Feliz ano novo

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Foi um excelente ano para mim. Agradeço a Deus por tudo e pelas inúmeras oportunidade que 2014 me proporcionou. Sou muito feliz por trabalhar nesta empresa. Quero compartilha minha alegria à todos e desejar um 2015 abençoado, na presença de Deus aqueles que me acompanharam durante esse período que tornaram esse ano muito especial. Obrigado por compartilhar e multiplicar os nossos sonhos. Não podemos controlar o futuro, mas se ele é reflexo do que fizemos neste ano que encerra-se, em 2015 terá dias ainda mais extraordinários. Um feliz 2015!

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Retrospectiva da ONU 2014

Da crise na Síria e na Ucrânia até o esforço global contra o ebola, entre outros eventos que marcaram o ano, a Retrospectiva da ONU 2014 relembra acontecimentos globais destacados na imprensa internacional – e também aqueles que foram esquecidos por grande parte da opinião pública.

O trabalho cotidiano das Nações Unidas – desde a Cúpula do Clima em Nova York até projetos de agricultura sustentável em Samoa, da ajuda humanitária que chega pelo ar para um número cada vez maior de refugiados até as salas de aula no Sudão, onde crianças refugiadas aprendem com a ajuda de tablets de baixo custo. Confira nesta reportagem especial da ONU.

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Avaaz: em 2015, vamos sonhar grande

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AvaazHá uma certa fragilidade no ar neste momento.

As guerras se espalham, a política do medo aumenta, nosso planeta está sendo dizimado e as mudanças climáticas ameaçam a nossa sobrevivência.

Ao mesmo tempo, o poder das mulheres aumenta, a democracia e a internet se popularizam e a pobreza global foi reduzida pela metade: as pessoas “comuns” nunca contaram com tanto poder para enfrentar os desafios que enfrentam e decidir o próprio destino. É como se a gente estivesse no limite entre nossos mais belos sonhos e os piores pesadelos que nos assombram, e temos a escolha entre reagirmos ou esmorecer.

Será que a humanidade vai sobreviver? Pode depender, em parte, de nós. Já somos 40 milhões, a maior comunidade global de mobilização que já existiu. Em setembro passado, milhões de nós mudamos o jogo político quanto às mudanças climáticas. Foi mágico. Tão inspirador quanto os milhares de nós que nos oferecemos para arriscar a vida na linha de frente contra o ebola. E os milhões de nós que nos mobilizamos para proteger nossos oceanos e derrotar um megaprojeto da Monsanto.

Políticos, jornalistas e pessoas em geral têm me dito a mesma coisa: estamos trazendo a esperança. E esperança é o fator decisivo. É com esperança que conseguimos superar desafios maioresSó fazemos esse pedido uma vez por ano: portanto, se achar que é a coisa certa para você, faça uma doação para apoiar a Avaaz em 2015 e assim nos ajudar a realizar cada vez mais. A sua doação só será processada se nosso objetivo de conseguir 20 mil novos apoiadores for alcançado.

Fazer uma doação agora permite que a Avaaz planeje suas despesas conscientemente e a longo prazo. Nossas despesas incluem a manutenção de nossa pequena porém maravilhosa equipe, do site, da tecnologia e da segurança de nossos sistemas (o que pode sair caro quando nossas campanhas são contra pessoas de caráter duvidoso!). Significa também que teremos condições de responder imediatamente a crises, na hora em que elas ocorrem, e assim embarcar em oportunidades sem demora.

Se 20 mil de nós aceitarmos o compromisso, isso permitirá a nossa comunidade expandir o trabalho no ano que vem, ajudando a salvar vidas em situações de emergência humanitária, proteger o meio ambiente e os animais selvagens, apoiar a democracia e lutar contra a corrupção, impulsionar a paz e a redução da pobreza.

Doar para a Avaaz tem um impacto duplo: além de trazer mudanças imediatas ao reforçar campanhas particulares, cada contribuição constrói a comunidade que continuará a lutar por mudança nas próximas décadas. É um investimento com resultados imediatos e a longo prazo para o futuro do nosso planeta e de nossas crianças. Clique aqui para contribuir.

Juntos, doamos milhões para a ajuda humanitária, desempenhamos um papel fundamental para impedir que Rupert Murdoch dominasse a imprensa internacional, vencemos dezenas de batalhas nacionais e globais contra as mudanças climáticas, derrotamos megaprojetos da Monsanto, garantimos a proteção de vastas áreas de nossos oceanos e florestas, asseguramos a proibição global da pesca de baleias e ajudamos a proteger elefantes e rinocerontes, apoiamos movimentos democráticos acontecendo de Burma ao Zimbábue, da Palestina à Rússia, derrubamos o ACTA e outros esforços para censurar a internet, nos opusemos à guerra injusta no Iraque e a violações de direitos humanos na Prisão de Guantánamo, e ficamos do lado de autores de denúncias como Edward Snowden e Bradley (Chelsea) Manning quando foi necessário. Em literalmente centenas de vitórias, nossa comunidade provou ser corajosa, eficaz e baseada em princípios ao buscar o mundo com o qual todos nós sonhamos.

Mas não é o bastante. Para enfrentar os desafios de nossos tempos, precisamos alcançar um outro nível e encarar face a face os governos e corporações que estão por trás dos problemas que enfrentamos. Para vencer as mudanças climáticas, precisamos bater de frente com empresas de petróleo, que gastam bilhões em lobby. Para vencer em direitos humanos, necessitamos pressionar governos abusivos, que ainda têm um poder enorme. O poder de 40 milhões de cidadãos comprometidos não pode ser freado, mas alcançar esse poder requer uma jornada de confiança, além de compromisso. Estou entusiasmado e esperançoso para dar o próximo passo nessa jornada com você.

Geralmente, organizações dedicadas à mudança social enfrentam um desafio para arrecadar fundos. Mas aceitar financiamentos de governos ou empresas privadas ameaçaria significativamente a nossa missão. Patrocínio de grandes doadores geralmente também têm condições e limitações. E estratégias de alta pressão – como telemarketing, doações pelo correio ou diretamente nas ruas – frequentemente custam quase o mesmo valor que arrecadam! É por isso que o modelo da Avaaz – com doações online da própria comunidade – é a melhor maneira para abastecer um motor da mudança social e uma parte considerável do papel da nossa comunidade.

Se pudermos multiplicar o número de apoiadores que temos, a nossa comunidade – e o nosso impacto – alcançarão um nível absolutamente novo. Não vejo a hora.

Você fazendo uma contribuição hoje ou não, saiba que eu e o restante da equipe estamos gratos por sua sabedoria, comprometimento e humanidade. Trabalhar para você é uma grande alegria! E, juntos, podemos de fato construir o mundo com o qual sonhamos, para valer.

Com amor, esperança e gratidão, Ricken e toda a equipe da Avaaz. PS: Caso esteja pensando no assunto, veja a seguir onze outros motivos para fazer uma doação para a Avaaz 🙂

Primeiro motivo – O nosso trabalho funciona

Com mais de 40 milhões de membros em todas as nações do mundo capazes de se mobilizar em poucos momentos em torno de necessidades e oportunidades prementes, a Avaaz funciona. Juntos, salvamos vidas no Haiti e em Mianmar, revertemos políticas estatais do Brasil ao Japão, e tivemos vitórias em tratados internacionais sobre temas que abrangem desde a proibição de bombas de fragmentação até a preservação de oceanos. Se Avaaz fosse um país, seria o 25º maior doador para o fundo de emergência do Ebola! O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse o seguinte sobre a Avaaz: “Vocês são movidos pelo idealismo do mundo… Não subestimem o impacto que vocês exercem sobre as lideranças mundiais”; segundo a revista The Economist, a Avaaz está “pronta para soar um toque de despertar para as lideranças do mundo”. E para Al Gore, “a Avaaz é inspiradora e já fez uma diferença”. Nossa organização tem apenas oito anos de existência e cresce com rapidez. Quanto mais nossos membros se envolverem e fizerem doações, mais impacto teremos. Faça uma doação aqui.

Segundo motivo – Uma doação para a Avaaz é um investimento com retornos permanente em transformação social

Na Avaaz, as doações financiam campanhas de grande impacto que também recrutam mais participantes. Ter mais participantes significa mais doações – e, consequentemente, mais impacto. Assim, com sua doação você não estará apenas concretizando uma transformação específica, mas também ajudando uma comunidade a crescer com mais membros que multiplicarão nossa doação muitas vezes – uma comunidade que será uma fonte permanente e crescente de transformações. Esse tipo de impacto duplo e permanente tem um imenso valor filantrópico.

Terceiro motivo – Não temos burocracia

A Avaaz é uma gigantesca rede de cidadãos, mas nossa organização é minúscula: temos apenas 69 organizadores de campanhas trabalhando em tempo integral, prestando apoio operacional e tecnológico. A maioria das grandes ONGs de atuação mundial tem equipes com centenas ou mesmo milhares de funcionários. Nosso pequeno porte significa que não temos tempo para burocracia, administração em vários escalões, nem para nos concentrar em outra coisa além de resultados.

Quarto motivo – Temos auditorias regulares e responsabilidade fiscal

Há muitos motivos para se temer o abuso de dinheiro de doações. A maior parte deste medo é infundado: a maioria das organizações está cheia de boas pessoas com boas intenções. Na Avaaz, você pode ter certeza de que isso não acontece – em parte, porque somos obrigados por lei a passar por auditoria a cada doze meses. Essa auditoria é extremamente abrangente, minuciosa e verifica todos os aspectos de nossos livros e práticas financeiras. Fomos auditados oito vezes desde o início de nossas atividades e em todas elas ganhamos um atestado de equilíbrio absolutamente irrepreensível, clique aqui).

Quinto motivo – Temos uma equipe de primeira linha que faz um trabalho excelente

Fazer campanhas, ativismo e transformação social são coisas sérias – quanto mais competente for a equipe, maior será o impacto de nossas doações. A Avaaz atrai literalmente os melhores organizadores de campanhas e ativistas do mundo. Muitos de nossos Diretores de Campanha entraram para a nossa equipe depois de trajetórias como diretores de organizações ativistas bem-sucedidas, tendo sido a maioria deles educada nas melhores universidades do mundo. Contribua agora.

Sexto motivo – Somos 100% independentes

A Avaaz não recebe absolutamente nenhum recurso do Estado, nem de empresas. Isso é de máxima importância para garantir que nossa voz seja determinada exclusivamente pelos valores compartilhados por membros e não por um grande financiador ou programa de ação. Embora tenhamos recebido doações iniciais de organizações parceiras e entidades beneficentes, atualmente 100% do orçamento da Avaaz provém de pequenas doações via internet. Isso significa que o único programa de ação que temos de seguir é aquele determinado pelo povo.

Sétimo motivo – Repassamos o dinheiro quando isso fizer sentido, apoiando as melhores iniciativas

Avaaz já doou quase US$ 10 milhões a outras organizações, porque vimos que elas estavam melhor posicionadas que nós para gerar impacto em determinadas questões. Por exemplo, doamos US$ 2 milhões a organizações que estão na linha de frente contra o Ebola, US$ 1 milhão para um importante grupo de conservação de florestas tropicais, US$ 1,6 milhões aos monges e grupos humanitários de Mianmar e US$ 1,3 milhões a organizações humanitárias do Haiti (veja este vídeo feito pelos grupos que receberam doações nossas). Nosso modo de apoiar outras organizações é também importante. A maioria das fundações tem processos e barreiras infindáveis que as tornam lentas, burocráticas e conservadoras quanto aos riscos de apoiar uma causa de ativismo. A Avaaz encontra as melhores pessoas e organizações e não tenta controlá–las nos mínimos detalhes – nós apenas damos a elas a autonomia para fazer o que elas fazem de melhor.

Oitavo motivo – Somos políticos (isso é muito importante)

A maioria das entidades beneficentes oferece dedução do imposto de renda para suas doações. Porém, isso significa que elas são, de certa forma, financiadas parcialmente pelos contribuintes e o Estado usa isso para impor uma série de regras pesadas capazes de controlar o que as entidades podem ou não podem fazer. A principal dessas regras é a restrição sobre o que se pode dizer para criticar, apoiar ou atacar um político. A Avaaz é um caso muito raro, no sentido de que nossas doações não são dedutíveis do imposto de renda e, portanto, estamos 100% livres para dizer e fazer o que for necessário a fim de fazer as lideranças mundiais ouvirem a voz do povo. Como há tantas questões importantes pelas quais se luta, com ou sem sucesso, na esfera política, isso nos torna muito mais eficientes que grupos de ativistas que se esquivam de se expressar em público sobre política.

Nono motivo – Atuamos em áreas de grandes necessidades e oportunidades

A maioria das organizações se concentra em uma única problemática durante um longo período. Isso é muito importante, mas pode também significar que quando surgem necessidades urgentes ou oportunidades incríveis de transformação social, elas são ignoradas porque todos estão trabalhando com suas próprias questões. As campanhas da Avaaz têm por alvo as necessidades e oportunidades mais urgentes, que surgem justamente quando se mais precisa de uma poderosa explosão de atenção por parte das pessoas do planeta. Trabalhamos continuamente com parceiros de alta qualidade nas áreas em que fazemos campanha e todos descrevem a Avaaz como uma organização que agrega valor ao que eles fazem. Clique aqui para doar.

Décimo motivo – A prestação de contas democrática está indelevelmente embutida em nosso modelo

O modelo de campanhas da Avaaz é alimentado pelo povo. Nossas prioridades são definidas com frequência anual e semanal por pesquisas feitas em nosso quadro de membros, assim como cada campanha que fazemos. Não importa quanto esforço tivermos empregado no desenvolvimento de uma campanha: se ela não obtiver a aprovação dos membros, não a executaremos. Assim, diariamente, são nossos próprios membros que definem diretamente como devemos usar as doações que recebemos.

Décimo primeiro motivo – Não há outra organização como a nossa

A Avaaz é a primeira e única organização de ativistas genuinamente internacional com participação em massa, uso de alta tecnologia, alimentada pelo povo e dedicada a problemáticas múltiplas. Em um mundo no qual os problemas que enfrentamos têm caráter global, e cujas soluções exigem cada vez mais uma ação democrática global, a Avaaz tem uma posição única para gerar transformações. Nenhuma outra organização é capaz de mobilizar rapidamente e em grande escala uma pressão democrática em 194 países em menos de 24 horas. Um novo modelo de política baseada na internet e alimentado pelo povo tem mudado a política em diversos países, e a Avaaz está levando esse modelo de sucesso comprovado ao nível global. O resultado disso é um movimento virtual global que já é o maior da história – e nós estamos apenas começando.

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A história do nascimento de Cristo em Lucas 2:1-20

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Pois já nasceu uma criança,
Deus nos mandou um menino
que será nosso rei.
Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”,
“Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”.
Isaías 9:6 NTLH

1Naquele tempo o imperador Augusto mandou uma ordem para todos os povos do Império. Todas as pessoas deviam se registrar a fim de ser feita uma contagem da população. 2Quando foi feito esse primeiro recenseamento, Cirênio era governador da Síria. 3Então todos foram se registrar, cada um na sua própria cidade. 4Por isso José foi de Nazaré, na Galileia, para a região da Judeia, a uma cidade chamada Belém, onde tinha nascido o rei Davi. José foi registrar-se lá porque era descendente de Davi. 5Levou consigo Maria, com quem tinha casamento contratado. Ela estava grávida, 6e aconteceu que, enquanto se achavam em Belém, chegou o tempo de a criança nascer. 7Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na pensão. 8Naquela região havia pastores que estavam passando a noite nos campos, tomando conta dos rebanhos de ovelhas. 9Então um anjo do Senhor apareceu, e a luz gloriosa do Senhor brilhou por cima dos pastores. Eles ficaram com muito medo, 10mas o anjo disse:— Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! 11Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês — o Messias, o Senhor! 12Esta será a prova: vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura. 13No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fosse um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo: 14— Glória a Deus nas maiores alturas do céu!E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem! 15Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros:— Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou. 16Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. 17Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. 18Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados. 19Maria guardava todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas. 20Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e visto.E tudo tinha acontecido como o anjo havia falado.

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Você sabe como sua escola se saiu no Enem 2013?

Resultado Enem 2013 por escola disponível no QEdu, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014, Newsletter, Feed

Resultado Enem 2013 por escola disponível no QEdu.

O Inep/MEC disponibilizou ontem, dia 22 de dezembro, os dados de desempenho no Enem 2013 de todas as escolas do Brasil. O time QEdu fez plantão e já liberou os dados detalhados pra você conhecer as médias de cada uma das escolas e ainda visualizar todas as escolas de um município. Acesse o especial que preparamos para o EnemObrigado por fazer parte do maior portal de informações sobre educação do Brasil.

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As cinco coisas que não pode faltar no louvor da sua igreja

O louvor adora a Deus, o Sacrifício é para glorificá-lo, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014, Newsletter, Feed

Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo
Salmo 9. 1,2

Sou um jovem convertido e estou em busca dos ensinamentos da palavra através dos cultos que participo frequentemente em minha igreja, das pregações e de pesquisas pela internet. Como assinante da newsletter do blog Púlpito Cristão, chegamos a esse artigo do Pastor Renato Vargens extraído do seu blog. Pela importância do conteúdo, resolvi postar em meu blog #blogdodcvitti. Espero que essa postagem possa contribuir com a identidade do filhos dos adores do Pai altíssimo.

Boa parte dos louvores que entoamos em nossas igrejas encontram-se desprovidos de qualidade musical e teológica. Confesso que estou cansado de ouvir determinadas canções. Não aguento escutar em meio ao louvor com música, “restitui eu quero de volta o que é meu”, ou ainda “onde colocar as minhas mãos prosperará”. Não suporto mais ver os crentes andando para a direita, ou para esquerda, cantando que por todo lado que é abençoado, ou até mesmo propagando a teologia da vingança cujo sabor é de mel.

Pois é, boa parte das músicas evangélicas tem pecado pela propagação de heresias e mensagens totalmente contrárias aos ensinamentos bíblicos. Infelizmente, muitos hinos e cânticos populares têm ensinado aos cristãos valores e conceitos absolutamente antagônicos as Sagradas Escrituras. Na verdade, nosso cancioneiro está cheio de aberrações teológicas onde mantras repetitivos são entoados em cultos de louvor. Para piorar a situação, algumas destas canções fazem apologia a teologia da prosperidade ou confissão positiva dizendo ao crente que ele vai prosperar. Além disso, inúmeros louvores pedem chuva, fogo, poder , cujo propósito final é não é a glória de Deus e sim satisfação do freguês.

Diante do exposto, visando ajudar os ministros de louvores a não tocarem bobagens em seus cultos, bem como escolherem canções que possam glorificar ao Senhor, resolvi elencar cinco coisas que não podem faltar em um louvor congregacional.

1. O louvor congregacional  deve ser caracterizado por  canções cristocêntricas

Um louvor saudável é caracterizado pela centralidade de Cristo. Nessa perspectiva, não há espaços para canções humanistas, de teologia duvidosa, estribada em conceitos de autoajuda ou psicologia.

2. O Louvor Congregacional deve possuir boa teologia

Esse é um grave problema. Boa parte dos pastores não possuem condições de avaliar se as canções entoadas em suas comunidade locais possuem boa teologia. Nessa perspectiva, por ignorarem as verdades contidas nas escrituras, permitem que aberrações teológicas sejam entoadas em seus púlpitos, proporcionando com isso o adoecimento da igreja que pastoreiam. Uma igreja saudável pensa no que canta e canta o que pensa, portanto, ela precisa além de conhecer as doutrinas fundamentais das escrituras, ela precisa fundamentar que canta aquilo numa saudável teologia.

3. O louvor congregacional deve focar as doutrinas fundamentais das Escrituras

Infelizmente não vemos em boa parte dos louvores modernos ênfases em doutrinas como salvação pela graça mediante a fé, imputação de pecados em Cristo, santificação, exaltação a trindade, volta de Jesus, e outras mais. Na verdade, as canções modernas, falam somente de bênçãos, vitórias, conquistas, milagres e prosperidade o que tem contribuído para o surgimento de um evangelho humanista. Uma igreja que possui um louvor saudável canta as verdades contidas nas escrituras, não abrindo espaço, nem tampouco permitindo que os louvores centrado dos homens ocupem um espaço que pertence exclusivamente a Deus.

4. O louvor congregacional deve ser entoado exclusivamente para a gloria de Deus

Tudo na vida deve ser feito para a glória de Deus inclusive, é claro, os louvores entoados em nossos ajuntamentos. O problema é que 90% das canções compostas pelos nossos cantores e compositores estão focadas na satisfação do cliente e não na glória de Deus. Veja por exemplo, quantos hinos são entoados na primeira pessoal do singular ou plural? Muitos não é verdade?  Pois é, ao contrário destes, as escrituras nos ensinam que louvores saudáveis jamais deverão estar centrados em homens e sim na pessoa de Deus.

5. O louvor congregacional deve ser desprovido  de arrogância, proepotência e vanglória

No louvor congregacional não há espaço para glória pessoal. Tudo feito pra Ele, por Ele, por intermédio dEle e para glória dEle, o que significa que na adoração não existe a menor possibilidade de que homens sejam glorificados, roubando assim, a glória que somente Ele é digno de receber.

Pense nisso!

Artigo do Pastor Renato Vargens. Publicado sem autorização do autor.

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Retrospectiva 2014: o fim das ilusões desenvolvimentistas

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Sou um leitor assíduo do portal Correio da Cidadania, fundado em 1996, com o objetivo de colaborar com a construção da mídia democrática e independente, oferecendo uma visão crítica de acontecimentos políticos, econômicos e sociais, fazendo contraponto à uniformidade editorial da grande imprensa. Saiba mais. Não sou jornalista mas amo a informação e queria muito exercer essa profissão. Recebo frenquentemente a newsletter da agência e os assuntos relevantes, nós publicamos no blog. Esse é mais um assunto que vale a pena eternizar. Pro fim, o Correios agradece a todos os seus leitores, por terem acompanhamento de nossa página ao longo de 2014, e desejam um 2015 com melhores notícias!

Confira a retrospectiva…

O ano de 2014 deixa marcas indeléveis na história do Brasil. 50 anos do Golpe Militar, Copa do Mundo e um dos processos eleitorais mais acirrados dos últimos anos. Já quase no apagar das luzes do ano, a explosão de escândalos em uma das empresas símbolo do país, com  revelações diuturnas de uma histórica promiscuidade público-privada.

O avanço ainda maior da direita evangélica e ruralista no Congresso Nacional, ao lado da composição assustadoramente conservadora já anunciada para o novo mandato petista – de fazer inveja aos próceres tucanos, e colocando por terra a ideia ressuscitada do ‘governo em disputa’ -, apontam para uma forte ofensiva do capital sobre direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Nosso entrevistado especial nesse final de ano é o filósofo franco-brasileiro Michel Löwy, que esteve no Brasil para lançar mais um livro e fez um giro por diversas instâncias do debate político.

O  filósofo expressa otimismo quanto ao processo brasileiro e latino-americano, mas é inclemente com o capitalismo: “uma espécie de fatalidade, um destino imposto de uma maneira coercitiva sobre a vida dos indivíduos. O que acaba desaparecendo é a liberdade”.

Fonte: Correio da Cidadania

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Feliz natal da iPhoto Editora

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Eu trabalho numa grande empresa e gosto muito do que faço nela. Sou feliz e realizado por trabalhar na iPhoto Editora. Bem, por tanta coisa que aconteceram neste ano, ele está terminando. Falta pouco tempo para o Natal e nós já adiantamos nossos votos de paz, alegria, união e – claro – muito sucesso! Nos comprometemos em continuar buscando trazer diversas formas de conhecimento para vocês! Em nome da minha representação, agradeço imensamente a todos os amigos, parceiros e leitores.

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Os senhores da guerra. Aldo Schneider e Ronaldo José Benedet integram a lista dos deputados financiados pela indústria de armas

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Que vergonha! Ronaldo José Benedet (ex-secretário de segurança pública do estado e reeleito) e Aldo Schneider (deputado também reeleito e integrante da dobradinha com o Peninha em Ilhota) são os únicos candidatos catarinenses financiados pela indústria de armas tentam garantir vantagens para o setor e são lodo do PMDB. Uma pena o Peninha não fazer parte desta lista. Muito estranho, não? O deputado federal reeleito Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) é autor do polêmico projeto de lei que prevê regulamentar a aquisição e circulação de armas de fogo no país. O PL 3722/2012 revoga a lei atual, popularmente conhecida como “Estatuto do Desarmamento”. Mas esse é um outro assunto e vamos para lista dos sem-vergonha.

Mais de 70% dos candidatos que receberam legalmente doações de campanha da indústria de armas e munições se elegeram em outubro. Dos 30 nomes beneficiados pelo setor, 21 saíram vitoriosos das urnas: são 14 deputados federais e sete deputados estaduais. Ao todo, fabricantes de armas e munições destinaram R$ 1,73 milhão para políticos de 12 partidos em 15 estados. Metade desses recursos ficou com candidatos do PMDB e do DEM, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Os dados, aos quais o Congresso em Foco teve acesso em primeira mão, são de levantamento exclusivo do Instituto Sou da Paz, organização não governamental (ONG) de combate à violência, com base em dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar de identificar uma redução no volume de doações legais (R$ 1 milhão a menos do que nas eleições de 2010) e no número de congressistas financiados pelo setor (foram 13 federais a menos neste ano), o instituto vê a indústria de armas fortalecida no Congresso. E com um alvo certo e imediato: a revogação do chamado Estatuto do Desarmamento, que restringe o porte e o uso de armas de fogo em todo o país.

Dos 24 titulares da comissão especial incumbida de discutir o projeto que libera o porte e o uso de armas de fogo no país, dez receberam doações do setor para suas campanhas eleitorais neste ano. Ou seja, cerca de 40% dos integrantes. Outros seis suplentes do colegiado também foram financiados por fabricantes de armas e munições.

“A bancada da bala aproveitou o período eleitoral para avançar o projeto na surdina. Nesse sentido, desistiu de realizar seis audiências públicas país afora e optou por realizar apenas uma audiência, em 26 de novembro. Mais do que isso, o objetivo da comissão é votar o projeto de forma açodada, sem realizar uma discussão aprofundada com a sociedade civil, no dia 10 de dezembro”, afirma a ONG.

O projeto de lei (PL 3722/12), que será debatido em audiência pública na Câmara nesta quarta-feira (26), enfrenta resistência do governo, que prefere manter as diretrizes da atual legislação. Entre os pontos polêmicos da proposta está o número de armas que cada cidadão poderá adquirir e legalizar: até nove. O texto também aumenta o número de munição para portadores de armamento: de 50 balas por ano para 50 balas por mês.

“Por que um cidadão comum precisa ter nove armas e 50 munições por mês? O projeto é desastroso”, disse ao Congresso em Foco o cientista político e professor de Relações Internacionais Marcelo Fragano Baird, coordenador de projeto do Instituto Sou da Paz para a área de Sistemas de Justiça e Segurança Pública.

Para Marcelo, o financiamento de candidaturas tem objetivos explícitos. Entre eles, a aprovação de proposições como a que visa assegurar o porte de arma para o maior número possível de categorias (advogados, oficiais de Justiça, políticos etc), com óbvios propósitos comerciais. “Diversos projetos são apresentados por ano para modificar pontualmente o Estatuto do Desarmamento. De vez em quando eles conseguem algumas vitórias”, acrescentou.

O Instituto Sou da Paz lembra que alguns projetos aprovados no Congresso estenderam o porte de armas a outras categorias profissionais, como o referente aos guardas municipais – a lei proveniente desse projeto foi sancionada pela presidenta Dilma em agosto.

Munição majoritária

O estudo da ONG demonstra que a comissão especial voltada para a revogação do Estatuto do Desarmamento é majoritariamente composta por membros da chamada bancada da bala. Segundo o instituto, há parlamentares alinhados aos interesses do setor mesmo sem ter recebido doação.

“O [deputado Jair] Bolsonaro, por exemplo, nem precisa receber doação de campanha, porque ele faz [a defesa de interesses da indústria das armas] por ideologia”, observou Marcelo Fragano, mencionando um dos componentes do colegiado. Para o especialista, o PL 3722 é “o mais ousado” entre os projetos defendidos pela bancada da bala, porque revoga a lei vigente e inverte papéis.

“É quase que um atestado de falência do Estado como instituição que deve zelar pela segurança pública. É como se dissesse: ‘Como não conseguimos resolver a situação, vamos armar o cidadão para cada um se defender. Assume a guerra de todos contra todos’”, acrescentou Marcello, para quem, em suma, o projeto instaura a cultura do porte de arma no Brasil.

O projeto de lei criticado pela ONG institui o Estatuto do Controle de Armas de Fogo, que, na prática, revoga o Estatuto do Desarmamento. Caso o projeto seja aprovado, passa a ser responsabilidade da Polícia Civil, em conjunto com o Sistema Nacional de Armas, a emissão do registro e porte de armas de fogo. O PL também sugere a extinção da obrigatoriedade de renovação do registro de arma de fogo a cada três anos, tornando-o definitivo. A justificativa alegada é o excesso de burocracia, como o pagamento de taxas tidas como elevadas, a comprovação da necessidade de porte de arma e a observância a outros pré-requisitos formais.

Confira a lista de parlamentares financiados pela indústria de armas e munições:

Deputados Federais

  • Onix Dornelles Lorenzoni – DEM/RS
  • Efraim de Araújo Morais Filho – DEM/PB
  • Misael Artur Ferreira Varella – DEM/MG
  • Darci Pompeo de Mattos – PDT/RS
  • Jerônimo Pizzolotto Goergen – PP/RS
  • Alceu Moreira da Silva – PMDB/RS
  • Ronaldo José Benedet – PMDB/SC
  • Daniel Elias Carvalho Vilela – PMDB/GO
  • Edio Vieira Lopes – PMDB/RR
  • Luiz Gonzaga Patriota – PSB/PE
  • Marcos Montes Cordeiro – PSD/MG
  • Nelson Marchezan Júnior – PSDB/RS
  • Carlos Alberto Rolim Zarattini – PT/SP
  • José Wilson Santinago Filho – PTB/PB

Deputados Estaduais

  • Enio Egon Bergmann Bacci – PDT/RS
  • Aldo Schneider – PMDB/SC
  • Tiago Chanan Simon – PMDB/RS
  • João Lúcio Magalhães Bifano PMDB/MG
  • José Francisco Cerqueira Tenorio PMN/AL
  • Lucas Bello Redecker – PSDB/RS
  • Nelson Souza Leal – PSL/BA

RBA, com Congresso em Foco e Instituto Sou da Paz

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A retrospectiva 2014 YouTube está aqui! #YouTubeRewind

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A retrospectiva YouTube traz dos momentos que fizeram de 2014 um ano inesquecível. O gigante cão aranha, o Desafio do Balde de Gelo de ALS e “Let It Go”… Confira o que deixou as pessoas “happy”, o que foi digno de selfie e se estes primeiros beijos foram tão estranhos quanto o seu. Despeça-se de 2014 ao estilo YouTube com a RETROSPECTIVA!

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