Protagonismo juvenil e as Conferências de Juventude

Plenárias da 2ª Conferência Nacional de Juventude

É impossível entendermos a juventude como protagonista de uma história em construção sem que a reconheçamos como sujeito de direitos. Diante de um tempo onde os direitos difusos são aqueles que devem permear as discussões sobre os direitos da juventude, o governo federal, tendo o PT como partido majoritário, é precursor no que diz respeito a entender as juventudes como sujeitos de direitos. O Governo Federal e o PT já vêm percorrendo essa discussão há um bom tempo na esfera federal afim de que as políticas públicas se efetivem na busca da qualidade de vida para a juventude.

Mas por que afirmar com tanta precisão este fato? É simples. Por exemplo, toda movimentação que esta acontecendo em todo o Brasil por conta das Conferências de Juventude. Tal êxito só pode ser possível porque o Governo do PT entende que a juventude precisa de políticas públicas especificas. Por essa razão, convoca a 2ª. Conferência Nacional de Juventude, assim como aconteceu em 2008 na sua 1ª edição, justamente para que a juventude se reúna em um grande mutirão e assim, de forma coletiva, construir da melhor forma as políticas públicas de juventude. Certamente não há mecanismo melhor de compreender a juventude como protagonista de uma história em construção, afinal, a própria juventude tem tido a tarefa de avançar na discussão e formulação das políticas de juventude.

A juventude deve sim ser reconhecida como sujeito de direitos, protagonistas de uma história em construção, e o PT tem avançado bravamente nessa discussão, acreditando que a juventude não seja massa de manobra e muito menos condição de problema, como boa parcela da sociedade a vê.

Por Wellington Santos, coordenação PJ Regional Sul 1.

Assessor da Juventude participou da II Conferência Nacional da Juventude

Dialison e Gabriel Medina, presidente do Conjuv

O assessor da juventude de Ilhota, Dialison Cleber Vitti, e a secretária de assistência social, Rosi Voltolini, juntamente com delegados eleitos em todo o país,  representaram a capital catarinense da moda íntima e praia na 2ª Conferência Nacional de Juventude, que aconteceu de 9 a 12 de dezembro, em Brasília. Durante quatro dias, cerca de três mil jovens compartilharam a realidade de suas regiões, discutiram políticas públicas e defenderam suas propostas.

Segundo Dialison, o encontro foi marcado pela diversidade de juventudes e pluralidade de opiniões. “Foi um espaço onde todos puderam exercer a democracia. A expectativa é que se de fato formos ouvidos e as nossas decisões forem implementadas, iremos ajudar a desenvolver muito o nosso país. Acredito que juventude não é o futuro, a juventude é o agora”, afirmou.

Ao todo foram aprovados 44 objetivos, distribuídos em cinco eixos. O documento final pediu reforma política que garanta a participação dos jovens no poder, contemplando de forma igualitária a faixa etária e o gênero. “Pedimos também estabelecimento de cotas da ordem de 20% para participação nas coligações eleitorais em todos os níveis de governos. E reivindicam a destinação de 5% de recursos do fundo partidário para atividades das juventudes partidárias”, conta.

O primeiro eixo sobre desenvolvimento integral defende a luta pela consolidação de políticas educacionais e de cultura e também a implementação de um Plano Nacional que facilite o acesso dos jovens à comunicação, além da participação nas questões ligadas ao meio ambiente. O segundo se refere ao direito ao território, que envolve, entre outras expectativas, a instituição de programas habitacionais para a juventude. Os que trabalham na agricultura familiar, camponesa, assalariada rural e integrantes dos povos e comunidades tradicionais querem, entre outros benefícios, acesso à terra e que o país faça a reforma agrária. Eles querem participar das decisões de governo nessas políticas.

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Também foi aprovado o terceiro eixo que trata do direito à experimentação e à qualidade de vida, em que é pedida a não privatização e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com prioridade para atendimento à população de 15 a 29 anos de idade. A juventude aspira que os três níveis de governo priorizem sua inclusão em programas como o Bolsa Atleta, Segundo Tempo, Mais Educação e no Programa de Esporte e Lazer na Cidade, com sua participação na gestão de todos os projetos.

O direito à diversidade e a vida segura está contido no quarto eixo, que pede reinserção sócioafetiva dos jovens infratores em sistema sócioeducativo e sistema prisional dentro da família e na sociedade. Essas ações precisam envolver, segundo a proposta o incentivo dos governos estaduais, para a criação de cotas para esses jovens nas empresas privadas e no poder público, com a extinção da exigência de documento de antecedentes criminais para seleções públicas. Eles querem participar das políticas de reinserção social e do tratamento para reabilitação de jovens dependentes químicos.

A juventude reunida em Brasília aprovou também proposta para implementação de política transversal para os jovens portadores de deficiência, garantindo educação, atendimento em saúde e na reabilitação, e possibilitando a entrada desse público no mercado de trabalho com oferecimento de qualificação. Outro ponto defendido é a implementação imediata do Plano Nacional de Enfrentamento à mortalidade da Juventude Negra, com a promoção da igualdade racial e o combate ao racismo por meio de projetos sociais e educativos.

Outra reivindicação da conferência é a implementação do Plano Nacional de Saúde Integral da População de lésbicas, gays, bissexuais e travestis (LGBT) para a superação de vulnerabilidade de saúde dos jovens de 15 a 29 de idade. O eixo cinco pede a descriminalização e a legalização do aborto, apontado como “um grave problema de saúde pública”. A questão teve acirrados debates no plenário. A liberdade religiosa também mereceu destaque no eixo quatro. A juventude quer a criação de um Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o estabelecimento de debate entre o poder público e a sociedade civil para garantir a pluralidade das crenças e religiões.

O último eixo se referia ao direito à participação que pede a incorporação do máximo de movimentos e entidades ligadas à juventude, no Conselho Nacional de Juventude. Segundo a Conferência deveriam participar segmentos que atuem em no mínimo sete estados ou três regiões do país. O último ponto das conclusões se refere à criação de um sistema nacional de financiamento para a juventude, com a regulamentação do Estatuto da Juventude. O estatuto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e a votação no Senado está prevista para esta semana.

Os jovens estão organizados, em alguns estados, por meio de secretarias estaduais de governo ou de segmentos da sociedade civil, ligados ao Conselhos de Juventude.

Juventude: Que direitos e qual desenvolvimento queremos?

Juventude: Que direitos e qual desenvolvimento queremos?

Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética

Che Guevara

Em todo o mundo, a juventude tem se levantado para expressar a sua indignação contra a barbárie empreendida pelo capitalismo e lutar por direitos negligenciados ou nunca garantidos. No Brasil não tem sido diferente, tanto a história quanto o tempo presente nos evidenciam a organização da juventude e sua luta por uma nova ordem societária, sem dominação-exploração de classe, etnia e gênero.

A juventude brasileira de hoje socializou-se num contexto de triunfo do capitalismo e das manifestações mais agudas das suas contradições. A derrota do socialismo real, o discurso ideológico dominante e desmobilizante do fim da história, a barbarização das relações sociais, a banalização da miséria, da pobreza, da violência, dos usos e abusos de poder. Essa juventude que viu e vê os ataques aos direitos sociais; a Reforma da Previdência, retirando os direitos de seu futuro; a ascensão do agronegócio; a Reforma Universitária de caráter privatizante e mercantilizadora e a implantação de programas/projetos sociais de configuração focalista e fragmentada, como o Bolsa Família, o PROUNI e o recém divulgado Pacto pela Paz, Contra o crack, que reatualiza perspectivas conservadoras no enfrentamento das expressões da questão social.

Tais expressões se desvelam numa condição juvenil contemporânea, marcada por profunda desigualdade, que pode ser visibilizada em dados reveladores de taxas e índices que colocam, por exemplo, jovens de quinze a dezessete anos ainda distantes da escola, significando mais de 1.400.000 fora do Ensino Fundamental; são 9,7% da população maior de 15 anos em situação de analfabetismo; apenas 13,6% dos jovens estão no ensino superior, sendo que somente 7% negros (PNAD,2009).

O extermínio da juventude faz parte da história da violência homicida no Brasil. Segundo informações do Mapa da Violência (2011), as taxas que em 1980 chegavam a 30 homicídios a cada 100 mil jovens, na década atual superam os 50 homicídios em 100 mil, havendo estados que ultrapassam os 100 homicídios em 100 mil jovens. Causa indignação, ainda, o incremento da masculinidade dos suicídios jovens que em 1980 representavam 64% e em 1990, 71%. Em 2000, 75%, e chegou em 2007 a 77%. Nesse contexto, a violência como atributo juvenil traduz um enredo ideológico potente, mas que não a associa a todos o jovens, mas particularmente aos jovens pobres, o que tem levado a um processo social de criminalização e penalização.

Em toda a América Latina e no Caribe, o desemprego juvenil alcança taxas elevadas, o que mostra como os jovens são atingidos pela crise econômica capitalista mais recente, com 27,8% para o grupo dos 15 aos 24 anos e 14% para o grupo dos 25 aos 34 anos, registrados no 1º trimestre de 2011. Em 2009 a taxa de desemprego juvenil no Brasil representava, para a população total (15-24 anos de idade), 17,82%, sendo que 13,86% para homens e 23,11% para mulheres (OIT, 2011). Mas além do acesso ao mercado de trabalho, mais difícil que para outros grupos etários, é preciso dar atenção às questões relacionadas com as modalidades de manutenção dos jovens empregados, o que vai desvelar a precariedade dos postos que lhe estão reservados.

Temos ainda que o número de ocupações para jovens, principalmente as informais, são mais precarizadas em relação aos adultos, assim como temos grande número de jovens que não estudam e não trabalham, o que não tem se alterado, em que pesem as taxas de crescimento econômico divulgadas pelas instâncias governamentais.

Associado a essa questão está um processo de responsabilização individual, de modo que estudo e trabalho/qualificação seguem uma lógica perversa, em que o mérito sobressai sobre a noção de direito, o que leva a um processo de individualização despolitizadora que remete ao sujeito jovem a responsabilidade pelo seu (in)sucesso. Desigualdades regionais incidem ainda sobre a condição juvenil, pois, em situações mais inapropriadas de acesso para uma vida digna, os jovens de distintos lugares do país e de diversos territórios culturais estão mais destituídos de direitos.

A realidade concreta e a organização coletiva da juventude têm contribuído para pressionar os sujeitos políticos e as instituições governamentais e da sociedade civil no que se refere ao atendimento às demandas juvenis. Recentemente foi possível observar com maior nitidez no Brasil a preocupação de responsáveis pela formulação de políticas governamentais com os jovens, tanto por parte das Prefeituras, quanto dos governos estaduais. Acompanha-se também uma movimentação no plano federal: foi criada, pela primeira vez no país, uma Política Nacional de Juventude, a Secretaria Nacional de Juventude, bem como o Conselho Nacional de Juventude. Tivemos a inclusão da expressão “jovem” no texto constitucional que trata do atendimento dos direitos com prioridade absoluta e indica a necessidade da discussão e aprovação do Plano Nacional de Juventude e do Estatuto da Juventude.

Essas importantes iniciativas não se materializam sem contradição, porque os tempos difíceis em que vivemos são de profundo ataque aos direitos no país. A sociedade capitalista que reconhece formalmente um conjunto de direitos (o que é fundamental para nossa luta) é a mesma que se produz e reproduz numa dinâmica que inviabiliza a efetivação desses direitos.

Sabemos que o capital apenas pode se reproduzir produzindo um crescente aumento de destruição. E esse não é um problema que será resolvido apenas pela vontade política ou pela implementação de políticas sociais (entendidas aqui enquanto campo contraditório ede disputa). A sua inviabilidade é conferida e confirmada pelo próprio logos da acumulação, que vem perdendo seu fôlego e capacidade de fazer e manter concessões a longo prazo. Um dos grandes problemas da política social hoje é a política econômica, cada vez mais perversa, intrinsecamente redutora da igualdade social e cada vez mais concentradora de renda.

Dessa forma, a chamada da Conferência, “Conquistar direitos, desenvolver o Brasil”, deve nos fazer refletir sobre quais direitos e qual desenvolvimento queremos. A conquista dos direitos, em uma sociedade dividida em classes, deve ser compreendida enquanto uma mediação importante e fundamental para o fortalecimento de lutas que se dispõem a romper com os fundamentos da sociabilidade do capital, com a desigualdade social e suas formas combinadas de exploração do trabalho e opressão, com a violação de direitos e com a lógica governamental que, historicamente, não tratou o atendimento das necessidades humanas como prioridade.

Por isso, tensionar os termos e os rumos da democracia, da participação, do crescimento e do desenvolvimento é condição indispensável num contexto em que se acirram os antagonismos de classe, as contradições e agudiza-se a questão social em suas diversas faces. Nessa perspectiva, não é o desenvolvimento econômico que por si só enfrentará esse conjunto de desigualdades, tampouco equacionará crescimento-equidade, pois está na natureza e nas relações fundantes da sociedade capitalista a origem de tal antagonismo, para o que a política pública é mediação importante na conquista de direitos favorável a uma economia política do trabalho. Por isso, a importância de desvendar o sentido e os rumos do desenvolvimento adotado no Brasil e o lugar reservado à juventude, assim como ao conjunto da classe trabalhadora.

Nesse caminho, as/os assistentes sociais brasileiras/as estão presentes nesta luta com a juventude, pois como diz o poeta Gonzaguinha: “eu acredito é na rapaziada, que segue em frente e segura o rojão. Eu ponho fé é na fé da moçada que não foge da fera e enfrenta o leão. Eu vou à luta com essa juventude que não corre da raia a troco de nada. Eu vou no bloco dessa mocidade que não tá na saudade e constrói a manhã desejada […]”.

Conselho Federal de Serviço Social. Gestão Tempo de Luta e Resistência (2011-2014)

Juventude: que direitos e qual desenvolvimento queremos?

Dialison Cleber Vitti presente na II Conferência Nacional de Juventude

Presente à 2ª Conferência Nacional de Juventude, Conselho Federal conclama a categoria a se envolver no debate.

A juventude brasileira, assim como em todo o mundo, tem se levantado para mostrar sua indignação com a barbárie capitalista e para lutar por direitos e por uma nova ordem societária, sem exploração de classe, etnia e gênero. Foi nessa perspectiva que o CFESS, representado pelas conselheiras Erivã Velasco e Juliana Melim, compareceu à 2ª Conferência Nacional de Juventude, realizada em Brasília (DF), de 9 a 12 de dezembro.

Segundo a conselheira Juliana Melim, é de fundamental importância a participação do Conselho Federal no combate à desigualdade que caracteriza a condição juvenil contemporânea. “É importante deixar claro que, diante das expressões da questão social que hoje atingem os jovens, o extermínio é o maior exemplo da barbárie e da violência fundada na desigualdade de classe e de geração. É também fundamental destacar a necessidade de maior envolvimento da categoria nesse debate, reafirmando o compromisso ético-político com a defesa intransigente dos direitos humanos”, destaca.

Além disso, a conselheira Erivã Velasco acrescenta que avanços, do ponto de vista político-normativo e institucional, como a criação da Secretaria Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude e a aprovação da Emenda Constitucional 65, que inseriu o termo “jovem” no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal, embora reconhecidos, não podem ser vistos como suficientes para responder às problemáticas e às questões cuja origem é de ordem estrutural e enraizada na sociedade capitalista, reprodutora de desigualdades. “Neste caso, estamos falando de violações de direitos que se manifestam e se exacerbam se não forem enfrentadas pela raiz, como o extermínio da juventude, especialmente das classes populares”, ressalta.

Segundo Erivã Velasco, na opinião de alguns jovens participantes do evento, o tensionamento político entre grupos foi, em certos momentos, polarizado nas juventudes vinculadas aos partidos políticos, campo importante de organização juvenil, chamando a atenção para que isso não ocorra em detrimento de um debate amplo entre as forças e propostas presentes, pois se deve ter espaço para as variadas formas de expressão da organização e mobilização da juventude brasileira.

Participantes assistem a uma das Plenárias (foto: Diogo Adjuto)

Propostas importantes, e consoantes com a defesa que as/os assistentes sociais realizam, foram votadas na plenária final, como a descriminalização do aborto, compreendido como problema de saúde pública grave no país, e o direito humano à comunicação. O debate sobre a liberdade religiosa também teve destaque e a juventude votou pela criação de um Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, para garantir a pluralidade das crenças e religiões. “Ao todo foram 26 propostas, resoluções e moções aprovadas na 2ª Conferência. Entre estas, a moção de repúdio “Contra o fim da classificação indicativa na TV” foi aprovada e compõe a agenda de luta do CFESS pela proteção de crianças, adolescentes e jovens”, finaliza.

Assim como nas Conferências anteriores, o Conselho também produziu e distribuiu uma edição especial do CFESS Manifesta para os/as participantes da Conferência de Juventude. A ideia foi levar ao público uma série de pontos para reflexão, sobre a realidade da juventude brasileira.

No texto, o manifesto traz dados reais sobre analfabetismo juvenil, desemprego e violência. “Num contexto em que se acirram os antagonismos de classe, as contradições, e agudiza-se a questão social em suas diversas faces […] concentra-se a importância de desvendar o sentido e os rumos do desenvolvimento adotado no Brasil e o lugar reservado à juventude, assim como ao conjunto da classe trabalhadora”, registra o documento.

Conferência de Juventude termina com pedido de maior espaço político

II Conferência Nacional de Juventude

A 2ª Conferência Nacional de Juventude terminou hoje (12) com a aprovação de 44 objetivos, distribuídos em cinco eixos.

As prioridades da juventude brasileira contaram com a maioria dos votos de cerca de 2 mil delegados de todos os estados presentes ao encontro que ocorreu no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília.

O documento final pediu reforma política que garanta a participação dos jovens no poder, contemplando de forma igualitária a faixa etária e o gênero. Pede também estabelecimento de cotas da ordem de 20% para participação nas coligações eleitorais em todos os níveis de governos. E reivindicam a destinação de 5% de recursos do fundo partidário para atividades das juventudes partidárias.

O primeiro eixo sobre desenvolvimento integral defende a luta pela consolidação de políticas educacionais e de cultura e também a implementação de um plano nacional que facilite o acesso dos jovens à comunicação, além da participação nas questões ligadas ao meio ambiente.

O segundo eixo se refere ao direito ao território, que envolve, entre outras expectativas, a instituição de programas habitacionais para a juventude. Os que trabalham na agricultura familiar, camponesa, assalariada rural e integrantes dos povos e comunidades tradicionais querem, entre outros benefícios, acesso à terra e que o país faça a reforma agrária. Eles querem participar das decisões de governo nessas políticas.

Também foi aprovado o terceiro eixo que trata do direito à experimentação e à qualidade de vida, em que é pedida a não privatização e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com prioridade para atendimento à população de 15 a 29 anos de idade. A juventude aspira que os três níveis de governo priorizem sua inclusão em programas como o Bolsa Atleta, Segundo Tempo, Mais Educação e no Programa de Esporte e Lazer na Cidade, com sua participação na gestão de todos os projetos.

O direito à diversidade e a vida segura está contido no quarto eixo, que pede reinserção sócioafetiva dos jovens infratores em sistema sócioeducativo e sistema prisional dentro da família e na sociedade. Essas ações precisam envolver, segundo a proposta o incentivo dos governos estaduais, para a criação de cotas para esses jovens nas empresas privadas e no poder público, com a extinção da exigência de documento de antecedentes criminais para seleções públicas. Eles querem participar das políticas de reinserção social e do tratamento para reabilitação de jovens dependentes químicos.

A juventude reunida em Brasília aprovou também proposta para implementação de política transversal para os jovens portadores de deficiência, garantindo educação, atendimento em saúde e na reabilitação, e possibilitando a entrada desse público no mercado de trabalho com oferecimento de qualificação. Outro ponto defendido é a implementação imediata do Plano Nacional de Enfrentamento à Mortalidade da Juventude Negra, com a promoção da igualdade racial e o combate ao racismo por meio de projetos sociais e educativos.

Outra reivindicação da conferência é a implementação do Plano Nacional de Saúde Integral da População de lésbicas, gays, bissexuais e travestis (LGBT) para a superação de vulnerabilidade de saúde dos jovens de 15 a 29 de idade.

O eixo cinco pede a descriminalização e a legalização do aborto, apontado como “um grave problema de saúde pública”. A questão teve acirrados debates no plenário. A liberdade religiosa também mereceu destaque no eixo quatro. A juventude quer a criação de um Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o estabelecimento de debate entre o poder público e a sociedade civil para garantir a pluralidade das crenças e religiões.

O último eixo se refere ao direito à participação que pede a incorporação do máximo de movimentos e entidades ligadas à juventude, no Conselho Nacional de Juventude. Segundo a conferência deveriam participar segmentos que atuem em no mínimo sete estados ou três regiões do país. O último ponto das conclusões se refere à criação de um sistema nacional de financiamento para a juventude, com a regulamentação do Estatuto da Juventude. O estatuto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e a votação no Senado está prevista para esta semana.

Os jovens estão organizados, em alguns estados, por meio de secretarias estaduais de governo ou de segmentos da sociedade civil, ligados ao Conselho Nacional de Juventude.

Fonte:  Agência Brasil

Orientações para as Comissões Organizadoras Estaduais

II Conferência Nacional de Juventude

Inscrição e credenciamento de delegados(as) e suplentes

Os(as) delegados(as) e suplentes estarão inscritos(as) a partir do recebimento das fichas de inscrição completas pela coordenação da 2ª Conferência Nacional de Juventude.

O prazo máximo para o envio da relação de delegados(as) e suplentes dos estados já expirou. A última oportunidade para mandar as fichas de inscrição é o dia 24 de novembro, quinta-feira. Após esta data, a coordenação da Conferência não se responsabiliza por estas hospedagens e também pelas passagens. A ficha de credenciamento segue, novamente, em anexo.

O envio do relatório das Conferências Estaduais também é fundamental. O último prazo para envio também é o dia 24 de novembro, quinta-feira. O credenciamento de delegados(as) será realizado no dia 9 de dezembro, sexta-feira, das 10 às 18h, nos próprios hotéis em que ficarão hospedados(as). Os delegados(as) também se credenciarão no dia 10 de dezembro, sábado, das 9 às 12h, no local da Conferência.

O credenciamento de suplentes será no dia 10 de dezembro, sábado, das 12 às 16h, no local da Conferência. Os suplentes somente terão direito à hospedagem a partir do momento em que se credenciarem, ou seja, a partir do sábado. O(a) suplente deverá constar na relação da delegação que foi enviada à coordenação para que possa ser aceito(a) como substituto(a).

A coordenação da Conferência não se responsabiliza pelas passagens dos suplentes, mesmo que haja substituição. As delegações do Governo Federal, do Distrito Federal, observadores, convidados(as) e imprensa farão seu credenciamento no local de realização da Conferência: Pavilhão A do Parque da Cidade de Brasília, tanto no dia 9 quanto no dia 10 de dezembro, de acordo com os horários determinados.

No dia 10 de dezembro, não haverá credenciamento nos hotéis.

Hospedagem

A hospedagem terá início dia 9 de dezembro, sexta-feira, a partir das 12h e se encerrará dia 12 de dezembro, segunda-feira, às 12h. Não nos responsabilizamos por despesas efetuadas nos quartos, como consumo de alimentos e bebidas, telefonemas, serviços de quarto, lavanderia e quaisquer outras despesas efetuadas no hotel. A organização da Conferência oferece a hospedagem e o café da manhã.

A distribuição das delegações nos hotéis será feita por estado. Não será permitida a mudança na quantidade de quartos duplos ou triplos determinada pela coordenação da Conferência. Na ficha de inscrição, as Comissões Organizadoras Estaduais devem passar as informações necessárias sobre as pessoas com deficiência ou se há alguma outra especificidade que necessite atenção ou atendimento diferenciado no que tange à hospedagem.  Nestes casos, é fundamental que seja identificado o tipo de deficiência ou especificidade e os dados do acompanhante – caso haja necessidade: nome, o telefone, e-mail e documentação.

No dia 12 de dezembro, segunda-feira, todos(as) participantes devem deixar o hotel com destino à Conferência já com suas bagagens e com o fechamento dos quartos realizado. A coodenação da Conferência não se responsabiliza pela hospedagem e alimentação das pessoas que não estiverem devidamente credenciadas como delegado(a), com exceção de acompanhantes com deficiência ou alguma outra especificidade que necessite de atenção ou atendimento diferenciado.

Em todos os hotéis, haverá um coordenador de hotel, que pode ser contatado a qualquer momento para solucionar eventuais problemas. Os delegados do Distrito Federal não terão direito à hospedagem.

Alimentação

No dia 9 de dezembro, sexta-feira, será servido jantar para os(as) delegados(as) devidamente credenciados(as) e convidados(as) após a cerimônia de abertura da Conferência. Neste dia, não será servido almoço. Nos dias 10 e 11 de dezembro, sábado e domingo, serão servidos almoço e jantar para os os(as) delegados(as) devidamente credenciados(as) e convidados(as). No dia 12 de dezembro, segunda-feira, será servido almoço para os os(as) delegados(as) devidamente credenciados(as) e convidados(as).

O café da manhã será servido no próprio hotel nos dias 10, 11 e 12 de dezembro para aqueles que estiverem hospedados.

Solenidade de abertura

A solenidade de abertura da Conferência será no dia 9 de dezembro, às 18h, no Pavilhão A do Parque da Cidade de Brasília.

Autoridades nacionais e internacionais estarão presentes neste momento, o que implica na adoção de medidas de segurança que tornam a entrada no local do evento um pouco mais lenta. É importante que as delegados(as) fiquem atentos(as) às saídas dos ônibus dos hotéis para o local da Conferência a fim de evitar atrasos. Será permitida somente a entrada de delegadas(os) credenciadas(os), além de observadores, convidados(as) e imprensa, também devidamente credenciados(as).

Após a solenidade de abertura, será servido o jantar e, em seguida, realizado um show para comemoração do inicio dos trabalhos da 2ª Conferencia Nacional de Juventude.

Transporte

Será oferecido transporte para os(as) delegados(as) do aeroporto para o hotel onde ficarão hospedados no dia 9 de dezembro, sexta-feira. No aeroporto haverá um receptivo do evento orientando os(as) delegados(as) para o acesso ao transporte. É importante lembrar que os(as) participantes somente terão acesso a estes ônibus mediante entrega do comprovante de embarque. Após fazerem o credenciamento e a entrada nos quartos dos hotéis, os(as) participantes terão transporte até o local da Conferência.

Nos dias 10 e 11 de dezembro, sábado e domingo, haverá transporte do hotel para o local da Conferência e do local da Conferência para o hotel, nos horários de início e término das atividades.

No dia 12 de dezembro, segunda-feira, será oferecido transporte do local da Conferência para o aeroporto a partir das 13h30min. É importante lembrar que os participantes somente terão acesso aos ônibus mediante entrega do comprovante de check in do voo. O transporte dos participantes de Goiás será feito por ônibus fretado pela organização da Conferência. O local e horário de encontro destes participantes – para pegarem o ônibus em Goiânia – será informado pela Comissão Organizadora Estadual. No primeiro dia, 9 de dezembro, sexta-feira, a delegação irá para o hotel fazer o credenciamento e o check in. No último dia, o retorno será do local da Conferência direto para o local de origem.

Os participantes do Distrito Federal não terão transporte.

Passagens

Lembramos que os(as) delegados(as) com passagens emitidas pela Secretaria Nacional de Juventude devem, ao desembarcar no aeroporto de Brasília, entregar seus comprovantes de embarque para a organização da Conferência. A não-entrega deste impedirá o credenciamento do(a) delegado(a).

Pedimos às Comissões Organizadoras Estaduais que auxiliem no recolhimento dos comprovantes no momento do embarque em suas cidades de origem. O acesso ao ônibus do aeroporto para o hotel só será permitido para aqueles(as) que apresentarem seus comprovantes de embarque.

O check in do voo de retorno será realizado, de forma online, no Pavilhão A do Parque da Cidade da Brasília, a partir do dia 11 de dezembro, domingo, em balcão destinado para este fim. Todos os(as) delegados(as) deverão realizar seu check in no local da Conferência, para que possa ser gerado seu comprovante de retorno.

Informamos que os delegados(as) que não realizarem este procedimento não embarcarão nos ônibus de retorno ao aeroporto. Os bilhetes aéreos são intransferíveis e destinados aos deslocamentos dos participantes da Conferência. Como são emitidos por conta do interesse da administração pública, eles não podem ser utilizados para outros deslocamentos. Também não podem ser feitas alterações de data, hora ou destino dos bilhetes emitidos pela Secretaria Nacional de Juventude.

Delegados(as) menores de 18 anos

Informamos que os delegados(as) menores de 18 anos deverão apresentar, no ato do credenciamento, documento do(a) juiz(a) da Vara da Infância e Juventude de sua cidade de origem autorizando sua participação na 2ª Conferência Nacional de Juventude. É fundamental indicar uma pessoa maior de idade – preferencialmente da Comissão Organizadora Estadual – como responsável.  A não-apresentação desta autorização implicará no não-credenciamento do(a) delegado(a) e em seu retorno imediato ao seu estado de origem, não podendo o mesmo permanecer na Conferência em nenhuma hipótese e não sendo garantido a ele(ela) hospedagem ou alimentação.

Por isso, solicitamos o empenho das Comissões Organizadoras Estaduais no sentido de identificar e contatar os delegados menos de 18 anos, orientá-los e contribuir na viabilização destas autorizações.

Solicitação

Solicitamos às Comissões Organizadoras Estaduais que informem à coordenação nome e telefone celular de, pelo menos, duas pessoas que acompanhem a delegação dos seus respectivos estados na Conferência. Estes nomes e telefones são fundamentais para que a coordenação do evento possa contatar e acompanhar a delegação durante sua estada em Brasília. Lembramos que celulares pré-pagos (de cartão) não funcionam sem crédito fora de seus estados de origem. Portanto, os números de celulares passados deveram ser de celulares pós-pagos (de conta).

Informações gerais

Brasília é uma localidade que mescla muito calor durante o dia e temperaturas mais baixas durante a noite.  Assim, sugerimos que as(os) delegadas(os) tragam roupas leves para o dia e agasalhos para a noite e não deixem de ingerir muita água. Neste período, a cidade também passa por períodos constantes de chuva.

Um agradecimento e um pedido pela Conferência Estadual da Juventude

II Conferência Estadual de Juventude

Terminada a 2ª Conferência Estadual da Juventude, após o longo e puxado fim de semana, deitei-me em minha cama, exausto, e me perguntei: será que valeu esse esforço todo?

É fato, inquietei-me com muitas cenas que vi durante esse período, especialmente nos bastidores; mas me inquietei ainda mais com a “gurizada” que estava do “lado de lá”. Segundo eles, nós que estávamos “do lado de cá”, estávamos falando muito de licitações, adições, supressões, acordos, bancadas… enquanto eles chegaram a nos mandar “rasgar esses documentos”, porque era ”preciso inventar outro sistema”.

Alguns queriam cobrir a COE de porrada, chegaram até a nos dar de dedo e fazer “paredão”; mais, chegaram até a direcionar uma moção de repúdio a nós, porque se sentiram desrespeitados. Embora minha posição me impedisse de chorar naquele momento, chorei de alegria ao lembrar de tudo aquilo. Alegria porque vi naquela revolta a cobrança de que nós não estávamos dando o melhor de nós, cobrança de que poderíamos fazer muito mais, sem nossas tradicionais “desculpas sabonetes”, segundo as próprias palavras deles. Estavam exigindo de nós o DIREITO de terem uma conferência de qualidade, a qual não fosse um repeteco dos tradicionais congressos estudantis, marcados por grupos de trabalho esvaziados e trios elétricos de votação.

Curiosamente, nos acusaram de dar pouco tempo para os trabalhos em grupo; nos acusaram de não termos dado a devida atenção para o aprofundamento de todas as propostas que vieram dos municípios e regionais. Lembro-me, então, da manhã desse domingo, na qual um grupo (n.º 3) decidiu ir contra o cronograma do regulamento, e deram continuidade ao seu grupo a partir das 7 horas da manhã de domingo. E não pensemos que eles não se divertiram: foram à praia, fizeram festa, beijaram na boca (nossa, quanta “coisa feia”), teve gente que até caiu de skate na madrugada… e lá estavam de manhã, fazendo acontecer e cobrando o início dos trabalhos.

Na hora da votação dos delegados, sequer deixaram falar aqueles que diziam que “participar do trabalho em grupo era facultativo”, que sumiram da conferência e então “apareceram” para apenas na hora de concorrer à eleição. Não poderia esperar um resultado diferente, afinal, como ousaram chamar de “facultativo” aquilo que para os jovens era o mais caro?

Esses “jovens malditos” tiraram sarro de nossa cara, fizeram piadas de nossas palestras, criticaram nossos métodos textuais. Embora não pudessem ter realizado plenamente seus desejos, fizeram um “bom estrago” na conferência. Afinal, tornou-se inesquecível a cena de perguntar: “e aí, quem vai para a mesa final”? Onde todos nós, marmanjos, parecíamos tremer na base com aquela plenária doida para nos “morder”.

Descobrimos que nosso medo era “coisa de criança”, pois não apenas estavam lá a tirar sarro de nossa cara, como também assistiam à contagem de delegados como se estivessem num jogo de futebol, vibrando à cada voto, acolhendo cada nova pessoa que se agregava à caravana de delegados de Santa Catarina para a etapa nacional.

Teve um jovem eleito que me disse “é a primeira vez que eu vou voar de avião”, e aquilo me destruiu, me pegou de jeito. Como é que eu não pude me atentar para o significado disso? Não era apenas uma eleição de delegados, uma discussão textual… aqueles jovens que nos enfrentaram estavam crescendo, e nós com eles. Nós todos com nossas inseguranças, nossos medos, nossos vícios.

Celebrei aquele momento, em minha cama, chorando, rezando, agradecendo, lembrando… dos amigos que fiz e os que “perdi”, daqueles que me abraçaram e, especialmente, daqueles que “quase me mataram”. Eu demorei um tempo para entender o que tudo aquilo significava, e ainda estou entendo.

Por fim, é fato, me alonguei, mas precisava dividir essas coisas com vocês.

Obrigado por terem me confiado a missão de fazer parte da COE e auxiliar nesse processo, e ainda mais por terem respeitado minhas limitações, impulsividades.

Se não for abuso, gostaria de pedir um favor a vocês, que são “mais velhos” e estarão indo para Brasília: conversem com essa “gurizada”, independente dela fazer ou não parte de sua “bancada”. Para alguns deles, o que irá acontecer em Brasília é muito mais que uma simples conferência, e as coisas que vocês podem descobrir juntos não são poucas. Não precisa se preocupar em cooptar ou ser cooptado, porque a beleza da vida é a diferença, ser quem se é, do jeito que se é.

Muitas pessoas ficarão por aqui torcendo por vocês, na expectativa do que vocês levarem daqui e trouxerem de lá. Escrevam, participem, ajudem a montar o nosso Conselho Estadual de Juventude, cobrem o que é de direito de vocês.

Com saudades, de alguém que dividiu tantas inquietações e frios na barriga com vocês, e que também “tremeu na base”.

Helio Rodak de Quadros Junior, Fone: (48) 8414-1646 [OI], Skype: helioqj, MSN: helioqjr@gmail.com

Conferência Regional de Juventude

Convite da SDR Blumenau para 2ª Conferência Regional de Juventude

Convidamos todos e a todos, jovens ou não para a segunda Conferência Regional de Juventude será realizada no dia 22 de outubro no auditório Galileu Galilei, Uniasselvi, na cidade de Indaial, com início as 8h. A II Conferência Regional de Juventude têm abrangência, regional de acordo com as SDR’s de Blumenau, Brusque e Timbó e os municípios associados à AMMVI.

Ilhota participará da II Conferência Regional da Juventude

Flyer da conferência regional de juventude

Ilhota participará no dia 22 de outubro da 2º Conferência Regional da Juventude. Ao todo, 16 municípios farão parte do evento, que acontecerá em Indaial. São eles: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Botuverá, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Ilhota, Indaial, Luiz Alves, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.

Segundo o coordenador da Assessoria da Juventude, Dialison Cleber Vitti, os participantes serão divididos em grupos de trabalho. “Vamos debater sobre sexualidade e diversidade; trabalho e renda; drogas; cultura e lazer; comunicação; segurança; diálogo com o governo; moradia e educação. “Ainda estamos com alguma vagas disponíveis. Todos são convidados a participar”, afirmou. Os interessados devem entrar em contato com o departamento através do e-mail juventude@ilhota.sc.gov.br ou pelo telefone 3343-8811.

Cronograma

  • 8h30 Credenciamento
  • 9h30 Abertura oficial
  • 9h45 Apresentação de grupo de Hip Hop
  • 10h Leitura do Regimento Interno e aprovação/alterações em plenária
  • 10h30 Palestra com Alan, coordenador estadual de juventude
  • 11h Início das Oficinas 12h 30min Almoço (Caso não seja na cantina, será no Ataliba à R$19,80) 13h 30min Retorno das oficinas
  • 14h45 Coffe Break
  • 15h Apresentação do projeto Jovem Embaixador e início da plenária final
  • 15h20 Apresentação e aprovação das propostas
  • 17h Eleição dos delegados
  • 18h Encerramento

Convite. Conferência Regional de Juventude

Convite da conferência regional de juventude

Convidamos todos e a todos, jovens ou não para a segunda Conferência Regional de Juventude será realizada no dia 22 de outubro no auditório Galileu Galilei, Uniasselvi, na cidade de Indaial, com início as 8h. A II Conferência Regional de Juventude têm abrangência, regional de acordo com as SDR’s de Blumenau, Brusque e Timbó e os municípios associados à AMMVI.