Se você não comprar, eles não morrem

Elefantes

Este mês marca dez anos desde eBay, com o apoio da IFAW, proibiu a venda de marfim em toda a sua plataforma de compras.

A internet é o maior mercado do mundo para o comércio ilegal e oferece grandes oportunidades para caçadores para esconder atrás de uma identidade mascarados. Você sabia? O nosso relatório recente da vida selvagem cibercrime descobriu que oitenta por cento das listagens de animais em quatro países foram para os animais vivos. E cinqüenta e cinco por cento destes animais são répteis como tartarugas e cágados.

Através de pesquisa e ação colaborativa, podemos desligar o cibercrime vida selvagem. Mas precisamos da sua ajuda.

Junte-nos em tornar a Internet uma zona proibida para os traficantes da vida selvagem, tornando-se um consumidor educado. Comprometa-se a dizer não a produtos ilegais vida selvagem e relatar todos os anúncios suspeitos que você vê online.

Desde que se juntou forças com o eBay, nós vimos eles se adaptar as suas políticas de animais selvagens e junte-se coalizões como a Coalizão para Acabar com o Tráfico Wildlife on-line e os animais selvagens Tráfico Alliance. Em 2017 e 2018, mais de 100.000 produtos animais selvagens proibidas foram bloqueados ou removidos. Além disso, a pesquisa de IFAW ao longo dos últimos anos mostra também uma tendência descendente em marfim em seus sites francesas e britânicas. Nós estamos fazendo grandes avanços, e com você, como nossos olhos e ouvidos, podemos expandir nossa rede e acabar com o tráfico da vida selvagem online.

Com o seu apoio, podemos continuar a espalhar a consciência do consumidor e apoiar as empresas de tecnologia para acabar com o cibercrime vida selvagem.

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

IFAW

 

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Bloqueio de perfil de jornalista por Bolsonaro fere a liberdade de expressão?

Bolsonaro bloqueia jornalista do The Intercept no Twitter

Perfil do novo presidente na rede social tem caráter privado ou público?

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) bloqueou, no dia 22/12, a conta do Twitter do jornalista e editor-executivo do site de reportagem “The Intercept”, Leandro Demori. Além disso, outros jornalistas do mesmo site afirmam que também foram bloqueados pelo presidente da República.

A ferramenta de bloqueio, disponibilizada pelo Twitter, impede que um usuário bloqueado acesse e realize algum tipo de interação, comentário, compartilhamento de publicações e até mesmo a leitura das informações disponíveis no perfil, enquanto estiver logado.

No caso do presidente da República, a conta utilizada para bloquear os jornalistas foi o seu perfil oficial “Jair M. Bolsonaro“. A página possui quase três milhões de seguidores e é utilizada pelo presidente para notificar suas ações e planos de governo. Além disso, o presidente também pública fotos e vídeos de suas viagens, críticas de matérias jornalísticas e compartilha publicações dos perfis de seus filhos.

Bolsonaro, até o momento, adotou a rede social de maneira semelhante à que o presidente norte-americano Donald Trump tem feito desde que assumiu o cargo, em 2017. Trump também utiliza sua conta do Twitter para informar sobre suas ações governamentais.

Trump, em maio de 2018, foi obrigado a desbloquear sete perfis de seu Twitter após decisão da juíza Naomi Reice. O processo foi impetrado pelo Knight First Amendment Institute, instituição de defesa da liberdade de expressão associada à Universidade Columbia.

Para a juíza, a conta do presidente norte-americano representa um “fórum público”. Por isso, bloquear o acesso de perfis, com base somente em críticas políticas contrárias à visão do presidente, é “contra o princípio da Primeira Emenda” (First Amendment) americana, que garante o exercício da liberdade de expressão e imprensa.

O caso exige a consideração se uma pessoa pública pode, de acordo com a Primeira Emenda, bloquear outra pessoa no Twitter em resposta ao pensamento político expressado e se a análise do caso deve ser diferenciada porque a pessoa pública é o presidente da República. A reposta para ambas as perguntas é ‘não’
explicou a juíza em sua decisão.

No caso de Bolsonaro, após bloquear a conta do jornalista do site “The Intercept”, o presidente publicou um texto, no próprio Twitter, de justificativa da ação:

Tem gente chorando porque vem mentir e ofender e ninguém é obrigado a conviver com isso. É uma satisfação ler comentários e críticas que agregam. A ofensa e a mentira podem continuar em todos estes perfis pessoais, portanto a resposta sempre será dada. Simples!.

JusBrasil

 

Até quando?

Imagem aérea de Brumadinho, MG, após o rompimento da barragem

Estamos novamente diante de uma tragédia de grande impacto ecossocial: mais uma barragem de rejeitos de mineradora que se rompe, deixa mortes e “terra arrasada” no caminho da lama, descendo como avalanche. Mais uma vez, em Minas Gerais. Mais uma vez, trata-se da Vale, a mesma empresa envolvida na ruptura de outra barragem que soterrou um povoado em Mariana, com mortes, e contaminou todo o Rio Doce. Isto três anos e pouco atrás. A gente nem sabe direito quantas “bombas” de rejeitos de mineradoras existem pelo Brasil afora, ameaçando vidas humanas, a integridade dos territórios e todas as formas de vida.

Nossa solidariedade imediata às famílias das vítimas atingidas diretamente – funcionários da própria Vale e moradores dos povoados de Brumadinho – não deve ter limites. Precisamos, também, nos somar a todos que clamam por justiça e reparação, a mais rápida possível. A irresponsabilidade não pode, mais uma vez, ficar impune e esquecida. Mas nada, absolutamente nada, vai repor as vidas perdidas e devolver a integridade daquele território.

Será que tragédias assim podem ser toleradas como “efeitos colaterais” do tal desenvolvimento? Desenvolvimento econômico, assentado numa lógica de crescimento na busca desenfreada por lucros a todo custo e acumulação capitalista, está longe de se preocupar com a vida e a integridade da natureza. As empresas não pensam sua responsabilidade de uma perspectiva ética. Limitam-se fundamentalmente a gerar dividendos aos seus acionistas, com olho em sua cotação na bolsa de valores. E governos se esforçam para não dificultar a vida das empresas, mesmo com a sociedade cobrando mais e mais responsabilidade social e ecológica, com governança adequada e com total transparência. Para completar, estamos numa conjuntura política de um novo governo disposto a afrouxar controles sociais e ambientais em nome de um anacrônico absolutismo do livre mercado.

Penso que se faz necessário esclarecer alguns pressupostos que considero fundamentais para melhor situar meus argumentos.  Viver é trocar com a natureza. Não há forma de vida sem tal troca, pois somos natureza nós mesmos. O que mudou e muito foi a nossa capacidade tecnológica na relação com a natureza para satisfazer as nossas necessidades e desejos. Com o desenvolvimento científico e tecnológico desvendamos segredos da dinâmica ecológica natural e aumentamos em muito a possibilidade de produzir bens. Mais, hoje temos capacidade de destruir e já ultrapassamos em muito alguns dos limites naturais que garantem a integridade de sistemas ecológicos essenciais à biosfera no planeta. Ao invés de nos pensarmos como parte da natureza e nós mesmos como parte essencial em sua evolução, como força ecossocial, temos uma concepção dominante do domínio e exploração, sem limites, levando à destruição. Pior, o modelo dominante da economia é gerar lucros e acumular, destruindo  natureza e concentrando a riqueza gerada. Até quando?

Os exemplos de ruptura com as possibilidades de suporte e regeneração da natureza são muitos. Nossa civilização atual, por exemplo, é movida por energia fóssil. Extraímos carvão, petróleo e gás para mover nossas economias e nosso bem estar. Mas estamos queimando num curto período da história da humanidade o que a natureza levou milhões de anos para produzir. Pior, estamos queimando e emitindo gases que estão levando à mudança climática, tragédia anunciada para logo ali, mas que teimamos em não ver. E existem os vazamentos de petróleo, sempre grandes tragédias. Aliás, do petróleo sai o plástico, hoje uma grande ameaça para a integridade do ciclo da água, vital para qualquer forma de vida. Mas dá para conceber a vida que levamos sem petróleo? Hoje, já sabemos que tecnologicamente existem alternativas, mas o problema é mais de responsabilidade ecossocial das empresas e de poder na sociedade.

O extrativismo é uma atividade essencial, mas pode ser praticado com responsabilidade, tanto na extração em si como nos impactos ecossociais. Destruir territórios e sua população não pode ser tratado como uma fatalidade, pois não é. É atividade de riscos, que devem e podem ser evitados. De forma nenhuma é aceitável o extrativismo desenfreado, sem as devidas análises e medidas para garantir resiliência ecossocial no território impactado. As empresas não podem ser tão irresponsáveis, sem transparência, pois o extrativismo está entre as atividades mais lucrativas, mas de grande potencial destrutivo. Mesmo não acontecendo desastres, a jazida de minério um dia acaba. Sobra somente o buraco da mina, com os rejeitos, para o território e a cidadania local.

Como cidadania, temos uma gigante tarefa pela frente de repensar o lugar do extrativismo em nossa economia e o tipo de responsabilidade ecossocial a cobrar das empresas envolvidas e do próprio governo na sua regulação. Está em jogo a integridade dos territórios e de suas populações locais, mas sobretudo o próprio futuro coletivo. Afinal, a tal riqueza natural uma vez extraída empobrece o território e gera um passivo nosso em relação a futuras gerações, que não a terão e, talvez, dela fariam um uso mais sustentável. O debate sobre tais questões ainda é dominantemente deixado para os diretamente atingidos. Precisamos transformar isto em questão de cidadania. Precisamos de outra relação na troca com a natureza, diferente do predatório extrativismo. Outra economia é possível, mas estamos longe de conseguir emplacar o próprio debate a respeito. Tarefa difícil, mas inadiável. Basta ter presente o consenso que há no Brasil, hoje, sobre a “salvação” que representa para o país o extrativismo das reservas de petróleo do pré-sal, por exemplo.

Cândido Grzybowski, sociólogo e presidente do Ibase.
Rio de Janeiro, 28/01/2019

Canal Astronomia em Pauta sorteia dois livros e fui o feliz contemplado da promoção

Sorteio do livro do canal Astronomia em Pauta. dcvitti foi o sorteado e faturou os livros

Canal Astronomia em Pauta promoveu uma campanha de divulgação de sua rede  e sorteou dois livro na sua página no Facebook.

Graça a uma ajudinha de meu amigo Volney Rock Casas (a quem dou todo crédito) que é hoje a maior autoridade de Ilhota no assunto, um amante e aficionado pela tecnologia aeroespacial, da galáxia em si e do universo em geral, pela turma do Buguinho da programação (sua profissão) e da senvergonhice [risos], me lincou sem querer para participar de uma promoção de divulgação do recém canal do Astronomia em Pauta, idealizado por Bruno Tavares, hospedado no YouTube. A campanha constituiu em sortear dois livros e eu, claro, fui o sortudo que faturou o prêmio.

Na verdade, como o Volney sempre me chama para assistir os lançamentos de foguetes para o espaço no canal do Space Today, do Serjão e de toda sua turma, eu acabei aceitando o desafio, entrei na campanha como quem não quer nada, por que eu sempre apoio iniciativas dessa natureza e sempre curto todas as páginas que recebo notificação, pois acredito que devemos apoiar iniciativas que surgem debaixo, e não esquecer que esse é o conceito da internet, uma grande rede todos interligados com todos.

Não sou um fã do assunto do universo, mas aprendi a gostar da coisa com o tempo e curti a ideia. Confesso e já disse isso em algum lugar, que a Rússia me fascina muito, principalmente a antiga União Soviética e sempre fui um apaixonado pelo programa espacial da CCCP. Viajava com a questão da Sputnik, que foi o primeiro satélite artificial da terra, o lance da cadela Laika, que foi o primeiro ser vivo a orbitar o nosso planeta e o lendário cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a ir para o espaço e já li muito sobre o cara. Esse é o meu pequeno relato sobre a coisa. Tem gente que curte a Nasa, nada contra, mas eu sempre curti o programa espacial da russo.

A promoção

Mas… sobre o sorteio? Então… vamos ao assunto! A campanha iniciou no dia 5 de janeiro e foi promovido na página do canal Astronomia em Pauta no Facebook. A ideia inicial era aumentar o número de seguidores nas duas principais plataformas sociais do Astronomia em Pauta na internet, e como forma de agradecimento, realizou o sorteio desses dois livros. Pra participar, o internauta deveria:

  • Curtir a página “Astronomia em Pauta”.
  • Marcar 3 amigos nos comentários.
  • Compartilhar esse post em modo público.
  • O sorteio será realizado no dia 25 de janeiro.

Fiz isso, segui os passos, e por isso fui o sortudo! Não sei se as pessoas que linquei, participaram da campanha ou curtiram a página, mas fiz a minha parte. Na próxima, vocês já sabem, né pessoal?

“Boa sorte aos amantes da astronomia, e céus limpos a todos”
Bruno Tavares

Como havia comentado ali encima, topei o desafio e assim foi minha participação:

Sorteio

O sorteio aconteceu ao vivo no canal Astronomia em Pauta no YouTube. Eu cheguei tarde, não deu tempo pra assistir a transmissão ao vivo, mas vi, alguns minutos depois, o vídeo no canal. Abaixo, o vídeo do sorteio.

Como eu não sou bom em nada, tweetei, claro, sobre o assunto feliz da vida por ter ganho alguma coisa nos últimos dias, por que a coisa não está nada fácil por aqui, onde estamos passando o maior perengue.

Canal no YouTube

A missão do canal Astronomia em Pauta é levar a astronomia pra todos os tipos de público. Pra quem está começando, pra quem tem dúvidas, pra quem já conhece astronomia e quer saber mais, ou mesmo pra quem nunca teve contato com a astronomia. “Vamos juntos descobrir o universo nesse canal que leva a ciência a sério, e que tem o compromisso de trazer informações verdadeiras, de qualidade e com toda a base científica”, definiu de forma sublime Bruno Tavares, idealizador do canal. Eu fui o inscrito de número 172 e está no ar dede 18 de setembro de 2018. Acesse este link e inscreva-se no canal!

Os livros

O sorteio da promoção foi dois super os livros. Um era O Livro de Ouro do Universo e o outro Buracos Negros: Palestra da BBC Reith Lectures. Vou aqui entender melhor o que cada um fala e publicar um resuminho deles.

O livro de ouro do universo traz uma síntese desse emocionante percurso; constelações, asteroides, planetas, cometas, meteoros, meteoritos; Big-bang, quarks, buracos negros, estrelas canibais, extraterrestres; Ptolomeu, Copérnico, Kepler, Galileu Galilei, Newton. O conhecimento de muitas civilizações é aqui apresentado de forma límpida e direta pelo astrônomo e escritor Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. O homem contemplou sempre com deslumbre o céu estrelado. Admiração que se fez acompanhar, desde épocas remotas, pela sede de melhor conhecer e compreender o Universo. Nesse trajeto fez descobertas fantásticas e realizou conquistas inimagináveis. Para quem tiver interesse, está à venda na Amazon com poucas unidade e poderá ser adquirido, acessando este link!

O livro Buracos Negros: Palestra da BBC Reith Lectures, trás em sua síntese que em 2016 Stephen Hawking participou da série de palestras BBC Reith Lectures, promovida pela rede de televisão britânica BBC e transmitida pela rádio BBC 4. A cada ano uma figura proeminente em sua área é convidada a discorrer sobre temas relevantes. Naqueles meses de janeiro e fevereiro, Hawking falou sobre um assunto que há décadas ocupa lugar de destaque em suas pesquisas: os buracos negros. Em duas exposições memoráveis, um dos maiores gênios da atualidade argumenta que, se pudéssemos compreender como os buracos negros funcionam e como eles desafiam a natureza do espaço e do tempo, seríamos capazes de desvendar os segredos do universo. Insights de toda uma vida são apresentados com a lucidez e a já conhecida verve cômica de Hawking, acrescidos de notas explicativas que situam o leitor nos trechos mais cruciais.Enquanto a maioria dos especialistas se conforma com o fato de trabalhar com temas praticamente ininteligíveis para o público geral, Stephen Hawking tomou para si o papel de grande paladino da divulgação científica ― e nesse pequeno livro, mais uma vez, extrapola todas as expectativas.“Hawking consegue explicar algumas das questões mais complexas da física cósmica com uma combinação perfeita de clareza e sagacidade”. The Observer. Para quem tiver interesse em comprá-lo, também está à venda na Amazon e poderá ser adquirido, acessando este link!

É isso, pessoal! Espero que vocês possam se apaixonar um pouco mais pela política espacial, que você defenda os interesse do setor e incentive as iniciativas que promovam a aproximação entre os povos e nações com a causa e apoie os canais, grupos e fóruns que tentam desmistificar o assunto. Esse tema requer muita dedicação, alguns milhões em investimento e respeito acima de tudo, mas antes de irmos construir bases na lua e colonizar outros planetas, é preciso, primeiramente, matar a fome no mundo.

Um salve a todos!

Google disponibiliza 10 cursos online totalmente gratuitos e em português

Grow With Google [crescer com o google)

Há uma variedade enorme de cursos disponíveis online – tanto que já até sugerimos algumas opções gratuitas aquirecentemente, para quem quer aprender a programar. Mas além de universidades, algumas empresas oferecem videoaulas de graça na web. O Google é uma delas, disponibilizando várias no Udacity. E o melhor: muitas com legendas em português.

Selecionamos dez desses cursos do Google, todos relacionados a desenvolvimento web e programação, para você conferir e começar a estudar. Confira a lista a seguir:

1. Fundamentos de Design Responsivo para a Web.
O curso mostra todos os fundamentos do web design responsivo, ensinando como criar uma página que funciona bem tanto na tela do PC quanto em um tablet ou um smartphone. Tem duração estimada de duas semanas e está disponível aqui.

2. Teste A/B.
Usados para verificar o efeito de mudanças, os testes A/B são essenciais para quem precisa decidir se vai ou não implementar algum recurso novo em um site ou aplicativo. O curso mostra como realizá-los, definindo métricas e analisando resultados. Tem duração estimada de quatro semanas e está disponível aqui

3. Otimização de Renderização no Browser.
Como a descrição do curso diz, performance importa para os usuários – e por isso é importante criar um web app que reaja bem as ações. As aulas apresentam ferramentas usadas para analisar e identificar problemas de desempenho e explicam como criar uma aplicação que responda bem no navegador. O curso tem duração de um mês e está disponível aqui

4. Imagens Responsivas.
As imagens representam 60% dos bytes necessários para carregar uma página na web. Por isso, é importante saber como otimizar o carregamento delas de acordo com o dispositivo do usuário – justamente o que esse curso mostra como fazer. Tem duração de duas semanas e está disponível aqui.

5. Otimização de Performance de Website.
Já que falamos de desempenho, este curso foca em otimizar um site para que ele seja rápido. As aulas mostram o caminho que os navegadores seguem para transformar os códigos HTML, CSS e JavaScript em uma página finalizada e mostram, a partir disso, as ferramentas que você usar para melhorar a performance. Tem duração de apenas uma semana e está disponível aqui.

6. O que é localização.
Não, não estamos falando de mapas. A localização aqui tem a ver com levar um produto ou serviço para um novo mercado, com um idioma diferente. O curso mostra tudo o que você precisa saber para traduzir e adaptar um aplicativo, por exemplo, antes de estreá-lo em um novo país. Tem duração de duas semanas e está disponível aqui.

7. Deep Learning.
A “aprendizagem profund”, ou simplesmente deep learning, está cada vez mais importante no mercado. Ela é aplicada em pesquisas, comandos de voz, reconhecimento e busca de imagens e em muitas outras soluções muito usadas atualmente. Este curso fala sobre o conceito desde o começo, apresentando os conceitos básicos e indo até o desenvolvimento de sistemas que aprendem a partir de dados. Tem duração de 12 semanas e está disponível aqui.

8. Android TV e Desenvolvimento Google Cast.
Um pouco menos densas, as aulas aqui mostram como levar sua aplicação Android para a tela da televisão, adaptando-a para funcionar em realidade virtual e também no Google Cast sem precisar reescrevê-la. Tem duração de uma semana e está disponível aqui.

9. Material Design para Desenvolvedores Android.
Anunciada há quatro anos, a linguagem visual do Google transformou os aplicativos do Android. Nessas aulas, você vai aprender como aplicar os princípios dela e utilizar todos os elementos do Material Design nos seus apps. O curso dura quatro semanas e está disponível aqui.

10. Introdução à Realidade Virtual.
As videoaulas daqui não são em realidade virtual, mas abordam todos os princípios por trás do conceito, de telas e rastreamento de visão até ótica e estereopsia. A descrição do curso garante que, ao final dele, você terá criado uma aplicação em VR. As aulas tem duração de duas semanas e estão disponíveis aqui

Fonte Olhar Digital

[Vídeo] Celso Amorim por Pepe Escobar

Assista entrevista de Pepe Escobar com o embaixador Celso Amorim que fala sobre a construção da política externa brasileira no governo Lula, do BRICS e de outros temas atuais. No canal da TV 247.

ONU lamenta tragédia em Minas Gerais

ONU lamenta tragédia em Minas Gerais

O Sistema das Nações Unidas (ONU) no Brasil apresenta seu profundo pesar e solidariedade aos familiares das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

A ONU lamenta as incomensuráveis perdas de vidas e os significativos danos ao meio ambiente e assentamentos humanos. O Sistema ONU está à disposição para apoiar as ações das autoridades brasileiras na rápida remoção das vítimas e no estabelecimento de condições dignas aos eventuais desabrigados e à população atingida. A rigorosa apuração dos fatos que levaram a essa tragédia será acompanhada atentamente pelos brasileiros e pela comunidade mundial.

O Sistema ONU no Brasil colaborará com as autoridades e a sociedade civil brasileiras para superar os desafios impostos pelo rompimento da barragem.

Barragem da Vale me Brumadinho

Guterres diz que ONU está à disposição para apoiar autoridades brasileiras

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, está profundamente triste pela terrível perda de vidas e expressiva destruição de casas e do meio ambiente causadas pelo colapso de uma barragem ontem (25) em Brumadinho, no Estado de Minas Gerais.

A informação foi divulgada nesta sábado (26) pelo escritório do porta-voz de Guterres. De acordo com a nota, o secretário-geral expressa condolências aos familiares das vítimas e ao governo do Brasil e deseja pronta recuperação aos feridos.

Guterres informou ainda que o Sistema das Nações Unidas permanece a disposição para apoiar as autoridades brasileiras nas buscas e esforços de ajuda emergencial.

A nota é assinada pelo vice-porta-voz do secretário-geral, Farhan Haq.

ONU Brasil

 

Vídeo mostra momento exato do rompimento da barragem da Vale me Brumadinho

O vídeo foi filmado por um operário da empresa.

O rompimento da barragem de Brumadinho ocorre pouco mais de três anos após a maior tragédia ambiental do País, que envolveu a barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015. A lama de rejeitos atingiu 40 cidades em Minas e no Espírito Santo e contaminou a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Dezoito pessoas morreram. Na Justiça, 22 denunciados pelo Ministério Público Federal, entre elas, funcionários da Vale, Samarco e BHP Billiton, respondem por homicídio.

Prefeito de Balneário Camboriú é o novo presidente da Amfri. Já o prefeito de Ilhota é eleito vice do vice

Fabrício Oliveira é o novo presidente da AMFRI

A Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí – AMFRI já tem uma nova diretoria. Na manhã desta sexta-feira (25), por unanimidade os prefeitos elegeram o Prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira como o novo Presidente da AMFRI. Completando a nova diretoria foram escolhidos para primeiro vice-presidente Leonel José Martins (Balneário Piçarras) e segundo vice-presidente Erico de Oliveira “Dida” (Ilhota).

Élcio Rogério Kuhnen, Prefeito de Camboriú e Presidente da AMFRI em 2018, passou o cargo a Fabrício, agradecendo a todos que colaboraram com as inúmeras ações realizadas durante o último ano. Em seguida o novo presidente da AMFRI também discursou. “Agradeço a todos, em especial a toda equipe da AMFRI, liderada pelo secretário executivo Célio Bernardino, porque em várias situações se recorre a AMFRI, e aqui temos atendimento, profissionais com capacidade, conhecimento, desenvoltura que tem compromisso para ajudar nossas prefeituras, e me coloco a disposição de todos vocês, será uma honra presidir esta entidade”, concluiu o prefeito de Balneário Camboriú.

A Assembleia Geral de Prefeitos contou ainda com a apresentação e aprovação do relatório de atividades de 2018 e a Prestação de Contas da AMFRI, dos Consórcios de Turismo (Citmar) e Saúde (Cis-Amfri). A deputada estadual Ana Paula da Silva, que presidiu a associação nos anos de 2014 e 2017, também esteve prestigiando a posse da nova diretoria.

Diretoria da AMFRI 2019

  • Presidente – Fabricio Oliveira (Prefeito de Balneário Camboriú)
  • Primeiro Vice-Presidente – Leonel José Martins (Balneário Piçarras)
  • Segundo Vice-Presidente – Erico de Oliveira “Dida” (Ilhota)

Conselho Fiscal Efetivo:

  • Elcio Rogério Kuhnen – Prefeito de Camboriú
  • Emílio Vieira – Prefeito de Navegantes
  • Emerson Luciano Stein – Prefeito de Porto Belo
  • Paulo Henrique Dalago Muller– Prefeito de Bombinhas

Suplentes do Conselho Fiscal:

  • Aquiles José Schneider da Costa – Prefeito de Penha
  • Volnei José Morastoni – Prefeito de Itajaí
  • Nilza Nilda Simas Ribeiro – Prefeita de Itapema
  • Marcos Pedro Veber – Prefeito de Luiz Alves

BC Notícias