Morreram de fome

Mais de 85 mil crianças menores de cinco anos morreram de fome no Iêmen

AvaazMais de 85 mil crianças menores de cinco anos morreram de fome no Iêmen. 85 mil vidas interrompidas brutalmente. Elas são vítimas inocentes da fome causada por uma guerra sem sentido liderada pela Arábia Saudita. A cada DEZ minutos, morre uma criança iemenita.

É de cortar o coração, e o pior de tudo é que nossos governos são cúmplices. Apesar da fome e de episódios como o bombardeio de um ônibus escolar cheio de crianças, países como os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e o Canadá continuam enviando aos sauditas centenas de bilhões de dólares em tanques e mísseis.

Não podemos deixar isso continuar. Precisamos levá-los aos tribunais!

Pequenas mas perseverantes organizações no Reino Unido, França, Canadá e outros países iniciaram casos judiciais inéditos ao processar seus próprios governos pela venda de armas ao governo saudita. Mas eles estão trabalhando com poucos recursos e precisam urgente da nossa ajuda para continuarem esse trabalho. Se eles ganharem — e eles têm chances! — isso abriria um incrível precedente que poderia finalmente pôr fim à guerra brutal da Arábia Saudita no Iêmen.

Doe com apenas um clique o custo equivalente a uma refeição (algo que muitas famílias no Iêmen não terão hoje). Se arrecadarmos o suficiente, poderemos parar a máquina de guerra saudita e salvar inúmeras vidas no Iêmen.

O segredo da Arábia Saudita é que eles dependem quase inteiramente dos nossos governos para a compra de armamentos e na exportação de petróleo. Porém, episódios como o assassinato brutal do jornalista Jamal Khashoggi e a morte trágica de Amal, a menina desnutrida de 7 anos cujo retrato apareceu no New York Times, fez com que tais governos começassem a pensar duas vezes no apoio cego que dão ao governo saudita.

Essa é, sem dúvida, a melhor oportunidade que já tivemos para enquadrar a Arábia Saudita e finalmente acabar com esse bombardeio brutal contra o Iêmen.

Se a pressão diminuir, a Arábia Saudita continuará comprando o silêncio dos governos, dando-lhes bilhões em troca de armas que serão usadas contra os civis do Iêmen e contra o seu próprio povo — violando as leis sobre a exportação de armas dos nossos próprios governos!

Imagem do jornal 'The New York Times' mostra menina desnutrida no Iêmen — Foto: Reprodução/The New York TimesMas se aumentarmos a pressão e levarmos essa luta não apenas aos tribunais, mas também aos corredores do poder para pressionar por um processo de paz significativo, e se expormos o massacre humano com jornalismo investigativo de alta qualidade; podemos acabar com essa guerra de uma vez por todas.

Vamos fazer de tudo para ganhar esses processos judiciais e fortalecer as campanhas pelo fim do sangrento comércio de armas.

A Avaaz já financiou jornalistas investigativos para que se infiltrassem no Iêmen e mostrassem ao mundo o que acontece lá. Já conseguimos apoio em massa para que parlamentares atuem contra a guerra nos Estados Unidos, no Reino Unido, na União Europeia e no Canadá. Agora vamos levar nossa indignação aos tribunais e aos governos, para que deixem de alimentar as mortes dessas crianças.

Com esperança e determinação, Allison, Marigona, Danny, Jenny, Bert, Martyna, Camille e Rosa, em nome de toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Anúncios

Eles matam mulheres por apedrejamento

Apedrejamento de mulheres na Arábia Saudita

A Arábia Saudita permite que mulheres sejam mortas por apedrejamento, chicoteia ativistas pacíficos e, junto com seus aliados, acaba de bombardear um ônibus escolar cheio de crianças no Iêmen.

O Canadá repreendeu os sauditas por conta das recentes prisões de ativistas mulheres — a resposta? Uma enxurrada de sanções! Esse é um exemplo típico de como agem: eles querem mostrar ao mundo “o que é bom para tosse” quando são contrariados.

Tudo tem limite — vamos pressionar nossos governos para que apoiem o Canadá e publicamente peçam a liberdade dessas ativistas,  expulsem a Arábia Saudita do Conselho de Direitos Humanos da ONU, e imponham sanções caso os abusos continuem — assine agora! Clique para apoiar os direitos humanos!

A maioria dos países é democrática e respeita os direitos humanos. Mas Estados criminosos, como a Arábia Saudita, querem nos levar em direção a um mundo obscuro, onde a ruptura com a democracia e o desrespeito às leis sejam a norma.

Sancionar o Canadá é um jeito que eles encontraram de punir quem promovem os valores globais de humanidade. As democracias do mundo precisam se unir urgentemente, senão, em breve receberão o mesmo tratamento.

E o pior – além de ser membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Arábia Saudita participa da Comissão pelos Direitos das Mulheres — enquanto prende, ilegalmente, àquelas que lutam por mais direitos no país! Chegou a hora de nossos governos defenderem os direitos humanos. Junte-se ao apelo para que eles não se calem frente a esses absurdos e expulsem a Arábia Saudita do Conselho de Direitos Humanos da ONU! Assine agora: Clique para apoiar os direitos humanos!

Nosso movimento foi crucial para conseguir o voto no Parlamento Europeu que proibiu a venda de armas para a Arábia Saudita. Foi a primeira vez que países democráticos se uniram em nome do que era correto, e enfrentaram o país que usa seu petróleo e dinheiro como armas de intimidação. Vamos garantir que a justiça e os direitos humanos tenham terreno fértil para florescer, ao invés do mundo distópico e sombrio que Trump e a Arábia Saudita querem construir.

Com esperança, Rewan, Andrew, Fatima, Ricken, Bert, Sarah, Christoph e todo o time da Avaaz.

Mais informações

Apedrejamento de mulheres

Não ao acordo comercial que pode matar o planeta

Não ao acordo comercial que pode matar o planeta

Nesse exato momento, uma reserva tóxica de petróleo — as areias betuminosas — quase do tamanho das reservas da Arábia Saudita (mas três vezes mais perigosa para as mudanças climáticas), está enterrada no norte do Canadá. A pressão da opinião pública já barrou duas vezes a construção de novos oleodutos para transportar esse veneno, mas agora temos um desafio maior.

Um novo acordo comercial, negociado secretamente entre China e Canadá, poderia dar o controle sobre as areias betuminosas a empresas chinesas e a chance de processar judicialmente o governo canadense caso este dificulte a exploração das areias com leis ambientais ou de saúde pública. O primeiro-ministro do Canadá, um homem conservador e próximo da indústria do petróleo, tem um histórico de negação das mudanças climáticas. E, agora, ele está usando essa tática para passar por cima da democracia, com consequências potencialmente devastadoras para o planeta.

Mas temos uma grande oportunidade: o acordo pode ser ilegal. Provavelmente ele será assinado nos próximos dias, ou em algumas semanas, e devemos estar prontos para quando isso acontecer. Se 20.000 pessoas se comprometerem agora a ajudar a contratar advogados de destaque, e financiar pesquisas e campanhas públicas, poderemos garantir uma reação rápida quando o governo canadense der o primeiro passo — a Avaaz somente processará sua doação se conseguirmos recursos suficientes para conseguir fazer dessa ação legal uma realidade. O clima do nosso planeta já está sob grave ameaça e a exploração das areias betuminosas poderia deixá-lo em situação ainda pior. Clique abaixo e comprometa-se com uma doação agora para defender o planetahttps://secure.avaaz.org/po/canada_fipa_pledge_en_nrc/?bYLqhbb&v=19839.

A exploração das areias betuminosas é prejudicial a todos nós: as emissões advindas desse material sujo são 35% maiores do que as do petróleo bruto e o processo para removê-lo da terra por si só emite três vezes mais poluição. A produção de um galão de petróleo (3.7 litros) envenena cerca de 130 litros de água doce. Isso sem contar que a exposição de mais uma enorme reserva de petróleo iria acelerar a destruição do nosso planeta.

É por isso que especialistas e ativistas de todos os lugares do mundo se juntaram na luta para barrar a construção dos oleodutos nos EUA e no Canadá, que retirariam essa lama tóxica do chão. Agora todas essas difíceis vitórias podem ser apagadas.

Já entramos em contato com um dos melhores escritórios de direito constitucional do Canadá e eles estão prontos para nos ajudar na luta contra esse acordo sujo. Mas será preciso um fundo legal poderoso para se opor aos bolsos gordos do governo, fazer campanhas para ganhar a atenção da opinião pública e garantir que deixaremos este óleo sujo enterrado. Vamos oferecer nosso apoio à essa causa agora. Então, se o acordo for consumado, estaremos prontos para reagir rapidamente e defender nosso planeta nos tribunais canadenses. Contribua para se juntar na luta pelo nosso planeta: https://secure.avaaz.org/po/canada_fipa_pledge_en_nrc/?bYLqhbb&v=19839.

Já enfrentamos o governo canadense antes e vencemos — golpeando uma rede de televisão do estilo da Fox News e derrotando tentativas de impedir que os membros canadenses da Avaaz fizessem campanhas durante as eleições federais. Essa é nossa chance de vencer uma batalha para a sobrevivência de todo o planeta contra um acordo de comércio que põe em risco as nossas águas, o ar e o solo.

Com esperança e determinação, Dalia, Ricken, Emma, Morgan, Rewan, Ari, Grant e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Problemas no reino

Os levantes poderiam sair do controle na Arábia Saudita? Falamos de dois desafios diferentes. O primeiro é dos xiitas, oprimidos há bastante tempo, que compõem cerca de 10% da população. O segundo vem da nova geração, dos jovens com menos de 30 anos que representam dois terços da população saudita, na maioria sunitas, que vivem em uma das tiranias mais completas do mundo. A queda do regime saudita teria terríveis consequências para Washington.

Ameace a estabilidade da Arábia Saudita, como estão fazendo agora os levantes xiitas em Qatif e em al-Awamiyah, na província oriental do país rica em petróleo, e estará brandindo uma adaga que aponta para o coração da política que os Estados Unidos aplicam no Oriente Médio há meio século.

Em 1945, o chefe da Divisão de Assuntos do Oriente Médio do Departamento de Estado, escreveu em um memorando que as fontes de petróleo da Arábia Saudita são “uma estupenda fonte de poder estratégico e um dos maiores prêmios materiais da história do mundo”. O homem que orientou os xeiques sauditas a se aproximar dos EUA e a se afastar da Grã Bretanha foi St, John Philby, pai de Kim, e com esse grande golpe Philby pai causou uma devastação muito maior no Império britânico do que seu filho. A queda do aliado dos EUA na região, o Xá do Irã, em 1979, só aumentou a importância estratégica da Arábia Saudita.

Os Estados Unidos consomem atualmente cerca de 19 milhões de barris de petróleo por dia, quase a metade importados. Com 25%, o Canadá é seu principal provedor. Em segundo lugar, está a Arábia Saudita, com 12%. Mas o fornecimento de petróleo cru para os EUA é só a metade da história. A Arábia Saudita controla o preço do petróleo da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e o ajusta cuidadosamente às prioridades dos EUA.

O tráfego não ocorre em apenas uma direção. Desde 1945, os Estados unidos venderam aos sauditas mais de 100 bilhões de dólares em bens e serviços militares. Há um ano, o governo de Obama anunciou o maior negócio de armas da história dos EUA, um programa de 60 bilhões de dólares com a Arábia Saudita para vender equipamento militar a esse país nos próximos 20, 30 anos. Os EUA treinam e abastecem a todas as forças de segurança da Arábia Saudita. As corporações estadunidenses têm imensos investimentos no Reino.

Ao dizer as palavras “Arábia Saudita” ao presidente Obama ou à secretária de Estado Hillary Clinton, cessa abruptamente toda a conversa fiada altruísta sobre a “Primavera Árabe”. Quando os sauditas se apressaram a enviar tropas para o Bahrein, que reprimiu com dureza os manifestantes xiitas no país que serve de base para a Quinta Frota dos EUA, as expressões públicas de reprovação de Washington foram quase imperceptíveis por sua reticência e modéstia.

Os levantes poderiam sair do controle na Arábia Saudita? Falamos de dois desafios diferentes. O primeiro é dos xiitas, oprimidos há bastante tempo, que compõem cerca de 10% da população. O segundo vem da nova geração, dos jovens com menos de 30 anos que representam dois terços da população saudita, na maioria sunitas, que vivem em uma das tiranias mais completas do mundo.

Em fevereiro deste ano, perturbado pela tendência dos acontecimentos no Egito e em outros países, o rei Abdullah, de 87 anos, anunciou um plano de gastar cerca de 36 bilhões de dólares em bolsas de assistência pública, cerca de 2 mil dólares para cada saudita. Identificou corretamente um dos grandes problemas do Reino: quase a metade das pessoas entre 18 e 40 anos está sem trabalho.

Há poucos dias, Abdullah ofereceu às mulheres sauditas um “privilégio”, o direito de participar de eleições municipais totalmente sem importância (caso seus esposos aprovem). O que eleições municipais podem significar em meio à constante repressão de uma monarquia absolutista?

Como assinalou o advogado especializado em Direito Internacional, Paul Wolf, em PressTV“Na Arábia Saudita, os telefones celulares com câmeras fotográficas são ilegais. Todas as conversações telefônicas são vigiadas. O governo controla a televisão e os meios impressos. Em 2009, as eleições foram canceladas. Portanto, quero dizer que é excelente se tomam uma medida para incluir as mulheres no processo político, mas, na verdade, ninguém está incluído no processo político”.

O Império estadunidense perdeu o Irã e o Traque. E a Arábia Saudita? Suponhamos que sigam abrindo-se fissuras no próprio Reino. Duvido que, diante de tal conjuntura, ouçamos muitos discursos em Washington sobre “democracia” ou transações ordenadas. Além de qualquer outra coisa, a queda do regime saudita teria terríveis consequências para Washington, já que centenas de manda-chuvas estão na folha de pagamento saudita, começando por, virtualmente, todos os ex-embaixadores, com a exceção de James Akins, que disse uma vez a um amigo meu que era o único que não estava. Washington não permitirá de modo algum que o fluxo de dinheiro de Riad para a “Rua K” corra perigo. Envie a 101ª Divisão Aerotransportada!

Uma regra muito apreciada pelo Império britânico, que foi legada ao Império que o substituiu, é: “em caso de dúvida, divida”. Recentemente, alguns ocidentais defenderam a divisão da Arábia Saudita. Dois conhecidos neoconservadores, Richard Perle e David Frum escreveram em seu livro de 2005, An End to Evil: How to Win the War on terror (Um fim para o mal: Como vencer a guerra contra o terror”), que os EUA deveriam mobilizar os xiitas que vivem na Arábia Saudita oriental, onde se encontra a maior parte do petróleo saudita: “A independência da Província Oriental seria obviamente um resultado catastrófico para o Estado saudita. Mas seria um excelente resultados para os EUA. Certamente é um resultado que deve ser considerado. É mais seguro inclusive que os sauditas saibam que estamos considerando a hipótese”.

Perle já foi chefe do Conselho de Política da Defesa, que assessorava o Departamento de Defesa. Como informa Robert Dreyfus em Devil’s Game, uma informação do Conselho de Política da Defesa argumentou em 2002 que os EUA deveriam trabalhar para dividir a Arábia Saudita com o objetivo de controlar efetivamente seu petróleo. Outros neoconservadores como Michael Ledeen expressaram pontos e vista semelhantes. No início de 2003, Akins, ex-embaixador na Arábia Saudita, mencionou a possibilidade que Osama Bin Laden poderia se apoderar da Arábia Saudita caso os EUA invadissem o Iraque. “Agora estou convencido de que é exatamente o que (os neoconservadores) querem que ocorra. Aí então nós tomaremos conta da situação”.

Suponho que o modelo atual é o setor curdo do Iraque.

Escrito por Alexander Cockburn. Tradução de Katarina Peixoto.

Mulheres sauditas vão poder votar e concorrer em eleições

 

Mulheres na Arábia Saudita devem poder concorrer e votar em eleições municipais, anunciou o rei Abdullah neste domingo.

Ele disse ainda que elas vão poder ser nomeadas para o Conselho Shura, órgão consultado em temas importantes no país. As medidas são reivindicação antiga de ativistas que lutam por maiores direitos para as mulheres na conservadora Arábia Saudita. Abdullah disse que os novos direitos devem passar a valer a partir do ano que vem.

Porque nos recusamos a marginalizar as mulheres em todas os aspectos que estão de acordo com a sharia (leis religiosas), decidimos, após consulta com nossos clérigos mais altos e outros envolver as mulheres no Conselho Shura como membros, a começar da próxima temporada,disse ele, na abertura da edição deste ano do órgão. ”As mulheres vão poder se candidatar nas eleições municipais e vão poder até votar”, completou.

Avanço

A analista da BBC  Emily Buchanan afirma que a medida e de importância extraordinária para as mulheres sauditas, que não tem permissão para dirigir ou sair do país desacompanhadas.

As eleições municipais são os únicos pleitos públicos na Arábia Saudita. Mais de 5 mil homens vão competir nas eleições municipais da próxima quinta-feira, a segunda já realizada no país, para eleger assentos nos conselhos locais. A outra metade dos assentos é nomeada pelo governo.

As próximas eleições municipais devem acontecer dentro de quatro anos.


Apoio dos povos árabes na luta Não para o bombardeio da Líbia!

Da Tunísia e Egito, ao Iêmen e Síria, passando por Bahrein e Arábia Saudita, as pessoas estão se levantando em massa para derrubar regimes autoritários ditatorial. Por mais de um mês, centenas de milhares de líbios foram pacificamente às ruas   pedindo o fim do regime Ghadafi.

O Ghadafi era surdo a esses apelos e optou pelo pior caso. A responsabilidade pela morte eo sangue derramado na Líbia encontra-se em seus ombros. Ao escolher a bombardear aldeias e populações civis massacre, o próprio regime deu oportunidade imperialismo ocidental tem sido esperando para tentar recuperar a supremacia na região.

Hoje, França, Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha estão envolvidos em uma operação para invadir a Líbia Após semanas de ver o povo líbio sendo massacrados e evitando cuidadosamente organizar a pressão internacional que teria sido necessária para escapar do bloqueio, que agora passam a se fora como os salvadores.

Os primeiros bombardeios da infra-estrutura da Líbia, em Trípoli e em outros lugares já começaram. Os bombardeiros ocidentais vão continuar até que eles podem preparar uma ocupação da Líbia, sob a bandeira da ONU, ou, melhor ainda, escolher e aplicar os membros da oposição que será mais favorável aos interesses ocidentais.

Esta operação militar na Líbia, também serve como uma distração,   como a repressão continua no, Iêmen e Bahrein além.

Via Campesina exige a vontade do povo deve ser respeitada.

Via Campesina pede a suspensão imediata intervenção militar ocidental.

Via Campesina convida a todos para se mobilizarem para uma solução pacífica para a crise na Líbia.