Fomos enganados


Bolsonaro rindo

A internet deveria ser uma maneira de conectar toda a humanidade, quebrando barreiras e unindo todos, independente do credo ou cor da pele.

Mas as forças fascistas que mergulharam o mundo na escuridão 80 anos atrás estão de volta, e agora estão implantando vastos exércitos de contas falsas para nos colocar uns contra os outros. Para nos fazer desconfiar, odiar e até matar.

Na Índia, homens e mulheres inocentes foram linchados depois que fake news viralizaram no WhatsApp dizendo que eles teriam roubado crianças. Numa cidade alemã, um estudo histórico apontou que quanto mais as pessoas usavam o Facebook, mais ataques contra refugiados eram registrados. Além disso, o novo presidente do Brasil foi eleito depois que mentiras absurdas sobre seu oponente se tornaram virais nas redes sociais — uma pesquisa mostrou que 89% de seus eleitores acreditaram nelas!

Essa é uma guerra de propaganda estilo “vale tudo” que nos alcança em qualquer lugar, a qualquer momento, por meio de nossos telefones!

Mas há um jeito de acabar com isso.

Durante as eleições no Brasil, a Avaaz realizou um experimento e os resultados foram incríveis! Apenas seis pessoas receberam treinamento básico para investigar essas redes de mentiras, e elas conseguiram derrubar verdadeiras fábricas de notícias falsas que alcançaram *16 milhões* de pessoas. Imagine se multiplicássemos isso por dez?!

Com eleições importantíssimas se aproximando no Canadá, União Europeia e Índia, precisamos agir muito rápido. Faça uma doação agora com apenas um clique — se arrecadarmos recursos suficientes, vamos montar equipes com os melhores especialistas no assunto para defender nossas democracias. Nossos pais e avós lutaram por isso e nos ensinaram que ódio só gera mais ódio. Agora, cabe a nós protegermos isso — se não lutarmos para que a verdade prevaleça, ninguém irá.

Resultado de imagem para bolsonaro traidorMedo e raiva evocam o pior de nós. E aqueles que querem dividir a humanidade encontraram uma arma poderosa nas redes sociais, onde blogs falsos têm mais acesso que reportagens de ponta da BBC ou O Globo.

Nossa comunidade tem lutado contra isso desde o começo. Pressionamos os executivos das empresas de redes sociais a agirem, dialogamos com legisladores de Berlim à Brasília e investigamos as maiores redes de desinformação do mundo. Mas não é o suficiente. Até agora, Europa e o Canadá conseguiram resistir à extrema direita, mas tudo pode mudar com as eleições deste ano.

Nosso teste no Brasil mostrou como parar essa tsunami de fake news: detectando as histórias falsas assim que elas viralizem e denunciando quem as publicam e divulgam deliberadamente para desinformar os outros. Mas para que isso funcione, precisamos contratar e treinar muito mais pessoas para investigar, se infiltrar e derrubar essas gigantescas redes de propaganda. E com eleições importantes se aproximando em vários lugares, precisamos agir AGORA!

O movimento da Avaaz é movido pela crença que todos nós temos muito mais em comum do que diferenças. Essa união é o que mais assusta àqueles que querem nos colocar contra uns aos outros — doe agora e vamos juntos lançar esse esforço movido por cidadãos para defender a verdade, antes que seja tarde demais.

Esse é um chamado à luta. Para todos nós. Para lutarmos por um mundo que é lindo demais para ser deixado nas mãos de fascistas e dos intolerantes cheios de ódio. E, já que as redes sociais se tornaram o sistema nervoso central que conecta toda a humanidade, é justamente aí que precisamos agir — e vencer.

Com esperança e determinação, Christoph, Bert, Marigona, Allison, Camille, Jenny, Rosa e Ricken em nome de toda a equipe da Avaaz.

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