ONU lamenta tragédia em Minas Gerais

ONU lamenta tragédia em Minas Gerais

O Sistema das Nações Unidas (ONU) no Brasil apresenta seu profundo pesar e solidariedade aos familiares das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

A ONU lamenta as incomensuráveis perdas de vidas e os significativos danos ao meio ambiente e assentamentos humanos. O Sistema ONU está à disposição para apoiar as ações das autoridades brasileiras na rápida remoção das vítimas e no estabelecimento de condições dignas aos eventuais desabrigados e à população atingida. A rigorosa apuração dos fatos que levaram a essa tragédia será acompanhada atentamente pelos brasileiros e pela comunidade mundial.

O Sistema ONU no Brasil colaborará com as autoridades e a sociedade civil brasileiras para superar os desafios impostos pelo rompimento da barragem.

Barragem da Vale me Brumadinho

Guterres diz que ONU está à disposição para apoiar autoridades brasileiras

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, está profundamente triste pela terrível perda de vidas e expressiva destruição de casas e do meio ambiente causadas pelo colapso de uma barragem ontem (25) em Brumadinho, no Estado de Minas Gerais.

A informação foi divulgada nesta sábado (26) pelo escritório do porta-voz de Guterres. De acordo com a nota, o secretário-geral expressa condolências aos familiares das vítimas e ao governo do Brasil e deseja pronta recuperação aos feridos.

Guterres informou ainda que o Sistema das Nações Unidas permanece a disposição para apoiar as autoridades brasileiras nas buscas e esforços de ajuda emergencial.

A nota é assinada pelo vice-porta-voz do secretário-geral, Farhan Haq.

ONU Brasil

 

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Eliminando muçulmanos

Índia pare de eliminar muçulmanos!

Índia: pare de eliminar muçulmanos!

Dentro de poucos dias, a Índia planeja eliminar até 7 milhões de muçulmanos da lista de “cidadãos” na região de Assam — tudo porque eles não falam a língua “certa” e rezam para o Deus “errado”. Famílias inteiras poderão ser separadas e deixadas para apodrecer em centros de detenção.

É assim que os genocídios podem começar. Foi exatamente como o pesadelo começou para os rohingya. Todo esse horror está se desenrolando longe dos holofotes — mas se soarmos o alarme bem alto pedindo para que o Secretário-geral da ONU e governos-chave intervenham, podemos evitar que este horror se concretize: Soe o Alarme.

O governo de Assam já está construindo um novo centro de detenção e preparando suas tropas de choque — tudo na surdina. O governo indiano alega estar apenas estar tomando medidas contra imigrantes ilegais de Bangladesh — a mesma desculpa do governo de Mianmar quando atacou os rohingya. Mas na realidade, isso se trata de uma perseguição a muçulmanos marginalizados e analfabetos que não possuem a documentação “adequada” — que por gerações, nunca tinham sido necessárias!

António Guterres, o Secretário-geral da ONU, comprometeu-se a lutar em nome daqueles que precisam. Ele disse: “Levantarei minha voz. Eu vou agir. Usarei meus direitos para defender os seus.” Agora, precisamos garantir que ele ele honre suas palavras, pois os muçulmanos bengaleses na Índia não tem ninguém, a não ser nós, que fale por eles na arena internacional. Assine a petição e juntos podemos evitar esse genocídio prestes a acontecer em Assam: Soe o Alarme.

A ascensão de um nacionalismo hindu violento na Índia está por detrás dessa política agressiva que deixará milhões de muçulmanos vulneráveis e apátridas. A história nos ensinou que esses movimentos não tem limite, a não ser que nós cidadãos, os estabeleçamos claramente. Vamos deixar claro quais limites não poderão ser ultrapassados em Assam e mostrar aos governos no mundo inteiro de que estamos de olho.

Com esperança e determinação, Emma, Nate, Ricken, Antonia, Flora, Alice, Wissam, Danny e todo o time da Avaaz.

Mais informações

Secretário-geral da ONU em sua mensagem para 2018: um alerta para o mundo

Há um ano, quando iniciei o meu mandato, lancei um apelo à paz para 2017. Infelizmente o mundo seguiu, em grande medida, o caminho inverso. No primeiro dia do ano de 2018 não vou lançar um novo apelo. Vou emitir um alerta ao mundo

Confira a mensagem do secretário-geral das Nações Unidas, o português e socialista António Guterres, para 2018.

ONU Brasil

António Guterres fala sobre os desafios de chefiar a ONU

O futuro secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defende uma instituição mais eficaz e que responda aos problemas das pessoas. Em entrevista exclusiva à Rádio ONU, ele fala sobre os desafios do cargo num mundo cada vez mais “multicultural e multirreligioso”.

Michel Temer parabeniza novo secretário-geral das Nações Unidas

Michel Temer parabenizou o novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que substitui Ban Ki-moon, informou o porta-voz da Presidência da República.

Assembleia Geral confirma António Guterres no comando da ONU

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A Assembleia Geral da ONU confirmou hoje (13/10) por aclamação o nome de António Guterres para liderar a Organização das Nações Unidas a partir de 1º de janeiro de 2017. Os 193 países-membros votaram na indicação do Conselho de Segurança.

António Guterres tem 67 anos e foi primeiro-ministro de Portugal entre 1995 e 2002, quando se envolveu nos esforços internacionais para solucionar a crise no Timor-Leste. Por dez anos foi alto-comissário para os refugiados, chefiando a agência da ONU especializada no tema, o ACNUR.

Guterres sucede o atual secretário-geral, Ban Ki-moon, da Coreia do Sul, indicado em 2006 e cujo mandato termina no dia 31 de dezembro de 2016. O novo secretário-geral assume em janeiro de 2017 para um mandato de cinco anos, que pode ser renovado pelos países-membros por mais cinco anos.

Os últimos cinco indicados para o cargo foram apontados pela Assembleia Geral em resolução adotada por consenso. De acordo com o artigo 97 da Carta da ONU, “o secretário-geral será indicado pela Assembleia Geral mediante a recomendação do Conselho de Segurança”.

Além de Guterres, outros 12 candidatos concorreram para o cargo. A escolha deste ano passou por um processo histórico: tradicionalmente feita a portas fechadas, pela primeira vez a escolha teve discussões públicas, onde cada candidato apresentou as propostas para ocupar o principal cargo diplomático do mundo.

Os encontros informais entre os candidatos, os países-membros da ONU e representantes da sociedade civil começaram em 12 de abril, quando os candidatos apresentaram propostas e responderam a perguntas sobre desenvolvimento sustentável, os esforços pela paz, proteção aos direitos humanos e grandes catástrofes humanitárias. Em julho, a ONU transmitiu pela primeira vez um debate onde os candidatos responderam a perguntas de diplomatas e do público em geral.

Como presidente do Conselho Europeu no início dos anos 2000, Guterres liderou a adoção de um plano de desenvolvimento estratégico para a União Europeia, e copresidiu a primeira cúpula da Europa com a União Africana.

Guterres também foi membro do Conselho de Estado português de 1991 a 2002, tendo sido eleito para o parlamento do país em 1976, onde serviu por 17 anos. Guterres foi presidente da Internacional Socialista de 1999 até 2005. Ele é fluente em português, inglês, francês e espanhol, é casado e tem dois filhos.

Fonte: ONU Brasil

ONU nomeia oficialmente português António Guterres como novo secretário-geral

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A Assembleia Geral da ONU nomeou oficialmente nesta quinta-feira (13/10) o ex-primeiro-ministro de Portugal António Guterres como novo secretário-geral do órgão. Ele assume o cargo no dia 1º de janeiro de 2017, quando substituirá Ban Ki-moon.

Sugerido pelo Conselho de Segurança no último dia 6, a nomeação foi aprovada pelos 193 Estados-membros da Assembleia Geral. Guterres, que durante dez anos esteve à frente do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), será o nono secretário-geral da organização e tem um mandato inicial de cinco anos, que vencerá, portanto, no dia 31 de dezembro de 2021.

Após a nomeação, ele afirmou que, como novo secretário-geral, terá uma abordagem “humilde” perante as questões globais.

Os dramáticos problemas do complexo mundo atual podem apenas inspirar uma abordagem humilde, na qual o secretário-geral sozinho não possui todas as respostas, nem busca impor suas opiniões
disse ele diante da Assembleia Geral.

Ban Ki-moon, o atual secretário-geral, celebrou a nomeação de Guterres, afirmando ser “uma escolha fantástica para dirigir esta organização”.

Ele é talvez melhor conhecido onde mais importa — na linha de frente dos conflitos armados e sofrimento humanitário
disse Ban

A nomeação desta quinta era apenas uma formalidade, pois, embora a Assembleia Geral seja quem nomeia o líder da ONU, a verdadeira discussão ocorre no Conselho de Segurança e sua decisão é geralmente acatada pela Assembleia Geral.

Naquele instância, Guterres concorreu contra outros 12 candidatos e candidatas. Ele foi considerado o favorito desde o início, tendo vencido as seis votações informais realizadas no Conselho, apesar da pressão externa de se nomear uma mulher para a Secretaria Geral — dos 13 candidatos, sete eram mulheres.

Comunidade internacional reage a nomeação oficial de Guterres

Diante da nomeação oficial de Guterres nesta quinta, diversas personalidades internacionais se pronunciaram celebrando o acontecimento. O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, já felicitou Guterres e disse ser “o melhor” para o cargo. “Isso é muito bom para o mundo, para as Nações Unidas e para Portugal”.

O premiê português, António Costa, por sua vez, disse que ele é “a pessoa certa” para substituir Ban Ki-moon. “Como português, [reajo] com um enorme orgulho, e, como cidadão do mundo, com uma enorme satisfação, porque tudo indica que vamos ter a pessoa certa no lugar certo”, disse ele.

A ministra das Relações Exteriores da União Europeia, Federica Mogherini, também se pronunciou. Em sua conta do Twitter, ela afirmou já ter cumprimentado o futuro secretário-geral, “um bom amigo, homem de visão, coração e ação”. Para ela, com Guterres à frente da ONU, a cooperação do orgão com a União Europeia “ficará ainda mais forte”.

Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, também felicitou o ex-primeiro-ministro português. No Twitter, Schulz afirmou que Guterres será um “sensacional secretário-geral” e que ele é “um orgulho para a Europa”.

Fonte: Opera Mundi