Alterações nos termos de serviço do YouTube

Canal dcvitti no youtube #tvdcvitti

Atualizaremos nossos Termos de Serviço “Termos” para facilitar a leitura e ter mais transparência. As mudanças não alteram a Política de Privacidade do Google nem a maneira como coletamos e processamos seus dados.

Fornecemos um resumo das principais mudanças, mas abaixo você encontra uma lista do que pode esperar da atualização:

  • Termos mais claros e fáceis de entender, com links úteis para ajudar você a navegar pelo YouTube e conhecer melhor nossas políticas
  • Ampliação do compromisso de avisar sobre mudanças que podem afetar você, como atualizações do produto ou alterações futuras nos Termos
  • Melhor alinhamento entre os Termos e a maneira como o YouTube funciona atualmente.

As mudanças entrarão em vigor no dia 10 de dezembro de 2019. Leia os Termos atualizados com atenção. Para mais informações, acesse nossa Central de Ajuda.

Caso você tenha filhos que usam o YouTube Kids, é importante lembrar que você também está concordando com os novos Termos em nome do(s) seu(s) filho(s).

Você sempre pode acessar sua Conta do Google para revisar suas configurações de privacidade e gerenciar como seus dados são usados.

Agradecemos sua participação na comunidade do YouTube!

Princípios dos Direitos Humanos

primeiros passos para promover e reivindicar os direitos humanos

Veja abaixo os princípios dos direitos humanos. É importante lembrar que esses princípios são as principais qualidades de todos os direitos humanos. Eles também podem ser vistos como aspirações e objetivos finais do sistema de direitos humanos.

Igualdade & Não Discriminação:
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, todos e todas temos igual capacidade de gozar nossos direitos humanos sem discriminação, qualquer que seja nossa nacionalidade, local de residência, sexo, origem nacional, étnica ou social, cor, religião, identidade de gênero ou qualquer outra condição.

Interdependência, Inter-relacionamento & Indivisibilidade:
Todos os seres humanos têm direito a todos os direitos humanos. A garantia de um direito humano facilita a garantia dos outros. Da mesma forma, a privação de um direito humano muitas vezes afeta negativamente os outros.

Universidade:
Todos os seres humanos, em todo o mundo, têm direitos humanos. Embora seja importante ter em mente o significado de particularidades nacionais, regionais e culturais, é dever de todos os Estados promover e proteger todos os direitos humanos (principalmente em seu território e para todas as pessoas sob sua jurisdição).

Inerência:
Todos nascemos com direitos humanos. Os direitos humanos não podem ser dados, comprados, ganhos ou herdados.

Inalienabilidade:
Os direitos humanos não podem ser retirados, renunciados ou trocados. Ninguém tem o direito de privar outra pessoa de seus direitos ou de desistir de seus direitos por qualquer motivo.

Anistia Internacional

Formas de promover os Direitos Humanos na sua comunidade

FORMAS DE PROMOVER OS DIREITOS HUMANOS NA SUA COMUNIDADE

Você é capaz de escolher entre um conjunto de habilidades ou pontos fortes que poderiam ser usados para promover os direitos humanos, sendo assim, você irá explorar ideias de como pode promover os direitos humanos na sua comunidade.

Quando estiver agindo em favor dos direitos humanos, não se esqueça de pesquisar como já atuam as organizações de direitos humanos próximas de você. Pode ser mais eficaz unir forças com outros, em vez de duplicar ou enfraquecer sem querer os esforços de iniciativas existentes. Em todo caso, certifique-se de que suas ações não prejudiquem ninguém no seu contexto específico.

Abaixo estão algumas forças e habilidades que você pode usar para promover os direitos humanos na sua comunidade.

  1. PESQUISA DE FATOS – Pesquise sobre os fatos e compartilhe o que descobriu.
    1. Esteja informado e atualizado com relação aos direitos humanos.
    2. Participe de outras formações, oficinas e cursos sobre questões de direitos humanos – presenciais ou pela internet. Convide seus colegas e amigos para participar com você. Discutam o que aprenderam e porque isso é importante.
    3. Produza um boletim informativo para a comunidade, apresentando os assuntos cotidianos a partir da perspectiva dos direitos humanos.
  2. SEJA DIPLOMÁTICO – Comece um diálogo, inicie um debate sobre Diretos Humanos.
    1. Debata sobre as questões atuais e os desafios de direitos humanos com amigos e colegas, principalmente com pessoas que têm opiniões diferentes das suas.
    2. Questione aqueles amigos e familiares que fazem piadas racistas ou discriminatórias em casa. Às vezes pode ser difícil argumentar com as pessoas mais próximas de nós, mas você sempre poderá explicar para elas o que você sente quando elas fazem esses comentários e como eles afetam a vida de outras pessoas.
  3. TENHA CORAGEM – Assuma uma posição na sua vida cotidiana.
    1. Quando você presenciar uma agressão verbal de natureza racista, na rua ou no transporte púbico, não se cale nem fique passivo. Tente confortar a pessoa que está sendo alvo da agressão, iniciando uma conversa com ela – ignorando o agressor. Sua coragem será inspiração para que outros façam o mesmo.
    2. Quando você perceber que alguém não está sendo tratado com dignidade, seja um colega de classe sofrendo bullying ou um amigo ou amiga sendo discriminado por ser quem é, manifeste-se em sua defesa. Mostrar solidariedade e coragem quando necessário pode fazer muita diferença.
  4. EDUQUE OUTRAS PESSOAS E DEMONSTRE EMPATIA – Envolva-se no seu bairro.
    1. Apoiando aquelas pessoas no seu bairro que vivem à margem da sociedade – pessoas que estão morando na rua, que são refugiadas ou buscam asilo, que têm pouca ou nenhuma renda. Visitar um albergue ou centro de refugiados, por exemplo pode ajudar a derrubar algumas barreiras e preconceitos, além de levar conforto às pessoas visitadas.
    2. Dar apoio à educação de crianças ou de jovens que vivem em contexto social crítico, ajudando-os a recuperar os atrasos ou tirar o melhor proveito do sistema educacional. Ajudar outras pessoas a progredir pode ser uma experiência muito gratificante.
    3. Ofereça ajuda a imigrantes ou refugiados recém-chegados a sua cidade; ajude-os com atividades básicas como usar o transporte público, preencher formulários, vencer dificuldades burocráticas, etc. Prepare imigrantes para os exames de concessão de cidadania.

Anistia Internacional

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump?

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツEstamos te enviando este e-mail hoje, pois sabemos que você é bastante sensível a temas relacionados a conflitos e pessoas refugiadas. Por isso, a gente quer aproveitar todo o seu potencial e entendimento do assunto para, juntos e juntas, multiplicarmos a nossa pressão contra as cruéis políticas de imigração do presidente Trump.

Você lembra a ação “Derrube o Muro” do Trump, que a Anistia Internacional lançou, em maio deste ano, para chamar a atenção às práticas desumanas do governos norte-americano? Políticas que incluem desde detenção arbitrária de mulheres, homens e crianças requerentes de asilo a rejeições e retornos ilegais de pessoas em risco na fronteira, e que violam tanto a lei dos EUA como a internacional. Agora, sua opinião sobre essa ação é crucial!

Através do site Derrube o Muro e da ação que fizemos no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, nós convidamos nossos apoiadores e o público brasileiro em geral a se mobilizarem contra essas políticas cruéis e a favor de milhares de mulheres, crianças e homens em risco.

A ação ainda não alcançou a visibilidade necessária para ampliarmos essa importante mensagem, e é aí que você entra. Vamos nessa?

A gente quer a sua opinião em mais este esforço conjunto! Queremos saber o que você achou do site que lançamos; da dinâmica de “derrubar o muro”; dos casos relatados; e da ação que fizemos na rua. Veja os vídeos que gravamos da ação no Largo da Carioca AQUI.

Clicando no botão abaixo, você responde a nossa pesquisa e nos ajuda a construir esta importante mobilização.

Podemos contar com o seu apoio? Então, clique aqui contribuir na construção desta ação.

Juntos e juntas, somos mais fortes. 

Leanne Neale
Diretora de Captação de Recursos
Anistia Internacional Brasil

Greenpeace em ação: 11 dias de protesto pacífico

Greenpeace em ação

GreenpeaceEstamos diante de um desafio que está exigindo um grande esforço de todos nós: dar um basta nas agressões ao meio ambiente dos oceanos. É uma luta pela vida no planeta e uma tarefa urgentíssima, como já mencionei em mensagens anteriores.

O apoio que você nos deu foi fundamental para o nosso trabalho de proteger a natureza. Muito obrigada. Agora, contamos novamente com você neste momento decisivo. Peço que apoie o Greenpeace Brasil com uma doação mensal.

Vivemos uma Emergência Climática! Nossos mares sofrem com as montanhas de lixo plástico, pescas predatória e como se não bastasse, sofrem com a exploração desenfreada de petróleo!

Em um cenário cada vez mais próximo que pode inviabilizar nossa existência no planeta, empresas como a petroleira BP insistem em avançar com a extração de petróleo num modelo de exploração que só contribui para os piores impactos do aquecimento global: mais incêndios florestais, mais inundações, mais furacões, perda de diversidade de vida, mais secas, entre outras graves consequências. Um absurdo!

Na tentativa de evitar um cenário como este, permanecemos há 11 dias em alto mar protestando pacificamente contra os absurdos da empresa! Nossa mensagem é clara e diz: “Emergência Climática”. Essas ações devastadoras têm que parar agora!

Estamos reagindo fortemente a esse desafio e precisamos da ajuda dos doadores mais compromissados com o nosso trabalho, como você. Por isso, pedimos a sua doação mensal agora.

Nossa missão é chamar a atenção do mundo para a importância do ecossistema marinho e as agressões que está sofrendo. E também temos que levar adiante a campanha Proteja os Oceanos, que está pressionando os governantes para que 30% da área dos oceanos sejam legalmente preservados.

Então meu amigo, a hora de agir é agora! Por favor, faça uma doação mensal ao Greenpeace e ajude a evitar a calamidade ambiental que ameaça a vida nos oceanos e em todo o planeta.

Continuaremos lhe enviando informações sobre as nossas atividades para proteger os oceanos e o meio ambiente, no Brasil e no mundo.

Agradeço mais uma vez, de coração, a sua ajuda.

Vivian Fasca
Responsável pela área de Captação de Recursos do Greenpeace

P.S.: Com apenas R$ 40,00, você apoia nossas campanhas e nos ajuda ainda mais a proteger os oceanos. É muito simples doar, basta clicar aqui. A doação é realizada de forma espontânea e irrestrita, os valores e condições são sugestões e exemplificam o trabalho que a organização faz diariamente. Todo apoio financeiro de pessoas físicas é aplicado nas campanhas do Greenpeace e na manutenção da estrutura da organização.

Trump permite que crianças deem seus primeiros passos atrás das grades!

O muro de Trump

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツVocê já se colocou no lugar de milhares de mulheres, crianças e homens que, por conta da violência e da miséria que enfrentam em seus países, precisaram deixar suas vidas e origens para trás, se arriscando em uma viagem perigosa até os Estados Unidos?

Nesse momento, milhares de famílias que buscam segurança nos EUA, em vez de serem acolhidas pelo governo Trump, estão sendo mantidas por meses a fio em centros de detenção, sem acesso a advogados ou tradutores.

Pais com crianças pequenas estão vendo seus filhos aprenderem a falar, engatinhar e dar seus primeiros passinhos atrás das grades, longe dos cuidados básicos de que todas as crianças precisam.

Crianças como o menino Josué, que passou mais da metade de sua vida em detenção, aprendendo a andar e a falar em confinamento. Ele e sua mãe de 28 anos, Teresa, fugiram de ameaças de sequestro e de agressão física e sexual em Honduras, e chegaram aos EUA em busca de asilo. Eles foram presos no Centro de Detenção Berks County, na Pensilvânia, por mais de 16 meses. DERRUBE O MURO DO TRUMP.

Desde que foi eleito, o Presidente Trump ameaça construir um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México e faz de tudo para desmantelar totalmente o sistema de asilo dos EUA, violando a lei dos EUA e a internacional, e causando sofrimento extremo às pessoas em risco.

Não podemos podemos fechar os olhos para o sofrimento de milhares de pessoas em risco! Juntos e juntas, temos o poder de lutar para que os direitos dessas pessoas que buscam asilo nos EUA sejam protegidos.

Na semana do Dia Mundial dos Refugiados (20/06), ajude a Anistia Internacional a derrubar esse muro de violações e a exigir que o presidente Trump dê esperança às centenas de pessoas que buscam segurança nos EUA.

Acesse este link, selecione tijolo por tijolo e ajude-nos a derrubar esse muro desumano e a transformar a vida de milhares de pessoas em risco. Centenas de pessoas já derrubaram. Só falta você! Clique neste link e coloque esse muro de violações abaixo.

Com esperança, 
Anistia Internacional Brasil

Estão matando os oceanos! 🐋🌊

Dia Internacional dos Oceanos

GreenpeaceObrigado por confiar no nosso trabalho e somar esforços para salvar a biodiversidade! São pessoas como você que possibilitam que o Greenpeace trabalhe por um mundo melhor! Recentemente, com o Dia Internacional dos Oceanos, no último 8 de junho, temos uma mensagem sobre a necessidade urgente de proteger esse ecossistema fundamental.

Apesar de produzirem metade do oxigênio que respiramos, absorverem a maior parte do CO2, serem essenciais para o equilíbrio do clima e abrigarem milhões de espécies, os oceanos estão sendo degradados de uma forma nunca vista. E é por isso que sua ajuda é tão importante neste momento.

Estão explorando petróleo em áreas sensíveis, escavando minérios em águas profundas, jogando no mar montanhas de lixo plástico e pescando de forma predatória.

Essa devastação tem que parar agora! No ritmo atual, até 2050 haverá mais plástico do que peixes nos oceanos! Já pensou? E mais de 30% dos corais e dos mamíferos marinhos estão ameaçados. Para que um desastre total seja evitado, temos que agir imediatamente!

O Greenpeace está agindo. Nosso navio Esperanza está navegando desde o Polo Norte até o Polo Sul para denunciar as ameaças aos oceanos, confrontar pacificamente os responsáveis pelas agressões e mostrar como a nossa vida depende do ecossistema marinho.

E estamos pressionando os governos em favor da criação do Tratado Global dos Oceanos, para que 30% de todos os mares sejam transformados em áreas de proteção.

Meu amigo, este é um desafio urgente! Precisamos de recursos para enfrentá-lo e contamos com você. Por isso, peço que faça uma doação mensal.

Continuaremos mantendo você informado sobre as nossas atividades para proteger os oceanos e o meio ambiente, no Brasil e no mundo. Agradeço mais uma vez, de coração, a sua ajuda.

Vivian Fasca
Responsável pela área de Captação de Recursos do Greenpeace.

P.S.: Com apenas R$ 40,00, você apoia nossas campanhas e nos ajuda ainda mais a proteger os oceanos. É muito simples doar, basta clicar aqui. A doação é realizada de forma espontânea e irrestrita, os valores e condições são sugestões e exemplificam o trabalho que a organização faz diariamente. Todo apoio financeiro de pessoas físicas é aplicado nas campanhas do Greenpeace e na manutenção da estrutura da organização. Esta doação não substitui qualquer outra que você faça para o Greenpeace.

Alguns dos momentos mais importantes na luta contra o preconceito e o racismo no mundo

Contra a discriminação racial

O dia 21 de março é celebrado o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas em referência ao Massacre de Sharpeville.

Ao longo do século XX, a humanidade presenciou importantes momentos que ajudaram e marcar a luta contra preconceitos que permeiam as sociedades há séculos. A luta contra o racismo e a garantia dos direitos humanos aos negros, mulheres e homossexuais foram alguns dos movimentos mais significativos durante as últimas décadas.

Ainda existem inúmeras barreiras a serem ultrapassadas, mas com certeza os seres humanos já deram um grande passo contra a discriminação, seja ela racial, social ou sexual.

Confira alguns dos momentos que retratam o combate contra a intolerância e preconceito no mundo!

1. O fim do Apartheid

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A África do Sul viveu um dos maiores regimes de segregação racial do século XX: o ApartheidA população negra da África do Sul, sob o governo de uma minoria branca europeia, enfrentou severas restrições de liberdade e dos direitos humanos por séculos.

No entanto, oficialmente o regime do Apartheid perdurou por mais de 50 anos (1948 – 1994).

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Um dos grandes símbolos da luta pelos direitos dos negros foi Nelson Mandela, um dos líderes do Congresso Nacional Africano, que passou 27 anos na prisão por ajudar no combate contra o governo do apartheid sul-africano.

Mandela foi eleito o primeiro Presidente da República negro da África do Sul, durante as primeiras eleições multirraciais daquele país, em 1994.

O fim do absurdo que caracterizava o Apartheid configurou um gigantesco passo contra os ideais de segregação racial no mundo.

Aliás, foi em homenagem ao episódio do Massacre de Shaperville (um dos mais tristes e violentos do Apartheid) que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, celebrado anualmente em 21 de março. Entenda mais sobre o que foi o Apartheid.

2. A primeira mulher negra a estudar numa escola para brancos nos EUA

Dorothy Counts - Racismo

Do outro lado do mundo, em meados da década de 1950 e 1960, os afro-americanos também travavam uma constante batalha contra o racismo nos Estados Unidos.

A partir da aprovação de uma lei que começava a forçar o fim da segregação racial no país, várias escolas norte-americanas foram obrigadas a aceitar alunos negros em suas instituições de ensino. Até então, os afrodescendentes só podiam estudar em colégios destinados exclusivamente aos negros.

Os primeiros alunos negros a frequentar escolas para brancos sofreram severos ataques físicos e verbais da sociedade local, principalmente das instituições de ensino do sul do país.

Elizabeth Eckford foi uma primeiras estudantes afro-americanas a frequentar o Little Rock Central High School, em Little Rock, no estado de Arkansas.

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Com uma população de alunos predominantemente formada por brancos conservadores, Elizabeth Eckford foi duramente atacada e mal recebida na escola. A sua persistência e força ao enfrentar os diversos insultos no colégio foi registrada pelos jornalistas da época.

A sua imagem ficou marcada como uma das mais icônicas da resistência contra a intolerância e ignorância que caracteriza o racismo. Veja também os 6 Livros sobre Racismo que todo mundo deveria ler.

Outras estudantes que também enfrentaram duras agressões durante o processo de “miscigenação racial” das escolas americanas, se transformaram em ícones da luta pelos direitos cíveis dos negros nos Estados Unidos, como Dorothy Counts, primeira negra a ingressar a Harry Harding High School, em Charlotte, no estado da Carolina do Norte.

3. Morte de Martin Luther King Jr.

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Sem sombra de dúvida, Martin Luther King Jr. é considerado uma das personalidades mais emblemáticas na luta contra o racismo nos Estados Unidos e em todo o mundo. A sua posição e grande paixão por garantir os direitos civis da população afrodescendente fez com que ganhasse inúmeros inimigos ao longo da vida.

A partir de uma postura em prol da “não violência” e do “amor ao próximo”, Luther King foi consagrado em 1964 com o Prêmio Nobel da Paz em resposta ao seu trabalho contra a desigualdade racial.

O assassinato de Luther King, em 4 de abril de 1968, impulsionou uma série de ações para travar o racismo na América e em todo o planeta.

Em sua homenagem, ficou estabelecido nos Estados Unidos, desde 1986, o Dia de Martin Luther King (celebrado na terceira segunda-feira de janeiro). Conheça outras personalidades negras que mudaram o mundo.

4. Revolta de Stonewall

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O combate contra o preconceito não está só focado em questões raciais, mas também de gênero. A partir de meados do século XX, grupos de homossexuais começaram a se organizar com o objetivo de garantir igualdades nos seus direitos civis e sociais.

Nos Estados Unidos, a Revolta de Stonewall (28 de junho de 1969) marcou um dos episódios mais importantes do movimento LGBT.

Neste caso, a invasão abusiva da polícia ao bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, desencadeou uma intensa e violenta rebelião entre os frequentadores do local, que eram majoritariamente homossexuais.

Vale lembrar que entre as décadas de 1950 e 1960, os homossexuais estadunidenses enfrentavam uma legislação e um sistema jurídico totalmente anti-homossexuais.

A resistência em Stonewall espalhou por todo o país uma onda de protestos em prol dos direitos LGBT. Aliás, foi a partir deste episódio que surgiram as primeiras Paradas do Orgulho Gay, eventos que buscavam conscientizar a população sobre a ideia da igualdade entre os direitos de pessoas com diferentes orientações sexuais.

Os homossexuais continuam na luta por garantir seus direitos civis, mas já obtiveram significativos avanços em várias regiões do mundo.

A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, constitui uma grande vitória da comunidade LBGT contra o preconceito e a homofobia.

Se você quer saber mais sobre o assunto, veja também o significado da Homofobia.

5. Mulheres conquistam direito de votar no Brasil

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As mulheres também sempre foram alvo de preconceitos nas sociedades predominantemente machistas.

No Brasil, a conquista do direito ao voto nas eleições democráticas foi uma das vitórias mais significativas do gênero feminino no século XX.

Foi em 24 de fevereiro de 1932 que as mulheres brasileiras passaram a garantir o direito de manifestar a sua democracia nas urnas durante as eleições.

Mas, a luta das mulheres por uma igualdade de direitos e deveres entre os gêneros é bastante antiga. Os movimentos feministas no Brasil começaram a se intensificar ainda durante o século XIX.

Atualmente, no entanto, a luta contra o preconceito também permanece constante para as mulheres. É certo que vários avanços já foram feitos, mas a desigualdade entre os gêneros ainda é alarmante e medidas ainda precisam ser tomadas para evitar a misoginia e outras formas de violência contra a mulher.

Fonte

Seja um defensor da liberdade enquanto ainda temos tempos

Seja um defensor da liberdade

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Tenho certeza que você não vai acreditar quando eu te contar o que vi no México. Eu não posso te mostrar os rostos das pessoas que conheci. Não é seguro para elas. Mas a foto acima diz tudo sobre o sofrimento que eles e elas estão enfrentando neste momento.

Em Tijuana, eu visitei crianças e famílias que tiveram o acesso negado a proteções de refúgio e que vivem no esquecimento – alojadas em abrigos lotados e perigosos e, com muita frequência, forçosamente separadas de seus familiares. Conheça a história horrível desta mãe é tragicamente comum por lá:

Eles me disseram: ‘você não tem nenhum direito aqui e você não tem nenhum direito de ficar com seu filho’. Para mim, eu morri naquele momento. Eles arrancaram meu coração de mim. Como pode uma mãe não ter o direito de estar com o seu filho?

A administração Trump está fazendo o possível para tornar a situação na fronteira insuportável. Ajude-nos a proteger famílias vulneráveis ​​que buscam segurança nos EUA.

Em 2017 e 2018, a Anistia Internacional realizou extensas pesquisas de base sobre a situação dos requerentes de asilo nos Estados Unidos e na fronteira EUA-México. Mas sem o seu apoio, nossa equipe não poderá mais documentar como os EUA estão cometendo flagrantes violações de direitos humanos contra pessoas que buscam asilo no país.

Agora é o momento de mudarmos esta situação. Nós não podemos virar as costas para esse sofrimento, Dialison. Há crianças, mães e pais que precisam de proteção, e não de mais violência. Políticas que tratem as famílias com dignidade, justiça e respeito devem ser criadas. Precisamos do apoio de pessoas como você para fazer a diferença na vida de milhares de pessoas.

Portanto, amigo, estamos muito chocados com o que vi e sei que você também estaria. É por isso que estou te convidando hoje a se juntar a nós como Defensor da Liberdade. A sua doação mensal fortalece a nossa pressão para que as autoridades dos EUA parem com o retorno ilegal de solicitantes de asilo; acabe com os maus-tratos na detenção de imigrantes e com as políticas devastadoras como a separação de familiares.

Não devemos abandonar aqueles que viajaram para a fronteira em busca de proteção. Por favor ajude!

Obrigado pela sua generosidade.

Com esperança,
Margaret Huang
Diretora executiva da Anistia Internacional EUA

Elefantes enfrentando o apocalipse

Elefantes livres

Dezenas de caçadores fortemente armados entraram em um parque nacional da República dos Camarões e mataram mais de 600 elefantes para arrancar suas presas. Traficantes de presas criminosos como estes já aniquilaram metade dos elefantes que restam na África Central, sem que ninguém conseguisse detê-los. Até agora!

Em decorrência do trabalho de investigadores corajosos que se passam por caçadores em redes ilegais de dez países africanos, 2000 traficantes já foram presos!

É um trabalho tão inspirador que já ganhou prêmios, mas não conta com financiamento suficiente. Muitos doadores têm receio de bater de frente contra o crime organizado. Diante desse impasse, a nossa comunidade está em uma posição perfeita para ampliar, rapidamente, esta operação extraordinária.

Quatro elefantes são mortos por hora. Estamos correndo contra o tempo para não perder para sempre esses animais tão bonitos. Se cada um de nós fizer uma doação agora, a equipe de investigadores pode ser expandida para mais países, colocando ainda mais chefões e funcionários públicos corruptos atrás das grades. Ao mesmo tempo, poderemos fazer campanhas para salvar essas belas criaturas que sofrem abate em escala industrial.

A carnificina acontece em todo o continente africano e usa o seguinte modo de operação: primeiro, caçadores de aluguel rastream elefantes, leopardos, macacos e vários outros tipos de criaturas ameaçadas de extinção. Em seguida, os mandachuvas chegam de helicópteros, portando armas pesadas, para abater os animais e arrancar suas peles e presas. O negócio, que rende 19 bilhões de dólares ao ano, é comandado por máfias internacionais, que conseguem sair impunes porque subornam todos os que encontram pelo caminho.

Agora, os corajosos ativistas da rede Eco-Activists for Governance and Law Enforcement (EAGLE)* estão agindo em cada etapa da cadeia do crime organizado, infiltrando investigadores à paisana em gangues, trabalhando com a polícia para supervisionar detenções e garantindo a prisão dos chefes das quadrilhas.

O sucesso sem precedentes rendeu ao grupo elogios da Interpol, da organização Born Free e do Duque de Edimburgo, mas até agora esses heróis trabalham com um orçamento minúsculo, sendo basicamente movidos por um profundo amor por esses animais. Se todos nós doarmos uma pequena quantia, eis o que poderíamos fazer:

  • Ajudar a treinar e a apoiar dezenas de investigadores à paisana para que sejam infiltrados em mais países e nas redes de caça mais procuradas, a fim de colocar seus comandantes atrás das grades;
  • Apoiar investigações contra funcionários públicos e políticos que atuam como cúmplices, e que permitem o comércio sangrento;
  • Investigar e expor empresas e governos que lucram com a venda de marfim e de outros produtos provenientes do tráfico de animais selvagens; e
  • Fazer campanhas enormes para proteger o mundo natural e preservar nossa delicada teia da vida.

Poucos de nós estaríamos dispostos a arriscar nossas vidas para salvar outras espécies da ganância e crueldade humanas. Podemos, porém, facilmente apoiar o trabalho de guerreiros que já estão fazendo exatamente isso. Vamos usar o poder da nossa comunidade para dar a eles o merecido apoio.

Nossa comunidade sempre apoiou a coragem de ativistas que se encontram na linha de frente, fazendo trabalhos perigosos, porém cruciais, desde jornalistas cidadãos na Síria até voluntários na crise causada pelo vírus ebola. Apoiamos as ideias mais brilhantes e que podem ter o maior impacto, concentrando especialmente naquilo que ninguém mais faria. Vamos apoiar esses heróis agora, para que as belas savanas e florestas africanas possam ser populadas novamente com uma próspera vida selvagem, como devem ser.

Com esperança e determinação, Alice, Alex, Iain, Patricia, Spyro, Joseph, Nataliya, Emily, Ricken e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Ativistas Ecológicos pela Governança e Cumprimento da Lei (em tradução livre)