Como viver sem o Google? Simples, remova o Google de sua vida! Sim, isso pode ser feito

Google no aniversário de #DialisonCleberVitti #28022018

Remover o Google de sua vida? Sim, isso pode ser feito!

Google rastreadores foram encontrados em 75% dos principais milhão de sites. Isso significa que eles não estão apenas seguindo o que você procurar, eles também estão rastreando os sites que você visita e usando todos os seus dados para anúncios que seguem você em torno da internet. Os seus dados pessoais também podem ser intimado por advogados, inclusive para casos civis como o divórcio. Google respondeu mais de 100.000 tais solicitações de dados, só em 2016!

Mais e mais pessoas também estão percebendo o risco de depender de uma empresa para tantos serviços pessoais. Se você está se juntando às fileiras de pessoas que já decidiram coleta de dados do Google tornou-se muito invasivo, aqui estão algumas sugestões para a substituição com custo de comutação mínima. A maioria são livres, embora mesmo aqueles que são pagos valem a pena – o custo de não mudar é um custo para a sua privacidade pessoal, e a boa notícia é que temos uma escolha!

Google Search -> DuckDuckGo (grátis)

Vamos começar com o mais fácil! Mudar para DuckDuckGo não só mantém suas pesquisas privado, mas também dá-lhe vantagens adicionais, como nossos atalhos estrondo, acessível Instant Answers e sabendo que você não está preso em uma bolha de filtro.

Gmail, Calendário e Contatos -> FastMail (pago)

Hospedamos @ duckduckgo.com endereços em FastMail, um serviço independente, paga que também inclui calendário e contatos apoiar em todos os dispositivos. Há também várias maneiras de obter e-mail criptografado entre partes confiáveis por integrar ferramentas de criptografia PGP. Mesmo mais privado alternativas de e-mail são ProtonMail e Tutanota , ambos dos quais oferecem criptografia end-to-end por padrão.

YouTube -> Vimeo (livre com opções pagas)

Para os vídeos que estão somente no YouTube (infelizmente, muito), você pode procurar e assisti-los em DuckDuckGo para uma melhor proteção da privacidade através do domínio “youtube-nocookie” do YouTube. Se você estiver criando e hospedagem de vídeo-se, no entanto, Vimeo é a alternativa mais conhecido que incide sobre os criadores.

Google Maps -> Mapas da Apple (gratuito), OpenStreetMap (grátis)

Para os usuários do iOS, a Apple dá-lhe uma alternativa construída em via Mapas da Apple, por isso nenhuma instalação é necessária. Para suporte a dispositivos mais amplo, veja OpenStreetMap (OSM), que é mais aberto, embora possam não ter a mesma facilidade de utilização ou da qualidade de cobertura de mapas da Apple.

Google Drive -> Resilio sincronização (livre com opções pagas)

Outro serviço que usamos internamente, Resilio Sync, fornece sincronização de arquivos peer-to-peer que pode ser usado para a armazenagem privada de arquivos, backup e compartilhamento de arquivos. Isso também significa que seus arquivos nunca são armazenados em um único servidor na nuvem! O software está disponível para uma ampla variedade de plataformas e dispositivos, incluindo servidores.

Android -> iOS (pago)

A alternativa mais popular para Android é de iOS curso, que oferece criptografia de dispositivo fácil e mensagens criptografadas via iMessage por padrão. Temos também dicas para aumentar a proteção de privacidade no seu iPhone ou iPad.

Google Chrome -> Safari (gratuito), Firefox (gratuito), Bravo (grátis)

Safari foi o primeiro navegador grande para incluir DuckDuckGo como uma opção de pesquisa privada built-in. Um navegador compatível mais cross-dispositivo é o Firefox, da Mozilla, um navegador open source com um bloqueador de rastreador built-in no modo privado. Admirável vai um passo além com bloqueio rastreador ativado por padrão. Há também muitos outros navegadores que vêm com DuckDuckGo como uma opção de built-in.

Blogger -> Santo (pago), WordPress (livre com opções pagas)

Santo é tanto uma hospedado (pago) e uma plataforma de blogging auto-instalável, por padrão e gerido por uma fundação sem fins lucrativos livre-tracker. Nós gostamos tanto que usá-lo para o nosso próprio blog ! Uma alternativa livre é WordPress, alimentando cerca de 25% dos sites do mundo. Também está disponível tanto para auto-instalação e como um serviço hospedado, sem trackers de terceiros por padrão. A comunidade é enorme, com uma extensa documentação multilingue e muitos temas para escolher.

O Hangouts do Google -> Zoom (livre com opções pagas), appear.in (livre com opção paga)

Zoom é uma alternativa de vídeo chat robusta usamos internamente que funciona bem mesmo para um grande número de participantes, embora requer software a ser instalado. Uma alternativa web somente é appear.in que não requer uma conta – basta ir ao site para abrir uma sala de chat e você está pronto.

Google Allo -> Signal (grátis)

Existem vários serviços que oferecem mensagens privada, mas, como já mencionado anteriormente, sinal recebe a nossa recomendação. Ele oferece, end-to-end encryption livre para ambas as mensagens e chamadas privadas. É também recomendado por Edward Snowden e renomado especialista em segurança Bruce Schneier, entre outros.

Como você pode ver, afastando-se Google não precisa ser difícil. Na verdade, você pode achar que você preferir as alternativas ao mesmo tempo, cada vez melhor privacidade!

Orgulhosamente DuckDuckGo

Assinatura de Dax

 

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Comprar um celular novo? Você não irá decidir racionalmente

Samsung Galaxy S7 Edge

Se você estiver lendo esta notícia em algo como um iPhone 7 – ou um similar brilhando de novo – você provavelmente não deu o devido valor ao seu antigo celular antes de fazer o upgrade.

Décadas de pesquisas pareciam apoiar a teoria de que as pessoas tendem a se basear em comparações quando tomam decisões. Mas quando uma das opções é uma atualização de um equipamento – comprar um modelo mais novo -, a racionalidade dos consumidores desaparece, de acordo com Aner Sela (Universidade da Flórida) e Robyn LeBoeuf (Universidade de Washington).

Eles examinaram um fenômeno que chamam de “negligência comparativa”, no qual as pessoas preferem um produto mais recente sem avaliar o produto que já possuem.

Sem comparação

No início da conversa, nada menos do que 78% dos voluntários concordaram que “comparar um novo aparelho com o aparelho atual é um componente necessário na decisão”, e 95% concordaram que as comparações eram importantes para sua decisão.

Contudo, quando confrontados com a decisão, os consumidores não conseguiram praticar o que pregaram. Foram feitos cinco experimentos, envolvendo mais de mil usuários de celulares, de 18 a 78 anos de idade. Quando lhes foi pedido para escolher entre um celular mais moderno ou uma nova versão de um aplicativo, a maioria escolheu a nova versão – mesmo quando lhes era fornecida uma lista com os recursos de ambos os produtos.

Somente quando os voluntários foram explicitamente lembrados de comparar os recursos existentes no modelo novo e no modelo antigo, é que eles consultaram a lista, o que fez a probabilidade de atualização diminuir.

Saber não é suficiente

“Nós não estávamos pedindo que as pessoas lembrassem as características de memória”, disse Sela. “Nós as colocamos na frente das pessoas, mas a menos que disséssemos para comparar, elas não comparavam, não usavam a informação da maneira que elas mesmas tinham dito que deveria ser usada. É isso o que torna tudo tão surpreendente.

“Nós não fazemos as coisas tão bem quanto sabemos que deveríamos fazer. As pessoas sabem que é importante, há um consenso sobre isso. Mas, no momento da verdade, somos suscetíveis a esses vieses. Isto é que é a coisa mais impressionante: saber não é suficiente,” concluiu Sela.

Os resultados foram publicados no Journal of Marketing Research.

O primeiro comercial da Apple na televisão brasileira

Filme foi exibido no intervalo do Jornal Nacional na quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 foi a estreia da Apple na televisão brasileira e seu primeiro comercial e seguiu o padrão de comercial veiculado nos Estados Unidos.

Marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking Best Global Brands, a Apple veiculou na noite desta quinta-feira, 4, seu primeiro comercial voltado ao público brasileiro na televisão do País, divulgando o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus.

O filme, que mostrava duas vozes interpretando à sua maneira o tema de Odisseia no Espaço, repete uma ideia global utilizada no lançamento dos aparelhos, em setembro, mas com componentes personalizados ao País – nos Estados Unidos, as vozes eram de Justin Timberlake e Jimmy Fallon. No final do comercial, uma mensagem sobre as dimensões dos aparelhos, um dos grandes destaques das novas versões do iPhone. As campanhas da Apple são sempre criadas pelo Media Arts Lab, parte da rede TBWA.

Apesar de ser a primeira vez da Apple na televisão brasileira, a marca já havia veiculado anúncios específicos para o público brasileiro, em junho, poucos dias antes da abertura da Copa do Mundo. Uma peça de out-of-home instalada em relógios de pontos-nobres de São Paulo mostrava um iPhone 5C na cor azul, revestido com uma capa amarela e a frase “Que bonito é”, parte da canção “Na Cadência do Samba (Que bonito é)”, um dos hinos cantados pelo torcedor durante os jogos. Mirando o mercado brasileiro, a gigante da tecnologia inaugurou sua primeira Apple Store no país em fevereiro, no Rio de Janeiro, e prepara outra em São Paulo.

Fonte: Proxxima

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O primeiro comercial da Apple

Ao assistir (pela não sei lá quais da vezes em minha vida) o filme Piratas da Informática/Piratas do Vale do Silício/Pirates of Silicon Valley (sei lá qual o nome correto), um dos filmes que fazem parte de minha DVDteca, me deparei com as primeiras cenas do longa, o primeiro comercial da Apple ou Macintosh e resolvi pesquisar a respeito. Ele existiu de fato como roteirizado na produção do diretor Martyn Burke. Neste post eu apresento um pouco da história deste comercial e ao filme também. Vamos a leitura.

Esse comercial talvez seja do maior anúncio da história. Um que gerou milhões em cobertura gratuita e ainda o faz hoje: 1984 – apresentando o Apple Macintosh – ainda é uma jóia que deixa a maioria das pessoas estupefata.

Os valores de produção deste anúncio, criado por Steve Hayden e Lee Clow da agência publicitária Chiat/Day – a agência publicitária atual da Apple – e dirigido por Ridley Scott – diretor de Alien e Blade Runner – são simplesmente animais. À época, a narrativa e a cinematografia eram totalmente inovadoras, ao ponto de comentaristas de TV exclamarem “O que raios foi aquilo?” após o término do comercial, que estreou durante o terceiro quarto do Super Bowl XVIII em 22 de janeiro de 1984.

A Apple gastou 1,5 milhões de dólares no anúncio, mesmo os diretores não querendo rodá-lo e Steve Jobs – que obviamente acreditava que o anúncio era genial e estava presente no momento da filmagem – tendo que usar todos os seus poderes de Campo de Distorção de Realidade ao lado de John Sculley para fazer com que eles o aprovassem. É sabido que Steve Wozniak gostou tanto dele que ele ofereceu pagar por ele com dinheiro do próprio bolso.

Por fim, a visão – como na maioria das vezes, bastante acertada – de Steve prevaleceu e o anúncio tornou-se o maior hit da história da TV, estabelecendo o nível para todo comercial passado durante o Super Bowl desde então. Com uma única emissão, ele gerou milhões de dólares em cobertura gratuita e repetições nos canais de TV por todos os EUA e até por países afora, tornando-se um marco histórico para publicitários, empresas e público.

Fonte: Gizmodo Brasil

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A primeira imagem manipulada em Photoshop: Jennifer in Paradise.tif

A primeira imagem manipulada em Photoshop - Jennifer in Paradise, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Em 1987, John Knoll e sua namorada, Jennifer, estavam em viagem de descanso quando a foto foi tirada. O casal foi à Bora Bora, ilha da Polinésia Francesa localizada no Oceano Pacífico. Depois de um período cansativo de 70 horas semanais de trabalho na Industrial Light & Magic, empresa de efeitos especiais da Lucasfilm, nada melhor que uma praia paradisíaca para recarregar as baterias — na época, eles haviam acabado de trabalhar no filme Uma Cilada para Roger Habbit.

“Foi um momento verdadeiramente mágico para nós. Na verdade, meu marido me pediu em casamento mais tarde, no mesmo dia, provavelmente logo após a foto.”

Quem disse isso foi Jennifer, que se tornaria esposa do co-criador do Photoshop. Mais tarde, Knoll usaria a foto do topless de sua mulher como a primeira imagem manipulada no Photoshop. Enquanto trabalhava na ILM, ele teve contato com um hardware chamado Pixar Image Computer, um dos primeiros que poderiam ser utilizados para manipular imagens.

“O fato é que você poderia ter uma imagem de filme, digitalizá-lo e transformá-lo em dígitos e, em seguida, manipular esses números e colocá-lo de volta para pedaço de filme — isso significava, literalmente, não haver limites para o que você poderia fazer no meio disso tudo”.

John ficou encantado com a engenhoca que custava centenas de milhares de dólares e era tão complexa que apenas pessoas treinadas conseguiam fuçar em seu software.

Como tudo o que é encantadoramente criado, o destino mandou bala na coincidência e, na mesma época, um homem chamado Thomas estava trabalhando em um projeto de doutorado para a Universidade de Michigan que tinha tudo a ver com essa história. Era um software similar que poderia ser executado em um Macintosh Plus, muito mais barato e mais simples.

Thomas Knoll era irmão de John Knoll.

Vendo o potencial do projeto de doutorado, John ficou no pé do irmão para melhorá-lo, pois seria algo que pudessem vender. E aí que voltamos na foto do topless da Jennifer.

Para demonstrar o “produto” que tinham em mãos, a dificuldade — lembrem-se, estamos em 1987 — era encontrar imagens digitalizadas para fazer os testes. Com isso, John foi visitar uns amigos no laboratório de tecnologia avançada da Apple e usou, lá, um scanner de mesa, outro artigo bem raro na época. A única foto que ele tinha que caberia no tamanho do scanner era a da sua mulher na praia.

E assim, a imagem Jennifer in Paradise.tif se tornou a primeira “photoshopada” e, para comemorar o aniversário de 20 anos do Photoshop (que foi oficialmente lançado em fevereiro de 1990), John Knoll revisitou seus primeiros testes em um vídeo que foi disponibilizado no YouTube em 2010.

Todas as informações foram chupadas do blog do The Guardian por influência do site Papo de Homem.

Espionagem: está tudo armazenado nos Estado Unidos

Patriot Act

Quando nos inscrevemos no portal de uma empresa norte-americana, Yahoo, Microsoft, Google ou outras, não lemos até o final as condições de utilização. No entanto, se prestarmos atenção veremos que ali é dito textualmente:

autorizo o armazenamento destas informações no território norte-americano

Agora, se os dados que confiamos a Yahoo, Microsoft, Amazon, Facebook ou Google estão armazenados no território norte-americano, eles estão regidos pelo direito norte-americano. A lei votada depois dos atentados de 11 de setembro, o Patriot Act, permite a qualquer governo norte-americano requisitar os arquivos e dados que julgar necessários. Os dados que entregamos a essas empresas vão parar na Agência Nacional de Segurança. Fomos incapazes de criar o equivalente do Google, Facebook ou Apple para conservar essas informações na Europa. O império norte-americano controla 80% de tudo o que passa através da internet no mundo. Imagine! O Google conta com mais de um bilhão de usuários no mundo. E toda a informação produzida por esse bilhão de usuários passa pelos EUA. No plano militar ocorre o mesmo. Os exércitos da Europa dependem hoje das informações fornecidas pelos EUA. Os únicos que conseguiram desenvolver algumas tecnologias próprias são os chineses’. O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail.

Se dependesse de Steve Jobs, teríamos um carro da Apple

Carro da Apple

De acordo com o vice-presidente de marketing da empresa, Jobs cogitou desenvolver um veículo para a companhia.

Mesmo quase um ano após sua morte, parece que Steve Jobs continua “inventando” novos produtos — ao menos é o que alegam os rumores e as declarações de funcionários da própria Apple. Dessa vez, no entanto, não estamos falando de um novo iPhone ou iPad, mas de um carro.

A revelação de que Jobs teria pensado em construir um automóvel foi feita pelo vice-presidente de marketing da Maçã, Phil Spencer, durante o famigerado julgamento envolvendo a disputa de patentes da empresa com a Samsung. Embora não tenha entrado em detalhes sobre o conteúdo dessas ideias, ele as descreveu como “coisas de louco” e disse que duvida que elas, um dia, saiam do papel.

É claro que a declaração deixou muita gente curiosa, principalmente se levarmos em consideração que a Apple, famosa por ousar na hora de criar um novo produto, não acreditou na viabilidade dos conceitos. No entanto, ao que parece, jamais saberemos quais eram as propostas de Jobs para tentar reinventar o mercado automobilístico.

Por outro lado, essa não é a primeira vez que a icônica Maçã é vista em veículos — e não estamos falando apenas dos adesivos que muita gente coloca para enfeitar seus carros. Diversos designers deram asas à imaginação e tentaram supor como seria a investida da companhia em um veículo automotivo.

Vovó que odeia a Apple atira em Macbooks e iPhones

Vovó que odeia a Apple atira em Macbooks e iPhones

Tiros destroem MacBook Pro e dois iPhones. Vídeo faz parte de campanha publicitária.

Os produtos da Applepodem ser o sonho de consumo de muita gente. Mas outras pessoas não pensam assim, como no caso que você vai ver a seguir.

Uma vovó que não suporta os gadgets da empresa da Maçã resolveu se rebelar e mostra todo o seu ódio ao descarregar dezenas de balas em um MacBook Pro e em dois iPhones. Durante os tiros, ela parece se mostrar bastante satisfeita com sua atividade, e até perde a dentadura.

Claro que toda essa revolta não passa de uma brincadeira para promover uma campanha de marketing da Clearplex, uma empresa que fabrica protetores de tela para smartphones, tablets e computadores.

E você? Se tivesse oportunidade, faria o mesmo com algum produto da Apple?

Facebook diz: não queremos que você utilize Safari e Google Chrome

Rede social agora indica quais os melhores navegadores para usar. Apple e Google não estão na listaRede social agora indica quais os melhores navegadores para usar. Apple e Google não estão na lista.

Após os rumores sobre a possível compra do navegador Opera, o Facebook decidiu alfinetar seus concorrentes. A rede social agora indica quais são os browsers mais indicados para acessar o site, entre eles o Internet Explorer, Mozilla Firefox e claro, o Opera.

Na lista, o Safari, da Apple, e o Google Chrome não aparecem mais como navegadores suportados. “Você está usando um navegador que nós não suportamos. Tente uma destas opções para ter uma experiência melhor no Facebook”, diz uma mensagem que é exibida para quem entra no site através de um dos browsers “bloqueados”.

No entanto, isso não significa que os usuários que usam o Chrome ou Safari não vão mais conseguir acessar seu perfil no Facebook, mas apenas mostra que a rede social não incentiva mais seu uso. Além disso, o site ainda mantém as informações sobre dúvidas frequentes do Chrome e do Safari na Central de Ajuda.

Seria este um indício de que um navegador do Facebook está a caminho?

Analistas preveem que Facebook comprará Nokia para lançar smartphone próprio

Especialistas acreditam que, para fazer sucesso com celular, rede social precisa fazer parcerias com empresas que entendam de tecnologia

Especialistas acreditam que, para fazer sucesso com celular, rede social precisa fazer parcerias com empresas que entendam de tecnologia.

No início da semana, você deve ter acompanhado os rumores de que o Facebook tem planos de lançar seu próprio smartphone já no ano que vem. E parece que a rede social está dando o primeiro passo nesse sentido, já que a companhia estaria em negociações com engenheiros da Apple para ajudar no desenvolvimento do dispositivo.

Agora, alguns analistas começam a fazer previsões sobre qual o melhor caminho para que Mark Zuckerberg coloque o projeto em prática. Para alguns especialistas, o fundador do Facebook poderia gastar mais alguns milhões de dólares e adquirir uma das empresas de maior renome no mercado: a finlandesa Nokia.

“O Facebook vai lançar o ‘FacePhone’. Se vai ser azul e com um grande F, eu não sei – e nem mesmo o Facebook sabe. Mas sei que eles precisam de uma relação com alguém que entenda de rede, tecnologia, relacionamento com operadoras e logística. Eles poderiam comprar a Nokia ou a RIM, e não gastar nem muito dinheiro com isso”, disse Paul Amsellem, diretor do Mobile Network Group.

O executivo acredita que a negociação seria boa para todos os envolvidos. Isso porque tanto a Nokia quanto a RIM enfrentam momentos financeiros cruciais no mercado de telefonia móvel. Além disso, o celular do Facebookpoderia ser uma boa concorrência contra o Android e o iOS.

Por outro lado, há quem acredite que a rede social não siga esse caminho. “OFacebook parece estar tentando imitar o Google, assim como o Google tentou fazer com a Apple. Uma cópia de uma cópia não parece boa ideia, ainda mais pelo fato de o iOS e o Android já serem bem poderosos”, declarou Rod Enderle, analista do Enderle Group, em entrevista para a ComputerWorld.