Testemunho de uma tragédia

Novembro de 2013 completo 5 anos da tragédia que assolou o estado de Santa Catarina e mais precisamente o nosso município de Ilhota. Tivemos no estado 135 vitimas fatais dos quais 35 em nosso município. Foi e é sem duvida a maior tragédia já vista e vivida pelo povo ilhotense, algo jamais esquecido por todos, principalmente por aqueles que são as vitimas diretas desta tragédia… muita dor… muita luta e acima de tudo fé e perseverança na reconstrução diária seja ela da alma ou dos bens materiais.

Nesta postagem, divulgo o vídeo relatando o testemunho da maior tragédia, ocasionada no ano de 2008, vivenciado pelo Major Neto, bombeiro militar que atuou diretamente neste evento. Por ele, podemos lembrar dos momentos de dificuldade e toda mobilização dos órgãos públicos e executivos lutando arduamente na tentativa de regatar e preservar a vida daqueles que encontravam em situação de risco eminente.

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Estado conclui laudo sobre incidente químico em São Francisco e Corpo de Bombeiros vai propor revisões na legislação

O Corpo de Bombeiros e o Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina divulgaram, nesta quarta-feira, 15, o laudo sobre o incidente químico ocorrido em São Francisco do Sul no dia 24 de setembro de 2013, provocando uma gigante nuvem de fumaça na cidade. O documento aponta o acidente como uma decomposição auto-sustentável do fertilizante que estava no depósito de uma empresa privada, tendo como causa mais provável uma reação do elemento cloro presente no próprio fertilizante com a umidade elevada dentro do galpão.

O laudo confirma também que o imóvel, na data do acidente, estava em situação irregular, pois não possuía projeto preventivo contra incêndio aprovado pelos bombeiros, nem vistoria para habite-se ou atestado de vistoria para funcionamento. O diretor-geral do IGP, Rodrigo Tasso, afirma que o documento, com cerca de 150 páginas, foi entregue para a Polícia Civil de São Francisco do Sul e para a Polícia Federal de Joinville, que darão continuidade às investigações.

O perito criminal Rogério de Medeiros Tocantins explica que, de acordo com a bibliografia consultada para o laudo, o fenômeno decomposição auto-sustentável nunca tinha ocorrido no país, sendo o caso de São Francisco do Sul o primeiro brasileiro. A média mundial é de um caso semelhante a cada três anos. Rogério acrescenta que nem todos os fertilizantes são capazes de sofrer esse tipo de decomposição.

A decomposição térmica desse tipo de fertilizante, em geral, é iniciada por uma fonte externa de calor. Mas no local não foram encontrados elementos técnicos que sugerissem que a reação em São Francisco tenha se iniciado por fonte externa. A absorção de umidade, ou seja, a absorção de água presente na atmosfera, também promove a degradação física do fertilizante, podendo gerar uma solução ácida. O fertilizante ficou entre 20 e 25 dias no galpão, que precisaria de melhores condições para controle da umidade, e essa reação pode ter ocorrido lentamente nesse período.

“Conseguimos identificar elementos técnicos que apontam como causa mais provável a formação de uma condição ácida e/ou a presença de elementos catalíticos, como por exemplo o cloreto. Foi constatado que esse fertilizante, na sua composição, possui o elemento cloro, ligado na forma de um sal, que em presença de umidade se dissocia e forma um cloreto. Esse cloreto em condições ácidas se torna mais suscetível a desencadear uma decomposição térmica que pode desenvolver para um decomposição auto-sustentável”, explica o perito Rogério. Ele ressalta, no entanto, que não se pode descartar a presença de outros contaminantes – a Polícia Civil ainda vai investigar o que estava armazenado no galpão antes do espaço receber o fertilizante.

Legislação

O subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Gladimir Murer, acrescenta que além de participar da elaboração do laudo, a partir de agora a corporação assumiu o trabalho de propor mudanças na legislação para controle do armazenamento desse tipo de fertilizantes e de outros produtos perigosos. “Hoje, no país, nós temos uma legislação bastante forte na questão de transporte de produtos perigosos. No entanto, quanto ao armazenamento, nós temos a necessidade fortalecer a legislação e reforçar o controle. Vamos trabalhar para produzir minutas de legislação para serem submetidas aos órgãos competentes e tentar transformá-las em instruções normativas, não só para Santa Catarina, mas para todo o país”, destacou o coronel Murer.

Questões ambientais

O laudo aponta, ainda, que foram evitados grandes danos ambientais em São Francisco do Sul. Foram avaliados impactos na flora, na fauna e na água da região. “Na vegetação, verificamos um dano na borda na floresta, um dano mínimo em que a vegetação se recupera naturalmente. E em relação aos corpos hídricos, a água contaminada escoou por dois canais artificiais. Essa água seria levada pelos canais artificiais para cursos naturais, um deles no meio do manguezal. Mas foi feita uma barreira de contenção e o material foi coletado por caminhões-pipa e direcionado para tratamento em empresas especializadas“, explica o perito criminal Rafael Salum de Oliveira.

O acidente

Na noite de 24 de setembro de 2013, uma carga de fertilizante à base de nitrato de amônio sofreu uma reação química em um galpão distante dois quilômetros do Porto de São Francisco do Sul, no Norte do Estado, provocando uma grande nuvem de fumaça. No galpão estavam armazenadas cerca de 10 mil toneladas do fertilizante. Desde o início, as ações dos órgãos públicos foram concentradas na retirada das pessoas dos imóveis localizados no entorno do local.

O registro da eclosão do acidente foi às 22h25 do dia 24 de setembro, sendo que a chegada do Corpo de Bombeiros ocorreu às 22h55 e o início do combate entre 23h30 e 0h30. Foi preciso um tempo para identificar o produto e os procedimentos a serem adotados. Foram 200 bombeiros trabalhando na operação que durou quase 60 horas. A reação química foi interrompida às 6h do dia 27 de setembro. A situação só foi controlada com o resfriamento do galpão. Os bombeiros encharcaram a carga de fertilizantes para fazer a contenção do calor e, consequentemente, evitar explosões e danos ambientais. Foram utilizados cerca de dois milhões de litros de água na operação.

Secretaria de Estado de Comunicação

Bombeiros farão avaliação no Morro do Baú, em Santa Catarina, neste domingo

Morro do Baú em Ilhota vista leste

Uma equipe do de Bombeiros Militares seguiu, na manhã deste domingo, 22, para a região do Morro do Baú, em Ilhota. O Centro Nacional de Gerenciamento de Desastres (CENAD) enviou um aviso para Santa Catarina de que, se as condições climáticas continuarem como estão, há possibilidade de deslizamentos no local. Em 2008, durante uma enchente, essa região sofreu vários desmoronamentos de terra, matando 130 pessoas.

Ainda neste domingo, os bombeiros farão uma avaliação da situação dos moradores, dos terrenos próximos, do nível da chuva no local e um plano de ação para casos de novos desmoronamentos. Até o fim da manhã, a situação era tranquila no Morro do Baú, sem nenhum registro de alagamentos ou desmoronamentos.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina segue em prontidão para o pronto atendimento das diferentes demandas decorrentes das chuvas que atingem o Estado. Além das guarnições de serviço, equipes da Força-Tarefa (grupos especializados na atuação em situações extremas) foram mobilizadas e já reforçam as ações de resposta nas regiões mais vulneráveis (Municípios do Extremo-Oeste, Vale do Itajaí e Vale do Rio Tijucas). Os demais Bombeiros Militares e Comunitários estão em sobreaviso, com equipamentos e materiais prontos para o emprego caso a situação evolua nas próximas horas.

A aeronave Arcanjo 01, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), está no Alto Vale desde sábado para apoio às ações por terra. Uma base foi montada no município de Ituporanga, para onde foi deslocado o caminhão-tanque que permite mais autonomia para a operação da aeronave no local da ocorrência.

 Arcanjo 01 - Helicóptero dos Bombeiros Militares de Santa Catarina

Manhã de domingo

Esta manhã, os bombeiros concentraram esforços no atendimento às vítimas da queda de granizo e forte vendaval no município de Rio Negrinho, por volta das 8h40min. Pelo menos quatro casas foram destelhadas e outras duas atingidas pela queda de árvores derrubadas pelo vento. Uma árvore tombou sobre fios da rede de distribuição de energia e, por isso, parte da cidade teve o abastecimento interrompido.

Madrugada de domingo

Na região do Alto Vale, nas últimas 24h, foram atendidas 40 ocorrências relacionadas ao mau tempo – a maioria delas apoio/resgate de atingidos pela alta no nível dos rios da região.

Força-tarefa

Defesa Civil SC

O governo do Estado de Santa Catarina montou uma força-tarefa para orientar e auxiliar a população. A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu alerta para risco de alagamentos, deslizamentos e inundações. Os mapas meteorológicos indicam tempo instável com acúmulo de 300mm a 330 mm. Na prática isso representa que em três dias vai chover o dobro do esperado para o mês inteiro de setembro.

Nas regiões costeiras, os valores de marés elevados dificultam o escoamento das águas das chuvas para o mar. Podem ocorrer inundações pela maré astronômica de sizígia – ocorrem nas luas nova e cheia, quando são registradas as maiores preamares (maré alta) -e chuvas, especialmente nas madrugadas e tardes de sexta e de sábado. Entre domingo e segunda-feira a maré astronômica diminui, mas o vento sul pode continuar dificultando o escoamento das águas.

Orientações

Em caso de inundações e alagamentos, a Defesa Civil orienta a população a evitar o contato com a água e transitar em lugares alagados e pontes submersas. É importante tomar cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Em tempestades com descargas elétricas e vento, deve-se permanecer em local seguro e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas publicitárias ou objetos que possam ser arremessados. É aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Quanto a possíveis deslizamentos de terra, deve ser observado qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.

As defesas civis e órgãos estaduais das regiões Oeste, Litoral Sul e Planalto Sul, onde há maior confirmação de risco de alagamentos, já foram mobilizadas pela Defesa Civil estadual e estão preparadas para atender a população. “A equipe da Defesa Civil estadual está em estado de alerta e concentrada na previsão do tempo em todo o estado”, explica o diretor de Prevenção e Preparação da Defesa Civil, Fabiano de Souza.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão. O telefone para contato é o (48) 3664-7000.

Fonte: Secom/SC

Ilhota no youtube. Assista aos vídeos dos atentados aos ônibus da prefeitura de Ilhota

Ilhota na rota do crime organizado do PGC. E nós, somos organzados?

Todos mundo viu a nossa querida Ilhota nos noticiários padrões da mídia tradicional, em que foi pauta da terrível onda de crime que envolve o estado catarinense. A lamentável situação em que aterrorizou o município na madrugada da terça-feira do dia 5 de fevereiro. Quatro ônibus, que são usados para o transporte de estudantes, foram incendiados dos “vândalos”. A ocorrência foi registrada por volta das 2h.

A onda de ataques em Santa Catarina atingiu também o município de Ilhota. Os ônibus que pertencem à Secretaria Municipal de Educação, estavam estacionados na garagem da Secretaria de Obras e Transporte. Um ônibus queimou totalmente e os outros dois foram queimados parcialmente. De acordo com os Bombeiros Voluntários de Ilhota e Militar de Gaspar que estiveram atendendo a ocorrência, um dos ônibus foi completamente destruído e os outros três foram parcialmente queimados. Foram usados 12 mil litros de água no combate ao fogo.

A Polícia Civil de Gaspar encontrou no local dois frascos de refrigerante vazios, que possivelmente foram utilizados com gasolina para atear fogo nos veículos. A polícia não tem pistas dos autores do crime. A  ação rápida do Corpo de Bombeiros Voluntario de Ilhota, evitou uma grande tragédia.

Bombeiros estão com inscrições abertas para o Curso de Guardião de Piscinas

Curso de Guardião de Piscinas

Seguem abertas até a próxima terça-feira (13) as inscrições para o Curso de Formação de Guardião de piscinas e parques aquáticos junto ao 3º Batalhão de Bombeiro Militar de Blumenau. Interessados podem se inscrever das 13h às 18h30, na sede do batalhão (Rua Sete de Setembro, nº 2880 – Centro). As inscrições também podem ser realizadas pelo email:3b3@cbm.sc.gov.br, porém os documentos devem ser entregues na sede do 3º BBM.

Para realizar a inscrição o candidato deve apresentar cópia da Carteira de Identidade e CPF (juntamente com os originais); atestado médico indicando que está em boas condições de saúde, para o fim a que se destina o curso e de não possuir doenças ou enfermidades infecto-contagiosas que sejam transmissíveis pela água da piscina (original); certidão negativa de antecedentes criminais dos últimos 05 (cinco) anos, expedida há no máximo seis meses pela Justiça Estadual da comarca onde reside (original) e cópia do comprovante de residência (apresentar original).

Para mais informações acesse o edital pelo link: http://www.cb.sc.gov.br/edital_geral/Edital_2012_blumenau.pdf.

Dia Nacional do Bombeiro traz programação especial para toda SC

Bombeiros Voluntários de Ilhota

O Dia Nacional do Bombeiro (2 de julho) e a Semana de Prevenção Contra Incêndio motivam uma série de atividades promovidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), todas voltadas para informar  a população quanto a minimização dos riscos de incêndio e para aproximar as comunidades da instituição. Durante toda a semana que vem (de 2 a 7 de julho) os quartéis abrirão as portas para visitação pública.

Operação Alerta Vermelho – Por meio de visitações preventivas nas residências unifamiliares, visa alcançar o maior número de pessoas informando sobre aos cuidados com relação ao uso de energia elétrica, gás, combustíveis, velas e fogões. São distribuídos informativos com orientações e questionários de avaliação para aferir o nível de segurança das casas.

Palestras – Para diversos públicos, são realizadas nas escolas e nos quartéis, instruindo sobre os riscos de incêndio, primeiros socorros e prevenção a acidentes.

Simulados – Realizados em edificações públicas e escolas, identificam as rotas de fuga e preparam as pessoas para agirem em caso de sinistro.

Demonstrações – São feitas nos quartéis, espaços públicos ou privados e mostram um pouco do trabalho de combate a incêndio, salvamentos e resgates.

Em Florianópolis (1° Batalhão) a Operação Alerta Vermelho visitará os bairros Estreito, Barra da Lagoa, Rio Vermelho e Região do Maciço do Morro da Cruz. Outro destaque é a simulação de evacuação do Edifício Dias Velho, no Centro, que terá ações de exibição de combate a incêndio, busca, resgate de vítimas e salvamento em altura a partir das 18h00 de quarta-feira, dia 04.  No sábado (dia 07), às 09h00, 100 Bombeiros Mirins treinados pelo 1° Batalhão se formarão, no Centro de Ensino do Corpo de Bombeiros Militar.

Em Itajaí (7° Batalhão) a abertura terá desfile de viaturas a  partir das 09h00 do dia 2 de julho pelas principais ruas da cidade, seguida de visitas ao quartel, que receberão estudantes da rede pública e privada de ensino durante toda a semana. No dia 04 haverá simulado operacional na Praça da Igreja Matriz, com exposição de viaturas, equipamentos, distribuição de informativos e apresentação de vídeo institucional. A meta atingir também aproximadamente 800 estudantes em visita ao quartel e mais de 300 residências visitadas em relação ao Alerta Vermelho.

Fim da polícia militar no Brasil pela ONU

Policial Militar feminino catarinense

Esclarecimentos à sociedade brasileira acerca do relatório periódico universal elaborado pelo alto comissariado de direitos humanos da ONU em 30 de maio de 2012.

O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (CNCG-PM/BM), órgão de representação dos Comandos de cerca de 600 mil militares estaduais, sobre as notícias veiculadas de que o Conselho de Direitos Humanos, do Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas – ONU, teria recomendado a “supressão” ou o “fim” das Polícias Militares, tem a esclarecer o seguinte:

  1. As informações veiculadas não encontram fundamento, sequer próximo, numa leitura atenta e contextualizada, da Minuta do Relatório do Grupo de Trabalho do Conselho de Direitos Humanos, do Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas – ONU, sobre a Revisão Periódica Universal referente a sua 13ª sessão, divulgado em 30 de maio de 2012, que recomende o fim das Polícias Militares no Brasil.
  2. A recomendação, cuja autoria foi do representante da Dinamarca no Conselho, na verdade literalmente propõe que o governo brasileiro trabalhe para abolir um dito sistema separado de polícia militar, agregando-a ao mecanismo nacional de prevenção a tortura e execuções extrajudiciais por policiais, sem detalhar mais a respeito, conforme se verifica dos textos originais: 119.14. Adopt Bill No. 2442 in order to guarantee the independence and autonomy of the members of the National Preventive Mechanism, in conformity with Brazil’s obligations under the OPCAT* (Denmark);
    (…). 119.60. Work towards abolishing the separate system of military police by implementing more effective measures to tie State funding to compliance with measures aimed at reducing the incidence of extrajudicial executions by the Police. (Denmark).
  3. Tanto é verdade esta interpretação que o mesmo documento recomenda ao Brasil que estenda a outros estados da federação a experiência do Rio de Janeiro de Unidades de Polícia Pacificadora, integrada por policiais militares: 119.62. That other state governments consider implementing similar programs to Rio de Janeiro’s UPP Police Pacifying Unit (Australia).
  4. É desconhecido de boa parte da sociedade que a experiência de polícias de natureza militar não é uma exclusividade brasileira, estando também presentes em vários países como Holanda, Itália, França, Espanha, Portugal, Argentina e Chile, dentre tantos outros.
  5. A excelência de uma polícia de natureza militar é atestada pela ONU quando ela, há anos, se vale de policiais militares brasileiros para treinamento de forças policiais estrangeiras em países em estabilização, após passarem por guerras.
  6. Mudanças são sempre necessárias e, nesse sentido, as Polícias Militares têm empreendido um grande esforço, apesar dos obstáculos cada vez maiores que tem enfrentado, na busca incessante da qualidade dos serviços prestados.
  7. O sistema de segurança no Brasil reclama por transformações, mas transformações incrementais, muito bem refletidas e fundamentadas, que busquem a melhoria do processo e não simplesmente uma mudança na característica de uma instituição centenária, capilarizada por todos os municípios brasileiros, como se isso representasse um ganho por si só.

Assim e diante de todo o exposto, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares reafirma seu compromisso, solenemente declarado, de servir a sociedade brasileira, dispondo-se sempre ao diálogo, na busca do aperfeiçoamento dos serviços prestados por policiais e bombeiros militares por uma segurança pública melhor para o Brasil.

Florianópolis, 01 de junho de 2012

Nazareno Marcineiro, Coronel PM Comandante-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina e Presidente do CNCG PM/CBM

Projetos que abonam faltas de professores e anistia PMs chegam à Alesc

Protesto de professores em Portim„o

O governador Raimundo Colombo assinou e encaminhou, na tarde desta quarta-feira (30), para a Assembleia Legislativa, dois projetos de lei aguardados com ansiedade pela Polícia Militar e pelos professores catarinenses. O primeiro documento dá anistia aos policiais militares e bombeiros que fizeram parte de movimentos reivindicatórios de 22 a 27 de dezembro de 2008 e, o segundo, abona as faltas dos professores que participaram de greves em 2008 e 2010. A medida também se estenderá aos professores que fizeram parte do movimento grevista deste ano, desde que seja comprovada a reposição das aulas.

Sem a anistia, os militares sofriam penalidades administrativas que impediam a evolução na carreira. De acordo com o projeto, os policiais e bombeiros militares, que foram exonerados ou licenciados por causa da participação no movimento, terão 60 dias para serem reintegrados ao trabalho. “Era um pedido antigo da classe e que interferia na carreira dos profissionais. Assim, eles vão poder continuar prestando o trabalho aos catarinenses com dedicação e evoluindo na sua profissão”, afirma o governador Raimundo Colombo.

Assim como os policiais militares, os professores que participaram das greves de 2008, 2010 e 2011 também encontravam problemas na hora de requerer benefícios como a licença-prêmio, promoções, progressão de função, adicional por tempo de serviço e aposentadoria.

Benefícios

O Governo do Estado também encaminhou outros dois projetos. Um dos documentos trata da gratificação dos servidores do Instituto de Metrologia de Santa Catarina (Imetro/SC). O órgão era o único da administração indireta que não possuía nenhum tipo de abono além do salário. A medida passará a valer a partir de 1º de janeiro. “Queremos corrigir uma defasagem histórica”, explicou o governador.

O outro projeto prevê um aumento do valor indenizatório para os guarda-vidas civis, a partir de 1º de janeiro. Atualmente, os profissionais que prestam serviços temporariamente como guarda-vidas civis no Estado recebem um valor de R$ 75,00 por dia. A partir do próximo ano, esse valor passará para R$ 100,00. Além desses, o governador Raimundo Colombo também encaminhou para os deputados estaduais uma mensagem com o estatuto da Centrais Elétricas de Santa Catarina – Celesc, para apreciação e possível alteração.