Onde Igreja e pastorais podem ajudar a quebrar a espiral da violência?

Teologia Negra

Ronilso Pacheco faz uma análise sobre a violência racial a partir da proposta da CF 2018.

Talvez o que podemos realmente fazer enquanto igreja, para contribuir com a construção de uma cultura onde a violência não tenha mais lugar central, seja onde exatamente nossa posição nos cabe: nós podemos inviabilizar a sacralização da violência, que passa pela divinização do sangue.

Uma contribuição importante da chamada Teologia Negra nos Estados Unidos foi denunciar o lugar central que a crucificação de Jesus tinha para o cristianismo. Neste lugar central, a cruz sempre teve um papel de relevância como um símbolo de sacrifício máximo, ao qual Jesus se submete (quase) voluntariamente. A compreensão equivocada da narrativa do “esvaziamento” de Jesus contida em Filipenses 2, transformou a crucificação em um auge do ministério de Jesus. O sacrifício foi necessário, e, como tal, perde a força de sentido como um instrumento de tortura e morte usado pelo poder, pelo Império, pelo estado, pelas autoridades, políticas, militares e religiosas para punir, constranger, eliminar, intimidar, executar e (consequentemente) fazer sangrar sujeitos considerados “ameaças”, corpos e presenças que eram um risco para a “ordem social”.

A Teologia Negra comparou a crucificação de Jesus ao linchamento de negros na sociedade racista e segregacionista dos Estados Unidos dos anos finais do século XIX e primeira metade do XX. Se, em algum momento da narrativa bíblica, o Deus de “perfil guerreiro” desaparece, condena o derramamento do sangue inocente e desagua na pessoa de Jesus de Nazaré como o Deus que é todo amor, com profunda ênfase na misericórdia e no perdão, deveria desaparecer nossa linguagem violenta sobre Deus (o “general”, o “Senhor dos Exércitos”, aquele a quem “a vingança pertence”, que recorre “a vara” para a correção, o Deus da “ira implacável”, aquele cuja ira “devorará os ímpios), dando lugar a compreensão plena do Deus que escolhe ser definido como amor.

No entanto, o sangue continua tendo lugar central na nossa cultura cristã, e, muito por isso, a compreensão da violência como recurso possível não nos deixa em paz. Se o sangue é necessário, a violência que provoca o seu derramamento também passa a ser. Tudo o que temos visto no comportamento social de nossas cidades, como o Rio de Janeiro, é a violência ocupar o lugar central. Tão central que a ideia de segurança pública passou a se resumir única e exclusivamente a “gestão da violência”.

A segurança pública deixou de ser a oportunidade que o público (a população, todas e todos) deveria ter de ter acesso a paz, aos bons tratos, aos serviços que funcionam para si e para os outros, de não ser coagido pelas necessidades extremas e nem pela pressão de ter mais e mais numa cultura social que prioriza o consumo e o privilégio. A segurança pública resume-se agora a “gestão da violência”.

Com efeito, espera-se que a violência sirva para punir violentos e ameaçadores de violência. Vai do linchamento do infrator que furtou o celular até as operações policiais que precisam dar como “saldo positivo” para a sensação de insegurança (seja lá o que for isso) a apresentação dos corpos pretos e pobres, devidamente incriminados, para que todos possam saber que acabamos de ter um criminoso a menos, um traficante a menos, um vagabundo a menos. A cultura do sangue derramado se espalha mesmo onde sangue (ainda) não foi derramado. Ter uma comunidade ocupada pela presença ostensiva de militares do Exército não é apenas a militarização da vida cotidiana, é o recurso da violência das armas que indicam que, a qualquer movimento estranho, o sangue será derramado.

Não há (e nem pode haver) poder no sangue. Nossa política pública de segurança, a resposta do poder para a violência, a ocupação dos territórios precarizados e desassistidos; a criminalização prévia dos corpos pretos e pobres; a militarização da vida cotidiana; as estratégias de auto defesa que clamam pelo porte de armas; a espetacularização midiática da violência que espalha mais medo e influencia nas respostas de soluções fáceis das autoridades visando calar a opinião pública; a circulação de armas nas favelas; o inacabável comércio de drogas ilícitas rodeado de violência e crueldade; as crianças que pulam corpos a caminho da escola.

Tudo está manchado de sangue. Tudo na sociedade está atravessado pelo sangue, e a igreja é uma voz que poderia desmistificar o sangue deste lugar simbólico sacrifical que é capaz de produzir algo de valor. Não pode.

Se continuar afirmando que há poder “no sangue de Jesus”, continuaremos abrindo margem suficiente para que os métodos usados para fazer Jesus sangrar até a morte tenha tido alguma utilidade para os planos de Deus. O que é o mesmo que dizer que Deus usa as mesmas armas da estrutura da morte, para vencer a morte. E até onde sabemos, na narrativa dos Evangelhos, a morte é vencida com a ressurreição. A cruz é arma do Império. A ressurreição é resposta de Deus, para dizer que a vida deve sempre vencer.

E, sejamos sinceros, com quem o corpo de Jesus se parecia na hora da morte. Sua pele escura, sua condição social precária, seu território pobre e militarmente ocupado, sua ascendência de um povo marcado pela escravidão, punido, sem oportunidade, sem justiça, vítima do medo e do desprezo. Isto mostra que, na cultura do sangue derramado e da violência (socializada e institucionalizada), raçaclasse e gênero continuarão sendo sempre os fatores decisivos para definir aqueles e aquelas cujo sangue continuarão a jorrar. E é por isso que precisamos denunciar este ciclo, desmistifica-lo. Não há poder no sangue.

Fonte: Texto de Ronilso Pacheco para o Portal das CEBs

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Maioria dos católicos e grande parte dos evangélicos pensa que “bandido bom é bandido morto”, diz pesquisa

Smoking gun lying on the floor, revolver

A crise de segurança pública que o brasileiro comum enfrenta há anos vem transformando a forma de enxergar a maneira como a Polícia age no combate ao crime, e atualmente, metade da população entende que é necessária uma ação mais enérgica, apoiando uma ação letal no confronto com criminosos.

Essa é a conclusão de uma pesquisa recente realizada pelo Ibope sobre segurança pública, uma das grandes bandeiras de campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e alvo de uma ação emergencial do presidente Michel Temer (MDB), que decretou uma intervenção na secretaria responsável pela área no estado do Rio de Janeiro.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) foi realizada entre os dias 22 e 26 de fevereiro com 2.002 pessoas entrevistadas em todo o país, abordando temas espinhosos, como a morte de bandidos no confronto com as polícias. Os que “concordam” ou “concordam totalmente” com a frase “bandido bom é bandido morto” somam 50%.

Quando a pesquisa é analisada pelo parâmetro religioso, os dados mostraram que 52% dos católicos concordam com a frase, enquanto o número de evangélicos que pensam assim são 44%. Se o parâmetro for o sexo, 53% dos homens aprovam a tese, enquanto entre as mulheres a aprovação é de 45%.

Os entrevistados que se opõem totalmente a esse pensamento são 37% da população. No entanto, é possível que a pesquisa não tenha tido a abrangência necessária para um retrato um pouco mais fiel da percepção popular sobre o assunto. Uma enquete realizada pelo portal Correio 24 Horas mostra que 84% dos leitores que participaram do levantamento aprovam essa diretriz, contra apenas 13% dos que reprovam.

A informação sobre a pesquisa do Ibope foi revelada inicialmente pelo jornalista Lauro Jardim, colunista d’O Globo, e repercutida pelos demais veículos de imprensa.

Insegurança e desarmamento

Atualmente, a insatisfação da sociedade com a segurança pública vem fazendo a população debater de forma intensa e espontânea os benefícios e malefícios do Estatuto do Desarmamento, em vigor desde dezembro de 2003, época do primeiro mandato do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

No período em que o Estatuto do Desarmamento está em vigor, a renda média do brasileiro subiu 33,1%, o número de crianças matriculadas nas escolas chegou a 97,7%, e o orçamento do Ministério da Educação quadruplicou, saindo de R$ 33 bilhões em 2003 para R$ 136 bilhões em 2017. A tese dos defensores do desarmamento era que, com menos armas na rua, maior renda e maior investimento em educação, a violência cairia.

Mas o que aconteceu foi o contrário, de acordo com dados reunidos pelos especialistas em segurança pública Bene Barbosa e Flávio Quintela, no livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento, o que evidencia que há a sensação, por parte dos criminosos, de que sempre sairão impunes de assaltos, sequestros e outros crimes.

Em 2003, cerca de 48 mil pessoas eram assassinadas anualmente no Brasil, e hoje quase 15 anos depois da entrada em vigor da lei que dificulta a posse de arma, o número cresceu 20,7%, somando mais de 61,6 mil assassinatos por ano. Em termos de comparação, esse número é similar às vítimas da bomba nuclear lançada pelos Estados Unidos em Nagasaki, no Japão, durante a Segunda Guerra Mundial.

Nas redes sociais, ativistas contra o desarmamento vêm tornando públicos dados a respeito da discussão que são, geralmente, omitidos pela grande mídia. Um deles é Mateus Bandeira, que produziu um vídeo sobre o assunto, detalhando as informações e recapitulando fatos históricos ligados ao desarmamento da população, como durante os regimes de Josef Stalin, na União Soviética, e de Adolf Hitler, na Alemanha, que produziram dezenas de milhões de mortos.

Por outro lado, há dados de países que não possuem leis de desarmamento, como Canadá, Suíça e o Uruguai – vizinho do Brasil -, onde o índice de armas legais por habitantes é altíssimo, e os problemas de segurança pública são infinitamente menores.

Na Venezuela, que implantou um projeto de desarmamento civil similar ao brasileiro durante os governos de Hugo Chavez e Nicolás Maduro, o número de mortes é maior do que o registrado por aqui, com Caracas sendo considerada a capital de um país mais violenta do mundo.

Portal Gospel+

A queda inevitável

Influenciar pelas tentações

Quem entregou Jacó por despojo e Israel, aos roubadores? Porventura, não foi o SENHOR, aquele contra quem pecaram e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei?

Isaías 42.24

Quando o povo de Deus fecha os ouvidos para a Verdade e deixa-se influenciar pelas tentações, o Senhor não tem mais nada a fazer do que entregar esses amados aos roubadores. No momento em que decide fazer qualquer obra do mal para atender a uma tentação que lhe pareça prazerosa, você se afasta do Senhor e entra no mundo do engano. Então, tudo de ruim pode acontecer-lhe. Se isso tem acontecido, peça perdão e não faça mais.

O diabo é o ladrão que comanda o império do mal em nosso planeta. Ele é o chefe dos demônios que agem segundo suas ordens. O reino da perversidade é unido no propósito de matar, roubar e destruir (Jo 10.10a). Rugindo como um leão, ele não para de andar ao nosso derredor (1 Pe 5.8). O que interessa a ele é que você se suje e não respeite os preceitos divinos; desse modo, você estará em suas perversas mãos. Veja como você tem servido a Deus.

Jacó, o povo de Deus, que faz parte da Aliança a qual jamais será quebrada, não entende que as suas más práticas fazem com que as cláusulas de sofrimento entrem em vigor. Ora, o Senhor é Deus fiel e não pode negar-se a si mesmo (2 Tm 2.13). Se insistir no erro, chegará o dia em que Ele terá de entregá-lo aos roubadores. Por isso, não resista ao Espírito Santo, que fala pela Palavra, convencendo-o do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

Pecar contra o Altíssimo ocorre quando a pessoa conhece os mandamentos e não os atende; com isso, ela se exclui da proteção divina. Não adianta orar para ser exceção, a fim de satisfazer seu vil apetite. Ainda que o Senhor não lhe virasse as costas quando você pecasse, o inimigo pleitearia o “direito” de oprimir você. A atitude mais insana é agir de modo contrário ao que está escrito na Palavra.

Recusar-se a trilhar os caminhos de Deus faz a pessoa ficar como cega, pois só neles há luz. Ao andar nas sendas da perversidade, você não mais consegue entender a Palavra do Senhor e, por isso, não recebe a graça divina, a qual lhe dará entendimento e poder para não se submeter aos truques do inimigo. Uma vez longe do Altíssimo, você terá Satanás ao seu lado. Este ser não lhe fará companhia para o bem, mas, sim, para derrubá-lo sempre.

Esforce-se para estar nos caminhos de Deus. Jamais se deixe levar pela mentira, pelo ódio e demais coisas que provêm do maligno. Não tenha nada escondido em seu coração, pois tudo o que vem dele o levará à destruição (Jr 17.9). Se você caiu, tem a obrigação de se arrepender, a fim de se livrar do inimigo e aproximar-se do Pai. Trilhe as veredas do Senhor, as quais são agradáveis, aprazíveis e não acrescentam dor alguma (Pv 10.22).

Dê ouvidos à lei de Deus. Nada foi colocado ali por acaso. Uma pequena luz que se adquire por ouvir o Senhor já é suficiente para lhe mostrar a saída. Não se deixe envolver por nada errado. Tome a decisão mais acertada da sua vida agora. Afinal, a sua libertação só depende de você.

Em Cristo com amor,
R. R. Soares

Convide as pessoas para aprender mais sobre a Bíblia

Bíblia

Você teve algumas ótimas conversas sobre Deus com um amigo, e ele se interessou em Jesus. No entanto, ele tem algumas perguntas bem complicadas e não está muito interessado na ideia de ir para a igreja. O que você faz? Por que não convidá-lo para um Curso Introdutório?

Se você nunca esteve num curso Introdutório, recomendamos que você vá! Nunca temos conhecimento suficiente para deixar de reexaminar as crenças fundamentais da fé e ganhar um novo entendimento da Bíblia e do relacionamento com Deus.

Cursos assim podem responder perguntas como “Quem é Jesus?” e “Como ler a bíbia?”, mas também respondem questionamentos como “Por que e como eu posso orar?” e “Como Deus nos guia?”

Cursos dessa forma são ótimos para que seu amigo possa conhecer mais sobre Jesus, fazer perguntas e descobrir pessoas com jornadas similares. Não há pressão, nem acompanhamento ou cobrança de valores.

A JOCUM tem um curso online muito bacana para quem quer conhecer mais sobre a Bíblia. É muito importante termos uma base sólida nesse quesito. Afinal de contas, é só o livro que guia as nossas vidas não é mesmo? Para acessar o curso clique aqui: ywamelearning.com

Use o seu tempo livre para se aprofundar nas escrituras e crescer em fé e em sabedoria. Deus pode ter planos incríveis para a sua vida, mas de nada vai adiantar se não estivermos preparados para eles.

O que é a quaresma?

Para alguns cristãos, a Quaresma tem sido sempre uma parte de sua vida espiritual, mas para outros não é familiar. É um período que leva à Páscoa, época que os cristãos têm historicamente preparado seus corações para a Páscoa com reflexão, arrependimento, e oração.

A Quaresma começa hoje, na Quarta-feira de Cinzas, e continua por 40 dias, excluindo domingos, e culminando na Sexta-Feira da Paixão e Sábado de Aleluia. Visto que os domingos são celebrações semanais da ressurreição de Jesus, os seis domingos na Quaresma não são contados como parte do período de quarenta dias, que foca em introspecção, exame de consciência e arrependimento.

Muitos cristãos preferem fazer jejum durante o período da Quaresma, mas o foco não é privar-se de algo tanto como é dedicar-se a Deus e Seu propósito no mundo. Quaresma é um período importante no calendário da igreja.

O calendário da igreja é uma maneira excelente para nos ajudar a dirigir nossa atenção a Deus conforme organizamos o nosso tempo. Ao invés de seguir a estrutura mais familiar do calendário solar, organizado pelos ritmos da natureza, o calendário da igreja é organizado em torno de Deus e Sua atividade no mundo.

Este calendário segue seis períodos de duração variável: Advento, Natal, Epifania, Quaresma, Páscoa, e Pentecostes. Cada um destes períodos têm objetivos diferentes:

  • Advento foca na antecipação da vinda de Deus para o mundo e também na encarnação e o retorno de Cristo.
  • Natal foca no nascimento de Cristo.
  • Epifania foca na luz da presença de Deus brilhando no mundo.
  • Quaresma foca no pecado humano e a solução benevolente de Deus.
  • Páscoa foca na vida de ressurreição.
  • Pentecostes foca na atividade contínua do Espírito Santo no mundo.

O ritmo anual desses períodos podem ter um efeito poderoso no crescimento espiritual pessoal e comum.

Se você gostar deste devocional da Quaresma, confira a Bíblia Sagrada: Mosaic, uma Bíblia impressa que inclui tudo o que você lerá neste devocional mais obras de arte coloridas e leituras para cada semana do calendário da igreja.

Leituras

“Agora, porém”, declara o Senhor , “voltem-se para mim de todo o coração, com jejum, lamento e pranto.” Rasguem o coração e não as vestes. Voltem-se para o Senhor , o seu Deus, pois ele é misericordioso e compassivo, muito paciente e cheio de amor; arrepende-se e não envia a desgraça. Talvez ele volte atrás, arrependa-se, e ao passar deixe uma bênção. Assim vocês poderão fazer ofertas de cereal e ofertas derramadas para o Senhor , o seu Deus. Toquem a trombeta em Sião, decretem jejum santo, convoquem uma assembleia sagrada. Reúnam o povo, consagrem a assembleia; ajuntem os anciãos, reúnam as crianças, mesmo as que mamam no peito. Até os recém-casados devem deixar os seus aposentos. Que os sacerdotes, que ministram perante o Senhor , chorem entre o pórtico do templo e o altar, orando: “Poupa o teu povo, Senhor. Não faças da tua herança objeto de zombaria e de chacota entre as nações. Por que se haveria de dizer pelos povos: ‘Onde está o Deus deles?’”
Joel 2:12‭-‬17

“Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.
Mateus 6:16‭-‬21

Deus fala através de dons e habilidades

Provérbios 16:9

Faça o que você é bom em fazer – esse é o dom de Deus para você

As pessoas com frequência se perguntam: O que eu deveria fazer com a minha vida? Qual é o meu objetivo de estar vivo? Deus tem um plano pra mim? Uma das formas de Deus responder a estas perguntas é através de nossos dons e habilidades. Ele nos leva a compreender nosso propósito através dos dons e talentos que Ele nos dá.

Um talento dado por Deus, ou o que chamamos de “dom”, é algo que fazemos com facilidade, algo que vem naturalmente. Por exemplo, grandes artistas sabem exatamente como colocar formas e cores juntas, então gostam de pintar, esculpir, ou desenhar edifícios. Muitos compositores ouvem músicas em suas cabeças, e eles simplesmente anotam as melodias e/ou letras para fazer lindas músicas. Algumas pessoas tem a habilidade natural de organizar ou administrar, enquanto outras tem o dom de aconselhar, ajudando pessoas a melhorarem suas vidas e relacionamentos. Não importam quais sejam os nossos talentos, desfrutamos de grande satisfação ao fazermos o que somos bom em fazer.
Se você não tem certeza do seu propósito na vida, apenas faça o que você é bom em fazer e veja Deus confirmar suas escolhas abençoando seus esforços. Não gaste sua vida tentando fazer algo que você não tem habilidade para fazer. Quando as pessoas fazem o que não são hábeis para fazer elas tornam-se miseráveis, e também as pessoas ao seu redor. Mas quando as pessoas estão no lugar certo, farão seu trabalho com excelência e serão uma benção para seus empregadores e colegas de trabalho.

Se fizermos aquilo que somos bons em fazer, sentiremos a unção de Deus (presença e poder) em nossos esforços. Saberemos que estamos trabalhando com nossos dons e que isso honra a Deus e ministra na vida de pessoas. Deus fala conosco através dessa unção, dando-nos paz e alegria para sabermos que estamos cumprindo o Seu plano em nossas vidas.

Extraído do livro Ouvindo Deus a Cada Manhã de Joyce Meyer. Direitos Autorais de Joyce Meyer, 2010. Publicado por FaithWords. Todos os direitos reservados.

O Diabo, Lutero e o Protestantismo

Livro o Diabo, Lutero e o Protestantismo

O Diabo, Lutero e o Protestantismo retrata, com fidelidade e penetração, uma das épocas mais agitadas da igreja. Esta época é conhecida pela decadência que apresenta na história. Poucos, porém, conhecem de perto, e nos pormenores, a luta titânica, que a igreja sustentou contra os abusos e erros de Lutero e comparsas. Os católicos e até protestantes olham Lutero apenas através de curtas monografias, que nos mostram a sua revolta contra a igreja, mas não o situam no ambiente em que viveu.

Ficha técnica

  • Autor:
  • Número de Páginas: 282
  • Editora: Nebli
  • Idioma: Português
  • ISBN: 978-85-69098-13-3
  • Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
  • Valo R$ 58,00
  • Loja: http://bit.ly/2sCzNPE
  • Para baixar o livro de

Pesquisando sobre o livro descobri que há um PDF dando sopa no submundo da internet e algum abençoado liberou o conteúdo para ser baixando sem custo. Clicando este link você poderá ter o material de forma digital. Volto a lembrar a comunidade que isso não é legal e não recomendo. Mas cada um é juízo de si e sabe o que faz. Fazer a aquisição do material ainda é a melhor opção, gera emprego e a economia. Mas livro é cultura, conhecimento… nesse casa tá liberado.

Introdução do livro

“O Diabo, Lutero e o Protestantismo” é o estranho título de um livro a nos contar uma história macabra. A princípio parece exagero a aproximação dessas três realidades. Mas não é, como o leitor chegará a verificar.

Do mesmo modo por que se entrelaçam e se completam numa só entidade o CRISTO, O PAPA E A IGREJA, como demonstrei noutro volume sobre esse título, também se ligam e se estreitam no diabo, Lutero e o Protestantismo. Assim como deixei provada a suave, harmoniosa e divina união entre Nosso Senhor, o Pontífice de Roma e a instituição de Pedro, tentarei, agora estabelecer a conexão flagrante e diabólica e as seitas ditas da reforma.

Não me acusem de deturpar as coisas, antes de manusearem com atenção o livro todo. Quem o ler logo estará convicto do fato.

Calúnia alguma assaquei ao protestantismo. Apenas tirei do olvido e frisei, com argumentos numerosos e seguros, a expressão viva de um acontecimento histórico e moral.

A vida de Lutero jaz num esquecimento inexplicável.

Por que razão um homem que revolucionou tanto o mundo, as consciências, as idéias e até a política, permanece de tal forma desconhecido, que mesmo os seus seguidores lhe ignoram os gestos? Como atinar com o sepulcral silêncio que envolve a existência desta curiosa personagem?

É muito simples a resposta. É que ele, a despeito do papel saliente desempenhado no mundo, é alguém cuja vida, moral e aspirações pessoais não sobressaíram pelo valor e predicados próprios, mas unicamente devido ao ambiente de degradação, sensualidade e revolta que o envolveram, nele se corporificando de forma tal a torná-lo o representante de sua triste época, o herói dos males reinantes de então.

Está patente que quem elevou a sublimou a personalidade de Lutero não foram as suas qualidades pessoais, senão os males morais de seu tempo. E isto se verá nestas páginas, onde o contemplaremos de acordo com o retrato a nós legado pela história imparcial e não como o representam lendas gratuitas e suspeitas.

Nada inventarei, aqui, pois a história, sendo a reprodução de realidades vividas e objetivas, não se forja assim de repente.

Consultarei autoridades antigas, historiadores sérios, católicos, protestantes, e até o próprio Lutero, apoiando-me sobre documentos que me possibilitarão reproduzir a feição histórica e moral da Reforma e dos reformadores.

Leitores delicados acharão, talvez, essa história um tanto dura e violenta. Têm razão. Apenas quero lembrar-lhes ser mister, na reprodução de cenas rudes, usar de termos correspondentes à realidade. Não se pintam quadros de guerra em tons amenos e pálidos, mas de maneira persuasiva e forte.

A linguagem predileta de Lutero pode ser qualificada furiosa desenfreada, apelando a cada passo para o demo, com que ele assegurou possuir relações estreitas. Não convinha modificar esse seu modo de falar, sob pena de alterar-se a fisionomia do autor.

Católicos e protestantes deverão ler atentamente este livro.

Para os primeiros ele será um relâmpago e para os segundos, um trovão. O relâmpago projeta claridade, o trovão faz tremer os mais valentes. Precisam os católicos de luz, para se precaverem contra o erro protestante; os protestantes necessitam de trovão, para acordarem do sono dos seus ensinos falhos.

Apesar de sua forma popular, este livro é um verdadeiro estudo, com argumentos sólidos, certos, tendo por mira somente mostrar a verdade.

O protestantismo, ao contrário, firma-se exclusivamente na ignorância da doutrina católica. Aí está porque os pastores protestantes proíbem com tanto rigor aos seus adeptos a leitura dos livros católicos, sabendo que a verdade, neles exposta, é bastante clara e contagiante para uma alma reta à procura da luz. Possa esse volume tornar conhecida esta verdade que com tanto fulgor se irradia da Igreja, luzeiro divino, em face da qual aparecem as falsidades do pretenso reformador e de suas multiformes denominações sectárias.

A Igreja Católica é o pleno dia da verdade; as seitas protestantes são a noite trevosa dos erros.

Mostrar essa luz, este dia, esta escuridão, salientando o bem a ser seguido e o mal a evitar-se, tal é a grande aspiração do autor.

Pe. Júlio Maria

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Áudio book

Se você não estiver afim de comprar o livro, nem de baixar o PDF e ainda tem preguiça de ler, eu tenho uma coisinha aqui que vai te ajudar. Selecionamos uma série de vídeos hospedados no YouTube que trata de um áudio book da obra e criamos uma playlist.

Segundo o que constamos, o áudio book é composto por 16 partes, mas só conseguimos encontrar 3 partes mais a introdução. Caso alguém consiga encontrar as outras partes, manda uma notificação aqui nos comentários.

Forte abraço a todos.

Liberalismo: um flerte fatal

Liberalismo - Deus precisa do seu dinheiro

O que o liberalismo e o comunismo tem em comum? Ambos são movimentos ideológicos oportunistas.

Esse flerte é um flerte fatal. É sempre gente muito especial
Edgard Scandurra

Flerte Fatal é o nome de uma música da banda de rock nacional Ira, que fala sobre o abuso das drogas e suas consequências. Na narrativa poética de Edgard Scandurra, tudo começa com um simples flerte que aos poucos vai nos consumindo, e no final nos destrói completamente.

O liberalismo tem sido alvo de flerte há algum tempo no Brasil. Sabe-se de seminários respeitados que hoje são um ninho de teólogos liberais, instituições tradicionais e pentecostais que tem em sua cátedra professores cuja missão em sala de aula é desacreditar a Palavra de Deus.

Herege à moda antiga

Essa vertente chamada de liberalismo teológico não é nova. Engana-se quem pensa que Rudolh Bultmann, no século 20, foi o proponente, idealizador ou precursor. Já no século 19, o alemão Friedrich Schleiermacher negava a historicidade dos milagres de Jesus, e Albrecht Ritschl colocava a experiência subjetiva acima da Palavra e transformava o filho de Deus em um mero sábio religioso.

A lista de teólogos malignos e seus desserviços ao evangelho é longa, e seria muito chato gastar tanto tempo citando cada herege liberal, sua época e sua contribuição para esculhambar com a igreja, então eu vou abreviar. Basta-nos saber que tal pensamento não é novidade.

Utopia racional

Assim como o comunismo, o liberalismo teológico é uma utopia. Ele chega com a promessa de revitalizar o cristianismo através de uma proposta de fé que contemple as necessidades do homem moderno (ou no nosso caso, do homem pós-moderno), mas ao invés do avivamento religioso-racional prometido, o que realmente acontece quando o liberalismo chega às igrejas é que elas morrem. Isso aconteceu na Europa, tem acontecido nos Estados Unidos e em breve vai começar a acontecer no Brasil.

Além disso, os teólogos liberais falham no mesmo ponto que os comunistas. Eles acham que sabem o que as pessoas precisam, quando na verdade eles não entendem nada de gente. As pessoas modernas (e pós-modernas) precisam de espiritualidade tanto quanto os humanos mais primitivos. O homem não é uma máquina proletária, e nem uma máquina humanista, mas um ser criado à imagem de Deus, que precisa estar em comunhão com ele por meio de Jesus Cristo. Por isso as ideologias humanizadas, sejam elas políticas ou bíblicas, são totalmente ineficazes quando se trata de resolver o problema do homem.

Mil rostos, todos iguais

No Brasil, o liberalismo tem muitas faces. Ele se disfarça de pastor-pensador que discursa sobre uma “divindade relacional” que abre mão de conhecer o futuro pra ser nosso amigão, e também de guru esotérico que apela até para a “impossibilidade quântica” quando o assunto é justificar o próprio pecado. Ele se disfarça de pastor-filósofo que fala de “horizontes utópicos” e “humanismo apofágico”, e até de pai de santo gospel que faz culto em terreiro de candomblé sob pretexto de que “todas as religiões têm uma parte da verdade”.

Mas por trás de toda roupagem intelectual, a verdade acerca destes homens é bastante simples. O pastor liberal quase sempre é um homem que perdeu a fé, mas que gosta de viver da religião. Sem coragem para encarar o mercado de trabalho, o neo-herege faz desse estado de apostasia sua nova fé, e transforma sua “crença na descrença” em um lucrativo meio de vida. Como o mau pastor de Ezequiel 34, estes homens engordam sugando a vitalidade das ovelhas, e destruindo a espiritualidade da igreja.

Por Léo Gonçalves, no Púlpito Cristão.

O desafio dos 21 dias retorna!

Desafio de 21 Dias de 2018

Apenas três semanas com um comportamento consistente podem levá-lo a adquirir um novo hábito. É por isso que foi criado o Desafio de 21 Dias anual: para ajudá-lo a se envolver com a Bíblia todos os dias. Comece um novo Plano Bíblico agora… e inicie cada dia deste novo ano com uma perspectiva renovada.

Como funciona o desafio

Começando em 1° de fevereiro, complete ao menos um dia de um Plano Bíblico, diariamente por 21 dias. É isso! Você não precisa fazer apenas um Plano de 21 dias (ou mais). É possível fazer uma série de Planos mais curtos, um após o outro. Basta completar ao menos um dia de pelo menos um Plano em cada um dos 21 dias!

Se você completar todos os 21 dias, no final do desafio, você receberá uma medalha especial do Desafio de 21 Dias de 2018 no seu perfil do App da Bíblia. Também escolheremos, aleatoriamente, um vencedor entre todos aqueles que completaram os 21 dias para receber um prêmio especial.

Mas, o mais importante: Você terá criado um novo hábito: o de ler a Bíblia diariamente!

 

Comece encontrando alguns Planos

O Desafio de 21 Dias inicia logo, portanto, recomendamos que você comece a pesquisar agora os Planos que deseja fazer durante o Desafio. A seguir, algumas ideias para ajudá-lo a começar. Ao encontrar um Plano do qual acha que vai gostar, abra-o e toque em “Salvar para Depois”. Ou, melhor…

Toque aqui neste link, selecione Com Amigos defina a data de início como 1° de fevereiro, e convide alguns amigos para se juntarem a você!

Medalha do Desafio de 21 Dias de 2018

www.YouVersion.com

 

Netflix vai lançar filme de ex-pastor que nega a existência do inferno e foi expulso da igreja por heresias

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Depois de anos pregando em estádios lotados e em programas de TV, o pastor Carlton Pearson construiu um templo de enormes proporções e logo se tornou uma espécie de “megastar” evangélico com uma congregação de seis mil pessoas ouvindo suas pregações semanalmente, chegando a compartilhar púlpitos com nomes notáveis do mundo cristão como Jerry Falwell e Pat Robertson.

Após o atentado de Oklahoma City em 1995, ele foi chamado para liderar as orações em prol do sofrimento da Cidade, chegando também à dar conselhos espirituais tanto ao presidente Bush (pai), como ao presidente Clinton durante os dois governos.

Ao longo da sua ascensão, Pearson pregou os pilares da fé cristã: todos nós nascemos em pecado. Todos nós iremos ao inferno se não aceitarmos a Jesus Cristo como único e suficiente salvador de nossas vidas.

Um sermão do final dos anos 90 mostra a natureza de sua fé: “Graças a Deus eu não tenho que ir para o inferno, mesmo que eu mereça o inferno”, disse ele, explicando que “Jesus me substituiu na cruz, assumiu a morte, o inferno e o túmulo, e eu tenho a vitória hoje”, pregava o líder espiritual na época.

Sobre o inferno, Pearson não conseguiu compreender como um Deus de amor também é justo e soberano

Imagem relacionadaCom o passar dos anos, o ainda pastor Carlton Pearson entrou numa crise de fé por não conseguir entender como o Deus da Bíblia, manifesto em Jesus Cristo, ensinava o amor e ao mesmo tempo a existência do inferno. Na cabeça dele isso era injusto e incompatível com a ideia de um Deus amoroso e misericordioso. O inferno, então, para ele foi difícil aceitar:

O amargo tormento da ideia de um Deus irritado, visceral, distante, estóico, áspero, implacável, intolerante, é o inferno. É pagão, é supersticioso, e se você rastrear sua história, ela retorna para onde os homens temiam deuses porque algo acontecia na vida causando frustrações que eles não podiam explicar
disse ele, segundo uma publicação do ABC News

Pearson então construiu um “deus” para si mesmo. Para não ter que encarar a certeza do Deus que se revelou durante os séculos, primeiramente através do povo hebreu, depois em Jesus Cristo, trazendo não apenas misericórdia, mas também juízo e condenação, Pearson criou uma filosofia pessoal como forma de negar a veracidade de uma doutrina bíblica que muitos não suportam, que é a morte eterna (separação espiritual de Deus):

Como você pode realmente amar um deus que está torturando sua avó? É isso o que eu me vi pensando durante anos
questionou ele em outra ocasião

Após abraçar as ideias da “Teologia Inclusiva” e do “Universalismo”, Pearson foi expulso da igreja onde era pastor por uma comissão de Bispos em 2005. Desde então, apesar de continuar dando palestrar e escrever livros, ele nunca mais conseguiu se firmar no ministério pastoral.

Netflix vai lançar em abril o filme que retrata a vida de Carlton Pearson

Resultado de imagem para netflixCome Sunday [Chegando o Domingo], da Netflix, está marcado para estrear em abril e contará com os atores Chiwetel Ejiofor e Robert Redford. O longa pretende relatar o período áureo e a crise do pregador americano.

Devido sua negação da doutrina do inferno, mais precisamente, da condenação aos que não reconhecem Jesus Cristo como Salvador, ensinando que “há outros caminhos” para se chegar a Deus, o filme já é considerado polêmico, uma vez que reflete a filosofia de alguns movimentos teológicos, especialmente os ecumênicos, que negam partes da Bíblia como tendo sido reveladas por Deus.

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