Você sabia que é possível medir a corrupção?

Índice de Percepção da Corrupção (IPC) 2018

Começamos um novo ano, com um novo Congresso Nacional, mas com o mesmo compromisso: trabalhar para que deputados e senadores eleitos aprovem as Novas Medidas contra a Corrupção.

Nesta luta, é muito importante estarmos bem informados e conhecer a situação atual. Você sabia que existe uma forma de medir a corrupção e avaliar como estamos avançando? A Transparência Internacional, integrante da Coalizão Unidos Contra a Corrupção divulgará no próximo dia 29 de janeiro o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) 2018. O IPC é o principal indicador de corrupção no setor público no mundo, oferecendo uma fotografia anual sobre o nível relativo de corrupção para cada um dos 180 países participantes do ranking.

Sua divulgação é uma oportunidade para avaliar a evolução do Brasil e de outros países no mais importante ranking global de percepção da corrupção.

Essa é uma informação muito importante e que devemos acompanhar para pressionar o Congresso Nacional para aprovar as Novas Medidas contra a Corrupção.

Clique aqui para receber os resultados no seu e-mail no dia 29.

Unidos Contra a Corrupção
Transparência Internacional

Unidos Contra a Corrupção

 

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O banquetaço vem aí!

o banquetaço vem aí

Estamos nos organizando para um ato de protesto em vários estados, contra a extinção do Consea. A ideia é montar um banquete com alimento bom, limpo e justo e distribuir no mesmo dia e horário em várias cidades do país. Essa será uma das ações do Banquetaço. Pretendemos chamar a atenção da sociedade para a importância do Consea e para o direito humano à alimentação.

A ideia é unificar as questões políticas em torno da extinção do Consea e ao mesmo tempo respeitar e valorizar as ações e diferenças em cada estado. Sim! Foi escolhida para uma quarta-feira, dia 27 de fevereiro por duas razões:

  1. Dia em que a Câmara está em funcionamento
  2. Data que antecede a votação da MP 870.

Seguimos em frente e nos organizando. A luta continua!

Os riscos do #DecretoDaMorte de Bolsonaro que flexibiliza a posse de arma no país

Pulp Fiction – Tempo de Violência

Quem age por decreto é ditador e quem dita, não ouve ninguém.

Os riscos do decreto assinado na manhã tenebrosa de terça-feira pelo então presidente #Bolsonaro que flexibiliza a posse de arma para o cidadão de bem, são, em primeiro lugar, as crianças e as mulheres. Esse será um grande problema que veremos com maior frequência num futuro próximo. Vamos ter um aumento significativo, na minha opinião, de acidentes com armas de fogo em crianças, um aumento de suicídios entre adolescentes e crianças, aumentando as mortes dentro de casa.

Consequentemente a isso, teremos o aumento de feminicídio, que já está crescendo muito no país e a tendência agora é se agravar ainda mais a violência doméstica.

A nova faixa de risco do Brasil será o tal homem branco de classe média. Este vínculo estava, praticamente, fora da faixa criminal de homicídios, mas isso já existia e não dávamos bola, porque quem morria e continua morrendo são os jovens negros de periferia.

Entram também nas estatísticas, as brigas de trânsito e os desentendimentos banais comuns, como um debate político, por exemplo, até por que, participar e ter opinião política no país é errado.

Logo, a classe que entrará na faixa de serão os policiais, os grandes defensores dessa política e os mais aguerridos cabos eleitorais bolsonariano.

Quem lê esse artigo, sabe do que estou falando ou tentando passar, e as graves consequências que estão por vir serão terríveis. Existem estudos e pesquisas, fartos de argumentações comprovando que isso é um grave equívoco que o (des)governo adotou e a internet está cheio desses conteúdos. Basta dar um google e pesquisar.

Tenho medo do comportamento arrogante dos reacionários, porque dessa gente não espero nada. Caso alguém venha me perguntar se também iria requerer o uso para o posse de arma de fogo, direi que sim, eu vou como todo mundo irá fazer! Caso se alguém venha com uma pergunta infantil dizendo que crente e não poderei fazer isso, direi a esse infeliz que é nessa hora que temos que separar os zelotes dos fariseus. Pra quem não sabe, os zelotes eram uma seita judaica radical do tempo de Jesus. Eles acreditavam na luta armada contra os romanos e esperavam um Messias guerreiro. Simão, um dos 12 apóstolos, era conhecido como “o zelote”. Simão era Pedro, tá? zelote vem de “zelo”, que significa devoção fervorosa. Os zelotes levaram sua devoção à Palavra de Deus ao extremo, acreditando que deviam fazer tudo para, mas isso é outro debate.

Quando tudo isso acontecer, que amigos matarem amigos, entes familiares mantarem seus entes queridos, que crianças venham a morrer por acidente com armas de fogos, maridos venham matar suas esposas por nada, irmão matarem irmãos… não adianta ir pra igreja chorar e se arrepender. A coisa já foi feita e aquele que cometeu estava em pena faculdade mental do que fez e em quem votou.

O decreto que queria ter lido e comemorado era o do mais emprego e da retomada da economia, mas em 15 dias de (des)governo de Bolsonaro dois decretos, entre outros, foram sancionados. Um foi para a diminuição do salário mínimo e o outro a flexibilização da posse de arma de fogo. Ainda tem gente que diz que estamos torcendo pra dar errado. E precisa?

Bem vindo a nova era da ignorância no país!

Com alegria,
Dialison Cleber Vitti

Discurso do então presidente Lula na cerimônia de assinatura do Estatuto do Desarmamento em 2003

Discurso do então presidente Lula na cerimônia de assinatura do Estatuto do Desarmamento em 2003

Nada é mais urgente diante da violência do que construir a paz. E nada é mais eficiente, para evitar a violência, do que fortalecer a paz. A paz, portanto, é o ponto de partida e de chegada é a linha demarcatória que baliza a trajetória e o destino de qualquer sociedade.

Sabemos que a desigualdade social desfigura essa marcha solidária. É preciso dar à paz seu verdadeiro nome – justiça social.

Preservar a integridade física de todos os seus cidadãos é a primeira obrigação de um Estado democrático. Sem o direito à vida todos os outros direitos humanos se dissipam e perdem sentido.

Discurso do então presidente Lula, na cerimônia de assinatura do Estatuto do Desarmamento, em 2003. Foto: Ricardo Stuckert.