. Mas o Mourão é contra e mostrou revê-lo todos dos direitos trabalhistas.

Aumentou ainda mais a crise da sua campanha do Coiso, que está em pleno declínio. Ele proibiu o general em participar de agenda pública e abrir a boca até o dia 7 de outubro. Um tá no hospital e o outro não pode abrir a boca que suja o que já está imundo. Complicado essa chapa! Mas pra nossa felicidade, isso é muito bom.

Tem ainda o tal do Paulo Guedes que teve que sair de cena quando ele disse que iria aumentará o poço imposto do pobre e voltar com a CPMF. Bom! Paulo Guedes será o ministro da Fazenda do Coiso. Acho que o tanto o general como Paulo Guedes estão revelando o verdadeiro projeto do Coiso, aquele que já comentamos por aí, não há nenhuma pauta ou agenda política, não tem nada, a não ser, sugar os últimos suspiros do povo trabalhador.

Ninguém vai votar no cara que vai acabar com o décimo terceiro salário. A CLT é uma das questões essenciais da história dos trabalhadores brasileiros. Você vota nesse cara?

Ainda ontem #28set2018, Lula recebeu um título de doutor #HonorisCausa e foi uma mais homenagem internacional muito importante, a segunda desde que foi preso injustamente na sede da Polícia Federal – PF em Curitiba, Paraná.

Por fim, as pesquisas mostram que Fernando Haddad com mais distância e o mercado já está adaptando ao nome dele como provável presidente da República.

#LulaLivre #HaddadÉLula #HaddadPresidente #OBrasilFelizDeNovo

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Carta aberta do prefeito Dida ao povo ilhotense

Prefeito Dida de Oliveira

Bom dia! Gostaria de me utilizar deste espaço para esclarecer algumas questões e posições pessoais que adotarei nestes dias que virão, em relação ao pleito eleitoral que está em vigor, onde que se faz necessário definirmos os destinos de nosso Estado e do nosso País.

Como é do conhecimento de todos, sou uma pessoa de posição firme, cuja conduta sempre foi clara quanto às minhas preferências e ideologias pessoais. Entretanto, buscamos acima de tudo o bem comum do nosso povo, da nossa gente, pois é assim que eu acredito que seja a política: trabalhar para transformar cada vez mais a nossa cidade, deixando um legado de conquistas e benefícios às futuras gerações.

Acima de siglas partidárias, devemos acreditar nas pessoas, em projetos, em condutas que viabilizem o desenvolvimento de Ilhota e nossa região, restando desta forma cumprido o nosso dever de agente público.

Desta forma, buscando atender os interesses coletivos e o bem comum, venho através desta carta demonstrar meu apoio aos candidatos ao Senado Paulo Bauer e Jorginho Melo e ao governo Mauro Mariani e Napoleão Bernardes, por acreditar que nosso povo e nossa cidade estão acima de divergências partidárias, por acreditar que estamos juntos em um projeto de desenvolvimento para Ilhota

Conforme já mencionei, se faz necessário, neste difícil momento econômico que enfrentamos, selar uma parceria que traga em sua essência a certeza da vinda de recursos tão escassos e necessários, a fim de viabilizarmos diversas obras que ainda se fazem necessárias.

Busco, através deste apoio, o melhor para nosso Município e assim tenho a certeza que cumpro meu papel de trabalhar por todos.

Aproveito a oportunidade para anunciar uma parceria, em trabalho em favor de nossa cidade através do nosso deputado federal Peninha, o qual através de seu mandato como deputado auxiliou o município trazendo mais de 12,1 milhões de reais para importantes obras, na busca da melhoria da qualidade de vida de nossos munícipes.

Pavimentações, obras de reurbanização da praça, Casarão Belga, revitalização de nosso perímetro urbano, custeios para saúde e ambulâncias, esses são algumas das ações que nosso deputado federal tem trazido para nossa cidade.

Assim, possuímos atualmente ainda uma parceria com Peninha para assegurar recurso do Programa Avançar Cidades, que vai atender a pavimentação da rua Silvério Silveira Ramos, bem como recursos do Badesc, assegurados para pavimentação das ruas Bonifácio Maba e João Domingos Pereira, isso tudo fruto do empenho do nosso deputado.

Convém trazer também o nosso esforço em todas as demais áreas de atuação da Prefeitura: trabalhos significativos na saúde, educação, assistência social, urbanismo, infraestrutura – onde possuímos este forte compromisso junto as estradas do interior, que mesmo neste momento econômico difícil não medirei esforços para até final deste ano e meados do ano que vem, pavimentar o maior número possível de estradas, além da macadamização.

Entretanto nossa busca por recursos para mais obras não parão por ai, irei me utilizar desta parceria que firmo para garantir melhorias na qualidade de vida do ilhotense.

Assim, buscando o melhor para o meu Município, reafirmo o compromisso que assumo junto aos ilhotense, apoiando Mauro Mariani e Napoleão Bernardes, pois acima de nossas diferenças partidárias municipais, estamos em um pleito estadual, aonde busco o melhor para cada cidadão da nossa querida cidade.

Finalizo reafirmando meu desejo de trabalhar pelo bem e pelo melhor para nosso povo, buscando soluções e recursos para juntos fazermos uma Ilhota melhor!

Dida Oliveira

Viu uma agressão? Apite, aponte, grite: “Agressão! Agressão!”

FOTO: GONÇAVES (CPDOCJB)

Sou Dialison Cleber Vitti e compartilhou uma publicação postado em meu perfil no FacebookCom a interatividade dos meus seguidores em nosso perfil, há muita agressão associado a um debate de ódio, rancores, com uma pitada reacionária. Um salve ao companheiro Sandro Silva, membro militante do Comitê pela Democracia Itajaí e Região que produziu esse artigo. Vamos a leitura!

Viu uma agressão?
Apite, aponte, grite: “Agressão! Agressão!”.

Não ataque o agressor.
Abrace a vítima.
Você, eu e quem mais estiver junto, abracemos a vítima.

Viu vandalismos?
Não corra, não disperse.
Junte-se com os seus. Faça um bloco coeso e homogêneo.
Frustre a ação do infiltrado em se misturar com você e com os seus.
E aí apite, aponte, grite!

Vá com seu celular já pronta(o) para filmar, fotografar.
Filme e fotografe a beleza dos seus, mas também filme os demais, discretamente.

Percebeu algo estranho?
Viu alguém com alguma arma branca ou de fogo?
Não aja por si.
Comunique imediatamente os organizadores e se junte com os seus.

Não responda a xingamentos.
Abra os ouvidos para os elogios.
Faça coro com as palavras de ordem do movimento.
Plante as boas sementes com os seus.

E, mais do que tudo, não esqueça:
Sorria, você está sendo filmada(o).

Carta aberta aos pastores e igrejas que apoiam Bolsonaro

Carta aberta aos pastores e igrejas que apoiam Bolsonaro

Senhores (as) líderes evangélicos, graça, paz e discernimento!

As eleições se avizinham, e boa parte dos pastores de nosso país tem manifestado seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro. A maioria alega ser ele o que melhor representa os anseios do povo evangélico, principalmente devido ao seu discurso favorável à família tradicional e aos valores morais tão caros ao cristianismo.

De repente, sinto-me como se houvesse viajado no tempo e revivesse os dias da guerra fria, quando o mundo se via ameaçado pela eclosão de uma guerra nuclear envolvendo as duas potências mundiais: A União Soviética e os Estados Unidos. Colegas vociferam de seus púlpitos sobre o perigo do comunismo que ronda a nossa sociedade. Pergunto-me em que mundo estamos vivendo, afinal? Qualquer um que levante sua voz a favor do pobre, do excluído, do oprimido, logo é tachado de esquerdopata, comunista, “agente do inferno”, e coisa parecida.

Os senhores já pararam para se perguntar sobre o que estaria por trás deste discurso ultraconservador? Há uma onda conservadora varrendo a Europa e os EUA, suscitando velhos rancores contra os imigrantes, os homossexuais, as minorias, a classe operária, etc.

No meio desta avalanche de intolerância, eis que uma voz destoante se faz ouvir mundo afora. Não de um pastor como foi nos dias de Luther King nos EUA, ou de Bonhoeffer na Alemanha, mas de um Papa, líder da instituição mais conservadora do mundo. Por ironia, justamente o primeiro Papa latino-americano se levanta contra tudo e contra todos os que insistem em ressuscitar um discurso que há décadas parecia ter sido abandonado e enterrado. Enquanto isso, a igreja evangélica, que por tanto tempo esteve na vanguarda na luta pelos direitos humanos passa a se aliar com o que há de mais retrógrado e ultrapassado. Que vergonha! Tudo em nome de nossos escrúpulos moralistas.

Conseguiram a façanha de diluir o puro Evangelho da graça num discurso de ódio e intolerância.

Esquecemo-nos dos colegas que foram perseguidos, torturados, e, alguns até mortos e desaparecidos, durante o regime militar. Justificamo-nos no fato de que o tal candidato defenda os mesmos valores. Será que ser a favor da tortura soa menos cruel quando se é contrário ao aborto? Será que ser a favor do armamento da população condiz com o que foi ensinado por Jesus? Afinal, bem-aventurados são os pacificadores ou os que pretendem armar a população? Ser pela família tradicional abona a conduta de quem se revela contrário aos direitos trabalhistas conquistados a duras penas? Se você, pastor, é contra tais direitos, recomendo que não aceite mais dízimos de décimo-terceiro ou de férias de seus membros.

Não ajamos como o profeta Natan que encorajou a Davi a construir o templo, afirmando-lhe categoricamente que Deus o havia escolhido para aquela empreitada. Porém, o Senhor não o tinha autorizado a fazer tal coisa, de modo que, mesmo constrangido, teve que retornar ao rei e dizer-lhe a verdade. Por causa do sangue que havia em suas mãos, Deus não o designou para edificar Sua casa, ainda que já houvesse levantado todos os recursos para tal, e recebido do Senhor a planta, caberia ao seu sucessor tocar a obra.

Quem somos nós para abençoar o que Deus não abençoou? Quem somos nós para encorajar o que contraria frontalmente a Sua vontade?

Sei que muitos alegarão que tudo não passa de manipulação da mídia esquerdista. Mas basta assistir aos inúmeros vídeos de discursos e entrevistas do candidato para verificar que exatamente assim que ele pensa. Ele mesmo afirma que o trabalhador terá que escolher entre ter seus direitos assegurados ou o emprego. Ele é quem diz com todas as letras que o Estado não é laico, mas cristão e que as minorias terão que se dobrar à vontade das maiorias. Ele diz que seria incapaz de amar um filho homossexual e que a homossexualidade é falta de p*rrada na infância. Diz que não empregaria uma mulher, já que esta engravida. Diz que educou seu filhos para que jamais namorassem negras. Diz que em seu governo os índios não receberiam nem mais um centímetro de terra. Se ele é a favor da família tradicional, por que disse que usava o apartamento para “comer gente”? Como defender quem diz que uma mulher não merecia ser estuprada por ser feia? Como apoiar quem defende o uso da tortura se somos seguidores de um Cristo torturado e morto numa cruz? Como apoiar quem diz que ordenaria que helicópteros metralhassem uma favela se os criminosos não se rendessem? Será que na favela só mora bandido? Com que cara visitaremos os presídios para pregar o amor de Cristo depois de apoiar que tem como slogan “bandido bom é bandido morto”?

O sangue de toda uma geração poderá cair em nossas mãos!

Se você é pastor de uma pequena congregação, talvez esteja indo na onda de grandes líderes que já manifestaram seu apoio a Bolsonaro. Não seja ingênuo. Muitos deles o fazem, não por convicção, mas por conveniência, movidos por interesses nem sempre louváveis (alguns até sórdidos).

Lembre-se de quem nos considerou fiéis, pondo-nos em seu ministério (1 Timóteo 1:12), e que um dia, teremos que prestar contas (Hebreus 13:17).

Por isso, deixo aqui uma recomendação que deveria perturbar o sono de todos os que levam a sério o ministério pastoral:

Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho.
1 Pedro 5:2,3

Não compete a pastor algum dizer em quem seu rebanho deve votar. Mas compete-nos instrui-los a reconhecer os riscos por trás de todo discurso de ódio e intolerância.

Jesus disse que enquanto o bom pastor dá a vida pelas ovelhas, o ladrão, ao ver o lobo, foge e deixa suas ovelhas à mercê do perigo. Portanto, cumpramos nosso papel. Pois cuidar das ovelhas que nos foram confiadas é a melhor maneira de dizer: TU SABES QUE TE AMO, SENHOR.

Por Hermes C. Fernandes

Conheça o plano de governo Haddad e entenda as propostas para trazer o país de volta para o futuro

Plano de Governo da coligação O Povo Feliz de Novo - Haddad Presidente 13 [Capa]

Plano de Governo Haddad é Lula: baixe aqui as propostas para trazer o país de volta para o futuro.

A coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/PROS) apresentou o programa para o próximo governo de Fernando Haddad (2019-2022), com o desafio de retomar e aprofundar a democracia no Brasil. Dividido em cinco grandes eixos, o documento aborda temas cruciais para a superação dos problemas do povo. O governo Temer aprofundou a crise e o sofrimento da população com desemprego massivo e com a volta da pobreza, da fome, de doenças, entre outras mazelas nacionais.

A era Lula mostrou que é possível crescer, gerar emprego e distribuir renda, mantendo a inflação baixa e reduzindo o endividamento público. Por isso, o PT afirma que as medidas do governo ilegítimo precisam ser revogadas, em especial o teto dos gastos públicos, a reforma trabalhista, a terceirização generalizada, a política de privatização, a desnacionalização, o desmonte do Pré-Sal, entre outros.

O Plano resgata as conquistas dos governos do PT e apresenta uma nova agenda para o Brasil. Os cinco eixos abordados são:

  1. Soberania nacional e popular na refundação democrática do Brasil;
  2. Promover um novo período histórico de afirmação de direitos;
  3. Novo pacto federativo para promoção dos direitos sociais;
  4. Promover um novo modelo de desenvolvimento; e
  5. Transição ecológica para a nova sociedade do século XXI.

Clique aqui para baixar - ArquivosPlano de Governo da coligação O Povo Feliz de Novo - Haddad Presidente 13 [Contracapa]

Sempre fui fiel na escolha para presidente

Dialison é Haddad e Manuela #LulaLivre

Única vez que não votei no PT – Partido dos Trabalhadores para presidente foi nas eleições de 1989 porque naquele ano não tinha idade e só fui votar em 1994 quando fiz o meu título aos 16 anos e de lá pra cá sempre fui fiel. Meu primeiro voto foi pro Lula, em cédula de papel.

O mesmo não posso dizer para governador. O PT de Santa Catarina nunca foi para o segundo turno nas eleições no estado. O melhor desempenho do partido foi com José Fritsch em 2002 quando conseguimos 27,3 dos votos válidos. Faltou menos de 3% para irmos a próxima etapa. Em Santa Catarina, no ano de 1994, minha primeira eleição, votei em para Nelson Wedekin (PDT) no 1º turno e Angela Amin (PPR) no segundo turno. Em 1998 votei no Milton Mendes (PT) em turno único. Já na eleição de 2002, votei no José Fritsch (PT) no 1º turno e Luiz Henrique da Silveira (PMDB) no segundo turno e repeti o voto da eleição anterior, votando em 2006 para José Fritsch (PT) no 1º turno e Luiz Henrique da Silveira (PMDB) no segundo turno. As eleições de 2010 votei no Raimundo Colombo (DEM) em turno único. Em 2014 votei no Claudio Vignatti (PT) em turno único.

Se dependesse do eleitorado volátil que se diz Bolsonazi, Geraldo Alckmin e Marina SilvaAécio Neves seria presidente e Eduardo Cunha estaria na Câmara dos Deputados. O que está ruim hoje, estaria muito pior! #HaddadÉLula #HaddadPresidente#HaddadEManu13 #LulaLivre

Judeus contra Bolsonaro #EleNão

Nós, brasileiros abaixo-assinados, judeus e judias identificados com várias candidaturas à Presidência do Brasil, vimos a público para deixar claro nosso repúdio ao candidato Jair Bolsonaro, representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira.

Ele enaltece o período da ditadura militar (1964-1984), um dos mais nefastos da história do país, e tudo de trágico que ela representou, especialmente a tortura contra seus oponentes. Entre eles, muitos judeus e judias.

Não nos deixamos seduzir pelo apelo à “segurança” feito pela campanha do candidato, que encontra terreno fértil diante de nossa sociedade civil fragilizada. Essa “segurança” mascara a violência indiscriminada, a defesa de privilégios e a exclusão de amplos setores da sociedade.

Não nos deixamos seduzir, também, pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com “sua” noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é.

Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito.

Conclamamos os democratas de todo o espectro político nacional a cerrarem fileiras em defesa dos direitos de todos os segmentos que compõem nossa sociedade.

Somos contra o fascismo! Todos por todas e todas por todos! Vote pela democracia, Vote pela tolerância, #EleNão!

Change

O PT é uma estrela, mas não uma estrela qualquer

Cadu e Haddad em Florianópolis

O PT é uma estrela. Mas cada vez mais me convenço de que não é uma estrela qualquer. É uma estrela feita de milhares de milhões de estrelas com brilho próprio. É uma estrela que não está lá longe, na distância do céu. Está aqui, pé no chão, ombro a ombro com todos os milhões de estrelas que formam o nosso povo.

E o que nós vimos ontem, aqui, bem no coração de Florianópolis? Vimos o brilho inapagável de nossas estrelas. Inapagável e impagável, porque o que vimos ontem não tem preço!

O que aconteceu na nossa história recente?

Lutamos e chegamos à presidência do país. Juntos!

Reelegemos nosso presidente Lula. Juntos!

Vimos nosso povo empregado, estudando, viajando de avião, consumindo, se sentindo parte da sociedade. Juntos!

Vimos nosso país ser reconhecido e respeitado. Juntos!

Elegemos a presidenta Dilma. Juntos!

Reelegemos a presidenta Dilma. Juntos!

Enfrentamos todos os ataques da mídia, do judiciário, do setor produtivo, das forças externas, dos gananciosos e dos ignorantes. Juntos!

Vimos nosso governo ser golpeado. Vimos desaparecer toda a evolução conquistada. Juntos!

Vimos nosso presidente Lula ser preso. Tristes, abalados, mas juntos!

E o que fizemos? Continuamos juntos!

Juntos, fomos para as ruas denunciar o golpe. Juntos, fomos para as ruas defender o patrimônio e a soberania nacional. Juntos, lutamos contra as reformas impostas pelos golpistas.

E toda essa luta, ao invés de nos cansar, nos deu mais força e mais brilho.

Agora, companheiros e companheiras de constelação, estamos juntos, assistindo, de pé e de cabeça erguida, a caminhada do PT novamente rumo ao topo do país. Com passos firmes que só podem dar aqueles que têm propósitos claros: uma vida melhor para todas e para todos, um governo inclusivo, com visão desenvolvimentistas, sim, mas com bases na justiça social, algo ainda tão distante de nossa nação.

O que vimos ontem à noite foi a expressão disso tudo que eu escrevi até aqui. A explosão de sentimentos, a nossa alma sendo lavada e renovada pela esperança de podermos trilhar, novamente, o caminho que já experimentamos e que já sabemos que dá certo.

Como vai ser daqui para frente? Continuaremos juntos, é claro! Dirigentes, militantes, simpatizantes, população, explicando, ensinando, fazendo entender o que de fato fizeram com nosso país. E o que agora podemos e devemos fazer para colocar o nosso maravilhoso Brasil de volta no rumo certo. No rumo que nós, povo brasileiro, escolhemos!

A emoção me tomou ontem. A emoção me toma agora, quando escrevo. A emoção me toma sempre que vivo o que é ser PT.

Por Carlos Eduardo de Souza – Cadu
Presidente do Partido dos Trabalhadores de Florianópolis

Enquanto os evangélicos neopentecostais glorificam o candidato neofascista, judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Judeus criam manifesto contra Bolsonaro

Petição no site Change.org foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel, tem texto em apela para que os judeus não se deixem ‘seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro’; um grupo chamado Judeus contra Bolsonaro Judeus Contra Bolsonaro, criado no Facebook, já reuniu cinco mil membros em apenas cinco dias.

Às vésperas de uma data importantíssima para o povo judeu, o Yom Kippur, ou Dia do Perdão, um abaixo-assinado criado no site Change.org reúne, em pouco menos de dez horas, quase mil assinaturas de judeus contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República, descrito no texto da petição como “representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira”.

A mobilização online foi criada por Mauro Nadvorny, brasileiro que mora em Israel e membro do Juprog (Judeus Progressistas) e da J-Amlat (movimento em construção de judeus latinoamericanos de esquerda). O abaixo-assinado apela para que os judeus não se deixem “seduzir pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro”.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com ‘sua’ noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é. Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito,
diz outro trecho.

Outra mobilização do povo judeu contra o candidato foi criada no Facebook, em um grupo chamado “Judeus Contra Bolsonaro”, que já reuniu cerca de cinco mil membros em apenas cinco dias.

Em abril do ano passado, Bolsonaro participou de um evento na Hebraica do Rio de Janeiro, onde fez um discurso de ódio, ofendendo negros e quilombolas, e por causa dele se tornou alvo de um processo de racismo que até há pouco corria no Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, a Suprema Corte rejeitou a abertura de investigação sobre o caso. A maioria da comunidade judaica no Brasil, no entanto, é contra a candidatura do deputado.

Brasil 247

Será que somos verdadeiramente cristãos como falamos por aí?

O sangue do teu irmão clama a mim desde a terra

O sangue do teu irmão clama por mim desde a terra

Quero pedir desculpas a vocês se tenho andado afastada do front.

O problema é que já não acredito em soluções pacíficas para o Brasil. Creio que o que vem por aí é um banho de sangue, qualquer que seja o resultado destas eleições.

Se Bolsonaro ganhar, teremos um dos períodos mais violentos da história deste país, contra mulheres, negros, homossexuais, jornalistas, intelectuais, e até mesmo contra religiosos que não rezem pela cartilha dos xiitas que apoiam esse cidadão.

Se Bolsonaro perder, é possível que tenhamos um novo golpe, muito pior do que o de 1964.

E em qualquer dos casos, não se pode descartar uma guerra civil.

Tudo isso tem me deixado muito angustiada. Até porque, ao contrário dos defensores do fascismo, tenho uma profunda crença em Deus, a quem amo de todo o meu coração.

No passado, tive uma relação muito tumultuada com Deus. Mas em 2002, quando já não acreditava em coisa alguma, sofri um acidente em que quase morri.

E foi aí que senti a mão de Deus a me segurar.

Desde então, voltei a acreditar nEle.

E, a partir de 2011, essa relação foi se tornando cada vez mais forte.

É que vim morar em uma casa, ao redor da qual plantei muitas árvores, flores e cipós. Ao redor da qual há sempre passarinhos, borboletas e insetos de todos os tipos.

E foi nesta casa, através de toda essa explosão de vida, que Deus me mostrou toda a grandiosidade das maravilhas que Ele criou.

Tenho uma profunda gratidão a Deus, por jamais ter desistido de mim, apesar de todos os meus erros e defeitos.

Ele é de fato o Bom Pastor, que vai buscar as suas ovelhas, onde quer que se encontrem. A Sua luz ilumina os nossos caminhos. E Ele nos dá vida – e vida com abundância!

E é por isso que eu sei que onde Ele está não há lugar para o ódio.

A presença de Deus, quando preenche o nosso coração, afasta as trevas, afasta os espíritos que querem nos manter distantes do Criador.

E se você, meu irmão, odeia o seu próximo a ponto de querer vê-lo até torturado e morto, Deus, com certeza, não está no seu coração.

Esse ódio que você sente, com certeza, não vem de Deus.

E ainda que você fale em línguas e ande com a Bíblia debaixo do braço; ainda que você grite aleluias e se imagine o mais santo entre os santos; ainda que você ore todos os dias e tente conquistar mais e mais almas para Jesus, ainda assim, se você não tiver amor, NÃO poderá estar na presença de Deus.

Só um caminho conduz a Deus. E esse caminho é a maior expressão de amor do Universo: é Aquele que morreu de forma horrenda em uma cruz, apenas para salvar esse bando de pecadores que somos todos nós.

Jesus nos deixou dois mandamentos, que resumem todos os demais: amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo, como a nós mesmos.

Por isso, fique certo, meu irmão: tudo o que disso passar provém do maligno.

Porque não é amar dentro de determinadas condições; não é amar apenas aqueles que me agradam ou que se parecem comigo: é amar a todos, como amamos a nós mesmos, com todas as nossas qualidades e imperfeições.

E isso significa não fazer ao outro o que não queremos que nos façam.

Queremos apanhar? Queremos ser violentados? Queremos ser torturados? Queremos ser espancados, presos e mortos apenas por nossa maneira de ser ou pelas nossas convicções?

Então, como podemos querer fazer tudo isso ao nosso irmão e ainda dizer por aí que somos cristãos?

Nós, cristãos, temos uma importante missão neste mundo: temos de refletir o amor e a misericórdia de Deus.

E o desafio que nos foi lançado por Jesus (de amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo, como a nós mesmos) pode até parecer extremamente simples.

No entanto, amar assim, apesar de todas as imperfeições humanas, exige um esforço e um vigiar constantes, todos os dias, todas as horas, por toda a vida. E é por isso, meu irmão, minha irmã, que é estreito o caminho que conduz ao Nosso Senhor.

Nós, cristãos, se é que somos cristãos de fato; se é que verdadeiramente amamos a Deus, não podemos nos permitir odiar a quem quer que seja. Não podemos dar ouvidos aos falsos profetas, aos fariseus semelhantes aqueles que torturaram e crucificaram Jesus.

Um pastor ou um padre que prega o ódio, de forma alguma pode falar em nome de Deus.

São apenas cegos, a guiar outros cegos. São apenas almas que desconhecem o amor de Deus, e que, por isso mesmo, dizem aos irmãos: “espanquem!”, “persigam!”, “matem!”, “odeiem!”. Quando, na verdade, disse Jesus: “amai-vos uns aos outros, como eu vos amei. E orai até por aqueles que vos perseguem!”.

E disse mais o Senhor: “quem vive pela espada, morrerá pela espada!”.

O Senhor conhece o coração de cada uma de suas criaturas e sabe o tempo exato de cada qual.

Nada do que existe dentro de nós escapa aos olhos de Deus.

E é só a Ele que compete dizer quem vive ou morre.

É só a Ele que compete condenar ou absolver.

É só a Ele que pertence todo o poder e toda a glória.

E quem somos nós, seres de pó e alma imperfeita, para querermos ocupar o lugar de Deus?

Como podemos imaginar ter o poder de dizer: “este vive, aquele morre!”

Que é o Homem diante Daquele que a tudo criou?

E eu oro, meus irmãos, para que Deus tenha piedade do Brasil. Oro para que Ele não permita que o ódio incendeie este país.

“O sangue do teu irmão clama a mim desde a terra!”, disse o Senhor a Caim.

Que Deus NÃO permita que acabemos todos por ter nas mãos o sangue dos nossos irmãos.

Extraído da fanpage Ana Célia Pinheiro – Perereca da Vizinha