Campanha para compra de cestas básicas Natal sem fome. “Quem tem fome, tem pressa”

Betinho Natal sem Fome

Artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em casa do de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.

No dia em que comemoramos os 70 anos da carta que defende vida digna a todas e todos os cidadãos do mundo, o Ibase reforça o pedido de contribuição com a campanha para a compra de cestas básicas para os assentados do Sebastião Lan II. As 38 famílias que moram e trabalham no local perderam toda sua produção devido a uma chuva forte que caiu na região. Com isso, eles estão com dificuldades para conseguir dinheiro para coisas básicas como a alimentação.

Para conhecer a história do assentamento, saber mais sobre a vida das famílias locais e fazer sua doação, acesse: bit.ly/campanhaibase.

Colabore! Esta é a última semana da campanha e ainda falta muito para alcançarmos 100% da meta. E, como dizia Betinho, quem tem fome, tem pressa.

Transporte gratuito para universitários é uma iniciativa inédita? #SQN

Transporte gratuito para universitários

As coisas nesse mundo só acontecem sob pressão. Se a sociedade não se organizar, seremos esmagados por essa máquina opressora. A mobilização social dos fakes, dos internautas e membros da AACADI deu certo! Yaeh ,o/\o,

Acho louvável a Prefeitura de Ilhota investir no apoio e subsídio do transporte universitário HashtagParabéns! Ótima iniciativa que não poderia ter vindo numa melhor hora o anúncio publicado no site da prefeitura em que o prefeito de Ilhota, em reunião com a AACADI – Associação Acadêmica de Ilhota, e alguns políticos, apresentou uma proposta onde a prefeitura irá custear o transporte coletivo gratuitamente para os alunos que estão frequentando regularmente as universidades da região. Ele disse “as universidades da região” e imagino não só a aquela de Itajaí, como também a de Blumenau. Foi isso que eu entendi? Uau! HashtagParabéns na segunda potência.

Mas só quero lembrar a assessoria de imprensa da barroza de uma coisinha, que isso não é “uma iniciativa inédita em Ilhota“. Não é mesmo!

Até o ano de 2000, o serviço era totalmente gratuito, fornecido pela prefeitura. Havia dois ônibus e saia cheio de estudantes da cidade, um do Centro e outro lá do Baú para Univali. Tenho alguns champs em minhas redes sociais que poderão confirmar isso o que estou falando.

Então… quando o Betinho se reelegeu, ele logo cortou o benefício. O vice dele era o Dida, atual prefeito da cidade. Eu fazia o curso de Ciência Política e tive que trancar a faculdade depois que boicotaram a ajuda.

Era um baita programa de inclusão social, mas algumas pessoas não possuem sensibilidade política nem comprometimento com a coisa pública, e agem conforme seu entendimento, não se importando com suas responsabilidades. #QueTriste

Depois veio outros prefeitos (dois na verdade) e negociavam a questão com os universitário. Não sei como foi com a última gestão, do prefeito Daniel, pois fiquei ausente do debate político e não posso emitir opinião, mas sei por cima que havia transporte e se era pago ou não, não sei!

Mas fico feliz só em saber que a galera da facu e dos cursos técnicos serão atendidos pela municipalidade, novamente. Em tempos de crise econômica que assombra o país, estudar não é fácil! Além de pagarem por altas mensalidade dos estudos, xerox, livros e não sei mais o quê, ter o transporte gratuito é lucro!

Então seu moço da comunicação, corrige lá o termos “inédito”, que isso é mais velho que a salve rainha. Se tiver dúvida, pergunta pro chefe, ou consulte os universitários.

Ah! Já ia me esquecendo…

A iniciativa deste post veio de uma publicação voluntária lá do meu perfil no Facebook (link aqui!). Surgiram alguns comentários, deu até pano pra manga… mas deixo aqui registrado que não ofendi a honra nem a dignidade de ninguém, apenas refresquei a memória do povo que se esqueceu das coisas pós o advento das mídias sociais. Betinho sim promoveu o serviço do transporte universitário (não era super ônibus de primeira linha, mas tínhamos como ir pra faculdade) até o seu primeiro mandato, logo, abandonou a ideia, acabou o compromisso e deu um belo bolo para os universitários (existe uma matéria sobre o assunto no jornal Folha de Ilhota e vou tentar resgatar a notícia).

Acho que o peemedebê está transformando esse senhor em deus, pois se falarmos algo dele (argumentos científicos dentro do campo e universo político), os leões de chácara logo atacam. Normal, para a Ilhota.

Os professores e servidores militantes do manda brasa foram tão castigados por esse senhor que agora esqueceram de tudo o que passaram e o idolatram. Não esqueçam que eles estão ai de volta, tudo junto e misturado. Acredito no perdão e devo imaginar que isso aconteceu. Tomara!

Torço pelo melhor da cidade, mas fazer lembrar das coisas, de vez em quando, não é causar discórdia, não é jogar pra trás, nem promover disputas irracionais e sim fomentar a reflexão que erros como esses, de vingança, ódio e perseguição não venha se repetir  nunca mais numa gestão pública, não mesmo!

Vida longa e próspera.

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Você se lembra em todos os candidatos a prefeito e vereador que você já votou? Eu me lembro!

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Eu voto desde os meus 16 anos e no ano em que fiz o meu título de eleitor, em 1994, era eleições gerais para presidente e governador, e meu primeiro voto foi pro Lula. Aquela eleição foi em cédula de papel. Nunca votei em branco e nunca anulei meu voto. Aqueles que tem entendimento do processo político, não pode, jamais, jogar o voto fora.

Minha primeira eleição municipal foi em 1996, a última eleição manual. De lá pra cá, foram 5 eleições municipais em que eu depositei meu voto. Compartilho aqui, os candidatos em que escolhi nos pleitos ao longo dos anos e exerci minha obrigação do voto direto e democrático, com o nome, partido e número.

1996
Vereador: Keka Laureno | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Betinho | PDT – 12 (foi eleito)

2000
Vereador: Murilo Cordeiro | PT – 13123 (não foi eleito)
Prefeito: Rogério do PT | PT – 13 (não foi eleito)

2004
Vereador: Calinho | PT – 13713 (não foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2008
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2012
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Dr. Lucas | PMDB – 15 (não foi eleito)

Em 2016, será a minha sexta eleição e já sei em quem votar. Não estou mais indeciso e votarei novamente em dois candidatos em que já depositei o meu voto, mas com os cargos alternados. 20 anos depois, votarei para o Keka Laureano, mas agora para prefeito. Ao cargo de vereador, depois de 16 anos, irei votar no amigo e irmão, companheiro de muitas lutas Rogério Flor de Souza que uma vez votei para prefeito.

Compartilhe sua opinião e nos diga nos comentários em quem você votou. Abraços!

Homem de pensamento, com espírito para a ação

Herbert José de Souza, o BetinhoHá 15 anos morria Herbert José de Souza, o Betinho, vítima de Aids. Sociólogo, como gostava de ser qualificado, e ativista em prol da justiça social, ele tinha, segundo relato de amigos, mais vocação para ação do que para sistematização de suas teses e pensamentos.

“É um homem de pensamento, sim, mas para a ação aqui e agora, para a urgência da mudança capaz de trazer um pouco de humanidade a quem está excluído e sofre”, escreveu em janeiro de 1997, o sociólogo e atual diretor-geral do Ibase, Cândido Grzybowski.

A personalidade sensível para as questões sociais e o comportamento voltado para a ação levaram Betinho a criar projetos que mudaram a história do país e que até hoje impulsionam novas transformações. “As bandeiras ainda estão vivas. Há vários exemplos, como o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que foi criado depois que Betinho chamou a atenção do país para a questão da fome. Ao descobrir que estava com Aids contribuiu muito para o movimento de conscientização da doença, que resultou na regulamentação dos bancos de sangue, uma determinação da Lei do Sangue ou Lei Betinho”, diz a historiadora e pesquisadora Dulce Pandolfi, autora do livro “Um abraço, Betinho”.

Ele atuou em diversas frentes e criou movimentos do porte da Ação da Cidadania, que resiste até hoje realizando ações de combate à fome e a miséria no país, e que pavimentou o terreno para a criação de políticas públicas para o setor, como o Fome Zero. Na ocasião do lançamento da campanha, em 1993, Betinho foi assertivo ao dizer: “democracia e miséria são incompatíveis”.

A criação do Instituto de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), em 1981, foi outro legado importante de Betinho. Há 30 anos, a entidade dá continuidade ao seu trabalho, apostando em projetos de cidadania ativa.

Ao descobrir que estava com AIDS, Betinho não só não se abateu como tornou o seu drama pessoal uma nova motivação para o seu trabalho. O sociólogo decidiu que era hora de mobilizar a sociedade brasileira para que houvesse uma consciência maior do que se tratava o HIV/AIDS e formar uma rede de solidariedade. Assim foi criada aAssociação Brasileira Interdisciplinar de AIDS – ABIA. Desde 1986, a Associação mantém vivo o trabalho idealizado por Betinho, acompanhando as políticas públicas de saúde, estimulando a educação e prevenção, exigindo tratamento e assistência, tudo com base numa política de direitos humanos.

“Betinho assumiu diversas bandeiras e tinha uma capacidade única de sensibilizar muitos setores da sociedade que até então eram indiferentes a essas lutas. Isso permitiu a sobrevivência das suas ideias”, observa Dulce Pandolfi.