[Documentário] Driblando a democracia – Como Trump venceu

Conheça o método de trabalho do assessor de Trump e Bolsonaro.

O documentário “Driblando a democracia – Como Trump venceu”,  sob a direção de Thomas Huchon, produzido na França este ano, retrata a metodologia de trabalho de Steve Bannon, o diretor de campanha do então candidato à Presidência dos Estados Unidos e hoje assessor de Jair Bolsonaro, com base na manipulação do uso de dados, alcance nas redes sociais sob apelo popular e Fake News.

Como, contrariando todas as previsões, Donald Trump conseguiu se tornar presidente? Revelando uma trama que envolve fake news, o uso de dados pela misteriosa Cambridge Analityca e a ação de poderosos empresários americanos ultraconservadores, este documentário explica como se chegou ao resultado da eleição que chocou a comunidade internacional, é a resenha do documentário.

“Steve Bannon, diretor de campanha de Donald Trump é também assessor da campanha de Jair Bolsonaro. O filme conta em detalhes as estratégias baseadas em fake news e roubo de dados pessoais, que foram usadas para levar Trump a vitória, enganando a América”, informou a produtora de filmes Ogum, que disponibilizou o documentário de origem francesa de 50 minutos, na íntegra.

Jornal GGN

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[Filme] Batismo de Sangue

São Paulo, fim dos anos 60. O convento dos frades dominicanos torna-se uma trincheira de resistência à ditadura militar que governa o Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis Tito (Caio Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Marku Ribas). Eles logo passam a ser vigiados pela polícia e posteriormente são presos, passando por terríveis torturas.

Crítica do Câmera Lenta

A produção nacional “Batismo de Sangue”, dirigida e escrita por Helvécio Ratton, em parceria com Dani Patarra, é mais uma dentre tantas obras que descrevem o período mais crítico da política brasileira, a Ditadura Militar.

Uma salva de palmas para Ratton que, ao contrário de Bruno Barreto no adorado “O que é isso, companheiro?”, não se manteve em cima do muro, não humanizou carrascos militares, nem demonizou revolucionários de esquerda. O diretor e roteirista colocou cada personagem em seu respectivo lugar.

Quem estudou sobre a história da Ditadura Militar no Brasil, sabe que os padres tiveram grande participação na luta em favor da democracia, liberdade e direitos civis. E o filme de Ratton, sob um olhar macroscópico, mostra isso. Conta a história mais conhecida do envolvimento de padres contra os militares naquele período. A razão de o fato ser tão famoso, é o livro homônimo de Frei Betto, lançado em 1983 e ganhador do prêmio Jabuti.

Betto, também jornalista, escreveu do que viveu ao lado de Frei Tito e os frades dominicanos Oswaldo, Fernando e Ivo, em São Paulo.

Comovidos com tantas notícias de violência contra os jovens por parte dos militares, e motivados por ideais de cristianismo e democracia, os frades decidem se unir ao grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, liderado por Carlos Marighella, o revolucionário mais procurado pela Ditadura à época.

Na busca por Marighella, os padres acabam pegos e torturados por militares comandados pelo delegado Sérgio Fleury, um dos piores carrascos do Regime. Frei Tito, cujo olhar norteia o andamento do filme, consegue ser liberto. No entanto, fica severamente perturbado após as sessões de tortura nos porões do Dops. Mesmo exilado na França, as memórias das violências sofridas no Brasil o atormentam.

Um longa-metragem altamente informativo, sem perder a humanidade. Uma brilhante atuação de Caio Blat, como o protagonista Frei Tito. Daniel de Oliveira encarna o narrador, Betto. O filme levou para casa os prêmios de melhor diretor e melhor fotografia no Festival de Cinema de Brasília.

Ficha técnica

Vida do fotojornalista de guerra Chris Hondros é tema de novo documentário do Netflix

Chris Hondros é tema de novo documentário do Netflix

O trabalho do fotojornalista de guerra Chris Hondros, morto aos 41 anos, enquanto cobria a guerra civil na Líbia, em 2011, será retratado no documentário “Hondros”, da Netflix.

Conhecido e respeitado internacionalmente, Hondros ganhou dois prêmios Pulitzer com suas impactantes fotografias dos conflitos de Kosovo, Libéria, Iraque, Afeganistão e Líbia.

Hondros foi morto em Misurata onde também morreu Tim Hetherington (fotógrafo e documentarista). 

A dupla trabalhou junta acompanhando rebeldes que lutavam contra o exército do ditador Muammar Gaddafi. 

O documentário é dirigido por Greg Campbell, jornalista e amigo de infância de Hondros. Para retratar a sua trajetória, Campbell viajou para os locais onde Hondros trabalhou para conseguir relatos que mostram todo o seu legado.

Nascido em Fayetteville (Carolina do Norte), Hondros era formado em literatura inglesa. Depois de alguma experiência com jornalismo, acabou se mudando para atuar profissionalmente em Nova York em 1998. Lá ele cobriu os atentados de 11 de setembro, em 2001, depois partiu para a cobertura de conflitos na Europa, Oriente Médio e África.

Portal Imprensa

[Filme] Rambo I – Programado para Matar

Assista o filme online e dublado em português.

Rambo (Sylvester Stallone) é um veterano da Guerra do Vietnã que é preso injustamente pelo xerife Teasle (Brian Dennehy), mas consegue fugir e promove uma guerra não só contra o policial mas contra toda uma cidade, causando pânico e destruição, que é o que ele sabe fazer de melhor.

[Filme] O Jovem Karl Marx

O Jovem Karl Marx é didático, contextualizado e bem definido politicamente. Merece ser visto por todos que se interessam pela causa da libertação da maioria do povo contra a exploração de uma minoria e serve de inspiração àqueles que já se decidiram por abraçar como sua a tarefa de impulsionar a luta pelo socialismo internacional.

Aos 26 anos, Karl Marx (August Diehl) embarca para o exílio junto com sua esposa, Jenny (Vicky Krieps). Na Paris de 1844, ele conhece Friedrich Engels (Stefan Konarske), filho de um industrialista que investigou o nascimento da classe trabalhadora britânica. Dândi, Engels oferece ao jovem Marx a peça que faltava para completar a sua nova visão de mundo. Entre a censura e a repressão, os tumultos e as repressões políticas, eles liderarão o movimento operário em meio a era moderna.

 

 

Filme Lamarca de 1994 – Assista online

Lamarca é um filme brasileiro de 1994, dirigido por Sérgio Rezende e baseado em livro de José Emiliano e Miranda Oldack, de título Lamarca, o capitão da guerrilha, uma biografia do militar e guerrilheiro Carlos Lamarca. O filme acompanha os dois últimos anos da vida do Capitão Carlos Lamarca (Paulo Betti), desde o momento em que, casado com Marina, decide fazer uma opção radical pela revolução enviando a mulher e os dois filhos para Cuba e desertando do Exército em janeiro de 1969 até a sua morte em 1971. Na clandestinidade, ligado à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Lamarca comanda assaltos e sequestros, apaixona-se por Clara e amadurece em suas convicções políticas.

Netflix vai lançar filme de ex-pastor que nega a existência do inferno e foi expulso da igreja por heresias

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Depois de anos pregando em estádios lotados e em programas de TV, o pastor Carlton Pearson construiu um templo de enormes proporções e logo se tornou uma espécie de “megastar” evangélico com uma congregação de seis mil pessoas ouvindo suas pregações semanalmente, chegando a compartilhar púlpitos com nomes notáveis do mundo cristão como Jerry Falwell e Pat Robertson.

Após o atentado de Oklahoma City em 1995, ele foi chamado para liderar as orações em prol do sofrimento da Cidade, chegando também à dar conselhos espirituais tanto ao presidente Bush (pai), como ao presidente Clinton durante os dois governos.

Ao longo da sua ascensão, Pearson pregou os pilares da fé cristã: todos nós nascemos em pecado. Todos nós iremos ao inferno se não aceitarmos a Jesus Cristo como único e suficiente salvador de nossas vidas.

Um sermão do final dos anos 90 mostra a natureza de sua fé: “Graças a Deus eu não tenho que ir para o inferno, mesmo que eu mereça o inferno”, disse ele, explicando que “Jesus me substituiu na cruz, assumiu a morte, o inferno e o túmulo, e eu tenho a vitória hoje”, pregava o líder espiritual na época.

Sobre o inferno, Pearson não conseguiu compreender como um Deus de amor também é justo e soberano

Imagem relacionadaCom o passar dos anos, o ainda pastor Carlton Pearson entrou numa crise de fé por não conseguir entender como o Deus da Bíblia, manifesto em Jesus Cristo, ensinava o amor e ao mesmo tempo a existência do inferno. Na cabeça dele isso era injusto e incompatível com a ideia de um Deus amoroso e misericordioso. O inferno, então, para ele foi difícil aceitar:

O amargo tormento da ideia de um Deus irritado, visceral, distante, estóico, áspero, implacável, intolerante, é o inferno. É pagão, é supersticioso, e se você rastrear sua história, ela retorna para onde os homens temiam deuses porque algo acontecia na vida causando frustrações que eles não podiam explicar
disse ele, segundo uma publicação do ABC News

Pearson então construiu um “deus” para si mesmo. Para não ter que encarar a certeza do Deus que se revelou durante os séculos, primeiramente através do povo hebreu, depois em Jesus Cristo, trazendo não apenas misericórdia, mas também juízo e condenação, Pearson criou uma filosofia pessoal como forma de negar a veracidade de uma doutrina bíblica que muitos não suportam, que é a morte eterna (separação espiritual de Deus):

Como você pode realmente amar um deus que está torturando sua avó? É isso o que eu me vi pensando durante anos
questionou ele em outra ocasião

Após abraçar as ideias da “Teologia Inclusiva” e do “Universalismo”, Pearson foi expulso da igreja onde era pastor por uma comissão de Bispos em 2005. Desde então, apesar de continuar dando palestrar e escrever livros, ele nunca mais conseguiu se firmar no ministério pastoral.

Netflix vai lançar em abril o filme que retrata a vida de Carlton Pearson

Resultado de imagem para netflixCome Sunday [Chegando o Domingo], da Netflix, está marcado para estrear em abril e contará com os atores Chiwetel Ejiofor e Robert Redford. O longa pretende relatar o período áureo e a crise do pregador americano.

Devido sua negação da doutrina do inferno, mais precisamente, da condenação aos que não reconhecem Jesus Cristo como Salvador, ensinando que “há outros caminhos” para se chegar a Deus, o filme já é considerado polêmico, uma vez que reflete a filosofia de alguns movimentos teológicos, especialmente os ecumênicos, que negam partes da Bíblia como tendo sido reveladas por Deus.

Portal Gospel+

Dez filmes para entrar no clima da Greve Geral do dia 28 de abril

O Dia do Trabalhador no Cinema

Antecipando-se à paralisação geral do próximo dia 28, selecionamos 10 obras cinematográficas sobre mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras pelo mundo.

Nesta sexta-feira, dia 28 de abril, diversas categorias profissionais devem paralisar suas atividades contra as reformas da Previdência e a trabalhista, aderindo ao chamado das centrais sindicais para uma greve geral.

Aproveitando a data, o Brasil de Fato listou filmes que abordam, de forma ficcional ou não, mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras pelo mundo. Confira abaixo.

ABC da Greve – 1990
Diretor: Leon Hirzman
Documentário, dirigido por um dos expoentes do Cinema Novo brasileiro e também responsável por Eles Não Usam Black Tie, mostra a articulação de 150 mil operários do ABC paulista no ano de 1979, reivindicando melhores salários e enfrentando a Ditadura Militar, que limitava a atuação sindical.

Tempos modernos [Modern Times] – 1936
Diretor: Charles Chaplin
Clássico do cinema-mudo, aborda com humor as condições indignas às quais o operariado fabril passa a ser submetido com o modelo industrial fordista.

 

César Chavez – 2014
Diretor: Diego Luna
Cinebiografia do líder sindical César Chavez – cofundador da União dos Trabalhadores Rurais dos EUA – mostrando as campanhas pelo reconhecimento dos direitos da categoria e a reação, muitas vezes violentas, de seus patrões.

Revolução em Danegham [Made in Danegham] – 2010
Diretor: Nigel Cole
Baseado na greve de 1968 na fábrica da Ford em Danegham, protagonizada por mulheres em busca de melhores salários e contra a discriminação sexual, tendo de enfrentar, além dos patrões, resistência dentro de suas próprias casas.

Sal da Terra [Salt of The Earth] – 1954
Diretor: Hebert J. Biberman
Inspirada na longa greve de 1951 contra a Empire Zinc Company, no Novo México. Trabalhadores da mineração e seus familiares são responsáveis pela atuação no filme.

A Classe Operária vai ao Paraíso [La classe operaia va in paradiso] – 1971
Diretor: Elio Petri
Um dos maiores nomes do cinema político italiano, Petri conta a história de um operário que sofre um acidente de trabalho na fábrica.

Cabra Marcado para Morrer – 1984
Diretor: Eduardo Coutinho
Considerado por muito o melhor filme documental brasileiro, narra a vida do líder camponês João Pedro Teixeira, assassinado em 1962, abordando a história das Ligas Camponesas.

 

A Greve [Stachka] – 1925
Diretor: Serguei Einsenstein
Outro clássico do cinema-mudo, a produção de um dos maiores diretores soviéticos retrata a vida em uma fábrica na Rússia pré-revolução de 1917. Comparando a situação dos operários a animais, o filme indica a importância da solidariedade sobre o individualismo.

 

Germinal – 1993
Diretor: Claude Berrri
Baseada no livro de Émile Zola, descreve as condições dos trabalhadores franceses no século 19, abordando uma greve de mineiros em 1860.

 

Orgulho e Esperança [Pride] – 2014
Diretor: Matthew Warchus
Comédia dramática baseada em fatos reais, conta a história de um grupo de gays e lésbicas que se organiza em uma campanha de apoio financeiro às famílias dos trabalhadores da mineração do Reino Unido, que entram em greve em 1984 e sofrem uma brutal repressão do governo Margaret Tatcher.

Afinal de contas, o significa Kali-Ma, aquele ritual da extração do coração humano no segundo filme de Indiana Jones?

Kali-ma Indiana Jones

Imagino que você, assim como eu, pesquisa sobre as coisas que consome, que se diverte por onde anda, come e bebe, o que lê, o que assiste, antes ou depois que elas acontecem, certo? Imagino que sim! Então… esses dias dias eu assisti novamente os filmes da série Indiana Jones (obrigado Netflix) e justamente no segundo longa  “Templo da Perdição” algo me chamou a atenção, o ritual de Kali-ma. Sei que Steven Spielberg é cheio de manias, sutilezas e mensagens subliminares em suas produções, então fui pesquisar sobre o ritual e encontrei num post americano isso que vocês irão a seguir. Traduzi pelo Google Translate e o que irão ler é muito interessante. Chega de mi mi mi e ao assunto

Kali-ma! O ritual da extração do coração humano

Se você assistiu um dos filmes através da série “Indiana Jones”, você provavelmente tem uma memória muito distintiva da cena “Kali-Ma” do “Temple of Doom”. Depois de fugir sem sucesso de uma gangue de bandidos de Xangai, Indiana, Willie e Short-Round encontram-se encalhados em Mayapore, uma aldeia no norte da Índia. Explorando o palácio da aldeia, eles encontram túres subterrâneos que revelam que um antigo culto a Kali. O sumo sacerdote Mola Ram remove o coração de uma vítima de sacrifício com as próprias mãos como forma de pacificar o deus e ganhar o poder de governar o mundo. Outro bom exemplo de filme de remoção de coração é “Apocalypto”, onde a elite maia remove os corações dos guerreiros derrotados para pacificar seus deuses. Ou para uma versão menos séria.

A extração ritual do coração não é apenas uma tentativa de filme para atrapalhar as audiências, há evidências etno-históricas para a prática. Durante o período clássico maia, existem evidências de relatos históricos e inscrições que a remoção ritual de coração ocorreu durante períodos de crise. O coração seria apresentado no ídolo do templo como forma de pacificar os deuses. A arte maia deste período também descreve a remoção dos corações das crianças na adesão de um novo rei ou o início de um novo ano calendário.

Apesar do conhecimento de que isso ocorre, as evidências arqueológicas de sacrifício basearam-se principalmente em contextos em vez de mudanças físicas nos restos esqueletais. O enterro com a falta de bens graves, as diferenças na localização grave e o enterro de um grupo demográfico distinto, como todos os jovens do sexo masculino, são pensados ​​para serem indicativos de sacrifícios ou comportamentos rituais.

O sangue maia deixa o sacrifício na inscrição, via Wikimedia CommonsTiesler e Cucina (2007) argumentam que a remoção ritual do coração deve ser visível nos restos humanos. As marcas de corte e as fraturas devem ser visíveis na caixa torácica ou coluna vertebral, embora isso dependa do tempo e do método de extração. Não foram deixadas contas específicas de como esse procedimento ocorre, portanto, é desconhecido como o esqueleto refletiria esse comportamento. Os métodos potenciais incluem: o órgão removido abaixo da caixa torácica, cortando o tórax para abrir a cavidade torácica ou rompendo a caixa torácica (Tiesler e Cucina 2007: 494). A falta de conhecimento dos restos esqueletais com este tipo de evidências tem sido atribuída à falta de preservação e à falta de comunicação entre disciplinas sobre a maneira e a aparência desse processo.

Neste estudo, Tiesler e Cucina (2007) examinam sistematicamente os restos esqueletais das coleções do período Clássico de Calakmul, Palenque e Becan. Destes, quatro indivíduos apresentam trauma potencial que pode estar relacionado à extração do coração ou à evisceração. Todos os restos sob investigação foram encontrados em locais públicos ou palacios (palácio) nos centros urbanos. O indivíduo é de uma jovem adulta encontrada na antecâmara de um túmulo dinástico em Calakmul. O segundo indivíduo, um sexo desconhecido de 15 a 18 anos, foi encontrado no fundo de uma escada que conduzia a uma subestrutura selada em Becan. O indivíduo três é uma fêmea adulta que foi colocada fora de um sarcófago em uma câmara funerária no Templo Xlll sub em Palenque. O quarto quarto final foi encontrado em um depósito múltiplo dentro da estrutura funerária de Janaab ‘Pakal selada.

Resultado de imagem para kalima indiana jonesTodos os indivíduos foram avaliados quanto ao trauma no tórax, que pode ser indicativo de extração ritual do coração. Em todos os quatro casos, houve evidências de recortes ao longo do lado anterior e esquerdo das vértebras torácicas, especificamente entre 10 e 12. Estas vértebras estão localizadas ao mesmo nível que o diafragma, uma membrana muscular que separa o tórax e o abdômen. Todos os recortes são regulares e diretos, indicativos de ação violenta direta em vez de cortar. Não houve evidência de marcas de corte ao longo da caixa torácica. Devido à localização dessas marcas, Tiesler e Cucina (2007) argumentam que teria sido indicativo de cortar o diafragma para permitir o acesso à cavidade torácica. Isso permitiria o acesso mais fácil ao coração.

Eles concluem sua discussão com outras causas potenciais desse dano ao esqueleto e uma discussão sobre o ritual. Tiesler e Cucina (2007) terminam com uma advertência de que os arqueólogos e os historiadores devem ter cuidado ao interpretar rituais dessa maneira e distinguir entre o enterro normal e o sacrifício. Investigações como esta podem ser facilmente sensacionalistas, por isso é importante examinar as evidências de forma independente, e avaliá-la cuidadosamente contra o contexto arqueológico.

Fonte consultada: Blog Bones Don’t  Lie

Lego lançará conjunto com mulheres da Nasa

Lego mulheres da Nasa

Entre elas estão a astronauta Sally Ride e a cientista negra Katherine Johnson, cuja história foi contada no aclamado filme Estrelas além do tempo, indicado ao Oscar.

A novidade foi anunciada nesta terça-feira (28/02) pela jornalista de ciência Maia Weinstock, uma fã dos brinquedos da Lego que conseguiu reunir 10 mil votos a favor da sua ideia no site Lego Ideas. Propostas que alcançam esse número têm a sua viabilidade de execução verificadas pela empresa.

A Lego justificou a escolha afirmando que uma homenagem às mulheres da agência espacial americana tem um grande potencial para servir de inspiração e pode também proporcionar uma bela experiência lúdica. O conjunto deverá chegar ao mercado até o início de 2018, quando também serão revelados o design final e o preço.

Opera Mundi