Você mandaria essas pessoas de volta para um país em guerra?

Refugiados estão sendo ameaçados de retorno forçado pelo governo do Quênia. Assine para defender seus direitos!

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O governo do Quênia declarou que, dentro de seis meses, irá fechar o maior campo de pessoas refugiadas do mundo, em Daadab, no Norte do país. Ao invés de fazer esforços para integrar a população que mora no campo à sociedade queniana, o governo ameaça mandar 260 mil refugiados Somalis de volta para a Somália aonde a guerra continua intensa. Assine o manifesto dizendo às lideranças mundiais que os direitos das pessoas refugiadas devem ser respeitados!

O governo do Quênia alega que não tem condições de continuar mantendo o campo de refugiados e que os países mais desenvolvidos não estão nem oferecendo ajuda financeira para a manutenção do campo nem oportunidades para que o refugiados sejam acolhidos nesses países de forma a reduzir a superlotação do campo queniano.

Ainda assim enviar pessoas refugiadas de volta a seus países de origem é ilegal! Além disso, a Somália vive em conflito armado há mais de duas décadas, ao serem enviadas de volta para lá os refugiados Somalis estarão expostos a riscos gravíssimos de sofrer violência e violações de Direitos Humanos. Para impedir que absurdos como esse ocorram, assine o manifesto a favor dos direitos das pessoas refugiadas.

Com esperança,

Marina Motta
Assessoria de direitos humanos
Anistia Internacional Brasil

 

 

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O poder em suas mãos: escreva pelos direitos humanos

Anistia Internacional - O poder em suas mãos: escreva pelos direitos humanos

>>>ASSINAR CARTAS ONLINE AGORA<<<

Em 10 de dezembro comemoramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que marca o dia em que a Organização das Nações Unidas adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento que serve de base para a maior parte dos tratados e documentos do direito internacional.

A data, portanto, é muito relevante para todas as pessoas que, assim como você, defendem e acreditam que só com plenos direitos teremos um mundo mais justo e igualitário.

Que tal aproveitar o espírito deste dia para escrever ou assinar cartas em defesa dos direitos humanos de pessoas e comunidades ao redor do mundo? É tudo muito simples!

  1. Acesse a plataforma Escreva por Direitos 2016.
  2. Clique em assinar cartas online!
  3. Assine as cartas que você quiser – todas de uma vez, ou uma a uma.

Compartilhe os materiais de campanha nas suas redes sociais. Assim, você estará se mobilizando contra violações de direitos humanos em diferentes países, como Brasil, Peru, Canadá, Estados Unidos, Irã, e Camarões.

Esta campanha mobilizou mais de 4 milhões de pessoas no mundo todo somente no ano passado. Em 2016, queremos enviar pelo menos 60 mil cartas pressionando as autoridades que podem fazer a diferença para os 6 casos que estamos trabalhando. Não estamos longe, mas precisamos da sua ajuda!

A hora é agora! Acesse escrevapordireitos.anistia.org.br e participe. Cada carta escrita pode mudar uma vida! E como já dizia o poeta Ferréz, de São Paulo: só a mobilização traz transformação. #Venceremos.

Conheça os casos da Maratona Escreva por Direitos 2016:

Anistia Internacional - Maratona Escreva por Direitos 2016

Anistia Internacional Brasil

Junte-se a 7 milhões de pessoas na defesa dos direitos humanos!

Junte-se a 7 milhões de pessoas na defesa dos direitos humanos!

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A grande novidade deste ano é que unimos nosso Dia de Doar com a nossa Maratona Escreva por Direitos 2016. Temos um site da Maratona Escreva por Direitos e, através dele, você pode organizar ou participar de um evento já existente, se mobilizar assinando cartas e assim, contribuir com nossas ações em defesa dos direitos humanos. Se preferir, também pode fazer uma doação única para a Anistia Internacional.

Há várias formas de participar do Dia de Doar. Clique aqui e descubra qual é a sua!

Tudo que você precisa é de disponibilidade e disposição para fazer a sua parte! Decida uma meta de arrecadação em doações, convide as pessoas a se juntarem a você e faça sua contribuição para os direitos humanos.

Quando o evento terminar, não deixe de nos contar como foi! A arrecadação obtida poderá ser enviada através de um boleto bancário criado em nosso site no formato de doação única. Como garantia, enviamos um recibo de doação, além do nosso sincero agradecimento!

O #diadedoar é uma grande campanha para promover a cultura de doação no Brasil e no mundo. Quem faz este dia é você! Participe!

Obrigado por apoiar a Anistia Internacional!

Fernanda Bochembuzo
Gerente de Amigas e Amigos
Anistia Internacional Brasil

 

Deputado usa o plenário da câmara e pede ao presidente Michel Temer (PMDB) que “abandone o satanismo”

Se esse presidente tiver juízo obedece, pois esse deputado é de fato um homem corajoso. Leia o discurso do deputado federal Cabo Daciolo que pede ao presidente Michel Temer que saia da “maçonaria e do satanismo”.

Senhor presidente, faltam 1 mês e 13 dias para o término do ano. São exatamente 44 dias. Eu gostaria de pedir ao povo brasileiro, homens e mulheres da nossa Nação, para orarmos pela nossa Nação. Vamos orar para que a glória de Deus seja derramada sobre nossa Nação.

Peço também que orem pela minha vida. Por honra e glória do Senhor Jesus Cristo, peço isso.

Quero falar sobre Deus. Quero abrir a palavra do Senhor. Lembro a todos que não estou pregando religião. A única religião que Deus considera como pura e imaculada é cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se corromper com esse mundo. Não estou falando de religião nenhuma. Estou falando de Jesus Cristo, aquele que é o caminho, a verdade e a vida.

Mateus, Capítulo 21, Versículo 22, diz assim: E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis. Eu tenho um pedido a Deus, que seja derramada sobre a nossa Nação a glória do nosso Senhor Jesus Cristo.

Quero dizer ao presidente Michel Temer que assim manda dizer o Senhor para ti — presta atenção ao que está sendo dito aqui agora —: abandone a maçonaria, abandone o satanismo e vem correndo para Deus. Vem correndo para Jesus Cristo. Arrependa-se dos seus pecados e vem correndo para Jesus Cristo. Diz assim a palavra do Senhor: Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam!

Quero dizer a algumas lideranças do mundo espiritual religioso do nosso País que Deus e religião não combinam. Deus e religião não combinam! Assim como Deus e maçonaria não combinam! Deus e satanismo não combinam! Arrependam-se e vivam!

Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor Jesus Cristo. Juntos somos fortes! Nenhum passo daremos para trás! Deus está no controle! Glória a Deus!

Obrigado, senhor presidente.

Se todos crentes fosse como esse deputado as coisas estariam diferentes talvez melhores, mas esse irmão prega o fanatismo e isso é prejudicial no meio cristão. Fundamentalismo leva para o caminho sombrio da força.

Portal Gospel+

Ativismo de sofá funciona, sim!

Ativismo de sofá funciona

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Sem que ninguém tenha precisado sair de casa ou da rotina, já temos mais de 5 mil cartas e e-mails enviados a autoridades de várias partes do mundo!Eu agradeço em nome das pessoas e comunidades que estão fazendo parte da Maratona Escreva por Direitos 2016!

Quer fazer ainda mais pelos direitos humanos de um jeito divertido e irreverente? Então clique aqui e conheça nosso conteúdo digital. Com ele, você pode inserir o símbolo da Maratona em sua foto de perfil do Facebook e do Twitter e também, aproveitar que muitos órgãos de governo e autoridades usam as redes sociais, especialmente o Twitter, para pressioná-los por mais este canal de comunicação. E pode também baixar alguns memes que foram produzidos especificamente para você divulgar nos seus grupos de whatsapp!

Se você já assinou um ou mais casos, que tal fazer um post com foto ou uma transmissão ao vivo escrevendo uma carta de solidariedade para um dos participantes da Maratona Escreva por Direitos 2016? São muitas formas de envolver ainda mais pessoas utilizando de suas redes virtuais na defesa dos direitos humanos.

Não há fronteiras para seu apoio e engajamento! Portanto, sempre use as hashtags #EscrevaPorDireitos nas redes sociais e marque @anistiabrasil no Instagram ou no Twitter.

Quanto mais gente demonstrando esse carinho, melhor! Conto com você, a pressão não pode parar!

Anistia Internacional Brasil

Documentário sobre direitos das mulheres e zika vence Prêmio Vladimir Herzog

Produzido pela TV Brasil, o documentário “Mulheres do Zika” teve o apoio da ONU Mulheres, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Secretaria de Políticas para as Mulheres, além de assessoria técnica da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). A entrega dos prêmios ocorrerá na semana que vem (25), em São Paulo, e terá transmissão ao vivo pelo site www.tvpuc.com.br.

O impacto da síndrome congênita do vírus zika na vida das mulheres brasileiras foi tema do programa “Caminhos da Reportagem”, escolhido como o melhor documentário de televisão pela 38ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos.

Leia mais acessando esse link!

Fonte: ONU Brasil

As pessoas refugiadas precisam de nós!

As pessoas refugiadas precisam de nós! Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ

Anistia InternacionalNesta semana, a Anistia Internacional iniciou a campanha global Eu Acolho, pelo direitos das pessoas refugiadas.Chegou a hora de falarmos sobre esse assunto e assumir a defesa pelos direitos dessas pessoas.

Em setembro desse ano, as lideranças dos países que participaram da reunião sobre refúgio e migração da ONU se esquivaram da sua responsabilidade de resolver a crise global de pessoas refugiadas.

Atualmente, há 21 milhões de refugiados/as no mundo e apenas 10, dos 193 países existentes, acolhem mais da metade deste total.

Para reverter esse quadro, a Anistia Internacional propõe que mais países – como o Brasil – se comprometam com a proteção dessas pessoas oferecendo mais vagas nos seus programas de reassentamento e mais formas de viabilizar sua saída de países em conflito.

Nossa mobilização é fundamental para pressionar as autoridades a compartilharem a responsabilidade sobre essa crise de forma justa e solidária. Assine o nosso manifesto!

Assessoria de direitos humanos
Anistia Internacional Brasil

Somos mais de 200 mil vozes unidas por uma política de segurança pública que respeite os direitos humanos

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Na última semana, entregamos na Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro quase 210 mil assinaturas de pessoas de mais de 20 países que se posicionaram em defesa dos direitos humanos ao assinarem a petição “Rio 2016: A violência não faz parte desse jogo!”.

Nas próximas semanas, faremos a entrega também ao Comitê Olímpico Internacional. Fazemos questão de te manter a par das respostas e resultados da nossa mobilização, e informaremos por e-mail sempre que tivermos novidades. Afinal, sem a sua participação, essa campanha teria bem menos força.

Também na última semana, lançamos o balanço “Legado de Violência: homicídios pela polícia e repressão a protestos na Olimpíada Rio 2016”, onde estão detalhadas as violações de direitos humanos no campo da segurança pública durante a realização dos jogos #Rio2016.

Promessas não cumpridas

Embora o dossiê de candidatura da Rio 2016 prometesse uma cidade segura para todas e todos, o que vimos na prática foi o oposto: a lógica da guerra que orienta a política de segurança pública no estado resultou em repetidas violações de direitos humanos, tanto na repressão aos protestos quanto no aumento dos homicídios em operações policiais antes e durante o evento esportivo em si.

Representantes do Comando Geral da Polícia Militar do RJ afirmaram que os números iniciais consolidados pela polícia indicam 12 pessoas mortas como resultado de operações policiais na cidade do Rio entre 5 e 21 de agosto, e outras 44 pessoas mortas em eventos onde as forças de segurança não estavam envolvidas.

A PM do estado do Rio de Janeiro também relatou à organização que, durante os Jogos Olímpicos, esteve envolvida em 217 confrontos (tiroteios) durante operações de segurança no estado do Rio. As operações de segurança com o uso excessivo de armamentos pesados também colocam agentes policiais em risco. Pelo menos dois policiais foram mortos em serviço na cidade nos primeiros dez dias da realização dos jogos.

A maior lição que podemos tirar da realização da Rio 2016 é que este modelo de megaevento realizado às custas de violações direitos humanos não é aceitável ou bem-vindo em cidade alguma do mundo. Não faz sentido promover medidas que beneficiem apenas uma parcela da população, enquanto cidadãos e cidadãs da mesma cidade sofrem com os impactos cruéis da realização dos jogos.

Seguimos, esta mobilização não pode parar.

Com esperança, sempre,

Jandira Queiroz
Assessora de Ativismo e Mobilização
Anistia Internacional Brasil

América Latina lidera assassinatos de defensores de direitos humanos no mundo

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Anistia InternacionalEm março deste ano, a ativista ambiental e defensora dos direitos humanos de Honduras,Berta Cárceres foi brutalmente assassinada na porta de sua casa. Berta, assim como Nelson Garcia – outro ativista ambiental hondurenho – e muitos outros homens e mulheres são mortos diariamente por lutarem pelos seus direitos.

E o pior: na maioria das vezes, apesar de denúncias e ameaças, estes crimes não são investigados e os envolvidos escapam facilmente da justiça. Precisamos de você para mudar este cenário de violência e impunidade.  Assine a petição!

De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Global Witness, Honduras e a Guatemala têm as duas maiores taxas de assassinatos de ativistas ambientais per capita. Dos 185 assassinatos de defensores de direitos humanos  que trabalhavam em questões relacionadas à terra, ao território ou ao meio ambiente registrados em todo o mundo, 122 ocorreram na América Latina!

Este dado espantoso refere-se ao último ano e mostra que a América Latina é extremamente perigosa para quem defende a terra com seu próprio sangue. Pedimos justiça para Berta e para todos os outros ativistas que, assim como ela é, perdem a vida por defenderem os direitos humanos.

O temor está mantido e com razão! Os familiares de Berta Cáceres estão correndo perigo, os membros de COPINH e outras organizações também estão em perigo, devido a ameaças constantes e o fato de que até agora ninguém foi punido.

Pouco antes de ser assassinada, Berta disse “não nos resta outro caminho, senão lutar”.Este crime não pode ficar impune. Assine a petição! Conto contigo na luta pelo direito à vida, pelos direitos humanos. Seguimos!

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Protesto não é crime, é um direito humano

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Anistia InternacionalNa semana passada, os protestos realizados na cidade de São Paulo deixaram um rastro de violações de direitos humanos. A Polícia Militar reprimiu violentamente os participantes, fazendo uso desnecessário e excessivo da força e de armas ditas menos letais como bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e bombas de efeito.

No fim de semana, 26 pessoas foram presas, entre elas oito menores de idade, que também não tiveram sua integridade física, psicológica, tampouco seus direitos respeitados. Diversas pessoas ficaram feridas, entre elas uma jovem de 19 anos que perdeu o olho esquerdo após ser atingida por um artefato lançado pela polícia.

Há relatos de pessoas que foram detidas preventivamente e que estão sendo acusadas com base na Lei de Organizações Criminosas. Os detidos não tiveram acesso a advogado, além de sofrerem outros abusos como revistas aleatórias, detenções arbitrárias, “envelopamento” dos manifestantes por policiais e a exigência de autorização prévia de trajeto #ProtestoNãoÉCrime

A lei assegura que todos aqueles detidos durante protestos tenham total acesso à assistência legal e aconselhamento jurídico, e que advogados possam exercer suas funções profissionais sem intimidação, obstáculo ou interferência imprópria.

A livre manifestação é um direito constitucional que não tem sido respeitado pela Polícia Militar de São Paulo. Mesmo diante de denúncias, o Ministério Público também tem se comportado de forma omissa. É seu dever exercer esse controle e acompanhar os protestos, atuando para investigar e responsabilizar os casos de uso excessivo e desnecessário da força por parte da polícia e as detenções arbitrárias de manifestantes.

Quando não são investigados pelos órgãos responsáveis, os casos de violência policial em protestos reforçam a ideia de que os abusos são permitidos e serão tolerados. No entanto, a liberdade de expressão e manifestação são direitos humanos fundamentais.

Defenda seus direitos e posicione-se diante das autoridades. #PROTESTONÃOÉCRIMEEnvie agora um e-mail para o Governador de São Paulo, o Secretário de Segurança Pública de São Paulo, o Procurador Geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo, e o Ministro da Justiça exigindo medidas concretas para impedir que a Polícia Militar reprima as manifestações públicas ou faça uso desnecessário e excessivo da força e das chamadas armas “menos letais”.

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