O App da Bíblia faz 10 anos hoje 🎉🎉🎉🎉

App da Bíblia comemora 10 anos

Feliz Aniversário! A comunidade YouVersion comemora 10 anos hoje!

O App da Bíblia foi apresentado em 10 de julho de 2008, quando foi lançado na App Store da Apple como um dos primeiros aplicativos disponíveis para iPhone. Mas isso foi só o começo…

Muito além dos recursos originais do App da Bíblia como Destaques, Marcadores e Anotações, adicionamos, desde então, Planos, Bíblias em áudio, Imagens do Versículo e o Explorar, que faz busca por emoções. Só para citar alguns. Ao longo do caminho, generosas editoras parceiras continuaram a fornecer mais e mais Bíblias e conteúdo. E usuários apaixonados como você doam tempo e talento para ajudar as pessoas que têm perguntas de suporte e a traduzir a experiência do aplicativo em vários idiomas.

Comemore conosco! Juntos, vamos divulgar a Palavra

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O que a Bíblia diz sobre o capitalismo?

Capitalismo é a exploração do trabalhador

Eu sou contra esse sistema e este artigo é totalmente fora da realidade. Nossa igreja está doente, pensando que a santidade é um banco de fomento e a prosperidade é nossa carta de crédito. Acodem meu povo, o divino não é humano.

O dicionário define o capitalismo como “um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada ou corporativa de bens de capital, através de investimentos que são determinados por decisão particular, e por preços, produção e distribuição de bens que são determinados principalmente pela concorrência em um livre mercado”. Embora a Bíblia não mencione o capitalismo pelo nome, ela fala muito sobre questões econômicas. Por exemplo, seções inteiras do livro de Provérbios e muitas das parábolas de Jesus tratam de questões econômicas. Como tal, aprendemos qual deve ser a nossa atitude quanto à riqueza e como um cristão deve lidar com as suas finanças. A Bíblia também nos fornece uma descrição de nossa natureza humana, o que nos ajuda a avaliar o possível sucesso e fracasso de um sistema econômico na sociedade.

Porque a economia é uma área onde muito da nossa vida cotidiana acontece, devemos avaliá-la de uma perspectiva bíblica. Quando usamos a Bíblia como nossa estrutura, podemos começar a construir o modelo de um governo e uma economia que libera o potencial humano e limita o pecado humano. Em Gênesis 1:28, Deus diz que devemos subjugar a terra e ter domínio sobre ela. Um aspecto disso é que os seres humanos podem possuir propriedades para exercer o seu domínio. Já que temos tanto a vontade quanto direitos de propriedade privada, podemos supor que devemos ter a liberdade de trocar esses direitos de propriedade privada em um mercado livre onde os bens e serviços podem ser trocados.

No entanto, devido à devastação do pecado, muitas partes do mundo têm se tornado locais de decadência e escassez. Além disso, embora Deus nos tenha dado o domínio sobre a criação, devemos ser bons administradores dos recursos à nossa disposição. Historicamente, o sistema do comércio livre tem fornecido a maior quantidade de liberdade e os ganhos econômicos mais eficazes do que qualquer sistema econômico já inventado. Mesmo assim, os cristãos muitas vezes se perguntam se podem apoiar o capitalismo. Em essência, o interesse próprio é recompensado em um sistema capitalista livre. No entanto, até mesmo o evangelho apela ao nosso interesse próprio porque é para o nosso próprio bem aceitar Jesus Cristo como nosso salvador para que o nosso destino eterno seja garantido.

De uma perspectiva cristã, a base da propriedade privada repousa em sermos criados à imagem de Deus. Podemos fazer escolhas sobre propriedades que podemos trocar em um sistema de mercado. No entanto, às vezes o desejo por propriedade privada cresce do nosso pecado. Correspondentemente, a nossa natureza pecaminosa também produz negligência, preguiça e ociosidade. O fato é que a justiça econômica só pode ser alcançada da melhor forma se cada pessoa for responsável por sua própria produtividade.

Historicamente, o capitalismo tem uma série de vantagens. Tem o potencial econômico liberado. Ele também fornece a base para uma grande liberdade política e econômica. Quando o governo não está controlando os mercados, então há liberdade econômica para se envolver em uma série de atividades empresariais. O capitalismo também tem levado à grande liberdade política porque uma vez que o papel do governo na economia é limitado, também limitamos o alcance do governo em outras áreas. Não é por acaso que a maioria dos países com a maior liberdade política geralmente têm grande liberdade econômica.

No entanto, os cristãos não podem e não devem endossar todos os aspectos do capitalismo. Por exemplo, muitos defensores do capitalismo têm uma visão conhecida como utilitarismo, a qual se opõe à noção de absolutos bíblicos. Certamente devemos rejeitar esta filosofia. Além disso, há certas questões econômicas e morais que devem ser abordadas. Embora existam algumas críticas econômicas válidas do capitalismo, como os monopólios e o subproduto da poluição, estes podem ser controlados por um controle governamental limitado. E quando o capitalismo é sabiamente controlado, ele gera prosperidade e liberdade econômica significativa para o seu povo.

Um dos principais argumentos morais contra o capitalismo é a ganância – é por isso que muitos cristãos se sentem inseguros sobre o comércio livre. Os críticos do capitalismo argumentam que este sistema deixam as pessoas gananciosas. No entanto, então devemos nos perguntar se o capitalismo torna as pessoas gananciosas ou se já temos pessoas gananciosas que usam a liberdade econômica do sistema capitalista para atingir os seus objetivos? À luz da descrição bíblica da natureza humana (Jeremias 17:9), este último parece mais provável. Porque as pessoas são pecaminosas e egoístas, algumas vão usar o sistema capitalista para satisfazer a sua ganância. Entretanto, isso não é realmente uma crítica do capitalismo, uma vez que é um reconhecimento da condição humana. O objetivo do capitalismo não é mudar as pessoas más, mas nos proteger delas. O capitalismo é um sistema em que as pessoas ruins podem fazer o mínimo de danos e pessoas boas têm a liberdade de fazer boas obras. O capitalismo funciona bem com indivíduos completamente morais, mas também funciona adequadamente com pessoas egoístas e gananciosas.

É importante perceber que há uma diferença entre interesse próprio e egoísmo. Todas as pessoas têm interesses próprios que podem operar de formas que não são egoístas. Por exemplo, é do nosso próprio interesse conseguir um emprego e ganhar uma renda para que possamos sustentar a nossa família. Podemos fazer isso de formas que não são egoístas. Por outro lado, outros sistemas econômicos, como o socialismo, ignoram as definições bíblicas da natureza humana. Como resultado, eles permitem que o poder econômico seja centralizado e se concentre nas mãos de poucas pessoas gananciosas. Aqueles que reclamam da influência que grandes corporações exercem sobre as nossas vidas devem considerar a alternativa socialista onde alguns burocratas governamentais controlam cada aspecto de nossas vidas.

Embora a ganância às vezes seja evidente no sistema capitalista, temos que entender que não é por causa do sistema — é porque a ganância faz parte da natureza pecaminosa do homem. A solução não se encontra em mudar o sistema econômico, mas em mudar o coração do homem através do poder do evangelho de Jesus Cristo.

Fonte: www.gotquestions.org

A queda inevitável

Influenciar pelas tentações

Quem entregou Jacó por despojo e Israel, aos roubadores? Porventura, não foi o SENHOR, aquele contra quem pecaram e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei?

Isaías 42.24

Quando o povo de Deus fecha os ouvidos para a Verdade e deixa-se influenciar pelas tentações, o Senhor não tem mais nada a fazer do que entregar esses amados aos roubadores. No momento em que decide fazer qualquer obra do mal para atender a uma tentação que lhe pareça prazerosa, você se afasta do Senhor e entra no mundo do engano. Então, tudo de ruim pode acontecer-lhe. Se isso tem acontecido, peça perdão e não faça mais.

O diabo é o ladrão que comanda o império do mal em nosso planeta. Ele é o chefe dos demônios que agem segundo suas ordens. O reino da perversidade é unido no propósito de matar, roubar e destruir (Jo 10.10a). Rugindo como um leão, ele não para de andar ao nosso derredor (1 Pe 5.8). O que interessa a ele é que você se suje e não respeite os preceitos divinos; desse modo, você estará em suas perversas mãos. Veja como você tem servido a Deus.

Jacó, o povo de Deus, que faz parte da Aliança a qual jamais será quebrada, não entende que as suas más práticas fazem com que as cláusulas de sofrimento entrem em vigor. Ora, o Senhor é Deus fiel e não pode negar-se a si mesmo (2 Tm 2.13). Se insistir no erro, chegará o dia em que Ele terá de entregá-lo aos roubadores. Por isso, não resista ao Espírito Santo, que fala pela Palavra, convencendo-o do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

Pecar contra o Altíssimo ocorre quando a pessoa conhece os mandamentos e não os atende; com isso, ela se exclui da proteção divina. Não adianta orar para ser exceção, a fim de satisfazer seu vil apetite. Ainda que o Senhor não lhe virasse as costas quando você pecasse, o inimigo pleitearia o “direito” de oprimir você. A atitude mais insana é agir de modo contrário ao que está escrito na Palavra.

Recusar-se a trilhar os caminhos de Deus faz a pessoa ficar como cega, pois só neles há luz. Ao andar nas sendas da perversidade, você não mais consegue entender a Palavra do Senhor e, por isso, não recebe a graça divina, a qual lhe dará entendimento e poder para não se submeter aos truques do inimigo. Uma vez longe do Altíssimo, você terá Satanás ao seu lado. Este ser não lhe fará companhia para o bem, mas, sim, para derrubá-lo sempre.

Esforce-se para estar nos caminhos de Deus. Jamais se deixe levar pela mentira, pelo ódio e demais coisas que provêm do maligno. Não tenha nada escondido em seu coração, pois tudo o que vem dele o levará à destruição (Jr 17.9). Se você caiu, tem a obrigação de se arrepender, a fim de se livrar do inimigo e aproximar-se do Pai. Trilhe as veredas do Senhor, as quais são agradáveis, aprazíveis e não acrescentam dor alguma (Pv 10.22).

Dê ouvidos à lei de Deus. Nada foi colocado ali por acaso. Uma pequena luz que se adquire por ouvir o Senhor já é suficiente para lhe mostrar a saída. Não se deixe envolver por nada errado. Tome a decisão mais acertada da sua vida agora. Afinal, a sua libertação só depende de você.

Em Cristo com amor,
R. R. Soares

O que é a quaresma?

Para alguns cristãos, a Quaresma tem sido sempre uma parte de sua vida espiritual, mas para outros não é familiar. É um período que leva à Páscoa, época que os cristãos têm historicamente preparado seus corações para a Páscoa com reflexão, arrependimento, e oração.

A Quaresma começa hoje, na Quarta-feira de Cinzas, e continua por 40 dias, excluindo domingos, e culminando na Sexta-Feira da Paixão e Sábado de Aleluia. Visto que os domingos são celebrações semanais da ressurreição de Jesus, os seis domingos na Quaresma não são contados como parte do período de quarenta dias, que foca em introspecção, exame de consciência e arrependimento.

Muitos cristãos preferem fazer jejum durante o período da Quaresma, mas o foco não é privar-se de algo tanto como é dedicar-se a Deus e Seu propósito no mundo. Quaresma é um período importante no calendário da igreja.

O calendário da igreja é uma maneira excelente para nos ajudar a dirigir nossa atenção a Deus conforme organizamos o nosso tempo. Ao invés de seguir a estrutura mais familiar do calendário solar, organizado pelos ritmos da natureza, o calendário da igreja é organizado em torno de Deus e Sua atividade no mundo.

Este calendário segue seis períodos de duração variável: Advento, Natal, Epifania, Quaresma, Páscoa, e Pentecostes. Cada um destes períodos têm objetivos diferentes:

  • Advento foca na antecipação da vinda de Deus para o mundo e também na encarnação e o retorno de Cristo.
  • Natal foca no nascimento de Cristo.
  • Epifania foca na luz da presença de Deus brilhando no mundo.
  • Quaresma foca no pecado humano e a solução benevolente de Deus.
  • Páscoa foca na vida de ressurreição.
  • Pentecostes foca na atividade contínua do Espírito Santo no mundo.

O ritmo anual desses períodos podem ter um efeito poderoso no crescimento espiritual pessoal e comum.

Se você gostar deste devocional da Quaresma, confira a Bíblia Sagrada: Mosaic, uma Bíblia impressa que inclui tudo o que você lerá neste devocional mais obras de arte coloridas e leituras para cada semana do calendário da igreja.

Leituras

“Agora, porém”, declara o Senhor , “voltem-se para mim de todo o coração, com jejum, lamento e pranto.” Rasguem o coração e não as vestes. Voltem-se para o Senhor , o seu Deus, pois ele é misericordioso e compassivo, muito paciente e cheio de amor; arrepende-se e não envia a desgraça. Talvez ele volte atrás, arrependa-se, e ao passar deixe uma bênção. Assim vocês poderão fazer ofertas de cereal e ofertas derramadas para o Senhor , o seu Deus. Toquem a trombeta em Sião, decretem jejum santo, convoquem uma assembleia sagrada. Reúnam o povo, consagrem a assembleia; ajuntem os anciãos, reúnam as crianças, mesmo as que mamam no peito. Até os recém-casados devem deixar os seus aposentos. Que os sacerdotes, que ministram perante o Senhor , chorem entre o pórtico do templo e o altar, orando: “Poupa o teu povo, Senhor. Não faças da tua herança objeto de zombaria e de chacota entre as nações. Por que se haveria de dizer pelos povos: ‘Onde está o Deus deles?’”
Joel 2:12‭-‬17

“Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.
Mateus 6:16‭-‬21

Deus fala através de dons e habilidades

Provérbios 16:9

Faça o que você é bom em fazer – esse é o dom de Deus para você

As pessoas com frequência se perguntam: O que eu deveria fazer com a minha vida? Qual é o meu objetivo de estar vivo? Deus tem um plano pra mim? Uma das formas de Deus responder a estas perguntas é através de nossos dons e habilidades. Ele nos leva a compreender nosso propósito através dos dons e talentos que Ele nos dá.

Um talento dado por Deus, ou o que chamamos de “dom”, é algo que fazemos com facilidade, algo que vem naturalmente. Por exemplo, grandes artistas sabem exatamente como colocar formas e cores juntas, então gostam de pintar, esculpir, ou desenhar edifícios. Muitos compositores ouvem músicas em suas cabeças, e eles simplesmente anotam as melodias e/ou letras para fazer lindas músicas. Algumas pessoas tem a habilidade natural de organizar ou administrar, enquanto outras tem o dom de aconselhar, ajudando pessoas a melhorarem suas vidas e relacionamentos. Não importam quais sejam os nossos talentos, desfrutamos de grande satisfação ao fazermos o que somos bom em fazer.
Se você não tem certeza do seu propósito na vida, apenas faça o que você é bom em fazer e veja Deus confirmar suas escolhas abençoando seus esforços. Não gaste sua vida tentando fazer algo que você não tem habilidade para fazer. Quando as pessoas fazem o que não são hábeis para fazer elas tornam-se miseráveis, e também as pessoas ao seu redor. Mas quando as pessoas estão no lugar certo, farão seu trabalho com excelência e serão uma benção para seus empregadores e colegas de trabalho.

Se fizermos aquilo que somos bons em fazer, sentiremos a unção de Deus (presença e poder) em nossos esforços. Saberemos que estamos trabalhando com nossos dons e que isso honra a Deus e ministra na vida de pessoas. Deus fala conosco através dessa unção, dando-nos paz e alegria para sabermos que estamos cumprindo o Seu plano em nossas vidas.

Extraído do livro Ouvindo Deus a Cada Manhã de Joyce Meyer. Direitos Autorais de Joyce Meyer, 2010. Publicado por FaithWords. Todos os direitos reservados.

Liberalismo: um flerte fatal

Liberalismo - Deus precisa do seu dinheiro

O que o liberalismo e o comunismo tem em comum? Ambos são movimentos ideológicos oportunistas.

Esse flerte é um flerte fatal. É sempre gente muito especial
Edgard Scandurra

Flerte Fatal é o nome de uma música da banda de rock nacional Ira, que fala sobre o abuso das drogas e suas consequências. Na narrativa poética de Edgard Scandurra, tudo começa com um simples flerte que aos poucos vai nos consumindo, e no final nos destrói completamente.

O liberalismo tem sido alvo de flerte há algum tempo no Brasil. Sabe-se de seminários respeitados que hoje são um ninho de teólogos liberais, instituições tradicionais e pentecostais que tem em sua cátedra professores cuja missão em sala de aula é desacreditar a Palavra de Deus.

Herege à moda antiga

Essa vertente chamada de liberalismo teológico não é nova. Engana-se quem pensa que Rudolh Bultmann, no século 20, foi o proponente, idealizador ou precursor. Já no século 19, o alemão Friedrich Schleiermacher negava a historicidade dos milagres de Jesus, e Albrecht Ritschl colocava a experiência subjetiva acima da Palavra e transformava o filho de Deus em um mero sábio religioso.

A lista de teólogos malignos e seus desserviços ao evangelho é longa, e seria muito chato gastar tanto tempo citando cada herege liberal, sua época e sua contribuição para esculhambar com a igreja, então eu vou abreviar. Basta-nos saber que tal pensamento não é novidade.

Utopia racional

Assim como o comunismo, o liberalismo teológico é uma utopia. Ele chega com a promessa de revitalizar o cristianismo através de uma proposta de fé que contemple as necessidades do homem moderno (ou no nosso caso, do homem pós-moderno), mas ao invés do avivamento religioso-racional prometido, o que realmente acontece quando o liberalismo chega às igrejas é que elas morrem. Isso aconteceu na Europa, tem acontecido nos Estados Unidos e em breve vai começar a acontecer no Brasil.

Além disso, os teólogos liberais falham no mesmo ponto que os comunistas. Eles acham que sabem o que as pessoas precisam, quando na verdade eles não entendem nada de gente. As pessoas modernas (e pós-modernas) precisam de espiritualidade tanto quanto os humanos mais primitivos. O homem não é uma máquina proletária, e nem uma máquina humanista, mas um ser criado à imagem de Deus, que precisa estar em comunhão com ele por meio de Jesus Cristo. Por isso as ideologias humanizadas, sejam elas políticas ou bíblicas, são totalmente ineficazes quando se trata de resolver o problema do homem.

Mil rostos, todos iguais

No Brasil, o liberalismo tem muitas faces. Ele se disfarça de pastor-pensador que discursa sobre uma “divindade relacional” que abre mão de conhecer o futuro pra ser nosso amigão, e também de guru esotérico que apela até para a “impossibilidade quântica” quando o assunto é justificar o próprio pecado. Ele se disfarça de pastor-filósofo que fala de “horizontes utópicos” e “humanismo apofágico”, e até de pai de santo gospel que faz culto em terreiro de candomblé sob pretexto de que “todas as religiões têm uma parte da verdade”.

Mas por trás de toda roupagem intelectual, a verdade acerca destes homens é bastante simples. O pastor liberal quase sempre é um homem que perdeu a fé, mas que gosta de viver da religião. Sem coragem para encarar o mercado de trabalho, o neo-herege faz desse estado de apostasia sua nova fé, e transforma sua “crença na descrença” em um lucrativo meio de vida. Como o mau pastor de Ezequiel 34, estes homens engordam sugando a vitalidade das ovelhas, e destruindo a espiritualidade da igreja.

Por Léo Gonçalves, no Púlpito Cristão.

O desafio dos 21 dias retorna!

Desafio de 21 Dias de 2018

Apenas três semanas com um comportamento consistente podem levá-lo a adquirir um novo hábito. É por isso que foi criado o Desafio de 21 Dias anual: para ajudá-lo a se envolver com a Bíblia todos os dias. Comece um novo Plano Bíblico agora… e inicie cada dia deste novo ano com uma perspectiva renovada.

Como funciona o desafio

Começando em 1° de fevereiro, complete ao menos um dia de um Plano Bíblico, diariamente por 21 dias. É isso! Você não precisa fazer apenas um Plano de 21 dias (ou mais). É possível fazer uma série de Planos mais curtos, um após o outro. Basta completar ao menos um dia de pelo menos um Plano em cada um dos 21 dias!

Se você completar todos os 21 dias, no final do desafio, você receberá uma medalha especial do Desafio de 21 Dias de 2018 no seu perfil do App da Bíblia. Também escolheremos, aleatoriamente, um vencedor entre todos aqueles que completaram os 21 dias para receber um prêmio especial.

Mas, o mais importante: Você terá criado um novo hábito: o de ler a Bíblia diariamente!

 

Comece encontrando alguns Planos

O Desafio de 21 Dias inicia logo, portanto, recomendamos que você comece a pesquisar agora os Planos que deseja fazer durante o Desafio. A seguir, algumas ideias para ajudá-lo a começar. Ao encontrar um Plano do qual acha que vai gostar, abra-o e toque em “Salvar para Depois”. Ou, melhor…

Toque aqui neste link, selecione Com Amigos defina a data de início como 1° de fevereiro, e convide alguns amigos para se juntarem a você!

Medalha do Desafio de 21 Dias de 2018

www.YouVersion.com

 

Até que ponto vai o respeito e submissão de um liderado a um líder?

Submissão de um liderado a um líder

Assunto polêmico e muito interessante.

O portal A Bíblia, trás assunto do universo cristão e tem como finalidade em responder perguntas sobre a Bíblia. Como é de costume, esse é mais um de tantos outros portais que assino a newsletter e ao abrir o último e-mail, me deparei com esse assunto, que por sua grandeza, resolvi compartilhar no meu blog. Se você ainda não conhece esse site, demorô. Vamos ao assunto!

Pergunta

Nesta semana conheci uma pessoa um tanto fanática, ao meu ver. Por quê? Bom, estávamos conversando e em um determinado momento eu falei que não concordava com uma certa atitude que o pastor da minha Igreja tomou, (ele e eu não congregamos na mesma igreja), a partir disso ele me deu um “sermão” argumentando que era pecado criticar aos nossos pastores, líderes, superiores em geral, apontando que na bíblia está escrito que eles são ungidos de Deus, e portanto criticá-los é criticar a Deus. Não estou querendo arrumar um pretexto para “falar mal” do meus líderes e pastores, mas pelo que conheço, uma das coisas que Lutero quis combater com a reforma foi a alienação do povo, que não tinha acesso a bíblia e aceitava a palavra dos padres da época como “verdades irrefutáveis”, sem contestar, nem questionar. Gostaria de uma posição dos administradores do site no tocante a esse assunto, sobre até onde vai a nossa lealdade e submissão aos nossos líderes, e também até onde vai a nossa interpretação pessoal da palavra? Novamente friso que não estou buscando pretextos para “falar mal” dos meus líderes, sei que eles têm uma carga de responsabilidade sobre seus ombros maior do que a minha, que muitas vezes e em muitos lugares o trabalho deles não é retribuído da forma merecida, e também sou daqueles que acham que “só criticar, mas não fazer nada para melhorar não resolve em nada”. Não sei se isso é relevante, mas a atitude do meu pastor com qual não concordei é que na minha igreja congrega uma senhora com deficiência nas pernas, e que por não ter condução, vai a pé para igreja, enquanto que o pastor que tem carro, mora no mesmo bairro que ela e nunca ofereceu uma carona para ela, isso não foi ninguém que me contou não, ou presunção minha, mas eu ouvi isso da boca da própria irmã. Sei que muitos que lerem falarão pra mim levar a senhora para casa se estou incomodado, mas da mesma forma que ela não tenha condução, mas graças a Deus tenho duas pernas saudáveis que não me impedem de frequentar a casa de Deus, mas infelizmente ela não está nas mesmas condições que eu. Pergunta de Adriano de Presidente Prudente/SP em 20/01/2018.

Resposta

Responder sua pergunta é manifestar, uma compreensão do agir do ser humano.

Problemas semelhantes ao que descreveste, existem em todos os lugares. Onde vivem seres humanos, aparecem estes problemas. Muitos responsáveis pelas Igrejas, se portam como Jesus ensinou. Lembro o fato da última ceia de Jesus com os discípulos, nesta ocasião deixou para eles um ensinamento que é chave de ouro: “quem quiser ser o primeiro em sua comunidade seja o último, seja o servo de todos”. O ensinamento está na pratica do serviço.

Todo o que se considera chamado por Deus para um ministério, conhece este ensinamento de Jesus. Deus estará com ele, mas junto vem o compromisso do serviço. Outra passagem “o maior amigo é aquele que dá a vida por seu amigo”.

Infelizmente, no serviço da igreja, existem os bons pastores, como o profeta Ezequiel capítulo 34 fala e Jesus no evangelho de João capítulo 10, e existem os pastores que são mercenários.

A pessoa humana devido, a ganância pelo poder, toma caminhos diversos daqueles que Jesus nos deixou. Pensam fazer carreira na Igreja, (os chamados carreiristas) ter poder, ser bem visto por todos. Na verdade o verdadeiro poder vem do serviço da dedicação do dar a vida, (como o Bom Pastor faz) a sua comunidade.

O que argumentas é o correto, se não puderes evitar a ação anti evangélica do Pastor, pelo menos busque o que seja melhor para ti, em relação ao serviço a sua comunidade. Que estes fatos não te afastam do que é o principal: viver o ensinamento de Jesus.

Portal A Bíblia

O dinheiro compra amigos, muitos amigos, mas quando acaba, o rico fica sozinho

Provérbios 19:4

Recebo regularmente via e-mail, do portal evangélico Let God Be True [em inglês], um versículo por dia do livro de Provérbios acompanhado de um minucioso texto em referência aos comentários do livro do rei Salomão. Este que postamos aqui, achei muito relevante e por sua grandeza, resolvi compartilhar com todos. A tradução não é lá muito prefeita, pois foi transcrita através do tradutor do Google, mas se ler com atenção, conseguirá entender.

Que Deus em sua majestosa graça e bondade lhe abençoe e traga sabedoria para que você possa enfrentar a vida com maestria frente as ciladas e adversidades do inimigo. Vamos ao texto, e boa leitura!

 

As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa
Provérbios 19:4

O dinheiro compra amigos, muitos amigos. O rico facilmente tem um séquito de amigos felizes a servir. Pobres, sem dinheiro, não pode nem mesmo como iniciar uma fraterna amizade com seus vizinhos para serem amigáveis. O rei sábio escreveu este provérbio para ajudá-lo a ter seu entendimento bem sucedido.

Amizades baseadas em dinheiro são falsas, e a suposta união feliz e útil é egoísta e cuida apenas de si. Uma vez que o dinheiro venha a se esgotar, os amigos vão para longe e a comitiva das amizades desaparece instantaneamente. Mesmo os vizinhos, uma vez úteis, evitam e rejeitam um homem pobre.

Alguns provérbios irão ensinar uma lição óbvia. “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” e não é difícil de entender o Provérbios 2:6. Esse valor é obtido explorando o senso completo de treinamento, da formação plena e adequada da natureza de uma criança, no caminho em que ela deve andar, mas em qual é a idade certa de ensinar essa criança? A lição não é clara, mas você deve procurar os detalhes.

Outros provérbios declararam uma observação a vida. A lição é apenas implícita e seu dever é encontrá-lo. Salomão escreveu muitos provérbios desse tipo e esse é um deles. Ele escreveu sua observação sobre os efeitos de dinheiro nas relações através do seu próprio privilégio para identificar esta lição, que é uma condenação, medindo pessoas por dinheiro.

Sua observação é verdadeira. Homens que seguem aqueles com dinheiro esperam obter algumas das vantagens pra si próprio. Aprenda a ver as falsas palavras e ações de tais homens, que se abrem entre os amigos dos ricos. Eles não estão lá para o homem rico, estão apenas para as riquezas do amigo rico. Eles esperam obter o que pode derramar sobre sua riqueza.

O número de amigos não deve impressioná-lo: a multidão é apenas temporária – enquanto o dinheiro durar. A popularidade não prova nada de bom ou nobre por aquele que está sendo seguido ou pelos seguidores. Você deve reconhecer o poder dos subornos e a ganância dos homens, e deve ter uma visão de popularidade acentuada devido ao sucesso ou influência financeira.

O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal. Isso faz com que os homens façam amizades com base em ganhos financeiros ao invés do caráter. Não são amizades reais, mas relacionamentos de ganância e avareza. Quando o dinheiro acabar, a amizade termina. Mesmo os vizinhos, que deveriam ter um senso de dever uns com os outros, evitarão e rejeitarão aqueles que são pobres.

Salomão fez esta observação para o filho várias vezes (Provérbios 14:20; 18:16; 19:6-7). Sendo o filho de um rei rico, ele teria muitos sanguessugas o seguindo. Ele tinha que ser sábio e ver através de sua fachada de amizade para medir seu caráter. Os homens de princípio não se importam com dinheiro ou vantagem, eles estão lá para o longo de duradouro ciclo de amizade (Provérbios 17:17). Reis e homens bem-sucedidos, exigem caráter para sobreviver (Provérbios 25:4-5; Salmos 101:1-8144:11-15).

O sucesso financeiro, por si só, não é uma medida precisa de um homem. Há muitos fatores que contribuem para outras riquezas além do caráter e habilidade. Há muitos ricos tolos, mas há homens sábios pobres. O tempo e o acaso acontecem com todos eles (Eclesiastes 9:11). Seja instruído: um sábio pobre é muito superior que um rico tolo (Provérbios 19:1; 28:6; Eclesiastes 4:13; 9:13-16).

Considere dois exemplos bíblicos de como a riqueza afeta as amizades. Jó, uma vez muito rico, reclamou como seus amigos e familiares mais íntimos o abandonaram em sua horrível pobreza e problemas (Jó 19:8-19). Mas Jônatas, o príncipe de Israel, o maior exemplo de um amigo, desistiu de sua elevada posição e grande riqueza para se tornar amigo do pobre pastor Davi (I Samuel 18:1-4; 20:30). Os verdadeiros amigos não são influenciados pela riqueza.

Não ame os outros pelo que eles podem fazer por você. Jesus disse:

Quando deres um jantar, ou uma ceia, não chames os teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso recompensado. Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos, e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos
Lucas 14:12-14

E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam
Lucas 6:32

Jesus Cristo, que era muito rico, tornou-se pobre para fazer amizade e salvar os miseráveis ​​da pobreza, para que se tornassem ricos pela pobreza de Deus (II Coríntios 8:9). Aqui está a amizade desconhecida dos homens naturais. Aqui está o presente indescritível do evangelho. Aqueles que conhecem Jesus Cristo facilmente se queimarão servindo aqueles que não podem pagar (II Coríntios 12:15).

www.LetGodBeTrue.com

Como podemos saber que partes da Bíblia se aplicam a nós hoje?

Bíblia de Jerusalém

Muitos mal-entendidos ocorrem quando caracterizamos comandos que devemos estar seguindo como “específicos de um certo tempo”, aplicando-se apenas ao público original, ou quando confundimos comandos específicos a um público em particular como sendo verdades eternas. Como podemos discernir a diferença? A primeira coisa a notar é que o cânone das Escrituras foi encerrado no final do 1 º século DC. O que isto significa é que a maioria da Bíblia, se não toda, não foi originalmente escrita para nós. Os autores tinham em mente os ouvintes daquela época e provavelmente não sabiam que suas palavras seriam lidas por pessoas de todo o mundo séculos mais tarde. Isso deve nos levar a ter muito cuidado ao interpretar a Bíblia para o cristão de hoje. Parece que grande parte da pregação contemporânea está tão preocupada com relevância que tratamos a Bíblia como um lago de onde pescar aplicações para os cristãos de hoje. Isto é feito à custa de exegese e interpretação adequadas.

As três principais regras de hermenêutica (a arte e a ciência da interpretação bíblica) são: 1º contexto; 2º contexto; e 3º contexto. Antes que possamos dizer aos cristãos do século 21 como a Bíblia se aplica a eles, devemos primeiro chegar à melhor compreensão possível do que a Bíblia significava ao seu público original. Se chegarmos a uma aplicação que teria sido estranha para o público original, há uma possibilidade muito forte de que não estamos interpretando a passagem corretamente. Quando estivermos confiantes de que entendemos o que o texto significava para os seus ouvintes originais, então devemos considerar as diferenças entre nós e eles. Quais são as diferenças na linguagem, tempo, cultura, geografia, ambiente e situação? Tudo isso deve ser levado em conta antes de que uma aplicação possa ser feita. Quando entendermos a divergência de nossas culturas, poderemos encontrar pontos em comum entre o público original e nós mesmos, encontrando aplicações em nosso tempo e situação.

Também é importante destacar que cada passagem tem apenas uma interpretação correta. Ela pode ter uma gama de aplicações, mas apenas uma interpretação. Isto significa que algumas aplicações são melhores que outras. Se uma aplicação for mais próxima da interpretação correta do que outra, então é uma melhor aplicação daquele texto. Por exemplo, muitos sermões têm sido pregados em 1 Samuel 17 (a história de Davi e Golias) que envolvem “derrotar os gigantes de sua vida”. Os pregadores levemente pegam os detalhes da narrativa e vão direto para a aplicação, a qual geralmente envolve comparar Golias com uma situação difícil e intimidante que deve ser superada pela fé. Há também tentativas de alegorizar as cinco pedras que Davi apanhou. Estes sermões geralmente concluem com uma exortação para que sejamos fiéis como Davi.

Embora essas interpretações levem a sermões envolventes, é duvidoso que a audiência original teria alcançado essa mensagem desta história. Antes de podermos aplicar a verdade de 1 Samuel 17, precisamos saber como o público original a compreendeu, e isso significa determinar o objetivo global de 1 Samuel como um livro. Sem entrar em uma exegese detalhada, vamos apenas dizer que não se trata de derrotar os gigantes de sua vida. Isso pode ser uma aplicação distante da passagem, mas como uma interpretação, é estranha ao texto. Deus é o herói da história e Davi é o Seu veículo escolhido para trazer a salvação ao Seu povo. A história contrasta o rei do povo (Saul) com o rei de Deus (Davi) e também prenuncia o que Cristo (o Filho de Davi) faria no fornecimento de nossa salvação.

Um outro exemplo comum de interpretação que ignora o contexto é João 14:13-14. Ler este versículo fora de contexto parece indicar que receberemos qualquer coisa de Deus contanto que usemos a fórmula “em nome de Jesus” no final da oração. Ao aplicar as regras de hermenêutica adequadas a esta passagem, vemos Jesus falando aos Seus discípulos no Cenáculo na noite de Sua traição. O público imediato é os discípulos. Em essência, isso é uma promessa aos discípulos de Jesus de que Deus proveria os recursos necessários para que terminassem a sua tarefa. É uma passagem de conforto porque Jesus logo iria deixá-los. Existe uma aplicação aos cristãos do século 21? É claro! Ao orar de acordo com a vontade de Deus (em nome de Jesus), Deus nos dará aquilo de que precisamos para realizar a Sua vontade em e através de nós. Além disso, a resposta que recebermos sempre glorificará a Deus. Longe de nos dar o que quisermos, esta passagem nos ensina a submeter-nos à vontade de Deus em oração e que Deus sempre providencia tudo de que precisamos para realizar a Sua vontade.

Uma interpretação bíblica apropriada é construída sobre os seguintes princípios:

  1. Contexto. Para entendê-lo plenamente, comece de um pequeno ponto e expanda daí: versículo, passagem, capítulo, livro, autor e testamento/aliança.
  2. Tente entender como o público original teria compreendido o texto.
  3. Considere as diferenças entre sua cultura e a do público original.
  4. Se um comando moral do Antigo Testamento for repetido no Novo Testamento, considere-o como uma “verdade eterna”.
  5. Lembre-se de que cada passagem tem apenas uma interpretação correta, mas pode ter muitas aplicações (algumas melhores que outras).
  6. Sempre seja humilde e não se esqueça do papel do Espírito Santo na interpretação. Ele prometeu guiar-nos a toda a verdade (João 16:13).

Como mencionado anteriormente, a interpretação bíblica é tanto uma arte quanto uma ciência. Existem regras e princípios, e algumas das passagens mais difíceis exigem mais esforço do que outras. Devemos sempre estar dispostos a mudar uma interpretação em resposta ao convencimento do Espírito e de acordo com as evidências.

Por Got Questions