Lulaço pra cá, lulaço pra lá e a trilha sonora é sempre a mesma


Lulaço, a parada que pira o cabeção dos reacionários!

É todo dia um Lulaço tocando LULA LÁ diferente. Já teve em São Paulo, em Brasilia, no país inteiro. E, em tudo quanto é lugar, é quase sempre o mesmo trompetista que dá o tom. Fabiano Leitão é um homem com uma missão: tocar “Lula Lá” até o Brasil ficar Feliz de Novo. Clique aqui e baixe o Lulaço e use como ringtone em seu smartphone.

Como surgiu o Lulaço

Fabiano Leitão iniciou missão de tocar “Lula Lá” até o Brasil ficar Feliz de Novo. Tá aí um brasileiro que precisa ser estudado mesmo, porque esses Lulaços crescem ao mesmo tempo em que Lula cresce nas pesquisas.

As pessoas que estavam ressabiadas com as denúncias e os ataques ao partido dos últimos anos, com o tempo, perceberam que era tudo farsa. Existe muita vontade de acreditar de novo na política e em quem fez tanto pelo país, disse Fabiano, cheio de humildade

Seria nosso trompetista o responsável por esse aumento de popularidade de Lula e do PT? 🤔🤔🤔

Bom, 2018 tá tão dedo na urna e gritaria que a gente não duvida mais de nada. Mas, enquanto Fabiano não elege o Lula e faz o Brasil Feliz de Novo, ele se contenta em fazer a imprensa golpista triste. E isso já é bem maneiro.

Aliás, a ideia dele de protestar com o trompete, que ele toca desde os 14 anos, surgiu quando Lula foi preso, em abril deste ano. Ele quis trollar uma transmissão ao vivo da TV Globo, que acontecia em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), gritando “mídia golpista”, mas os seguranças do STF não gostaram muito da ideia e foram pra cima dele dando porrada. Daí, ele resolveu zoar de longe.

A primeira vez que trollei com o trompete, estava a uns 150 metros da repórter, seguro à distância. O som foi ouvido no Jornal da Globo

Desde então, ele contabiliza oito intervenções em transmissões do jornalismo global e duas em noticiários da TV Record. Pra você que tá em dúvida sobre o que veio primeiro: o trompetista é, antes de tudo, um petista.

Só fiquei bravo com o Lula uma vez, aos dez anos, em 1989. Perdi a final do Brasileirão e não vi meu Vasco vencer, porque minha mãe quis ir até o aeroporto recepcionar o Lula na mesma hora do jogo.

Fabiano gosta de longas caminhadas na praia e banhos em espelhos d’água em prédios do governo. Ou, pelo menos, foi assim que ele chegou mais perto de Lula: quando uma galera resolveu tomar banho no espelho d’água do Palácio do Planalto.

Eu era um daquelas pessoas

Se não viu Lula de perto, foi ouvido por ele. Várias vezes. Fabiano já esteve várias vezes próximo da sede da Polícia Federal, onde Lula está sendo mantido como preso político, nos acampamentos montados para apoiar o presidente.

Toco várias músicas para alegrar ele. O hino do Corinthians, do Vasco – ele também é vascaíno –, músicas do Chico Buarque como Olê, Olá, jingles de campanhas dele. No dia dos pais, toquei Naquela Mesa, que é uma música de amor de um filho para o pai.

Hoje ele tá mais na pira dos Lulaços.

É maravilhoso chegar em um lugar, como aconteceu em Porto Alegre, por exemplo. Não achava que teria muita gente, mas, de repente, as pessoas começam a chegar de todos os cantos e a sensação é indescritível

Mas, também, quem não tá nessa, né? Pensa bem: é basicamente um monte de gente em espaço público cantando “Lula Lá”. É o verdadeiro rolezinho da democracia. Venha no próximo! Deixa de “vamo marcar”. Já tá marcado!

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