Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump?

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツEstamos te enviando este e-mail hoje, pois sabemos que você é bastante sensível a temas relacionados a conflitos e pessoas refugiadas. Por isso, a gente quer aproveitar todo o seu potencial e entendimento do assunto para, juntos e juntas, multiplicarmos a nossa pressão contra as cruéis políticas de imigração do presidente Trump.

Você lembra a ação “Derrube o Muro” do Trump, que a Anistia Internacional lançou, em maio deste ano, para chamar a atenção às práticas desumanas do governos norte-americano? Políticas que incluem desde detenção arbitrária de mulheres, homens e crianças requerentes de asilo a rejeições e retornos ilegais de pessoas em risco na fronteira, e que violam tanto a lei dos EUA como a internacional. Agora, sua opinião sobre essa ação é crucial!

Através do site Derrube o Muro e da ação que fizemos no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, nós convidamos nossos apoiadores e o público brasileiro em geral a se mobilizarem contra essas políticas cruéis e a favor de milhares de mulheres, crianças e homens em risco.

A ação ainda não alcançou a visibilidade necessária para ampliarmos essa importante mensagem, e é aí que você entra. Vamos nessa?

A gente quer a sua opinião em mais este esforço conjunto! Queremos saber o que você achou do site que lançamos; da dinâmica de “derrubar o muro”; dos casos relatados; e da ação que fizemos na rua. Veja os vídeos que gravamos da ação no Largo da Carioca AQUI.

Clicando no botão abaixo, você responde a nossa pesquisa e nos ajuda a construir esta importante mobilização.

Podemos contar com o seu apoio? Então, clique aqui contribuir na construção desta ação.

Juntos e juntas, somos mais fortes. 

Leanne Neale
Diretora de Captação de Recursos
Anistia Internacional Brasil

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Greenpeace em ação: 11 dias de protesto pacífico

Greenpeace em ação

GreenpeaceEstamos diante de um desafio que está exigindo um grande esforço de todos nós: dar um basta nas agressões ao meio ambiente dos oceanos. É uma luta pela vida no planeta e uma tarefa urgentíssima, como já mencionei em mensagens anteriores.

O apoio que você nos deu foi fundamental para o nosso trabalho de proteger a natureza. Muito obrigada. Agora, contamos novamente com você neste momento decisivo. Peço que apoie o Greenpeace Brasil com uma doação mensal.

Vivemos uma Emergência Climática! Nossos mares sofrem com as montanhas de lixo plástico, pescas predatória e como se não bastasse, sofrem com a exploração desenfreada de petróleo!

Em um cenário cada vez mais próximo que pode inviabilizar nossa existência no planeta, empresas como a petroleira BP insistem em avançar com a extração de petróleo num modelo de exploração que só contribui para os piores impactos do aquecimento global: mais incêndios florestais, mais inundações, mais furacões, perda de diversidade de vida, mais secas, entre outras graves consequências. Um absurdo!

Na tentativa de evitar um cenário como este, permanecemos há 11 dias em alto mar protestando pacificamente contra os absurdos da empresa! Nossa mensagem é clara e diz: “Emergência Climática”. Essas ações devastadoras têm que parar agora!

Estamos reagindo fortemente a esse desafio e precisamos da ajuda dos doadores mais compromissados com o nosso trabalho, como você. Por isso, pedimos a sua doação mensal agora.

Nossa missão é chamar a atenção do mundo para a importância do ecossistema marinho e as agressões que está sofrendo. E também temos que levar adiante a campanha Proteja os Oceanos, que está pressionando os governantes para que 30% da área dos oceanos sejam legalmente preservados.

Então meu amigo, a hora de agir é agora! Por favor, faça uma doação mensal ao Greenpeace e ajude a evitar a calamidade ambiental que ameaça a vida nos oceanos e em todo o planeta.

Continuaremos lhe enviando informações sobre as nossas atividades para proteger os oceanos e o meio ambiente, no Brasil e no mundo.

Agradeço mais uma vez, de coração, a sua ajuda.

Vivian Fasca
Responsável pela área de Captação de Recursos do Greenpeace

P.S.: Com apenas R$ 40,00, você apoia nossas campanhas e nos ajuda ainda mais a proteger os oceanos. É muito simples doar, basta clicar aqui. A doação é realizada de forma espontânea e irrestrita, os valores e condições são sugestões e exemplificam o trabalho que a organização faz diariamente. Todo apoio financeiro de pessoas físicas é aplicado nas campanhas do Greenpeace e na manutenção da estrutura da organização.

Trump permite que crianças deem seus primeiros passos atrás das grades!

O muro de Trump

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツVocê já se colocou no lugar de milhares de mulheres, crianças e homens que, por conta da violência e da miséria que enfrentam em seus países, precisaram deixar suas vidas e origens para trás, se arriscando em uma viagem perigosa até os Estados Unidos?

Nesse momento, milhares de famílias que buscam segurança nos EUA, em vez de serem acolhidas pelo governo Trump, estão sendo mantidas por meses a fio em centros de detenção, sem acesso a advogados ou tradutores.

Pais com crianças pequenas estão vendo seus filhos aprenderem a falar, engatinhar e dar seus primeiros passinhos atrás das grades, longe dos cuidados básicos de que todas as crianças precisam.

Crianças como o menino Josué, que passou mais da metade de sua vida em detenção, aprendendo a andar e a falar em confinamento. Ele e sua mãe de 28 anos, Teresa, fugiram de ameaças de sequestro e de agressão física e sexual em Honduras, e chegaram aos EUA em busca de asilo. Eles foram presos no Centro de Detenção Berks County, na Pensilvânia, por mais de 16 meses. DERRUBE O MURO DO TRUMP.

Desde que foi eleito, o Presidente Trump ameaça construir um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México e faz de tudo para desmantelar totalmente o sistema de asilo dos EUA, violando a lei dos EUA e a internacional, e causando sofrimento extremo às pessoas em risco.

Não podemos podemos fechar os olhos para o sofrimento de milhares de pessoas em risco! Juntos e juntas, temos o poder de lutar para que os direitos dessas pessoas que buscam asilo nos EUA sejam protegidos.

Na semana do Dia Mundial dos Refugiados (20/06), ajude a Anistia Internacional a derrubar esse muro de violações e a exigir que o presidente Trump dê esperança às centenas de pessoas que buscam segurança nos EUA.

Acesse este link, selecione tijolo por tijolo e ajude-nos a derrubar esse muro desumano e a transformar a vida de milhares de pessoas em risco. Centenas de pessoas já derrubaram. Só falta você! Clique neste link e coloque esse muro de violações abaixo.

Com esperança, 
Anistia Internacional Brasil

Estão matando os oceanos! 🐋🌊

Dia Internacional dos Oceanos

GreenpeaceObrigado por confiar no nosso trabalho e somar esforços para salvar a biodiversidade! São pessoas como você que possibilitam que o Greenpeace trabalhe por um mundo melhor! Recentemente, com o Dia Internacional dos Oceanos, no último 8 de junho, temos uma mensagem sobre a necessidade urgente de proteger esse ecossistema fundamental.

Apesar de produzirem metade do oxigênio que respiramos, absorverem a maior parte do CO2, serem essenciais para o equilíbrio do clima e abrigarem milhões de espécies, os oceanos estão sendo degradados de uma forma nunca vista. E é por isso que sua ajuda é tão importante neste momento.

Estão explorando petróleo em áreas sensíveis, escavando minérios em águas profundas, jogando no mar montanhas de lixo plástico e pescando de forma predatória.

Essa devastação tem que parar agora! No ritmo atual, até 2050 haverá mais plástico do que peixes nos oceanos! Já pensou? E mais de 30% dos corais e dos mamíferos marinhos estão ameaçados. Para que um desastre total seja evitado, temos que agir imediatamente!

O Greenpeace está agindo. Nosso navio Esperanza está navegando desde o Polo Norte até o Polo Sul para denunciar as ameaças aos oceanos, confrontar pacificamente os responsáveis pelas agressões e mostrar como a nossa vida depende do ecossistema marinho.

E estamos pressionando os governos em favor da criação do Tratado Global dos Oceanos, para que 30% de todos os mares sejam transformados em áreas de proteção.

Meu amigo, este é um desafio urgente! Precisamos de recursos para enfrentá-lo e contamos com você. Por isso, peço que faça uma doação mensal.

Continuaremos mantendo você informado sobre as nossas atividades para proteger os oceanos e o meio ambiente, no Brasil e no mundo. Agradeço mais uma vez, de coração, a sua ajuda.

Vivian Fasca
Responsável pela área de Captação de Recursos do Greenpeace.

P.S.: Com apenas R$ 40,00, você apoia nossas campanhas e nos ajuda ainda mais a proteger os oceanos. É muito simples doar, basta clicar aqui. A doação é realizada de forma espontânea e irrestrita, os valores e condições são sugestões e exemplificam o trabalho que a organização faz diariamente. Todo apoio financeiro de pessoas físicas é aplicado nas campanhas do Greenpeace e na manutenção da estrutura da organização. Esta doação não substitui qualquer outra que você faça para o Greenpeace.

Alguns dos momentos mais importantes na luta contra o preconceito e o racismo no mundo

Contra a discriminação racial

O dia 21 de março é celebrado o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas em referência ao Massacre de Sharpeville.

Ao longo do século XX, a humanidade presenciou importantes momentos que ajudaram e marcar a luta contra preconceitos que permeiam as sociedades há séculos. A luta contra o racismo e a garantia dos direitos humanos aos negros, mulheres e homossexuais foram alguns dos movimentos mais significativos durante as últimas décadas.

Ainda existem inúmeras barreiras a serem ultrapassadas, mas com certeza os seres humanos já deram um grande passo contra a discriminação, seja ela racial, social ou sexual.

Confira alguns dos momentos que retratam o combate contra a intolerância e preconceito no mundo!

1. O fim do Apartheid

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A África do Sul viveu um dos maiores regimes de segregação racial do século XX: o ApartheidA população negra da África do Sul, sob o governo de uma minoria branca europeia, enfrentou severas restrições de liberdade e dos direitos humanos por séculos.

No entanto, oficialmente o regime do Apartheid perdurou por mais de 50 anos (1948 – 1994).

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Um dos grandes símbolos da luta pelos direitos dos negros foi Nelson Mandela, um dos líderes do Congresso Nacional Africano, que passou 27 anos na prisão por ajudar no combate contra o governo do apartheid sul-africano.

Mandela foi eleito o primeiro Presidente da República negro da África do Sul, durante as primeiras eleições multirraciais daquele país, em 1994.

O fim do absurdo que caracterizava o Apartheid configurou um gigantesco passo contra os ideais de segregação racial no mundo.

Aliás, foi em homenagem ao episódio do Massacre de Shaperville (um dos mais tristes e violentos do Apartheid) que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, celebrado anualmente em 21 de março. Entenda mais sobre o que foi o Apartheid.

2. A primeira mulher negra a estudar numa escola para brancos nos EUA

Dorothy Counts - Racismo

Do outro lado do mundo, em meados da década de 1950 e 1960, os afro-americanos também travavam uma constante batalha contra o racismo nos Estados Unidos.

A partir da aprovação de uma lei que começava a forçar o fim da segregação racial no país, várias escolas norte-americanas foram obrigadas a aceitar alunos negros em suas instituições de ensino. Até então, os afrodescendentes só podiam estudar em colégios destinados exclusivamente aos negros.

Os primeiros alunos negros a frequentar escolas para brancos sofreram severos ataques físicos e verbais da sociedade local, principalmente das instituições de ensino do sul do país.

Elizabeth Eckford foi uma primeiras estudantes afro-americanas a frequentar o Little Rock Central High School, em Little Rock, no estado de Arkansas.

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Com uma população de alunos predominantemente formada por brancos conservadores, Elizabeth Eckford foi duramente atacada e mal recebida na escola. A sua persistência e força ao enfrentar os diversos insultos no colégio foi registrada pelos jornalistas da época.

A sua imagem ficou marcada como uma das mais icônicas da resistência contra a intolerância e ignorância que caracteriza o racismo. Veja também os 6 Livros sobre Racismo que todo mundo deveria ler.

Outras estudantes que também enfrentaram duras agressões durante o processo de “miscigenação racial” das escolas americanas, se transformaram em ícones da luta pelos direitos cíveis dos negros nos Estados Unidos, como Dorothy Counts, primeira negra a ingressar a Harry Harding High School, em Charlotte, no estado da Carolina do Norte.

3. Morte de Martin Luther King Jr.

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Sem sombra de dúvida, Martin Luther King Jr. é considerado uma das personalidades mais emblemáticas na luta contra o racismo nos Estados Unidos e em todo o mundo. A sua posição e grande paixão por garantir os direitos civis da população afrodescendente fez com que ganhasse inúmeros inimigos ao longo da vida.

A partir de uma postura em prol da “não violência” e do “amor ao próximo”, Luther King foi consagrado em 1964 com o Prêmio Nobel da Paz em resposta ao seu trabalho contra a desigualdade racial.

O assassinato de Luther King, em 4 de abril de 1968, impulsionou uma série de ações para travar o racismo na América e em todo o planeta.

Em sua homenagem, ficou estabelecido nos Estados Unidos, desde 1986, o Dia de Martin Luther King (celebrado na terceira segunda-feira de janeiro). Conheça outras personalidades negras que mudaram o mundo.

4. Revolta de Stonewall

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O combate contra o preconceito não está só focado em questões raciais, mas também de gênero. A partir de meados do século XX, grupos de homossexuais começaram a se organizar com o objetivo de garantir igualdades nos seus direitos civis e sociais.

Nos Estados Unidos, a Revolta de Stonewall (28 de junho de 1969) marcou um dos episódios mais importantes do movimento LGBT.

Neste caso, a invasão abusiva da polícia ao bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, desencadeou uma intensa e violenta rebelião entre os frequentadores do local, que eram majoritariamente homossexuais.

Vale lembrar que entre as décadas de 1950 e 1960, os homossexuais estadunidenses enfrentavam uma legislação e um sistema jurídico totalmente anti-homossexuais.

A resistência em Stonewall espalhou por todo o país uma onda de protestos em prol dos direitos LGBT. Aliás, foi a partir deste episódio que surgiram as primeiras Paradas do Orgulho Gay, eventos que buscavam conscientizar a população sobre a ideia da igualdade entre os direitos de pessoas com diferentes orientações sexuais.

Os homossexuais continuam na luta por garantir seus direitos civis, mas já obtiveram significativos avanços em várias regiões do mundo.

A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, constitui uma grande vitória da comunidade LBGT contra o preconceito e a homofobia.

Se você quer saber mais sobre o assunto, veja também o significado da Homofobia.

5. Mulheres conquistam direito de votar no Brasil

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As mulheres também sempre foram alvo de preconceitos nas sociedades predominantemente machistas.

No Brasil, a conquista do direito ao voto nas eleições democráticas foi uma das vitórias mais significativas do gênero feminino no século XX.

Foi em 24 de fevereiro de 1932 que as mulheres brasileiras passaram a garantir o direito de manifestar a sua democracia nas urnas durante as eleições.

Mas, a luta das mulheres por uma igualdade de direitos e deveres entre os gêneros é bastante antiga. Os movimentos feministas no Brasil começaram a se intensificar ainda durante o século XIX.

Atualmente, no entanto, a luta contra o preconceito também permanece constante para as mulheres. É certo que vários avanços já foram feitos, mas a desigualdade entre os gêneros ainda é alarmante e medidas ainda precisam ser tomadas para evitar a misoginia e outras formas de violência contra a mulher.

Fonte

Seja um defensor da liberdade enquanto ainda temos tempos

Seja um defensor da liberdade

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツMargaret Huang, acabou de retornar do México e é uma diretora executiva da Anistia Internacional EUA. Você provavelmente ainda não me conhece. No entanto, Jurema Werneck me convidou a escrever este e-mail para te contar, em primeira mão, sobre a minha viagem recente ao México.

Tenho certeza que você não vai acreditar quando eu te contar o que vi no México. Eu não posso te mostrar os rostos das pessoas que conheci. Não é seguro para elas. Mas a foto acima diz tudo sobre o sofrimento que eles e elas estão enfrentando neste momento.

Em Tijuana, eu visitei crianças e famílias que tiveram o acesso negado a proteções de refúgio e que vivem no esquecimento – alojadas em abrigos lotados e perigosos e, com muita frequência, forçosamente separadas de seus familiares. Conheça a história horrível desta mãe é tragicamente comum por lá:

Eles me disseram: ‘você não tem nenhum direito aqui e você não tem nenhum direito de ficar com seu filho’. Para mim, eu morri naquele momento. Eles arrancaram meu coração de mim. Como pode uma mãe não ter o direito de estar com o seu filho?

A administração Trump está fazendo o possível para tornar a situação na fronteira insuportável. Ajude-nos a proteger famílias vulneráveis ​​que buscam segurança nos EUA.

Em 2017 e 2018, a Anistia Internacional realizou extensas pesquisas de base sobre a situação dos requerentes de asilo nos Estados Unidos e na fronteira EUA-México. Mas sem o seu apoio, nossa equipe não poderá mais documentar como os EUA estão cometendo flagrantes violações de direitos humanos contra pessoas que buscam asilo no país.

Agora é o momento de mudarmos esta situação. Nós não podemos virar as costas para esse sofrimento, Dialison. Há crianças, mães e pais que precisam de proteção, e não de mais violência. Políticas que tratem as famílias com dignidade, justiça e respeito devem ser criadas. Precisamos do apoio de pessoas como você para fazer a diferença na vida de milhares de pessoas.

Portanto, amigo, estamos muito chocados com o que vi e sei que você também estaria. É por isso que estou te convidando hoje a se juntar a nós como Defensor da Liberdade. A sua doação mensal fortalece a nossa pressão para que as autoridades dos EUA parem com o retorno ilegal de solicitantes de asilo; acabe com os maus-tratos na detenção de imigrantes e com as políticas devastadoras como a separação de familiares.

Não devemos abandonar aqueles que viajaram para a fronteira em busca de proteção. Por favor ajude!

Obrigado pela sua generosidade.

Com esperança,
Margaret Huang
Diretora executiva da Anistia Internacional EUA

Ela mata por diversão

Tess matou essa girafa por diversão

Tess matou essa girafa por diversão.

Essa foto dela sorrindo ao lado do cadáver viralizou no mundo inteiro — mas agora, temos umachance preciosa de transformar essa tragédia num salva-vidas para as girafas no mundo inteiro!

Em algumas semanas, países de todo o mundo se reunirão para uma importante cúpula que discutirá a vida selvagem no planeta. E pela primeira vez, cinco países africanos propuseram a inclusão das girafas na lista de espécies protegidas. Essa proposta seria um divisor de águas, pois é o primeiro passo de uma ação global para salvá-las. E ela é urgentemente necessária: a população de girafas já diminuiu em 40%.

Assine agora com um clique e compartilhe muito — vamos acabar de vez com a matança das girafas! Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem.

Para todos os governos da cite isso:

Pedimos que V. Exas adicionem as girafas à lista de espécies protegidas pela CITES, lancem e financiem um Plano de Proteção para Girafas em toda a África, para recuperar suas populações, proteger seu habitat, e que apoiem as comunidades locais que convivem com nossas amigas mais altas do reino animal

Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

Tess matou essa girafa por diversãoEstamos apenas começando a aprender como as girafas são animais altamente inteligentes e emotivos. Essa foto causou revolta mundial — pessoas no mundo todo concordam que animais merecem ser tratados com dignidade e respeito.

Assine agora para protegê-las. Vamos pressionar pela aprovação de um plano de ação emergencial para salvá-las durante a maior cúpula global que discutirá a vida selvagem em maio!

Até agora, as girafas receberam pouca atenção. Mas com sua população caindo vertiginosamente, é hora de soar o alarme, fazer essa petição se tornar viral e pressionar para que nossos governos ajam em nosso nome. Clique aqui para dar às girafas a proteção que elas merecem!

A vida na Terra é tão preciosa, mas para qualquer lado que olharmos, vemos espécies magníficas desaparecendo. É uma tragédia, e ainda não temos a completa dimensão dela. Estamos apenas começando a descobrir como elas são essenciais para os ecossistemas ao seu redor. Nós já defendemos elefantes e orangotangos — chegou a hora de fazer o mesmo pelas girafas.

Com esperança e determinação, Christoph, Sarah, Martyna, Rewan, Joseph, Rosa, Jenny e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Direitos das mulheres ativistas sob ataque na Polônia

Ewa Wnorowska e seus colegas posam para uma fotografia em apoio aos direitos das mulheres na Polônia

Professores Ameaçados Depois de Tirarem uma Fotografia Apoiando Protestos de Igualdade.

Human Rights WatchPor 27 anos, Ewa Wnorowska dedicou sua vida a ajudar estudantes de uma escola para crianças com deficiências na Polônia. No dia do primeiro protesto negro, como ficou conhecido o movimento de apoio aos direitos das mulheres na Polônia, ela tirou uma foto com onze outros colegas, todos de preto, para mostrar solidariedade à causa. Ewa disse à Human Rights Watch que eles tinham escolhido vir trabalhar, embora outras pessoas estivessem tirando o dia de folga para se juntarem aos protestos, porque tinham um dever para com as crianças sob seus cuidados.

Desde aquele dia, 3 de outubro de 2016, aquela simples foto que apareceu pela primeira vez no Facebook, foi espalhada pelos jornais poloneses, mídias sociais, e foi debatida em todos os lugares. Algumas das mulheres foram marginalizadas por colegas, viram suas carreiras sofrerem e até adoecerem por causa da tensão em que se encontram.

Eles estão sofrendo as conseqüências agora muito comuns de defender os direitos das mulheres na Polônia.

Ewa, uma terapeuta da escola na pequena cidade de Zabrze, disse à pesquisadora da Human Rights Watch, Hillary Margolis, que ela e outras pessoas na foto sofreram retaliações para fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de tomarem as ruas.

O objetivo foi um efeito assustador para assustar as pessoas a não irem às ruas, ficar em casa”, disse ela. “Nós enfrentamos a possibilidade de críticas públicas ou de ser demitido ou sermos demitidos de alguma vez sermos capazes de ensinar novamente.

Os protestos negros em outubro de 2016 foram as primeiras manifestações em massa na Polônia, onde as pessoas tomaram as ruas para fazer campanha pela igualdade e se unir contra os esforços do governo para promulgar uma proibição total do aborto no país.

Mais de dois anos após os primeiros protestos negros, os direitos das mulheres na Polônia ainda estão sob ataque.

Em um novo relatório, A Respiração do Governo nas minhas costas”: Ataques aos direitos das mulheres na Polônia, a Human Rights Watch mostra como, desde que chegou ao poder em 2015, o partido na Polônia – o partido Lei e Justiça (Prawo) i Sprawiedliwość ou PiS) – tem como alvo os grupos de direitos das mulheres através de incursões e pagamentos, muitas vezes com pouco aviso.

Não são apenas ativistas e grupos não-governamentais que estão sob fogo. Funcionários do governo que apoiam protestos pelos direitos das mulheres ou colaboram com grupos de direitos das mulheres foram arrastados em frente a comitês disciplinares e tiveram seus empregos ameaçados.

Campanhas de difamação públicas de políticos e grupos apoiados por igrejas que atacam organizações de direitos das mulheres e seu trabalho – rotulando os direitos das mulheres a famílias e os chamados “valores tradicionais” como casamento – receberam em alguns casos até mesmo apoio tácito do partido no poder. políticos.

“Há um clima de medo na Polônia no momento”, disse Margolis, acrescentando que casos como o de Ewa estão sendo usados ​​para mostrar às pessoas comuns que falar contra o governo tem consequências.

Essas consequências começaram para Ewa quando um ex-colega viu a fotografia no Facebook e apresentou uma queixa. Ele também compartilhou a imagem com comentários inflamados acusando as mulheres de serem como nazistas e apoiar o aborto.

Margolis disse que a maioria das pessoas pensa que os direitos das mulheres estão intrinsecamente ligados ao aborto na Polônia, apesar de englobar muito mais do que isso – como ajudar sobreviventes de violência doméstica e abuso sexual.

Após a queixa do ex-colega, as autoridades do Ministério da Educação da província, ou o Kuratorium , iniciaram uma investigação sobre nove membros da equipe e a diretora que posou para a foto. As mulheres foram investigadas sob o Código do Professor – para ver se eles falharam em seus deveres e “violaram a ética e a dignidade da profissão docente” expressando abertamente opiniões políticas. Duas das mulheres eram administradores e, portanto, não foram incluídas na investigação.

As mulheres gesticulam quando as pessoas se reúnem em uma manifestação de defensores dos direitos ao aborto para protestar contra os planos de uma proibição total do aborto em frente à sede do Partido no governo e da Justiça (PiS) em Varsóvia, Polônia, 3 de outubro de 2016.

Metade das mulheres na foto que Ewa tirou com seus colegas recuou e pediu desculpas em face da pressão da diretora e do público – mesmo que a Comissão Disciplinar finalmente tenha descoberto que não havia razão para puni-los formalmente.

Essa decisão não impediu a reação pública. “Houve uma grande onda de ódio online também. Eles nos disseram que deveríamos raspar nossas cabeças ou ser queimados na fogueira”, disse Ewa. “Cinco dos professores colocam suas caudas entre as pernas e abandonam o ativismo”.

As cinco mulheres que se mantiveram no terreno tornaram-se alvo de uma campanha psicológica nos corredores e salas de aula da escola.

A diretora – que também estava na fotografia e estava tentando salvar sua reputação – orquestrou uma caça às bruxas em público contra as outras mulheres para envergonhá-las e transformá-las em bodes expiatórios. “Parecia que o único objetivo dela era se livrar de nós o mais rápido possível”, disse Ewa.

Outros professores da escola evitavam fazer contato visual com eles e não compartilhavam informações importantes sobre os alunos.

“Eles nos trataram como leprosos”, disse Ewa. “A atmosfera não nos permitiu trabalhar normalmente”.

Ewa e três de seus colegas acabaram tirando licença médica para o ano acadêmico de 2017-2018 devido ao que eles disseram ser efeitos do estresse a longo prazo, incluindo problemas estomacais, ansiedade, dificuldade para dormir e sintomas de depressão. Os professores disseram que as mulheres que permaneceram no trabalho, mas não apoiaram a diretora, enfrentaram horários de ensino reduzidos e contratos de duração limitada – o que significa menos renda e menos perspectivas de carreira. Ewa finalmente decidiu voltar ao trabalho, em vez de se permitir ser forçada a sair.

“Eu não queria dar-lhes a satisfação”, disse ela.

Este desafio em face de ter sua vida agitada, bem como o que os ativistas dizem que está aumentando o protesto público contra os esforços do governo para minar os direitos das mulheres, dá a Margolis alguma esperança para o futuro da Polônia.

“Eu acho que o governo está subestimando as mulheres da Polônia”.

Human Rights Watch

 

 

Se você não comprar, eles não morrem

Elefantes

Este mês marca dez anos desde eBay, com o apoio da IFAW, proibiu a venda de marfim em toda a sua plataforma de compras.

A internet é o maior mercado do mundo para o comércio ilegal e oferece grandes oportunidades para caçadores para esconder atrás de uma identidade mascarados. Você sabia? O nosso relatório recente da vida selvagem cibercrime descobriu que oitenta por cento das listagens de animais em quatro países foram para os animais vivos. E cinqüenta e cinco por cento destes animais são répteis como tartarugas e cágados.

Através de pesquisa e ação colaborativa, podemos desligar o cibercrime vida selvagem. Mas precisamos da sua ajuda.

Junte-nos em tornar a Internet uma zona proibida para os traficantes da vida selvagem, tornando-se um consumidor educado. Comprometa-se a dizer não a produtos ilegais vida selvagem e relatar todos os anúncios suspeitos que você vê online.

Desde que se juntou forças com o eBay, nós vimos eles se adaptar as suas políticas de animais selvagens e junte-se coalizões como a Coalizão para Acabar com o Tráfico Wildlife on-line e os animais selvagens Tráfico Alliance. Em 2017 e 2018, mais de 100.000 produtos animais selvagens proibidas foram bloqueados ou removidos. Além disso, a pesquisa de IFAW ao longo dos últimos anos mostra também uma tendência descendente em marfim em seus sites francesas e britânicas. Nós estamos fazendo grandes avanços, e com você, como nossos olhos e ouvidos, podemos expandir nossa rede e acabar com o tráfico da vida selvagem online.

Com o seu apoio, podemos continuar a espalhar a consciência do consumidor e apoiar as empresas de tecnologia para acabar com o cibercrime vida selvagem.

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

IFAW

 

Um centenário de esforço e realização da Organização Internacional do Trabalho

Trabalhadores, uní-vos!

Por cem anos agora, os governos, trabalhadores e empregadores do mundo se reúnem nesta casa, movido pela convicção de seus fundadores que a paz universal e duradoura depende de justiça social e por uma determinação comum de trabalhar juntos por essa causa , nomeadamente através da adopção e supervisão das normas internacionais do trabalho. 

O que tem sido descrito como um sonho selvagem na sua origem, acabou por ser outra coisa; um século de esforço e realização, durante o qual a OIT tem sido uma locomotiva do progresso social e um prenúncio de paz.

Em um discurso para abrir um ano de comemorações do Centenário, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, descreveu a organização como uma locomotiva do progresso social e um precursor da paz. Ele também descreveu os desafios futuros. Leia abaixo!

Embaixadores, 
Membros da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho, 
Distintos Representantes da Ville et Canton de Genève, 
Membros da Família das Nações Unidas, 
Meus Colegas da OIT, 
Senhoras e Senhores, 

É uma honra e um prazer excepcional receber todos você aqui esta tarde para este evento verdadeiramente histórico: o lançamento do Centenárioda Organização Internacional do Trabalho. 

Nous sommes très honorés de la présence de Représentants of the Confédération Suisse, notre Etat Hôte, et de la ville et canton de Genève: 

M. Antonio Hodgers, Président du Conseil d’État, 
M. Jean Romain, Président du Grand Conseil, 
M Sami Kanaan, Maire de Genève, 
Monsieur Jacques Moret, Diretor Geral da Cidade de Genebra 
M. Ivan Pictet, Presidente da Fundação para a França 

Au BIT, Uma série de trevos e experiências viventes entre os Geneveises e as Genevois, nous sommes fiers de cela et nous sommes reconnaissants de l’appui et de l’hospitalité offerts.

Há cem anos os governos, trabalhadores e empregadores do mundo se uniram nesta casa, movidos pela convicção de seus pais fundadores de que a paz universal e duradoura depende da justiça social e de uma determinação comum de trabalhar juntos para isso. causa, nomeadamente pela adopção e supervisão das normas internacionais do trabalho.

O que foi descrito como um sonho selvagem em sua origem, acabou por ser outra coisa; um século de esforço e realização, durante o qual a OIT tem sido uma locomotiva do progresso social e um prenúncio da paz. 

Mas não foi uma jornada suave. Se, de fato, o arco da história se inclina para a justiça, ainda assim fez alguns desvios ao longo do caminho.

Quando chegou ao seu 25º aniversário, em 1944, talvez a maior conquista da OIT tenha sido sua própria sobrevivência. O grupo de 42 Estados membros fundadores tinha crescido apenas marginalmente até 49. Mas a partir de então a Organização passou pela grande depressão, um período negro de autoritarismo, conflito global, o colapso do resto do sistema multilateral e o exílio, para estabelecer as bases para o seu sucesso futuro como a primeira agência especializada das Nações Unidas. Aquele 20º aniversário foi comemorado não aqui em nossa casa histórica, em Genebra, mas em nosso refúgio de guerra, Montreal. E foi marcado pela adoção da extraordinária Declaração de Filadélfia – como uma declaração notável de intenção visionária para um mundo emergindo de um conflito cataclísmico, como foi a Constituição da OIT.de 1919. 

Os 25 anos seguintes foram de crescimento explosivo, à medida que os membros da OIT aumentaram quase duas vezes e meia para 119, pois a descolonização trouxe independência e liberdade a tantos povos. 

A OIT foi desafiada a atender às necessidades dos governos, empregadores e trabalhadores desses novos estados e o fez desenvolvendo seus programas de cooperação técnica nos meios cruciais de ação que são hoje. Portanto, foi mais do que um simbolismo casual quando a OIT marcou seu 50º aniversário com o lançamento do Programa Mundial de Emprego. Este foi um verdadeiro divisor de águas na política de desenvolvimento, com seu foco no emprego, na pobreza e nas necessidades básicas e cujos efeitos ainda podem ser sentidos na Agenda de Desenvolvimento Sustentável da ONU em 2030.

Foi também em 1969 que a OIT recebeu o Prêmio Nobel da Paz, prestigioso reconhecimento do que fizera em seus primeiros cinquenta anos, mas, mais do que isso, poderoso incentivo para os cinquenta anos seguintes. 

E quando chegou ao seu 75º aniversário, a OIT havia acrescentado mais cinquenta e cinco Estados membros – aproximando-o da adesão universal em um mundo que estava em pé no limiar da era da globalização. A essa altura, o confronto entre dois sistemas ideológicos e políticos havia terminado. O crime de apartheid foi derrotado com a OIT, desempenhando seu papel na vitória da humanidade. Alguns previram – erroneamente – o fim da história com o triunfo de uma economia de mercado universal. Mas, na verdade, este foi o começo de um novo capítulo desafiador na história da OIT, à medida que o mundo buscava uma dimensão social para uma fase de globalização impulsionada pela liberalização do comércio e do investimento e sobrecarregada por sucessivas revoluções tecnológicas. E a OIT entregou com sua Declaração de Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalhoe, um ano depois, sua agenda de trabalho decente – empregos, proteção social, tripartismo e direitos – que hoje está no centro do roteiro mundial para o futuro. 

Senhoras e Senhores, 

O que podemos aprender com essa história notável? 

Bem, obviamente, seria uma pessoa muito corajosa, ou talvez muito tola, que arriscaria com confiança uma previsão de onde a OIT e o mundo estarão daqui a 25 anos. 

Mas, mais importante, demonstra que a OIT sempre teve que se adaptar a novos desafios e circunstâncias e conseguiu fazê-lo com sucesso. Se não fosse assim, duvido que festejássemos este centenário.

Foi isso que o Diretor-Geral David Morse disse quando recebeu o Prêmio Nobel em nome da OIT há 50 anos. Que todas as vezes que a OIT encontrou soluções bem-sucedidas para as questões sociais do dia, surgiram novas e muitas vezes imprevistas. Assim, a Organização nunca poderia descansar sobre seus louros e constantemente reavaliar o mundo do trabalho, rever seus próprios métodos e se reinventar para permanecer relevante. 

E neste dia de celebração do Centenário da OITLevamos esta mensagem ao coração com o lançamento do relatório da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalhoe iniciar o processo que eu acredito levará à adoção pela Conferência da OIT em junho de uma Declaração do Centenário. 

Nestes tempos de mudança transformadora no trabalho, de grande incerteza e até mesmo de certa desilusão sobre a capacidade dos formuladores de políticas de fornecer respostas confiáveis ​​aos desafios globais que o futuro do trabalho coloca, é certamente mais importante do que nunca que a OIT demonstre mais uma vez essa capacidade de renovação e reinvenção. 

Nas idéias – ou melhor, ideais – formuladas há 100 anos, a OIT possui a bússola moral para orientar suas decisões e os valores pelos quais deve avaliar todas as mudanças no mundo do trabalho. A tarefa é moldar as realidades emergentes do nosso tempo em conformidade com esses valores, e não o inverso.

É combinando a clareza de nossos princípios, imutável e universal, com flexibilidade e inovação nas ferramentas que usamos para alcançá-los, que a OIT terá sucesso no futuro, como aconteceu no passado. 

Por mais formidáveis ​​que sejam os desafios à frente, certamente não são maiores do que os que as mulheres e os homens que nos precederam na OIT enfrentaram e venceram. Exceto, talvez, em um aspecto, que vem da observação de que hoje parece estar perdendo a vontade e a capacidade de diálogo. Parece mais difícil escutar e pesar honestamente as visões do outro contra as nossas, ser tolerante e buscar um compromisso, em vez da imposição da vontade de alguém.

Essas são tendências que precisam ser resistidas, porque se elas prevalecerem, o trabalho da OIT se tornará impossível e seus valores cairão. 

E é por isso que desejo terminar ecoando a mensagem central do relatório da nossa Comissão Global. Que é urgente para todos nós – representantes dos governos, empregadores e trabalhadores de nossos atuais 187 Estados membros e todos os nossos aliados – rededicar-nos a revigorar o contrato social que esteve e está no cerne do mandato da OIT. O compromisso básico de trabalhar em conjunto para defender não só os nossos próprios interesses, mas também os dos outros, para que a justiça social esteja disponível para todos, sem deixar ninguém para trás e avançando neste novo século da OIT.

OIT – Organização Internacional do Trabalho