Fake news: Centro Knight abre inscrições para curso online gratuito

Fake News dcvitti

O Centro Knight para o Jornalismo das Américas está com inscrições abertas para o curso on-line “Como desbancar as ‘fake news’ e nunca mais chamá-las por esse nome”. As aulas começam dia 5 de agosto e vão até o dia 2 de setembro.

O curso será coordenado por Ângela Pimenta, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e coordenadora do Projeto Credibilidade (Trust Project), iniciativa voltada a criar indicadores para distinguir o jornalismo de qualidade na internet.

Ângela também será uma das instrutoras do curso junto com Fábio Gusmão, editor online do jornal Extra, do Rio de Janeiro; Bárbara Libório, jornalista da Aos Fatos e do Canal Meio; e Pedro Burgos, fundador do projeto Impacto.Jor.

Os participantes vão aprender as etapas do trabalho de checagem e verificação para desmascarar notícias fabricadas, memes enganosos e vídeos manipulados que surgem nas redes.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Centro Knight.

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Novo curso sobre como combater as fake news

Fake News

Recebi um e-mail do Centro Knight da Universidade de Texas pra nos convidar a se inscrever no próximo curso online gratuito em português: “Como desbancar as ‘fake news’ e nunca mais chamá-las por esse nome”. Isso mesmo, recebi e estou compartilhando esse convite, que afinal de contas, é muito bom e já fiz outros cursos dessa organização, com intuito de aprender a desmascarar conteúdo falso e a desinformação que circula nas suas redes sociais.

Se você vai cobrir política no período eleitoral ou está apenas interessado em combater os memes e notícias fabricadas que recebe em grupos de conversa, estou certo de que o material deste curso vai te ajudar. Convocamos quatro especialistas que vão ensinar conceitos, ferramentas e práticas sobre o trabalho de checagem e verificação de conteúdo digital.

Inscreva-se agora mesmo neste curso massivo online e aberto (MOOC, na sigla em inglês), que começa dia 5 de agosto e vai até 2 de setembro. Nestas quatro semanas, você estará acompanhado da Ângela Pimenta, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e coordenadora do Projeto Credibilidade (Trust Project); Pedro Burgos, fundador do projeto Impacto.Jor; Barbara Libório, jornalista da Aos Fatos e do Canal Meio; e Fábio Gusmão, editor online do jornal Extra, do Rio de Janeiro.

O curso é super prático, cheio de dicas sobre ferramentas e habilidades que você poderá começar a usar de imediato. Como todos os nossos MOOCs, não haverá aulas ou atividades ao vivo, portanto você poderá participar nos horários e dias mais convenientes, durante o período do curso.

Para mais detalhes e um vídeo explicativo sobre o conteúdo do curso, visite este site: JournalismCourses.org. Você vai encontrar a ementa, com os detalhes dos tópicos de cada módulo, e as instruções de como se inscrever neste MOOC.

Se quer estar atualizado sobre as práticas de checagem e verificação de conteúdo, não perca essa oportunidade! Ah, e dada a importância do tema, por favor espalhe a notícia pelas redes sociais, entre seus contatos, colegas e amigos. Ajude-nos a chegar no maior número possível de pessoas e vamos formar um exército contra a desinformação!

Se tiver qualquer dúvida, a assistente deste curso, Natália Mazotte, está disponível para te ajudar, só escrever para nmazotte@gmail.com.

Cientistas preparam primeiro robô-jornalista do Brasil para trabalhar na Câmara dos Deputados

Primeiro robô-jornalista

Um robô produtor de notícias, o primeiro do tipo no Brasil, está sendo preparado paraa companhar os trabalhos na Câmara dos Deputados, elaborando automaticamente pequenos textos informativos e objetivos, de forma ágil e automática, sobre a tramitação de projetos de lei na casa. As informações são do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas.

Os cientistas estão construindo o Medidor de Poder, uma base de dados que reúne informações sobre leis, o patrimônio dos políticos, as doações recebidas pelas campanhas, os projetos de lei já propostos e os gastos com cotas e emendas parlamentares.

“Estruturar todos esses dados de uma mesma forma é muitas vezes o que emperra o trabalho do jornalista”, disse Yasodara Córdova, especialista em tecnologias para a Internet e mentora do projeto “Operação Serenata de Amor”, que trabalha na construção do robô-jornalista. “Temos muitos dados disponíveis, só precisamos juntar tudo”.

A ideia é que essa base de dados seja também utilizada para jornalistas encontrarem pautas e estabelecerem relações entre candidatos ou representantes já eleitos. “Seria trabalho dos jornalistas navegar pela base de dados e descobrir relações. É muito parecido com a ideia do Panama Papers”, explicou Irio Musskopf, cientista de dados e criador da “Operação Serenata de Amor”.

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Profissionais de mídia e defensores da liberdade de expressão lançam iniciativas contra impunidade em crimes contra jornalistas

Dia Internacional para acabar com a Impunidade dos Crimes Contra os Jornalistas

Quase quatro anos depois que a Assembléia Geral da ONU declarou o 2 de novembro como o Dia Internacional para acabar com a Impunidade dos Crimes Contra os Jornalistas (IDEI, na sigla em inglês), a data se tornou uma época em que profissionais da mídia e grupos de liberdade de expressão na América Latina e no resto do mundo chamam a atenção para os níveis de violência e impunidade que afetam seus colegas.

A declaração da ONU fez parte de uma resolução que pedia que “os Estados membros façam todo o possível para prevenir a violência contra jornalistas e funcionários dos meios de comunicação, para garantir que se encontrem os culpados por meio da condução de investigações rápidas, efetivas e imparciais sobre toda a violência contra jornalistas e trabalhadores da mídia reportada e que se levem os autores de tais crimes à justiça”.

Segundo a UNESCO, foram registrados assassinatos de 930 jornalistas nos últimos onze anos. Além disso, a organização acrescentou que ninguém é punido em nove entre cada dez casos.

No ano passado, a organização informou números que mostram que, na década anterior, apenas 11% dos homicídios de jornalistas que ocorreram na América Latina e no Caribe foram resolvidos.

Como parte da campanha #MyFightAgainstImpunity (Minha Luta Contra a Impunidade), que destaca seis entrevistas com jornalistas, ativistas de direitos humanos e parentes de jornalistas mortos, a UNESCO compartilhou a história de Oscar Cantú, fundador e editor do jornal Norte em Ciudad Juárez, no México. Cantú fechou o impresso em abril de 2017 após o assassinato de uma de suas jornalistas, Miroslava Breach.

Ficar sabendo de sua morte foi traumático para mim. Não só porque perdi uma colega querida, mas também porque me fez perceber que ainda não somos capazes de exercer nosso direito de informar o público, disse Cantú à UNESCO. Desde que o Norte foi fundado, há 27 anos, as condições para o exercício do jornalismo não mudaram.

O fundador do jornal apontou que mais de 11 jornalistas foram mortos no México apenas este ano.

“Fechei meu jornal como uma forma de protesto, como uma exigência de que os criminosos que matam jornalistas sejam levados à justiça. Quando conseguirmos a justiça, vamos abri-lo novamente”, disse ele. Cantú também pediu aos meios de comunicação que lembrem constantemente o público sobre os casos não resolvidos de crimes contra a imprensa.

Para marcar o IDEI, assim como a UNESCO e Cantú, organizações de liberdade de expressão e jornalismo da América Latina e de todo o mundo publicam sobre casos de violência contra jornalistas e sobre a subseqüente impunidade dos autores crimes, e também exigem que os governos façam mais para proteger os trabalhadores da mídia.

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) divulgou seu Índice de Impunidade Global, que mais uma vez mostrou o México e o Brasil entre os países com os mais altos níveis de impunidade em crimes contra jornalistas no mundo.

A IFEX e seus membros continuaram a campanha “No Impunity” (Sem Impunidade) para elevar “as vozes das vítimas ao cenário internacional” e exigem que “os governos defendam padrões mais elevados de justiça e responsabilidade”. Eles se concentraram em “cinco casos emblemáticos de impunidade”, incluindo o da jornalista Jineth Bedoya, na Colômbia, que foi sequestrada, torturada e agredida sexualmente por membros de grupos paramilitares, enquanto ela reportava uma história em uma prisão em 2000. Embora algumas prisões tenham sido feitas neste caso, os julgamentos estão em andamento e ela foi convocada para testemunhar no tribunal várias vezes. Ela criou a campanha #NoEsHoraDeCallar (Não é hora de ficar em silêncio) para combater a violência sexual contra as mulheres.

Para participar nas mídias sociais e compartilhar suas próprias histórias, os usuários marcaram suas postagens com hashtags como #EndImpunity (Pelo fim da Impunidade), #JournoSafe(Jornalistas Seguros) e #SayNoToImpunity (Diga não à Impunidade).

Nos dias que antecederam o IDEI, algumas organizações lançaram oficialmente projetos que não só aumentariam a conscientização a respeito dos jornalistas que foram assassinados por sua profissão, mas também asseguraram que suas investigações não fossem interrompidas.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) começou o Programa Tim Lopes para a Proteção de Jornalistas. Nomeado em homenagem a um repórter de TV Globo morto enquanto reportava em uma favela do Rio de Janeiro em 2002, o projeto visa a investigar assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros de profissionais da mídia e dar continuidade a seus trabalhos.

A organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) e a Freedom Voices Network lançaram oficialmente o projeto Forbidden Stories (Histórias Proibidas), que fornece uma plataforma para os jornalistas ameaçados de publicar seus trabalhos. No caso de um jornalista não poder continuar suas investigações, possivelmente devido a ameaças ou à morte, a organização pode continuar e divulgar seu trabalho. A organização iniciou o projeto promovendo as histórias de três jornalistas recentemente mortos no México por sua profissão.

A UNESCO e o Congresso Latino-Americano de Jornalismo Investigativo (COLPIN) planejam lançar a iniciativa “Quem investiga os crimes contra os investigadores?” no congresso de 2017 em Buenos Aires, Argentina, em 2 de novembro.

“Com o objetivo de estimular reportagens investigativas sobre a questão da impunidade em crimes contra jornalistas, a iniciativa tem como principal objetivo aumentar a solidariedade entre os jornalistas latino-americanos e contribuir para a redução da impunidade e da violência contra jornalistas”, disse um comunicado da UNESCO. “O projeto incluirá a produção de quatro reportagens dirigidas a jornalistas, além de debates e divulgação de um portal da web que reunirá, publicará e divulgará as reportagens”.

E também no dia 2 de novembro, o Centro Knight, a UNESCO e a Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) anunciaram a última edição do curso on-line “Marco Jurídico Internacional da Liberdade de Expressão, Acesso à Informação Pública e  Proteção dos Jornalistas“. Até o momento, as cinco edições anteriores deste curso capacitaram mais de 5.200 juízes e operadores de Justiça na América Latina e Espanha sobre normas internacionais que regem a liberdade de expressão, o acesso à informação e a proteção dos jornalistas.

Fonte

ANJ e Centro Knight promovem curso online e gratuito de checagem de informação

Fact-checking

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google News Lab, vão promover o primeiro curso online e massivo sobre checagem de informações para jornalistas. O “Fact-checking, a ferramenta para combater notícias falsas” acontecerá entre os dias 5 de junho e 2 de julho e será ministrado pela jornalista Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa.

Segundo o Centro Kight, em quatro semanas, os participantes vão aprender as origens do fact-checking e suas principais plataformas no mundo, técnicas e metodologias por trás da checagem de fatos, princípios éticos dos checadores, os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão na área e ver, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.

O curso foi pensado para jornalistas, mas está aberto a qualquer pessoa interessada em aprender a metodologia de checagem de fatos. Mais informações podem ser obtidas no site do Centro Kight, neste link. E as inscrições podem ser feitas aqui.

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Fact-Checking: a ferramenta para combater notícias falsas

Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas

MOOC “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao generoso apoio do Google News Lab. Este é um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Saiba mais sobre esse programa e se tiver qualquer questão, entre em contato conosco pelo e-mail knightcenter@austin.utexas.edu.

Como se inscrever

Inscrever-se na plataforma é fácil. Siga estes passos:

  1. Crie uma conta no sistema Journalism Courses. Mesmo que tenha feito um curso conosco no passado, talvez seja necessário criar uma nova conta. Verifique se o nome de usuário e a senha anteriores funcionam antes de criar uma nova conta.
  2. Aguarde uma confirmação no seu e-mail indicando que a sua conta foi criada. Se você não receber a confirmação, verifique sua pasta de spam.
  3. Faça login na plataforma, e veja na listagem de cursos da página inicial a opção “Fact-Checking: uma ferramenta para combater notícias falsas”.
  4. Clique em “Inscrever-se” para se inscrever no curso. Você poderá acessar o curso no menu “Meus cursos” na parte superior da página.
  5. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição.

Quem pode se inscrever

O curso foi planejado como um programa de treinamento para jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada em aprender sobre os conceitos básicos de “Fact Checking“. Você não precisa ter nenhuma experiência anterior com os conceitos, ferramentas e recursos relacionados ao tema.

Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

Objetivo do curso

Neste MOOC (curso online massivo e aberto, na sigla em inglês), produzido pela Associação Nacional de Jornais e pelo Centro Knight, com o apoio do Google, você aprenderá de onde vem a checagem de fatos e conhecerá a rede internacional de fact-checkers (com seus mais de 100 membros). Mergulhará nos oito passos da metodologia de trabalho da Agência Lupa, a primeira do Brasil a se dedicar de forma exclusiva à checagem, e aprenderá o que é e o que não é “checável”. Ainda acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência e verá, por meios de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Não importa idade ou formação acadêmica. Conheça as técnicas do fact-checking e enriqueça seu currículo, provando que sabe identificar e corrigir notícias falsas. Nos principais meios de comunicação do mundo, esta habilidade é tida como um diferencial. Em grandes empresas, há vagas de trabalho para quem sabe combater a desinformação de forma ética e técnica. Isso sem falar dos políticos, que dificilmente enfrentarão novas eleições sem um checador ao lado. Esteja, portanto, preparado para essas oportunidades que a checagem oferece.

Como o MOOC funciona

O curso MOOC é inteiramente online e assíncrono, ou seja, não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias e nas horas que forem mais convenientes para os alunos. Há tarefas ou atividades a serem cumpridas a cada semana, mas os alunos escolhem os dias e horários em que vão se dedicar ao curso em cada módulo semanal. O ideal é reservar pelo menos cerca de cinco horas por semana. Observe também que, devido ao caráter massivo do curso, o instrutor não será capaz de responder perguntas individuais. Esta é uma comunidade de aprendizagem colaborativa, por isso é muito importante que os participantes se ajudem mutuamente. O instrutor e os assistentes do curso vão interagir tanto quanto possível. Apesar de seus aspectos assíncrono e massivo, este é um curso com instrutores para guiar o aprendizado durante um determinado período de tempo: 5 de junho a 2 de julho de 2017. O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Conheça a Instrutora

Cristina Tardáguila tem 37 anos, é fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Ementa do curso

Semana 1 – Por que checar? De onde vem isso?
Ao final da primeira semana, você terá aprendido:

  • A origem do fact-checking
  • As principais plataformas de checagem do mundo
  • Início do fact-checking no Brasil: o blog Preto no Branco/O Globo e seus resultados
  • Agência Lupa e as outras iniciativas de checagem do Brasil na IFCN
  • Princípios éticos do fact-checking
  • Cases de checagens internacionais

Semana 2 – Metodologia de checagem
Ao final da segunda semana, você terá aprendido:

  • Como identificar uma frase passível de ser checada
  • Montar a metodologia de sua própria plataforma de checagem
  • Criar as etiquetas de sua própria plataforma de checagem
  • Conhecer as principais plataformas de Lei de Acesso à Informação
  • Desenhar uma checagem que passe por apuração em campo

Semana 3 – Estratégias de publicação
Ao final da terceira semana, você terá aprendido:

  • Como criar uma estratégia eficiente para publicar sua checagem
  • Ferramentas online e offline mais usadas no mercado
  • Canais alternativos de veiculação das checagens

Semana 4 — Mecanismos para identificar notícias falsas
Ao final da quarta semana, você terá aprendido:

  • Cuidados mínimos para não ser um difusor de notícia falsa
  • Tendências de futuro na checagem
  • Grupos internacionais que estudam o combate a notícias falsas
  • Processos de automação: esse é o caminho?

Prazos recomendados

Este curso é muito flexível, mas há prazos semanais que recomendamos que todos os alunos respeitem. Recomendamos o seguinte para cada semana:

  • Os vídeos devem ser revistos entre domingo e sexta-feira
  • As leituras devem ser revistas entre domingo e sexta-feira
  • Fóruns de discussão: os posts devem ser feitos durante a semana, de preferência antes de sexta-feira
  • Os questionários devem ser feitos até sábado (Nota: os questionários semanais permanecerão abertos ao longo da duração do curso para aqueles que precisam de mais tempo.) Recomendamos que você faça o seu melhor para não ficar para trás, cumprindo os prazos semanais.

Por favor, saiba que estes são prazos recomendados. Você ainda pode retornar a um módulo anterior e participar nos fóruns e enviar ou retomar questionários a qualquer momento antes do final da aula.

Comunicação do curso

Para garantir que você receba e-mails do curso, certifique-se de ter adicionado knightcenter@austin.utexas.edu e Natália Mazotte (nmazotte@gmail.com) à sua lista de contatos. Além disso, verifique as suas mensagens na plataforma do curso a partir da página inicial do curso quando iniciar sessão. Enviaremos e-mails semanais com informações relevantes do curso e atualizações.

Certificado de conclusão

Ao final do curso, os alunos que estiverem interessados em receber um certificado de participação poderão solicitá-lo através de um formulário que estará disponível online. Para receber o certificado em formato PDF, o aluno deverá ter completado pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e deverá ter passado nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser). O Centro Knight fará o trabalho de verificação da participação de cada aluno que solicitar o certificado. Depois de receber uma confirmação do Centro Knight de que está habilitado, o aluno terá que pagar US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin. Após o pagamento, receberá instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online. O certificado não contém referência à carga-horária do curso, pois esta varia de acordo com o nível de dedicação de cada participante.

Requerimentos para o certificado

Aqueles que completarem as tarefas exigidas e pagarem US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin, receberão instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar que a pessoa concluiu satisfatoriamente este curso online.

Se você quiser receber um certificado de conclusão de curso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Complete os questionários semanais com um mínimo de 70% de acerto. (Você pode refazer o questionário quantas vezes precisar. Apenas a maior nota é computada.)
  • Veja os vídeos semanais e leia as leituras recomendadas. Se você não puder ver os vídeos, ainda assim pode conseguir o certificado se obtiver a nota mínima nos questionários. Para alguns vídeos, temos apresentações em power point que pode ser revistas também.
  • Participe ao menos uma vez por semana nos fóruns de discussão. (Para cada semana há tópicos listados nos fóruns de discussão. Você só é obrigado a postar em um dos tópicos em cada semana.)
  • Complete o formulário do certificado online.
  • Pague a taxa administrativa (se todos os requisitos anteriores forem seguidos). Valor da taxa: $30 (dólares americanos).

Após submeter o formulário do requerimento do certificado, nós revisaremos a participação do estudante para verificar se todos os requisitos foram preenchidos. Em seguida, enviaremos uma mensagem com as instruções de como baixar o seu certificado pela plataforma do curso. Se você pedir o certificado não se esqueça de fazer login na plataforma curso periodicamente para ler as mensagens.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a assistente do curso: Natália Mazotte, nmazotte@gmail.com ou knightcenter@austin.utexas.edu

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