Os tabus sobre direitos humanos

Sete tabus dos Direitos Humanos

Direitos humanos para…? Bandido bom é bandido…? Lugar de criança é na…? Drogas: guerra é o caminho? Índio quer…? Polarização nas redes: verdade ou mentira? Lugar de mulher é…? Para ampliar o debate sobre direitos no Brasil, convidou-se pessoas com trabalhos de referência no país para um papo reto sobre questões que geralmente são tratadas como tabus.

O evento aconteceu quinta-feira, dia 22, às 19h30, com uma transmissão ao vivo e online, direto da página do Quebrando Tabu no Facebook! Eu não assisti. Esqueci! O tema foi sete tabus dos Direitos Humanos. A quem diga que bom, viu?

Quem mediou essa conversa foi a atriz, diretora da ONG Humanos Direitos e Embaixadora Nacional da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga. Além dela, participaram da mesa: Juliana Melo, pesquisadora sobre sistema prisional no Rio Grande do Norte; Dona Raimunda Dias, mãe de ex-interno no sistema socioeducativo; MC Sabrina Martina, componente do Movimentos; Getúlio Juca, Nhanderu Kaiowá e membro do Conselho Continental da Nação Guarani – CCNAGUA; Pablo Ortellado, pesquisador da USP; e Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil.

Abaixo, o vídeo que transmitiu o debate ao vivo pela página da campanha no Facebook. Até o momento a organização não subiu o vídeo no canal da Anistia Internacional Brasil no YouTube.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fquebrandootabu%2Fvideos%2F1808994482490264%2F&show_text=0&width=560

Os tabus sobre direitos humanosAnistia Internacional Brasil

 

 

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Elipse – Revista literária galego-portuguesa #10

Capa da revista Elipse #10

Recebi o e-mail de meu amigo e poeta Samuel Costa sobre o editorial galego-portuguesa, que informa a publicação da revista literária Elipse número #10, onde possui um percurso já muito amplo no campo da literatura e da arte e que segue avançando com passo firme no mundo da lusofonia; Galiza, Portugal, Brasil e Moçambique.

A revista é uma publicação literária quadrimestral (formato físico e virtual). Com achegas em poesia, narrativa, gráfica, tradução. Nela participam os seguintes artistas:

  • GALIZA: Augusto fontám, Francisco Pazos, Manuel Bonabal, Ofelia Comesaña, Manuel Blanco, Sabela Carballo, Artur Alonso, Abilio Rodríguez, José André, Xosé María Vila, Alberte Corral e Alfonso Díaz.
  • PORTUGAL: Fernando Fitas e Marília Miranda Lopes.
  • BRASIL: Paulo Pires, Clarisse da Costa, Vivaldo Terres, Andréa Mascarenhas, Samuel da Costa e Lepota L. Cosmo.
  • MOÇAMBIQUE: Estêvão do Acácio Chissano e Narciso Balói.

Brasil deve continuar preparação para enfrentar os vírus transmitidos pelo Aedes

Mosquito Aedes Aegypti

O Brasil deve continuar a preparação para enfrentar os vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. O chikungunya, por exemplo, registrou em Pernambuco um número de casos maior do que o de zika no primeiro semestre, e já está afetando outras regiões do país. Baseada em dados do Ministério da Saúde, a avaliação é da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que participou na terça-feira (8) de um simpósio internacional da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).

De 3 de janeiro a 9 de julho de 2016, casos de zika em Pernambuco somaram pouco mais de 400, ao passo que as ocorrências de chikungunya chegaram a 31.397. No mesmo período em 2015, apenas 62 infecções por chikungunya no estado haviam sido notificadas. Em última revisão do Ministério da Saúde, que contabilizou casos até 17 de setembro, eram mais de 44 mil casos prováveis da doença.

Em evento na Academia Nacional de Medicina que ocorreu até quinta-feira (10), especialistas se reuniram para um balanço dos desafios e avanços da luta contra o zika desde novembro de 2015, quando o governo brasileiro decretou emergência nacional de saúde pública por causa da alta de casos de microcefalia.

“A previsão em Pernambuco e outros estados do Nordeste é de que o impacto do zika em 2017 não será tão forte quanto foi em 2015 e no início de 2016 porque muitos dos moradores desses locais já foram infectados nesse período. Uma preocupação forte agora pode ser o chikungunya, que está aumentando e é uma doença que tem sequelas, que também tem certa mortalidade e que supõe uma sobrecarga para os serviços de saúde e para a população. Tampouco estes novos vírus devem fazer esquecer a dengue, uma doença que mata”, explicou o coordenador da área doenças transmissíveis da OPAS, Enrique Vázquez.

Uma das preocupações das autoridades é a temporada de chuvas que tem início no fim do ano, pois precipitações estão associadas à presença do vetor das três arboviroses — o Aedes aegypti.

“Nos últimos anos, o governo tem desenvolvido um sério trabalho de conscientização da população, de controle vetorial, não tem por que mudar”, disse Vázquez, que destacou, no entanto, que cada vírus exige adaptações específicas dos sistemas e serviços de saúde na resposta às epidemias.

Fonte: ONU Brasil

Brasileiro é reeleito para Comissão de Direito Internacional da ONU

Gilberto Vergne Saboia

O embaixador brasileiro Gilberto Vergne Saboia foi reeleito com 139 votos para a Comissão de Direito Internacional da ONU para mais um mandato de cinco anos, que começa em  1º de janeiro de 2017. Ele e outros 33 integrantes foram escolhidos em votação secreta realizada pela Assembleia Geral da ONU no dia 3 de novembro. O mandato da atual equipe termina no fim deste ano.

A Comissão tem 8 representantes de países africanos, 7 de países asiáticos, 4 do leste europeu, 7 da América Latina e Caribe e 8 da Europa e outros países. A região que inclui o Brasil tem ainda representantes da Colômbia, Chile, Nicarágua, México, Peru e Equador. O estatuto da Comissão prevê que seus integrantes sejam pessoas de reconhecida competência em legislação internacional, com nacionalidades diferentes entre si.

Estabelecido na Assembleia Geral em 1948, o órgão é composto por um corpo jurídico especializado cuja tarefa é preparar projetos de convenções sobre temas que ainda não tenham sido regulamentados pela legislação internacional, e codificar as regras do direito internacional nos campos onde já existe uma prática do Estado.

ONU Brasil

Doenças que atingem 1 bilhão de pessoas e ninguém se importa

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Negligência

Com o impacto gerado pela epidemia do vírus zika, que se espalha para outras partes do mundo, parece fácil esquecer que centenas de milhões de pessoas nos países mais pobres ou em desenvolvimento sofrem de “doenças tropicais negligenciadas”, ou DTNs.

Trata-se de um grupo de doenças tropicais endêmicas, especialmente entre populações pobres da África, Ásia e América Latina. A negligência é das autoridades de saúde e das empresas farmacêuticas, que não veem essa parcela da população como mercado capaz de comprar medicamentos.

Surtos como o de zika, emergência internacional presente hoje em mais de 60 países e territórios, vêm e vão ao longo do tempo e ganham as manchetes da imprensa. Porém, silenciosamente, mais de 1 bilhão de pessoas em 149 países sofrem com as doenças tropicais negligenciadas.

Doenças Tropicais Negligenciadas

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece 18 doenças como DTNs: dengue, raiva, tracoma, úlcera de Buruli, bouba, hanseníase, doença de Chagas, doença do sono, leishmaniose, teníase/neurocisticercose, dracunculíase, equinococose, trematodíases de origem alimentar, filariose linfática, oncocercose (cegueira dos rios), esquistossomose, helmintíases transmitidas pelo solo e micetoma.

No Brasil, a DTN que tem maior incidência, em números absolutos, é a dengue, segundo a entidade Médicos Sem Fronteiras – ainda que, mais recentemente, venha havendo um esforço consistente para o desenvolvimento de uma vacina. Outra doença preocupante em território nacional é a hanseníase (lepra): o Ministério da Saúde registrou cerca de 28 mil novos casos de infecção em 2015.

Diferentemente da infecção por zika ou ebola – ou da gripe aviária e da Sars, voltando um pouco no tempo -, há pouco risco de as DTNs se espalharem pelo mundo desenvolvido. Os atingidos se concentram em áreas rurais remotas ou aglomerados urbanos, e a voz dessas pessoas quase não se faz ouvir pelo mundo.

Anos Vividos com Incapacidade

Nem todas as infecções por DTNs resultam em morte, mas conviver com elas pode ser debilitante. Uma maneira de medir o impacto de doenças na saúde da população é relacionar a duração média da enfermidade com sua gravidade, um indicador chamado Anos Vividos com Incapacidade (AVIs).

Embora a China e a Índia sejam os países mais afetados por DTNs, isso ocorre pelo tamanho das populações dessas nações. Ajustando a medição por população, países africanos, do Sudeste Asiático e pequenos arquipélagos como Kiribati e ilhas Marshall se destacam como as áreas mais atingidas.

Na República Democrática do Congo, um dos países mais afetados, o Instituto para Métricas Médicas e Avaliações, centro de pesquisa da Universidade de Washington, disse que apenas em 2013 houve mais de 8 milhões de casos de apenas uma DTN, a oncocercose ou cegueira dos rios, resultando em 500 mil AVIs.

A oncocercose é uma doença parasitária crônica transmitida por mosquitos que carregam o nematódeo Onchocerca volvulus. No corpo humano, essas larvas se tornam vermes adultos que podem causar cegueira, lesões cutâneas, coceira intensa e despigmentação da pele quando os vermes morrem.

Avanços e retrocessos

Apesar de a oncocercose ser uma das DTNs mais disseminadas, muitos países a controlaram pela aplicação de inseticidas, e houve uma queda de 24% de 1990 a 2013 nos AVIs causados pela enfermidade no mundo.

Há outros casos bem-sucedidos. Infecções intestinais por nematódeos, como aquelas causadas por vermes em forma de gancho, registraram a maior queda entre as DTNs – 46% até 2013. Já o chamado verme-da-Guiné, causador da dracunculíase, está quase erradicado.

Mas enquanto a maioria das DTNs registram prevalência menor em 2013 do que em 1990, algumas estão em alta, e certas doenças possuem um potencial de estrago maior do que as enfermidades que estão recuando.

A leishmaniose é uma delas: Cerca de 12 milhões de pessoas estão infectadas, e houve um aumento de 136% nos AVIs desde 1990. E o caso mais preocupante é da dengue, doença conhecida dos brasileiros, mas distante do mundo desenvolvido. Segundo a OMS, há registro de cerca de 390 milhões de casos de dengue no mundo por ano, e 96 milhões desses casos resultam em doenças com alguma severidade. Houve aumento superior a 600% nos AVIs causados pela dengue desde 1990.

Fonte: Diário Saúde

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De acordo com o Banco Mundial, jovens latino-americanos carecem de acesso adequado a saneamento e Internet

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Para ganhar a luta contra a pobreza na América Latina e no Caribe, as crianças e os jovens precisam ter melhor acesso às oportunidades básicas, afirmou o Banco Mundial na ocasião da publicação de novos dados para marcar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza.

De 2000 a 2014, a pobreza extrema (pessoas vivendo com menos de 2,5 dólares por dia) caiu de 25,5% para 10,8% na América Latina e no Caribe. No entanto, desde 2012, essa redução tem ocorrido em um ritmo muito mais lento, como resultado da desaceleração econômica nos países da região.

Ao mesmo tempo, a desigualdade passou por uma ligeira redução, embora ainda se mantenha em um patamar elevado. A região também apresentou significativos avanços na expansão do acesso às oportunidades, especialmente aos serviços básicos, como eletricidade e matrícula escolar, disse o Banco Mundial.

A atual desaceleração econômica, no entanto, está ofuscando esse progresso contínuo, já tendo interrompido a expansão da classe média.

“Para a região continuar com a grande transformação social que empreendeu desde a virada do século, precisamos garantir que, para cada criança ou jovem, seja oferecida uma oportunidade justa para poder cumprir o seu verdadeiro potencial”, disse Jorge Familiar, vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e Caribe.

No contexto da desaceleração econômica, é ainda mais importante melhorar as oportunidades das crianças desfavorecidas, como o acesso a uma boa educação

O relatório “Índice de Oportunidade Humana (IOH) 2016: Buscando Oportunidades para Todos” avalia em que medida as crianças e jovens de até 16 anos têm acesso aos serviços necessários para uma vida produtiva — tais como educação, água e saneamento, eletricidade e Internet.

Enquanto a análise mostra importantes avanços no acesso à eletricidade e à matrícula escolar — mais de 90% de cobertura — a região ainda está defasada no acesso à água corrente, saneamento e Internet.

A Argentina, Brasil e Chile apresentam as mais altas pontuações do IOH em educação, enquanto o México está entre os mais bem pontuados quanto ao acesso à eletricidade. O Uruguai é o mais avançado em saneamento. A região andina e a América Central estão obtendo bons resultados na conectividade móvel.

Os piores resultados em saneamento foram registrados na Bolívia, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Honduras e Haiti. No caso do acesso à Internet, os casos mais graves são Guatemala, Honduras, Nicarágua e Bolívia.

“O acesso desigual aos serviços essenciais pode prejudicar o desenvolvimento e o bem-estar das crianças e jovens, o que, em última análise, limita a sua produtividade na vida adulta e afeta o potencial da região para impulsionar o crescimento e reduzir ainda mais a pobreza no longo prazo”, disse Oscar Calvo-Gonzalez, autor do relatório e diretor de práticas para redução da pobreza na América Latina e no Caribe do Banco Mundial.

Infelizmente, a baixa renda e escolaridade dos pais, assim como viver nas áreas rurais, continuam a ser importantes barreiras para o acesso às oportunidades e à mobilidade econômica de uma geração para a seguinte

Evoluções da última década

O relatório concluiu que, entre 2000 e 2014, a região fez progressos significativos na expansão do acesso aos serviços: o IOH para frequência escolar na América Latina e no Caribe mostra-se elevado, com uma média de 94%, e também é semelhante a sua taxa de cobertura, o que indica que o acesso é mais equitativo.

Os dados também revelam que a região enfrenta mais desafios para alcançar a igualdade de oportunidade de acesso adequado ao saneamento básico e à água encanada, em comparação com a conclusão do ensino fundamental.

Em toda a região, o acesso ao telefone celular subiu de 13% em 2000 para mais de 90% em 2014. No entanto, apesar do rápido avanço na cobertura de Internet, o IOH para a disponibilidade desse tipo de conexão se mantém baixo, inferior a 50% para cada país da região.

Se a região mantiver o seu desempenho na expansão do acesso aos serviços, é possível que a maioria deles atinja a cobertura universal em 2030: as crescentes taxas de acesso à Internet, água e saneamento na região superam o percentual de crescimento necessário para que se alcance a cobertura universal nos próximos 15 anos. No entanto, o progresso apresenta uma grande variação entre os países.

Leia aqui o relatório completo

Fonte: ONU Brasil

 

Associação Brasileira de Críticos de Cinema divulga o ranking dos 100 melhores filmes brasileiros em toda a história

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A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) fez um ranking dos cem melhores filmes nacionais.

Limite (1931), de Mario Peixoto, ficou em primeiro lugar e é a obra mais antiga da lista. Em seguida, vem o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha, que concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes daquele no ano.

Lançamentos recentes também foram contemplados, como Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert. Lançado neste ano, o longa é a aposta do Brasil para concorrer ao Oscar 2016 na categoria de melhor filme estrangeiro. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho, ficou em 15º lugar. O Céu de Suely (2006), uma das principais obras de Karim Aïnouz, ficou na 70ª posição.

Outros títulos importantes, como O Auto da Compadecida (1999) ficou em 63º, Macunaíma (1969) com a 10ª colocação e Tropa de Elite (2007), ficou com o 30º lugar.

Abaixo, você pode ver a lista completa:

  1. Limite (1931), de Mario Peixoto
  2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha
  3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos
  4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho
  5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha
  6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla
  7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person
  8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles
  9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte
  10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade
  11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles
  12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
  13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado
  14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman
  15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho
  16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho
  17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho
  18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues
  19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias
  20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman
  21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna
  22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri
  23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra
  24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro
  25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci
  26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos
  27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos
  28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho
  29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos
  30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha
  31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade
  32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci
  33. Santiago (2007), de João Moreira Salles
  34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha
  35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha
  36. O Invasor (2002), de Beto Brant
  37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira
  38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane
  39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto
  40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra
  41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga
  42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral
  43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla
  44. SuperOutro (1989), de Edgard Navarro
  45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach
  46. À Meia-noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas
  48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla
  49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos
  50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach
  51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias
  52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor
  53. Madame Satã (2000), de Karim Aïnouz
  54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman
  55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins (Zé do Caixão)
  56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978)
  57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha
  58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles
  59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos
  60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra
  61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco
  62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade
  63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes
  64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto
  65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior
  66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person
  67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha
  68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane
  69. Meu Nome é… Tonho (1969), de Ozualdo Candeias
  70. O Céu de Suely (2006), de Karim Aïnouz
  71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert
  72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky
  73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda
  74. Estômago (2010), de Marcos Jorge
  75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes
  76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira
  77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias
  78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco
  79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni
  80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach
  81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina
  82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho
  83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel
  84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna
  85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr.
  86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis
  87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko
  88. Di (1977), de Glauber Rocha
  89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade
  90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins
  91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia
  92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues
  93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach
  94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha
  95. Carandiru (2003), de Hector Babenco
  96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci
  97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla
  98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger
  99. Meteorango Kid, Herói Intergaláctico (1969), de Andre Luis Oliveira
  100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade e Bar Esperança, o Último que Fecha (1983), de Hugo Carvana

Fonte: HuffPost Brasil.

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Brasil avançou no combate à fome, mas agora tem 54% da população com sobrepeso

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ONU BrasilA incidência de nanismo associado à subnutrição no Brasil caiu de 19% em 1989 para 7% em 2007. O avanço foi um dos destaques do levantamento feito pelo Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA), que reuniu dez fatos sobre nutrição no Brasil.

O organismo internacional — fruto de uma parceria entre a agência da ONU e o governo brasileiro — ressalta que, num período similar, de 1986 a 2006, o aleitamento materno exclusivo para bebês de até seis meses aumentou de 2% para 39%. Outra conquista é o combate ao uso e preparação pouco conscientes dos alimentos — em 2007, as taxas de desperdício foram estimadas em 2%.

Nem todos as mudanças, porém, foram positivas. O sobrepeso em adultos e a obesidade alcançaram um patamar de 54% e 20%, respectivamente, e a tendência é de crescimento, alerta o Centro de Excelência.

Políticas pela nutrição

O Centro lembra que, nas escolas públicas brasileiras, alunos recebem ao menos uma refeição por dia. O fornecimento de comida é parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Desde 2009, ao menos 30% dos alimentos adquiridos pela iniciativa devem ser comprados de pequenos agricultores, fortalecendo a agricultura familiar e aumentando o acesso a produtos nutritivos e frescos.

O órgão ligado ao PMA também chama atenção para a adoção em 2010, na Constituição brasileira, do direito humano à comida. Com a medida, o Brasil se tornou um dos apenas três países do mundo a garantir a alimentação enquanto direito fundamental.

A lei nacional estabelece que todo cidadão “seja livre” da fome e da malnutrição e tenha acesso a alimentação adequada e saudável. Outro ponto positivo foram as regulações mais rígidas adotadas em 2015 pelo país para o mercado de substitutos do leite materno, mesmo com a resistência da indústria.

O Centro de Excelência elogiou ainda a publicação de diretrizes alimentares pelo governo, em 2014. O objetivo é encorajar pessoas a evitar alimentos ultraprocessados e consumir produtos naturais, integrais e com menores quantidades de aditivos e conservantes.

Pobreza

De acordo com o organismo do PMA, o combate à fome durante as últimas décadas foi possível devido à mobilização da sociedade civil, à alocação de recursos para a nutrição e a compromissos políticos traduzidos em ação concreta.

No entanto, o Centro alerta que, mesmo tendo conquistado melhorias na distribuição de renda, o Brasil ainda enfrenta pobreza generalizada e a insegurança alimentar e nutricional continua a ser um problema em algumas comunidades.

Conheça as 15 cidades menos desiguais do Brasil

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Segundo o Atlas da Exclusão Social no Brasil mediu quais são as cidades menos desiguais do Brasil com base em sete indicadores: pobreza, emprego, desigualdade, alfabetização, escolaridade, juventude e violência.

A partir de dados coletados dos Censos demográficos do IBGE desde o ano 2000, foi possível elaborar o Atlas da Exclusão Social no Brasil, um levantamento que consegue medir quais são as cidades menos desiguais (ou mais igualitárias) do Brasil com base em sete indicadores: pobreza, emprego, desigualdade, alfabetização, escolaridade, juventude e violência. Cada um desses itens recebeu um peso dentro do IES.

Pesos: Pobreza (17%); Emprego (17%); Desigualdade (17%); Alfabetização (5,7%); Escolaridade (11,3%) Juventude (17%); Violência (15%).

Curiosamente, todas as 15 cidades com menores índices de exclusão social estão nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. O estudo foi organizado por Alexandre Guerra, Marcio Pochmann e Ronnie Aldrin Silva, e publicado pela Editora Cortez. Confira a lista abaixo.

PS: De acordo com o índice, as piores condições de vida equivalem aos valores próximos de 0, e as melhores correspondem aos valores próximos de 1.

1º – Pomerode (SC) – Índice de Exclusão: 0,842
Posição no ranking de menor desigualdade 1º
Índice de Exclusão 0,842
Índice de Emprego 0,923
Índice de Pobreza 0,977
Índice de Desigualdade 0,824
Índice de Alfabetização 0,978
Índice de Escolaridade 0,499
Índice de Juventude 0,689
Índice de Violência 1

2º – Vale Real (RS) – Índice de Exclusão: 0,833
Posição no ranking de menor desigualdade 2º
Índice de Exclusão 0,833
Índice de Emprego 0,824
Índice de Pobreza 0,961
Índice de Desigualdade 0,98
Índice de Alfabetização 0,96
Índice de Escolaridade 0,388
Índice de Juventude 0,674
Índice de Violência 1

3º – Picada Café (RS) – Índice de Exclusão: 0,832
Posição no ranking de menor desigualdade 3º
Índice de Exclusão 0,832
Índice de Emprego 0,816
Índice de Pobreza 0,958
Índice de Desigualdade 0,924
Índice de Alfabetização 0,962
Índice de Escolaridade 0,424
Índice de Juventude 0,712
Índice de Violência 1

4º – Schroeder (SC) – Índice de Exclusão: 0,831
Posição no ranking de menor desigualdade 4º
Índice de Exclusão 0,831
Índice de Emprego 0,896
Índice de Pobreza 0,976
Índice de Desigualdade 0,884
Índice de Alfabetização 0,971
Índice de Escolaridade 0,541
Índice de Juventude 0,595
Índice de Violência 0,966

5º – Elisiário (SP) – Índice de Exclusão:0,830
Posição no ranking de menor desigualdade 5º
Índice de Exclusão 0,83
Índice de Emprego 0,887
Índice de Pobreza 0,952
Índice de Desigualdade 0,904
Índice de Alfabetização 0,836
Índice de Escolaridade 0,419
Índice de Juventude 0,697
Índice de Violência 1

6º – Borá (SP) – Índice de Exclusão: 0,828
Posição no ranking de menor desigualdade 6º
Índice de Exclusão 0,828
Índice de Emprego 1
Índice de Pobreza 0,915
Índice de Desigualdade 0,778
Índice de Alfabetização 0,8
Índice de Escolaridade 0,575
Índice de Juventude 0,647
Índice de Violência 1

7º – Jaraguá do Sul (SC) – Índice de Exclusão: 0,828
Posição no ranking de menor desigualdade 7º
Índice de Exclusão 0,828
Índice de Emprego 0,907
Índice de Pobreza 0,964
Índice de Desigualdade 0,714
Índice de Alfabetização 0,967
Índice de Escolaridade 0,717
Índice de Juventude 0,64
Índice de Violência 0,956

8º – Dois Irmãos (RS) – Índice de Exclusão: 0,825
Posição no ranking de menor desigualdade 8º
Índice de Exclusão 0,825
Índice de Emprego 0,897
Índice de Pobreza 0,98
Índice de Desigualdade 0,811
Índice de Alfabetização 0,951
Índice de Escolaridade 0,491
Índice de Juventude 0,669
Índice de Violência 0,962

9º – Treviso (SC) – Índice de Exclusão: 0,820

Posição no ranking de menor desigualdade 9º
Índice de Exclusão 0,82
Índice de Emprego 0,783
Índice de Pobreza 0,949
Índice de Desigualdade 0,879
Índice de Alfabetização 0,972
Índice de Escolaridade 0,484
Índice de Juventude 0,685
Índice de Violência 1

10º – Vila Flores (RS) – Índice de Exclusão: 0,819
Posição no ranking de menor desigualdade 10º
Índice de Exclusão 0,819
Índice de Emprego 0,722
Índice de Pobreza 0,929
Índice de Desigualdade 0,921
Índice de Alfabetização 0,981
Índice de Escolaridade 0,434
Índice de Juventude 0,747
Índice de Violência 1

11º – Feliz (RS) – Índice de Exclusão: 0,818
Posição no ranking de menor desigualdade 11º
Índice de Exclusão 0,818
Índice de Emprego 0,764
Índice de Pobreza 0,982
Índice de Desigualdade 0,829
Índice de Alfabetização 0,994
Índice de Escolaridade 0,451
Índice de Juventude 0,721
Índice de Violência 1

12º – Morro Reuter (RS) – Índice de Exclusão: 0,816
Posição no ranking de menor desigualdade 12º
Índice de Exclusão 0,816
Índice de Emprego 0,769
Índice de Pobreza 0,945
Índice de Desigualdade 0,906
Índice de Alfabetização 0,99
Índice de Escolaridade 0,351
Índice de Juventude 0,731
Índice de Violência 1

13º – Ascurra (SC) – Índice de Exclusão: 0,813
Posição no ranking de menor desigualdade 13º
Índice de Exclusão 0,813
Índice de Emprego 0,899
Índice de Pobreza 0,938
Índice de Desigualdade 0,87
Índice de Alfabetização 0,92
Índice de Escolaridade 0,36
Índice de Juventude 0,645
Índice de Violência 1

14º – Brusque (SC) – Índice de Exclusão: 0,813
Posição no ranking de menor desigualdade 14º
Índice de Exclusão 0,813
Índice de Emprego 0,86
Índice de Pobreza 0,958
Índice de Desigualdade 0,746
Índice de Alfabetização 0,947
Índice de Escolaridade 0,568
Índice de Juventude 0,655
Índice de Violência 0,98

15º – São José (SC) – Índice de Exclusão: 0,812
Posição no ranking de menor desigualdade 15º
Índice de Exclusão 0,812
Índice de Emprego 0,832
Índice de Pobreza 0,94
Índice de Desigualdade 0,682
Índice de Alfabetização 0,946
Índice de Escolaridade 0,809
Índice de Juventude 0,655
Índice de Violência 0,921

Chupado do blog Pragmatismo Político.

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Mercosul terá placa única de veículos em 2016

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Um novo modelo de placa única de identificação de veículos do Mercosul já está aprovado e será obrigatório nos Estados partes, inclusive o Brasil, a partir de 2016, para os veículos novos, o que deverá facilitar a circulação de pessoas e o controle dos veículos que transitam no bloco.

Esse é um dos avanços do Estatuto da Cidadania do Mercosul, criado em 2010 com a meta de estabelecer uma cidadania regional, que consolide os diretos criados para os cidadãos dos países participantes ao longo de duas décadas de existência do bloco. E que agregue novos direitos a este conjunto.

Para o ex-deputado federal e Alto Representante Geral do Mercosul, Doutor Rosinha, no entanto, é preciso avançar mais na implantação do estatuto. Ele deve apresentar uma proposta neste sentido ao Paraguai em agosto próximo.

“Estive em Assunção há uma semana, conversando sobre essa proposta e dizendo que a minha vontade é trabalhar com eles, no avanço do estatuto. Vou escrevê-la, porque eles acharam que era importante e interessante”, informou Rosinha, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, após o encerramento da 48ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, nesta sexta-feira (17), em Brasília.

O Paraguai assumiu, a partir de agora, a presidência temporária do Mercosul. E uma das funções do Alto Representante é justamente, no momento da mudança da presidência, levar uma proposta de trabalho ao próximo presidente do bloco.

A integração fronteiriça é o segundo ponto de interesse do Doutor Rosinha para o próximo período do Mercosul Tenho duas propostas nesse sentido e vou dar continuidade a uma terceira, que é a integração produtiva, que já vinha sendo feita pelo meu antecessor e eu continuei. Agora, vou apresentar à presidência pro tempore do Paraguai. Eu já abordei esse tema com eles e eles também concordaram”, relatou.

😀