[Documentário] A faca do mito

Alguns dias antes da posse de Bolsonaro, um documentário viraliza na rede na que coloca em xeque o atentado contra Jair Bolsonaro. O documentário “Facada no Mito” que levanta suspeitas de que o “atentado” contra Bolsonaro seria uma armação, passou das 100 mil visualizações em poucas horas, a dois dias da posse do presidente eleito; audiência continua crescendo em ritmo acelerado.

O documentário foi lançado no dia 22 de dezembro no canal do YouTube True or not (que significa verdadeiro ou não numa tradução literal),  uma conta supostamente fake. O vídeo de 57 minutos contém uma análise minuciosa das imagens e circunstâncias do atentado contra Jair Bolsonaro em setembro do passado, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Cuidadosamente, os autores do documentário, que ainda são anônimos, mostram incoerências na narrativa que envolve e fatídica facada e apresentam recortes impressionantes das imagens que registraram o momento do ataque, como interações estranhas entre o autor do crime, Adélio Bispo, seguranças do presidente eleito e apoiadores.

A faca apresentada pelas autoridades como arma do crime também é colocada em xeque.

O vídeo repercutiu apenas em veículos de mídia alternativa, como a Fórum. Após a divulgação, na manhã do domingo, dia 30 de dezembro de 2018, o documentário tinha pouco mais de 48 mil visualizações. Em pouco mais de 6 horas o número de visualizações saltou para mais de 112 mil.

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As primeiras trágicas 24 horas de Bolsonaro Presidente e as 17 medidas que prejudicam o povo brasileiro

Bolsonaro toma 17 medidas que prejudicam o povo brasileiro

Menos de 24 horas depois de assumir o comando do país, Jair Bolsonaro já colocou em prática seu projeto de governo que coloca em risco o povo brasileiro, a liberdade da população e a soberania nacional. Da posse até aqui, são ao menos 17 medidas que podem agravar ainda mais a crise iniciada após o golpe de 2016 e aumentar aviolência contra os pobres, negros e minorias que tanto atacou durante sua vida parlamentar.

As decisões vão desde a redução do salário mínimo previsto para 2019 até a disposição imediata para curvar-se aos interesses do governo dos EUA.

Confira as 17 medidas de Bolsonaro contra o Brasil de um (des)governo ultra-direita e fascista:

  1. Garfou 8 Reais do salário mínimo aprovado pelo Congresso https://t.co/uevF5oHs1s.
  2. Extinguiu Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC, para reimplantar o preconceito e impedir o ensino crítico https://t.co/VUkvWaCdjH.
  3. Proibiu a Funai de demarcar áreas indígenas, que agora será feita pelo Ministério do Agronegócio https://t.co/680N20LZyy.
  4. Anunciou liberação a posse de armas e disse que vai tornar esse “direito” vitalício
  5. Anunciou que vai impor a prisão de condenados em segunda instância, atropelando o STF.
  6. Extinguiu os ministérios do Trabalho, da Cultura, das Cidades, Esportes e Integração Racial https://t.co/9Y52BgynZG.
  7. Esvaziou a Comissão da Anistia, remetendo-a para o patético Ministério da Damares.
  8. Liberou as chefias do Itamaraty para nomeações políticas, quebrando uma tradição secular da diplomacia profissional brasileira.
  9. Anunciou que vai privatizar Eletrobras, apesar do veto do Congresso ao processo de capitalização da estatal https://t.co/hhkXY31Xsc.
  10. Comprometeu-se com os EUA para atacar Venezuela, Cuba e Nicarágua https://t.co/sDbQIuhx7n.
  11. Colocou a reforma contra aposentadoria no topo da agenda de governo https://t.co/2rBcQYRCKG.
  12. Confirmou a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém, mostrando que é submisso a Trump e ofendendo a comunidade árabe https://t.co/5ED70YIC3P.
  13. Reprimiu seus próprios apoiadores na posse e censurou violentamente a cobertura da imprensa https://t.co/UbTBbWgLrK.
  14. Anunciou demissão sumária de servidores que criticaram suas políticas em redes sociais privadas https://t.co/GaE66RWOZK.
  15. Esvaziou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que orienta o combate à fome e o Bolsa Família https://t.co/FBM82QlQ5E.
  16. Acabou com o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes e tirou do Senado a aprovação dos diretores do DNIT.
  17. Fez um acordão com os partidos políticos que ele tanto criticou, para que o PSL apoie a reeleição de Maia e ganhe cargos na Câmara https://t.co/ZBEWcRyvXY.

Fonte Agência PT